Super Séries

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O Homem de Seis Milhões de Dólares

Confesso que adorava quando o herói usava seus implantes biônicos.

The Six Million Dollar Man foi uma série produzida pelo canal ABC em 1974.

A inspiração pro seriado surgiu do livro Cyborg de Martin Caidin de 1972, que virou um best-seller, com direito a três continuações Cyborg II: Operation NukeCyborg III: High Crystal, e Cyborg IV.

Como curiosidade, a série foi antecedida por três filmes de televisão, de 1973.

No seriado, o astronauta Steve Austin (Lee Majors) havia sofrido um gravíssimo acidente aéreo que o deixou muito machucado. Infelizmente seu braço direito, suas pernas e olho esquerdo haviam sido destroçados.

Seu corpo havia sido reconstruído através de um cirurgia experimental financiada por Oscar Goldman que custou seis milhões de dólares e esses membros foram substituídos por implantes biônicos.

Tal fato lhe deu força fora do comum, podendo saltar vários metros, uma visão ampliada 20 vezes e correndo podia atingir a incrível velocidade de 90 km/h.

Mesmo se tratando de tecnologia avançada, os implantes de Steve podiam falhar sob frio intenso, porém voltavam ao normal na temperatura ambiente.

Quando o herói usava seus implantes podíamos ouvir sons eletrônicos característicos da série.

Pra retornar á ativa, Austin recebeu um treinamento para que pudesse controlar seus membros biônicos. Transformando-se num agente da OSI (Office of Scientific Intelligence) sempre trabalhando em missões secretas e perigosas.

Devido ao sucesso, em 1975 Steve ganha um par romântico, Jamie Sommers (Lindsay Wagner), uma tenista profissional e noiva de Austin que surgiu pela primeira vez num episódio especial de duas horas.

Ela sofreu um acidente de paraquedas e recebe os mesmos tipos de implantes que Steve, porém na história eles haviam falhado e por sequencia Sommers morre.

No entato, devido a sua popularidade a personagem retorna, pois explicaram que estava mantida viva em criogenia ressurgindo em seu próprio seriado A Mulher Biônica (The Bionic Woman) em 1976.

Sem memória alguma de seu passado, Jamie adota uma identidade secreta como professora de uma base militar tendo sua vida monitorada pelos seus superiores do governo americano.

Um aspecto importante é que a série ficou marcada ao usar recursos especias para superar as limitações de orçamento e tecnologia da época. Tipo mostrar em câmera lenta o efeito sonoro das corridas em super velocidade, os saltos em grandes distâncias e as destruições causadas pelo braço biônico.

A heroína tinha um fiel companheiro, Max o cão biônico que havia sido a cobaia inicial do projeto biônico.

O seriado fez um sucesso tão grande que Lindsay Wagner ganhou um Emmy de melhor atriz de série dramática.

A Mulher Biônica teve um total de 58 episódios, exibidos em 3 temporadas e terminando em 1978.

Havia se passado bastante tempo desde o final de ambas as séries quando os heróis retornaram em três telefilmes: A Volta do Homem de Seis Milhões de Dólares (1987), O Homem de Seis Milhões de Dólares e a Mulher Biônica (1989) que introduziu Sandra Bullock como a nova Mulher Biônica e Biônicos Para Sempre (1994) que mostra o casamento de Steve com Jamie.

Continuando, A Mulher Biônica retornou numa nova versão em 2007, porém desta vez Jamie Sommers (Michelle Ryan) sofreu um acidente automobilístico. E acabou perdendo ambas as pernas, o braço direito, o olho direito e o ouvido direito.

Através de uma tecnologia ultra-secreta de uma organização governamental, ela ganha implantes biônicos. Tal tecnologia havia sido desenvolvida pelo seu namorado, Dr. Will Anthros (Chris Bowers), que sem ela saber, era um cientista governamental.

Como no seriado anterior, Sommers atuava pro Governo em missões secretas, usando suas habilidades extraordinárias. Sua principal inimiga era Sarah Corvus (Katee Sackhoff) que foi a primeira mulher biônica, no entanto tem seus próprios interesses.

Infelizmente, devido a baixa audiência, A Mulher Biônica não teve grande duração, pois apresentou somente 8 episódios, exibidos numa única temporada e terminado em 2008.

Só pra constar, em 1977 a Charlton Comics lançou os quadrinhos The Bionic Woman que narrava as aventuras de Jamies Sommers, no entato foram publicadas somente cinco edições (que terminaram no ano seguinte).

A Dynamite Entertainment é uma empresa que licencia diversos seriados e filmes adaptando-os pros quadrinhos.

Nesta versão de The Bionic Woman foi lançada em 2012 contando as aventuras de Jamie Sommers a heroína agia de forma independente e teve 10 edições publicadas que terminaram em 2014.

Por último em 2017, a DC Comics publicou um crossover com a Dynamite intitulado Wonder Woman ’77 meets Bionic Woman, uma minissérie em 6 edições na qual as heroínas icônicas da telinha precisam unir forças para derrotar seus inimigos.

Voltando, devido ao sucesso do personagem em 1976, a Charlton Comics lançou o gibi The Six Million Dollar Man (o gibi original teve somente 8 edições publicadas).

Aqui no Brasil tivemos histórias lançadas pela Editora Bloch e EBAL.

Depois de algum tempo em 2011, a Dymamite Entertainment lançou The Bionic Man uma minissérie de cinco edições que adaptava um roteiro de longa metragem para antiga série.

Em 2014 também tivemos aventuras do herói lançadas pela Dymamite Entertainment, The Six Million Dollar Man: Season Six que continuavam apartir do momento no qual o seriado terminou.

Por último temos boatos na web que haverá um remake do seriado. A única notícia quase confirmada é que o filme será estrelado por Mark Walhberg que interpretará Steve Austin.

A produção é da Warner Bros., porém The Six Billion Dollar Man ainda não tem data de estreia oficial e a previsão de lançamento será para 2019.

Pra mim, O Homem de Seis Milhões de Dólares merecia retornar como seriado já que temos visto um reboot de vários filmes e séries antigas. Como por exemplo: MaCGyver, Máquina Mortífera, Perdidos no Espaço e até A Hora do Rush (que teve curta duração).

Eu adoraria que a Netflix fizesse uma nova versão de Steve Austin, pois na verdade sonhar não custa nada.

Fico por aqui.

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Musas de Tinta

Lola Bunny

Surgiu para ser apenas um interesse amoroso do Pernalonga no filme Space Jam: O Jogo do Século que mistura de forma excelente live-action com animação (1996).

Mais desde que surgiu no filme que citei ganhou ao longo dos anos milhares de fãs ao redor do mundo.

Lola Bunny é uma mulher do tipo femme fatale, pois é sedutora, sexy e independente. Mais além disso tudo também demonstra ser inteligente, autoconfiante e uma exímia jogadora de basquete.

Em 2001, Lola reapareceu na série animada Baby Looney Tunes que mostra os personagens em versões infantis. Feita justamente para esse público havia diversas lições de como se comportar e agir.

A única adulta é a Vovó que amorosamente cuida de todos demonstrando sabedoria para lhe dar com as coisas que as crianças aprontam. Seu sobrinho, Floyd ajuda na responsabilidade de cuidar dos bebês.

Só pra constar, no desenho Lunáticos á Solta (Loonatics Unleashed, 2005) misturando ação e comédia num estilo anime temos versões dos Looney Tunes apresentados como se fossem seus descendentes.

Na trama, estamos em 2772 e um meteoro atingiu o planeta-cidade de Ametrópolis. Porém ao invés de destruí-lo tornou-se uma fonte de super-poderes.

Então, a misteriosa Zadavia convoca e supervisiona seis indivíduos formando uma equipe de super-heróis.

O grupo é composto por: Ace Bunny, Lexi Bunny, Danger Duck, Rev Runner, Tech E. Coyote e Slam Tasmanian.

Ace é descendente do Pernalonga, Lexi da Lola, Danger do Patolino, Rev do Papa-Léguas, Tech do Wile E. Coyote e Slam do Taz.

Mesmo sendo boa a série animada não durou muito, pois só teve uma temporada com esparsos 13 episódios.

Continuando, infelizmente a versão da Lola mostrada no Show dos Looney Tunes é bem diferente da primeira (que aprendemos a gostar).

Eu sinceramente não gosto desta versão dela, porque desta vez Lola está bem desequilibrada, fala demais, não consegue se decidir por algo muito simples e persegue o Pernalonga como se fosse uma doida varrida.

Mesmo com tudo contra o Pernalonga gosta dela e até já se apresentou como namorado.

Veremos se na próxima vez que adaptarem a personagem mostrem a Lola como na versão dos anos 90 (que estava infinitamente melhor).

Minerva Mink

É uma das musas que fazia parte do segmento apresentado em Animaniacs.

Minerva Mink é possuidora de uma beleza encantadora e sensualidade exacerbada que deixa em parafuso todos os homens ao seu redor.

Minerva é uma mulher decidida, extremamente vaidosa, adora moda, obcecada por beleza (e gosta de judiar dos homens que se dizem apaixonados por ela).

Sua aparições causam um verdadeiro alvoroço na cabeça dos homens (deixando-os babando ao vê-la), mas a parte engraçada é quando surge algum bonitão, porque Minerva age da mesma maneira besta dos homens.

Apesar de ser extremamente demais, Minerva não está satisfeita com sua vida e deseja apenas ter uma companhia.

Apesar de sua enorme popularidade (protagonizando apenas dois episódios), Minerva foi retirada do desenho pelos produtores que achavam-na muito sexy para ser apresentada para crianças.

Não adiantou nada, pois a quantidade de fan page dedicadas a personagem não são poucas.

Outra personagem de bastante sucesso em Animaniacs foi a Enfermeira (Hello Nurse) que trabalha no estúdio (o fato interessante é que a personagem não tem nome).

Sendo geralmente chamada de forma entusiasmada por Yakko e Wakko quando surge de: “Olááá Enfermeiraaaa!!!” pulando em seus braços (Dot faz o mesmo quando um homem atraente entra em cena).

A Enfermeira lamenta que seja respeitada só por sua beleza e não por sua inteligência, pois no episódio “Desejo de Wakko” vemos que ela tem QI de 192.

Contemple nesta postagem além da musas citas acima outra personagens de desenhos animados.

Na galeria abaixo você irá encontrar: Bettie Boop, Princesa Jujuba, Princesa de Fogo, Ramona Flowers, Geninha, Tina Russo, Jessie de Toy Story, Agente Honeydew entre diversas outras

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Super Séries

Agente 86

Sinceramente é um dos seriados mais engraçados que já surgiram em nossa telinha.

Agente 86 (Get Smart, no original) surgiu em 1965 e foi criada por Mel Brooks, Leonard Stern e Dan Melnick.

Dizem as lendas que os criadores deram o projeto inicial pra Rede ABC banca-lo, mas a empresa achou que a série não vingaria. No auge da Guerra Fria o enredo destacava um ataque terrorista na Estátua da Libertade e vetaram o projeto.

Felizmente, Dan e sua turma não desisitiram da idéia e levaram adiante pra outra emissora a Rede NBC que mesmo diante de algo perigoso pra época decidiram dar seu aval pro primeiro epísódio de Agente 86.

A série mostrava as aventuras de Maxwell Smart (Don Adams), um agente secreto que trabalhava pra organização C.ON.T.R.O.L.E.

Suas missões envolviam combater a organização criminosa K.A.O.S. que durante um período foi comandada pelo vilão Siegfried (Bernie Kopell), um agente nazista com sotaque alemão.

O seriado havia sido inspirado no famoso agente secreto James Bond, pois Max tinha diversos gadgets ajudando-o no combate ao crime. O melhor exemplo é o sapato-fone que usava.

A graça do seriado é que Max era atrapalhado, falador, ingênuo, burro e desastrado pra caçamba. Porém para ajudá-lo tínhamos a Agente 99 (Barbara Feldon) que geralmente solucionava a grande maioria dos problemas.

Haviam diversos coadjuvantes como Chefe (Edward Platt) líder da organização que sempre ficava doido com Max, Agente 13 (Dave Ketchum), um mestre dos disfarces inusitados, Agente Larabee (Robert Karvelas) que consegue a grande façanha de ser mais burro que Max.

Ainda temos a Doutora Steel (Ellen Weston), uma intelingentíssima perita em química que agia disfarçada de dançarina, Agente Canino, um cão e Hyme, um robô que foi criado pela K.A.O.S., mas ao se afeiçoar por Max mudou de organização.

Ao longo dos anos a série já foi exibida por algumas emissoras entre as quais cito: Rede Record, Band e atualmente vem sendo reprsiada pela Rede Brasil.

Agente 86 teve 5 temporadas, exibindo um total de 138 episódios e terminando em 1970.

No auge de seu sucesso em 1966, a empresa Dell Comics lançou Get Smart na capa Don Adams e Barbara Feldon surgiam como seus personagens. A arte da revista foi feita pelo hoje consagrado Steve Ditko reconhecido como cocriador do nosso querido Homem-Aranha.

Mas a revista durou somente 8 edições terminando de serem publicadas em 1967.

Continuando, no início dos anos 80 tivemos o filme A Bomba que Desnuda (The Nude Bomb) que traz o retorno de nosso querido e atrapalhado herói.

Desta vez, Max é convocado a retornar, pois seus superiores precisam de seu auxílio para deter a KAOS. O problema é que a organização maligna chantageia o mundo com uma bomba que irá desintegrar todos os tecidos do mundo (deixando as pessoas sem roupa nenhuma).

Smart é apresentado pelo Chefe (Dana Elcar) a uma força-tarefa que inclui seu antigo camarada Larrabee (Robert Karvelas), a eficiente Agente 22 (Andrea Howard), o inventor Carruthers, a sensual Agente 36 (Pamela Hensley) e a dupla de gênios da tecnologia, Pam e Jerry Krovney.

O Agente 13 (Joey Forman), mestre em se disfarçar de lugares inusitados como armários e compartimentos também se junta à equipe por insistência de Smart. A KAOS segue todos os passos de Smart e ele desconfia que algum membro de sua equipe seja um agente duplo.

Infelizmente, o filme não foi um grande sucesso de bilheteria, mas lembro que na época achei divertido. A grande diferença é que mudaram o nome da agência de espionagem que era CONTROLE e virou PITS – Provisional Intelligence Tactical Service.

Agente 86, De Novo? (Get Smart, Again?), é um filme feito direto pra telinha que marca o retorno de Don Adams e Barbara Feldon como seus personagens no antigo seriado, que foi lançado em 1989.

A dupla de agentes veteranos que nesta versão estão casados se une novamente em campo pra deter a KAOS. O problema a ser detido desta vez é uma máquina meteorológica que pode causar alterações terríveis se for usada.

Pra piorar a organização maligna ainda exige a exorbitante quantia de 250 bilhões de dólares, pois caso essa quantia não seja paga vão usar a tal máquina.

Não há nada de nvo nesta versão, pois o tipo de situação que vemos neste filme é o mesmo que havia no antigo seriado.

Por causa do relativo sucesso que o filme anterior havia obtido em 1995, Agente 86 foi novamente pra telinha.

E desta vez Max (Don Adams) é o chefe da CONTROLE enquanto a Agente 99 (Barbara Feldon) era uma congressista política.

O filho deles Zack (Andy Dick) torna-se agente agindo na companhia da Agente 66 (Elaine Hendrix). A intenção era deter que a KAOS contola-se a economia mundial e junto com a dupla tínhamos Trudy (Heather Morgan) uma espiã que se acidentava muito e o Agente 0, um mestre dos disfarces.

Infelizmente essa versão não conseguiu agradar ao público americano tendo somente 7 episódios apresentados numa curtíssima duração na TV.

Alguns anos depois, em 2008 foi lançado Agente 86: O Filme (Get Smart) que teve como protagonista Steve Carell e Anne Hathaway interpretando respectivamente Maxwell Smart e Agente 99.

Na trama, houve um ataque á sede da CONTROLE e a identidade secreta de praticamente todos os seus agentes foi comprometida. Por causa disso e a contragosto Chefe (Alan Arkin) resolve promover Max, um analista de inteligência para agente de campo.

Em seu auxílio envia a única que não teve sua identidade descoberta a Agente 99 ambos competem bastante, porém Max com seu jeito ingênuo e atrapalhado consegue impedir a KAOS.

Steve Carell está perfeito como Maxwell Smart seja na forma de agir e até no jeito de falar.

Podemos notar também a participação de atores famosos como Bill Murray que vive o Agente 13 com suas aparições inusitadas, Dwayne “The Rock” Johnson o Agente 23, um fortão que Max idolatra.

 Terry Crews interpreta o Agente 91, mas sempre será lembrado como o pai do Chris, Alan Arkin que interpeta o Chefe, Terence Stamp, eterno vilão Zod que interpreta Sigfried, líder da KAOS e Masi Oka que faz o cientista Bruce lembrando que o ator surgiu ao estrelato como Hiro Nakamura, na série Heroes.

Só pra consar, gostei demais da interpetação de The Great Khali como o vilão Dalip que rendeu momentos desconcertantes de tão hilários.

É a melhor versão feita com o personagem, porque reaproveitam diversas situações que nos conectam ao seriado antigo. Desde a música tema original até algumas falas e piadas.

Além de ser um filme de comédia, Agente 86 demonstra um roteiro ágil, divertido que não brinca com nossa inteligência e ainda empolga pelas várias cenas de ação e pancadaria mostradas durante sua exibição.

Só pra fechar, o filme teve um spin-off Agente 86: Bruce e Lloyd Fora de Controle (Get Smart’s Bruce and Lloyd: Out of Control), um filme também lançado em 2008.

Sua trama acontece quase que ao mesmo tempo da versão de Steve Carell, pois enquanto Max e Agente 99 estavam numa missão na Rússia.

Bruce (Masi Oka) e Lloyd (Nate Torence) estavam realizando experimentos secretos pra um novo equipamento chamado de “manto de invisibilidade”.

Durante a festa realizada na CONTROLE (que foi mostrada no outro filme) esse manto havia sumido. Então, através das câmeras de vigilância descobriram que a espiã Isabelle (Marika Dominczyk) havia roubado o tal manto.

Bruce e Lloyd precisam viajar até ao Maraguai, um país fictício localizado entre o Paraguai e o Uruguai, pois seu presidente foi o mandante do crime.

Durante essa missão a dupla recebe ajuda de Nina (Jayma Mays), uma médica perita em autópsias já que 86 e 99 não estavam disponíveis.

Espero que tenham gostado.

 

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Imagens

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Variadas

Confira na galeria abaixo diversas imagens que garimpei na web

Aqui você irá encontrar: Batman, Robocop, Fantasma, Sombra, Dragon Ball, X-Men, Star Trek, Hulk entre vários outros

 

 

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Desenho Antigo

Os Smurfs

Les Schtroumpfs foram criados pelo cartunista belga Peyo (Pierre Culliford – 1928-1992).

Dizem as lendas que Peyo quis colocar a cor deles de verde, mas como os leitores iriam confundir com plantas da floresta na história desistiu.

Também tinha optado por colocar os personagens vermelhos (iria ser horrível). Mas a melhor decisão foi mudar pra azul algo que ficou bem melhor.

Os personagens surgiram como coadjuvantes na revista em quadrinhos Johan e Peewit (1958) que fazia bastante sucesso e contava histórias sobre dois heróis medievais.

Les Schtroumpfs ganharam uma série própria de gibis em 1965 e foram adaptados pro cinema na animação Les Aventures des Schtroumpfs que foi feito em preto e branco (só que infelizmente não fez sucesso).

Algum tempo depois outra animação foi produzida La Flûte á Six Sctroumps, feita em  1976.

O produtor americano Stuart R. Ross adquiriu os direitos da animação lançando-a nos Estates (e mudando seu nome para Os Smurfs e a Flauta Mágica).

Então, em 1981 a Hanna-Barbera estreou a série animada dos anõezinhos azuis que se tornaram sucesso garantido entre a garotada do mundo todo.

Os Smurfs moram numa pequena vila em formato de cogumelos escondida no meio da floresta. Seu principal inimigo é o mago Gargamel que anda na companhia de seu gato de estimação Cruel.

Apesar de toda sua maldade o mago é muito burro, porque Cruel sempre fala o que ele deve fazer. Pra nós entendemos apenas os miados, no entanto Gargamel compreende tudo que seu gato diz.

A vila é comandada pelo Papai Smurf que afirma ter 542 anos e seus filhos possuem cem anos. A única menina da vila é a Smurfete que foi criada pra ser má pelo Gargamel, porém graças a mágica do Papai Smurf transformou-se numa duende de boa índole.

Um aspecto interessante é que cada Smurf possui uma característica. O Gênio é o mais inteligente, pois sempre bola um plano de fuga quando precisam. Devido ao fato de ser muito chato todo episódio era lançado pra longe.

Joca gosta de pregar peças (distribuindo caixas explosivas), Ranzinza é bastante pessimista (reclamando de qualquer coisa), Vaidoso (narcisista), Fominha (nem precisa explicar), Poeta (gosta de escrever), Habilidoso (ótimo construtor), Robusto (esportista), na verdade existem cem deles. Estou considerando somente o desenho clássico.

Como curiosidade ainda temos o Bebê Smurf, Vovô Smurf, Vovó Smurf (ambos vivem juntos), Sassete, uma menina que surgiu pra ser tipo irmã da Smurfette e os Smurfinhos.

Apesar do gênero masc. e femin. Os Smurfs são assexuados e são levados pra vila através da cegonha.

Só pra constar, na década de 80 comentaristas políticos disseram que os Smurfs eram uma refência ao Comunismo. Já que a comunidade divide igualmente tudo que produz, não há classes sociais e a grande maioria se veste da mesma forma.

Outro fato que mantém essa ideia é que o Papai Smurf está ligado ao Marxismo, por causa de sua roupa na cor vermelha. Em contrapartida Gargamel e Cruel são exemplos do imperialismo querendo dominá-los por serem mais frágeis.

Bom, deixando isso de lado a série animada dos Smurfs durou até 1989, com 9 temporadas, num total de 457 episódios.

Em 2008 foi feita uma moeda comemorativa de 5 euros cunhada com a imagem de um Smurf (pra festejar o aniversário de 50 anos dos personagens).

Depois em 2011 foi pra telona o primeiro filme feito em CGI. Na trama um grupo formado por Papai Smurf, Desastrado, Arrojado, Smurfette, Ranzinza e Gênio vão parar em Nova York.

Bom, o primeiro ficou muito divertido e o segundo ficou melhor ainda, pois Gargamel (Hank Azaria) transformou-se num mágico ilusionista de sucesso.

Outro personagem que gostei bastante foi o engraçadíssimo Victor (Brendan Gleeson), padrastro do Patrick (Neil Patrick Harris) que roubava a cena toda vez que aparecia.

Por último, em 2017 foi a vez de Os Smurfs e a Vila Perdida uma animação que tem o estilo do desenho da HB lá dos anos 80. Nessa aventura Smurfete percebe que todos os garotos tem uma função (menos ela).

Triste com essa situação parte atrás de alguém misterioso e descobre uma outra vila.

Devido ao fato de ter sido criada pelo Gargamel, o vilão tenta ludibria-la de várias formas afirmando que ela continua firme no propósito de ser má.

E pra piorar a situação o mago mantém sua intenção de capturar os Smurfs com direito a diversas armadilhas pra conseguir isso.

É uma animação simples, mas ao mesmo tempo agradável e divertida que foca principalmente na Smurfette. Há no desenho uma afirmação da personagem de ser uma mulher atual podendo decidir quem ela quiser.

Esse fato pra mim ficou sensacional, pois conecta a Smurfete as heroínas princesas da Disney.

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Musas de Tinta

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Teela

É uma das personagens mais importantes da mitologia do herói de Etérnia.

Só por curiosidade dizem as lendas que Teela foi baseada na Princesa Aura, de Flash Gordon.

Teela é capitã da guarda real do palácio e além de guarda-costas do Princípe Adam (é a responsável por treiná-lo em combate).

Um detalhe muito importante é que a capitã não sabe que seu protegido transforma-se no herói.

A parte engraçada é que ela sempre repreende Adam taxando-o de preguiçoso e irresponsável. Mais demonstra ter uma queda enorme pelo He-Man (só que ambos são a mesma pessoa).

Na série original a Feiticeira é a verdadeira mãe da heroína e pra mim Mentor parecia ser seu pai. No entanto a Feiticeira guarda a sete chaves o nome dele.

Teela é uma guerreira excepcional, mas seu temperamentpo forte é algo que realmente chama atenção.

Possivelmente a heroína assumirá o lugar de sua mãe como defensora dos segredos do Castelo de Grayskull. Algo que já foi demonstrado num episódio (o qual sinceramente não lembro do nome).

Na adaptação dos anos 80, Teela foi interpretada pela atriz Chelsea Field. Seu uniforme inteiriço cinza e preto ficou bem diferente da versão que conhecemos da Filmation.

Já no desenho As Novas Aventuras de He-Man sua aparência ficou estranha. Ao invés de adaptarem-na ruiva como estamos acostumados fizeram uma guerreira loira (fato que nunca entendi).

Por último temos a série animada de 2002 que pra mim foi a melhor versão da Teela (fora a original que ficou inesquecível).

Deram uma repaginada em seu visual tornando-a mais jovem e bastante atlética.

Apresentaram todos os aspectos da versão clássica tipo Capitã da Guarda do Palácio, filha da Feiticeira, criada pelo Mentor (que teve seu nome original mantido Man-at-Arms), implicando com Adam e gostando do He-Man.

Se no desenho dos anos 80 eu desconfiava que o Mentor era o pai da guerreira nessa versão isso ficava muito mais nítido.

Eu gostei muito dessa versão, porque conseguiram dar uma dimensão maior pra personalidade dela. Além de inteligente, é uma exímia lutadora e algumas vezes age de maneira agressiva.

Acaba descobrindo seu parentesco com Sorceress quando recebeu uma transfusão de sangue (conseguindo o dom da telepatia). Se não me falha a memória depois sua mente é apagada.

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Maligna – Evil-Lyn

Uma das principais inimigas da heroína Teela. Só pra constar, a vilã também é conhecida como Feiticeira da Noite.

Maligna é a segunda em comando e braço direito do Esqueleto na Montanha da Serpente.

Sem sombra de dúvidas entre os diversos aliados do vilão Maligna é a mais competente deles. A seu favor é a única mulher entre os rivais do herói e geralmente nas batalhas lidera a todos.

Mesmo sendo fiel ao seu comandante a bruxa secretamente deseja tomar seu poder pra então liderar absoluta. Em alguns episódios temos a vilã realizando alguma tramóia deste tipo.

Maligna usa um cetro mágico que lança raios violeta, possui o dom do teleporte e pode soltar raios de suas mãos. Não é uma boa combatente e dizem as lendas que seu uniforme é parecido com da Teela, só que mais escuro.

Sua origem nos gibis ficou bem interessante, pois Evelyn Powers foi uma cientista na Terra.

Ela estava abordo da mesma nave espacial que levou a Rainha Marlena pra Etérnia.

Evelyn tinha crises de ciúme por que não havia sido escolhida pra pilotar a aeronave.

Quando o ônibus espacial caiu no planeta enquanto Marlena tornou-se protegida e depois esposa do Rei Randor. Evelyn foi parar em Infinita conhecendo Esqueleto conseguindo poderes mágicos na intenção de se vingar da Rainha Marlena.

Essa versão citada acima nunca foi mostrada na série animada. Seu nome Evil-Lyn é um trocadilho com seu nome verdadeiro.

No filme de 1987 a atriz Meg Foster foi quem interpetou a vilã. Também demonstra ser segunda em comando e há uma insinuação de relacionamento amoroso entre ela e Esqueleto.

Na versão de 2002, Evil-Lyn retorna praticamente como sua versão original.

Confira na galeria abaixo uma homenagem tanto pra Teela, quanto pra Maligna e também pra outras musas dos desenhos animados que gostamos.

 

 

 

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Heróis Nipônicos

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Ultraseven

Criado por Eiji Tsuburaya chama-se Urutorasebun, foi exibido pela TBS e produzido pela Tsuburaya Productions, em 1967.

Ultraseven é uma sequência direta de Ultraman e se tornou uma das séries mais icônicas e populares do Japão.

Só pra constar, Ultraseven é incorretamente grafado como “Ultra Seven” fora do Japão (ambas as formas estão corretas sem problema algum). Como curiosidade o herói é chamado de Seven entre seus irmãos.

No Brasil, Ultraseven foi exibido inicialmente pela Rede Tupi nos anos 70, depois na metade daquela década no Clube do Capitão Aza. No início dos anos 80, na Rede Bandeirantes (junto com Robô Gigante), na Rede Record junto com Túnel do Tempo. E por último também na Record foi exibido de manhã.

Na trama, Ultraseven havia sido enviado pra mapear a Via Láctea, mas ao visitar a Terra gosta de nosso planeta. Durante sua primeira visita salva Jiro Satsuma, um alpinista que quase caiu pra morrer quando salvava seu amigo também alpinista.

A grande diferença é que não se fundiu numa simbiose como havia feito seu predecessor.

Porque, Seven transforma-se numa cópia do rapaz, no entanto muda seu nome pra Dan Moroboshi (Koji Moritsugu).

Para se transformar, Dan usa o Ultra Olho (Ultra Eye), um visor pra se transformar (como sua série era diferenciada, não havia sensor peitoral). O gigante de 40 metros tinha alguns golpes especiais, pois disparava raios de seus braços e também pelo diamante em sua em sua testa.

Porém seu ataque mais poderoso era o Eye Sluguer, uma  lâmina mortal que ficava no topo de seu capacete (era lançado tipo um bumerangue que depois retornava pra suas mãos).

Além destes ataques o herói também pode cruzar dimensões e reduzir-se a tamanhos microscópicos.

A parte interessante é que Moroboshi traz três cápsulas contendo os monstros: Aguira, Mikras e Windam convocando-os assim quando presica em alguma missão.

Dan é um integrante do Esquadrão Ultra, uma equipe de combatentes que utiliza veículos e armamentos na defesa do planeta Terra.

O  grupo é formado pelo: Comandante Kaoru Kiriyama (Shōji Nakayama) é o capitão e líder deles, Shigeru Furuhashi (Sandayū Dokumamush) lembrando que no seriado do Ultraman ele trabalhou como o Patrulheiro Daisuke Arashi.

Amagi (Bin “Satoshi” Furu) que foi ator dublê de Ultraman, Anne Yuri (Yuriko Hishimi) é a operadora de comunicação e enfermeira (tornou-se interesse amoroso de Dan).

E por último temos Soga (Shinsuke Achiha) atirador de elite e amigo de Moroboshi.

A base do Esquadrão Ultra é subterrânea, eles ainda contam com 300 homens e diversos veículos especiais, com destaque para os caças Gavião Ultra 1 (divisível nos módulos Alpha, Beta e Super Gama), Gavião Ultra 2 e 3.

Não poderia esquecer do Carro Patrulha, um Chrysler Imperial, modelo 1957 modificado com design futurista.

Ultraseven foi uma série dramática em comparação a Ultraman, mas suas histórias   bem elaboradas cairam no gosto popular.

Só pra constar, houveram alguns episódios que tiveram sua exibição vetada na telinha japonesa. “Presente Nocivo” que mostrava aliens distribuindo relógios que sugavam o sangue das crianças.

Tiraram da cronologia, porque era algo que lembrava as explosões das bombas atômicas citadas no texto anterior que haviam occorrido há 20 anos atrás (no período que a série foi mostrada originalmente). Mais no Brasil e nos EUA o episódio foi exibido sem maiores problemas.

Outro episódio banido mostrava aliens com aprência derretida, fato que lembrava as vítimas das bombas atômicas de Hiroshima e Nagasaki.  Algo que chocou o diretor da TBS, emissora que veiculava a série e o episódio foi cortado da cronologia.

Durante os anos 90, colecionadores exibiram a aventura original numa convenção japonesa.

A popularidade de Seven é tão grande que fez várias participações nas séries do gigante posteriores.

Em, O Regresso de Ultraman foi no episódio “Quando Brilha a Estrela de Ultra”, um dos meus preferidos. Depois em Ultraman Taro (1973) e Ultraman Leo como Capitão Dan Moroboshi (líder do esquadrão M.A.C.).

Em 1994, Ultraseven retorna em dois especiais feitos pra telinha. Foram Operação Energia Solar e O planeta do alienígena.

Como curiosidade, Koji Moritsugu dublava a voz do herói mesmo quando Ultraseven não assumia sua forma humana.

No último episódio da série clássica, Ultraseven estava ficando fraco devido a inúmeras batalhas. Ele recebeu ordem pra retornar a M-78 antes que sua energia se exaurisse, mas além de revelar seu segredo pra Anne, Dan decidiu ficar pra lutar contra uma invasão alienígena.

É através dela que o restante do Esquadrão Ultra descobre a verdade sobre Dan e o herói mesmo sem forças luta bravamente contra outro monstro. A equipe decide ajuda-lo tornando o final emocionante e inesquecível.

Ultraseven apresentou 49 episódios com 24 minutos de duração e terminou em 1968.

Durante a minha pesquisa encontrei Ultraseven 21, um membro da Guarnição Espacial e do Departamento de Segurança Espacial. Quando estava sendo designado pra proteger nosso planeta surgiu uma emergência que o impediu de partir.

Então em seu lugar foi mandado Ultraman Neos (Urutoraman Neosu) e seu hospedeiro humano é o jovem Genki Kaguya. Neos e Seven 21 são parceiros e agem em dupla enfrentando diversas ameaças.

Ultraman Neos não teve uma série regular, pois seu conceito havia sido modificado pra uma série direta pra vídeo (num total de 12 episódios). Além disso, apesar do design parecido com direito a participação de Zoffy, a série é ambientada num universo alternativo.

Ultraman 21 também aparece no especial Mega Monster Battle: Ultra Galaxy Legends The Movie, no qual vários heróis gigantes lutam contra Ultraman Belial que conquistou o planeta deles.

Aparentemente Ultraseven morre, mas seu filho Ultraman Zero surge salvando o planeta M-78 e seus irmãos guerreiros.

Há diversas outras participações de Seven seja em seriados ou filmes especiais, porém não vou comentar (o texto ficaria muito grande).

E pra realmente fechar, no ano passado foi lançada a série Ultraseven X (Urutorasebun Ekkusu) servindo como remake da série clásssica de 1967.

O nome de seu hospedeiro humano é Jin (Eriku Yoza) que sofreu um acidente e morreu quando estava fugindo na companhia de Elea (Saki Kagami). Ultraseven uni-se ao rapaz que não se lembra de sua vida anterior ( e nem de seu verdadeiro nome).

Fonte de Pesquisa: Wikipédia e InfanTV.

 

 

 

 

 

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