Imagens

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Variadas

Confira na galeria abaixo diversas imagens que garimpei na web

Aqui você irá encontrar: Batman, Robocop, Fantasma, Sombra, Dragon Ball, X-Men, Star Trek, Hulk entre vários outros

 

 

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Desenho Antigo

Os Smurfs

Les Schtroumpfs foram criados pelo cartunista belga Peyo (Pierre Culliford – 1928-1992).

Dizem as lendas que Peyo quis colocar a cor deles de verde, mas como os leitores iriam confundir com plantas da floresta na história desistiu.

Também tinha optado por colocar os personagens vermelhos (iria ser horrível). Mas a melhor decisão foi mudar pra azul algo que ficou bem melhor.

Os personagens surgiram como coadjuvantes na revista em quadrinhos Johan e Peewit (1958) que fazia bastante sucesso e contava histórias sobre dois heróis medievais.

Les Schtroumpfs ganharam uma série própria de gibis em 1965 e foram adaptados pro cinema na animação Les Aventures des Schtroumpfs que foi feito em preto e branco (só que infelizmente não fez sucesso).

Algum tempo depois outra animação foi produzida La Flûte á Six Sctroumps, feita em  1976.

O produtor americano Stuart R. Ross adquiriu os direitos da animação lançando-a nos Estates (e mudando seu nome para Os Smurfs e a Flauta Mágica).

Então, em 1981 a Hanna-Barbera estreou a série animada dos anõezinhos azuis que se tornaram sucesso garantido entre a garotada do mundo todo.

Os Smurfs moram numa pequena vila em formato de cogumelos escondida no meio da floresta. Seu principal inimigo é o mago Gargamel que anda na companhia de seu gato de estimação Cruel.

Apesar de toda sua maldade o mago é muito burro, porque Cruel sempre fala o que ele deve fazer. Pra nós entendemos apenas os miados, no entanto Gargamel compreende tudo que seu gato diz.

A vila é comandada pelo Papai Smurf que afirma ter 542 anos e seus filhos possuem cem anos. A única menina da vila é a Smurfete que foi criada pra ser má pelo Gargamel, porém graças a mágica do Papai Smurf transformou-se numa duende de boa índole.

Um aspecto interessante é que cada Smurf possui uma característica. O Gênio é o mais inteligente, pois sempre bola um plano de fuga quando precisam. Devido ao fato de ser muito chato todo episódio era lançado pra longe.

Joca gosta de pregar peças (distribuindo caixas explosivas), Ranzinza é bastante pessimista (reclamando de qualquer coisa), Vaidoso (narcisista), Fominha (nem precisa explicar), Poeta (gosta de escrever), Habilidoso (ótimo construtor), Robusto (esportista), na verdade existem cem deles. Estou considerando somente o desenho clássico.

Como curiosidade ainda temos o Bebê Smurf, Vovô Smurf, Vovó Smurf (ambos vivem juntos), Sassete, uma menina que surgiu pra ser tipo irmã da Smurfette e os Smurfinhos.

Apesar do gênero masc. e femin. Os Smurfs são assexuados e são levados pra vila através da cegonha.

Só pra constar, na década de 80 comentaristas políticos disseram que os Smurfs eram uma refência ao Comunismo. Já que a comunidade divide igualmente tudo que produz, não há classes sociais e a grande maioria se veste da mesma forma.

Outro fato que mantém essa ideia é que o Papai Smurf está ligado ao Marxismo, por causa de sua roupa na cor vermelha. Em contrapartida Gargamel e Cruel são exemplos do imperialismo querendo dominá-los por serem mais frágeis.

Bom, deixando isso de lado a série animada dos Smurfs durou até 1989, com 9 temporadas, num total de 457 episódios.

Em 2008 foi feita uma moeda comemorativa de 5 euros cunhada com a imagem de um Smurf (pra festejar o aniversário de 50 anos dos personagens).

Depois em 2011 foi pra telona o primeiro filme feito em CGI. Na trama um grupo formado por Papai Smurf, Desastrado, Arrojado, Smurfette, Ranzinza e Gênio vão parar em Nova York.

Bom, o primeiro ficou muito divertido e o segundo ficou melhor ainda, pois Gargamel (Hank Azaria) transformou-se num mágico ilusionista de sucesso.

Outro personagem que gostei bastante foi o engraçadíssimo Victor (Brendan Gleeson), padrastro do Patrick (Neil Patrick Harris) que roubava a cena toda vez que aparecia.

Por último, em 2017 foi a vez de Os Smurfs e a Vila Perdida uma animação que tem o estilo do desenho da HB lá dos anos 80. Nessa aventura Smurfete percebe que todos os garotos tem uma função (menos ela).

Triste com essa situação parte atrás de alguém misterioso e descobre uma outra vila.

Devido ao fato de ter sido criada pelo Gargamel, o vilão tenta ludibria-la de várias formas afirmando que ela continua firme no propósito de ser má.

E pra piorar a situação o mago mantém sua intenção de capturar os Smurfs com direito a diversas armadilhas pra conseguir isso.

É uma animação simples, mas ao mesmo tempo agradável e divertida que foca principalmente na Smurfette. Há no desenho uma afirmação da personagem de ser uma mulher atual podendo decidir quem ela quiser.

Esse fato pra mim ficou sensacional, pois conecta a Smurfete as heroínas princesas da Disney.

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Musas de Tinta

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Teela

É uma das personagens mais importantes da mitologia do herói de Etérnia.

Só por curiosidade dizem as lendas que Teela foi baseada na Princesa Aura, de Flash Gordon.

Teela é capitã da guarda real do palácio e além de guarda-costas do Princípe Adam (é a responsável por treiná-lo em combate).

Um detalhe muito importante é que a capitã não sabe que seu protegido transforma-se no herói.

A parte engraçada é que ela sempre repreende Adam taxando-o de preguiçoso e irresponsável. Mais demonstra ter uma queda enorme pelo He-Man (só que ambos são a mesma pessoa).

Na série original a Feiticeira é a verdadeira mãe da heroína e pra mim Mentor parecia ser seu pai. No entanto a Feiticeira guarda a sete chaves o nome dele.

Teela é uma guerreira excepcional, mas seu temperamentpo forte é algo que realmente chama atenção.

Possivelmente a heroína assumirá o lugar de sua mãe como defensora dos segredos do Castelo de Grayskull. Algo que já foi demonstrado num episódio (o qual sinceramente não lembro do nome).

Na adaptação dos anos 80, Teela foi interpretada pela atriz Chelsea Field. Seu uniforme inteiriço cinza e preto ficou bem diferente da versão que conhecemos da Filmation.

Já no desenho As Novas Aventuras de He-Man sua aparência ficou estranha. Ao invés de adaptarem-na ruiva como estamos acostumados fizeram uma guerreira loira (fato que nunca entendi).

Por último temos a série animada de 2002 que pra mim foi a melhor versão da Teela (fora a original que ficou inesquecível).

Deram uma repaginada em seu visual tornando-a mais jovem e bastante atlética.

Apresentaram todos os aspectos da versão clássica tipo Capitã da Guarda do Palácio, filha da Feiticeira, criada pelo Mentor (que teve seu nome original mantido Man-at-Arms), implicando com Adam e gostando do He-Man.

Se no desenho dos anos 80 eu desconfiava que o Mentor era o pai da guerreira nessa versão isso ficava muito mais nítido.

Eu gostei muito dessa versão, porque conseguiram dar uma dimensão maior pra personalidade dela. Além de inteligente, é uma exímia lutadora e algumas vezes age de maneira agressiva.

Acaba descobrindo seu parentesco com Sorceress quando recebeu uma transfusão de sangue (conseguindo o dom da telepatia). Se não me falha a memória depois sua mente é apagada.

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Maligna – Evil-Lyn

Uma das principais inimigas da heroína Teela. Só pra constar, a vilã também é conhecida como Feiticeira da Noite.

Maligna é a segunda em comando e braço direito do Esqueleto na Montanha da Serpente.

Sem sombra de dúvidas entre os diversos aliados do vilão Maligna é a mais competente deles. A seu favor é a única mulher entre os rivais do herói e geralmente nas batalhas lidera a todos.

Mesmo sendo fiel ao seu comandante a bruxa secretamente deseja tomar seu poder pra então liderar absoluta. Em alguns episódios temos a vilã realizando alguma tramóia deste tipo.

Maligna usa um cetro mágico que lança raios violeta, possui o dom do teleporte e pode soltar raios de suas mãos. Não é uma boa combatente e dizem as lendas que seu uniforme é parecido com da Teela, só que mais escuro.

Sua origem nos gibis ficou bem interessante, pois Evelyn Powers foi uma cientista na Terra.

Ela estava abordo da mesma nave espacial que levou a Rainha Marlena pra Etérnia.

Evelyn tinha crises de ciúme por que não havia sido escolhida pra pilotar a aeronave.

Quando o ônibus espacial caiu no planeta enquanto Marlena tornou-se protegida e depois esposa do Rei Randor. Evelyn foi parar em Infinita conhecendo Esqueleto conseguindo poderes mágicos na intenção de se vingar da Rainha Marlena.

Essa versão citada acima nunca foi mostrada na série animada. Seu nome Evil-Lyn é um trocadilho com seu nome verdadeiro.

No filme de 1987 a atriz Meg Foster foi quem interpetou a vilã. Também demonstra ser segunda em comando e há uma insinuação de relacionamento amoroso entre ela e Esqueleto.

Na versão de 2002, Evil-Lyn retorna praticamente como sua versão original.

Confira na galeria abaixo uma homenagem tanto pra Teela, quanto pra Maligna e também pra outras musas dos desenhos animados que gostamos.

 

 

 

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Heróis Nipônicos

ultraseven

Ultraseven

Criado por Eiji Tsuburaya chama-se Urutorasebun, foi exibido pela TBS e produzido pela Tsuburaya Productions, em 1967.

Ultraseven é uma sequência direta de Ultraman e se tornou uma das séries mais icônicas e populares do Japão.

Só pra constar, Ultraseven é incorretamente grafado como “Ultra Seven” fora do Japão (ambas as formas estão corretas sem problema algum). Como curiosidade o herói é chamado de Seven entre seus irmãos.

No Brasil, Ultraseven foi exibido inicialmente pela Rede Tupi nos anos 70, depois na metade daquela década no Clube do Capitão Aza. No início dos anos 80, na Rede Bandeirantes (junto com Robô Gigante), na Rede Record junto com Túnel do Tempo. E por último também na Record foi exibido de manhã.

Na trama, Ultraseven havia sido enviado pra mapear a Via Láctea, mas ao visitar a Terra gosta de nosso planeta. Durante sua primeira visita salva Jiro Satsuma, um alpinista que quase caiu pra morrer quando salvava seu amigo também alpinista.

A grande diferença é que não se fundiu numa simbiose como havia feito seu predecessor.

Porque, Seven transforma-se numa cópia do rapaz, no entanto muda seu nome pra Dan Moroboshi (Koji Moritsugu).

Para se transformar, Dan usa o Ultra Olho (Ultra Eye), um visor pra se transformar (como sua série era diferenciada, não havia sensor peitoral). O gigante de 40 metros tinha alguns golpes especiais, pois disparava raios de seus braços e também pelo diamante em sua em sua testa.

Porém seu ataque mais poderoso era o Eye Sluguer, uma  lâmina mortal que ficava no topo de seu capacete (era lançado tipo um bumerangue que depois retornava pra suas mãos).

Além destes ataques o herói também pode cruzar dimensões e reduzir-se a tamanhos microscópicos.

A parte interessante é que Moroboshi traz três cápsulas contendo os monstros: Aguira, Mikras e Windam convocando-os assim quando presica em alguma missão.

Dan é um integrante do Esquadrão Ultra, uma equipe de combatentes que utiliza veículos e armamentos na defesa do planeta Terra.

O  grupo é formado pelo: Comandante Kaoru Kiriyama (Shōji Nakayama) é o capitão e líder deles, Shigeru Furuhashi (Sandayū Dokumamush) lembrando que no seriado do Ultraman ele trabalhou como o Patrulheiro Daisuke Arashi.

Amagi (Bin “Satoshi” Furu) que foi ator dublê de Ultraman, Anne Yuri (Yuriko Hishimi) é a operadora de comunicação e enfermeira (tornou-se interesse amoroso de Dan).

E por último temos Soga (Shinsuke Achiha) atirador de elite e amigo de Moroboshi.

A base do Esquadrão Ultra é subterrânea, eles ainda contam com 300 homens e diversos veículos especiais, com destaque para os caças Gavião Ultra 1 (divisível nos módulos Alpha, Beta e Super Gama), Gavião Ultra 2 e 3.

Não poderia esquecer do Carro Patrulha, um Chrysler Imperial, modelo 1957 modificado com design futurista.

Ultraseven foi uma série dramática em comparação a Ultraman, mas suas histórias   bem elaboradas cairam no gosto popular.

Só pra constar, houveram alguns episódios que tiveram sua exibição vetada na telinha japonesa. “Presente Nocivo” que mostrava aliens distribuindo relógios que sugavam o sangue das crianças.

Tiraram da cronologia, porque era algo que lembrava as explosões das bombas atômicas citadas no texto anterior que haviam occorrido há 20 anos atrás (no período que a série foi mostrada originalmente). Mais no Brasil e nos EUA o episódio foi exibido sem maiores problemas.

Outro episódio banido mostrava aliens com aprência derretida, fato que lembrava as vítimas das bombas atômicas de Hiroshima e Nagasaki.  Algo que chocou o diretor da TBS, emissora que veiculava a série e o episódio foi cortado da cronologia.

Durante os anos 90, colecionadores exibiram a aventura original numa convenção japonesa.

A popularidade de Seven é tão grande que fez várias participações nas séries do gigante posteriores.

Em, O Regresso de Ultraman foi no episódio “Quando Brilha a Estrela de Ultra”, um dos meus preferidos. Depois em Ultraman Taro (1973) e Ultraman Leo como Capitão Dan Moroboshi (líder do esquadrão M.A.C.).

Em 1994, Ultraseven retorna em dois especiais feitos pra telinha. Foram Operação Energia Solar e O planeta do alienígena.

Como curiosidade, Koji Moritsugu dublava a voz do herói mesmo quando Ultraseven não assumia sua forma humana.

No último episódio da série clássica, Ultraseven estava ficando fraco devido a inúmeras batalhas. Ele recebeu ordem pra retornar a M-78 antes que sua energia se exaurisse, mas além de revelar seu segredo pra Anne, Dan decidiu ficar pra lutar contra uma invasão alienígena.

É através dela que o restante do Esquadrão Ultra descobre a verdade sobre Dan e o herói mesmo sem forças luta bravamente contra outro monstro. A equipe decide ajuda-lo tornando o final emocionante e inesquecível.

Ultraseven apresentou 49 episódios com 24 minutos de duração e terminou em 1968.

Durante a minha pesquisa encontrei Ultraseven 21, um membro da Guarnição Espacial e do Departamento de Segurança Espacial. Quando estava sendo designado pra proteger nosso planeta surgiu uma emergência que o impediu de partir.

Então em seu lugar foi mandado Ultraman Neos (Urutoraman Neosu) e seu hospedeiro humano é o jovem Genki Kaguya. Neos e Seven 21 são parceiros e agem em dupla enfrentando diversas ameaças.

Ultraman Neos não teve uma série regular, pois seu conceito havia sido modificado pra uma série direta pra vídeo (num total de 12 episódios). Além disso, apesar do design parecido com direito a participação de Zoffy, a série é ambientada num universo alternativo.

Ultraman 21 também aparece no especial Mega Monster Battle: Ultra Galaxy Legends The Movie, no qual vários heróis gigantes lutam contra Ultraman Belial que conquistou o planeta deles.

Aparentemente Ultraseven morre, mas seu filho Ultraman Zero surge salvando o planeta M-78 e seus irmãos guerreiros.

Há diversas outras participações de Seven seja em seriados ou filmes especiais, porém não vou comentar (o texto ficaria muito grande).

E pra realmente fechar, no ano passado foi lançada a série Ultraseven X (Urutorasebun Ekkusu) servindo como remake da série clásssica de 1967.

O nome de seu hospedeiro humano é Jin (Eriku Yoza) que sofreu um acidente e morreu quando estava fugindo na companhia de Elea (Saki Kagami). Ultraseven uni-se ao rapaz que não se lembra de sua vida anterior ( e nem de seu verdadeiro nome).

Fonte de Pesquisa: Wikipédia e InfanTV.

 

 

 

 

 

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Super Séries

Profissão: Perigo

Este inesquecível seriado virou referência na cultura pop no mundo inteiro.

Macgyver foi criado por Lee David Zlotoff e produzido por Henry Winkler. Sendo transmitido originalmente pela Rede ABC americana.

MacGyver fazia um sucesso monumental em terras tupiniquins e confesso que me amarrava na abertura com a música Tom Sayer do Rush que gosto até hoje.

Profissão Perigo foi filmada em Los Angeles (nas temporadas um, dois e sete) e também em Vancouver, no Canadá (nas quatro restantes).

Aqui acompanhamos as aventuras do agente secreto Angus MacGyver (Richard Dean Anderson) que tinha um estilo bem peculiar de resolver problemas pra DXS (Departamento de Serviços Externos). E durante a segunda temporada pra Fundação Phoenix.

MacGyver era um cientista que serviu na Guerra do Vietnã como técnico da brigada antibombas. A melhor parte do seriado é ver como o herói resolve seus problemas, pois de objetos comuns conseguia improvisar e sair das mais complexas situações.

No seriado MacGyver já usou: barbante, chiclete, chocolate, plástico, fósforos, fita adesiva e qualquer outra coisa que pudesse lhe ajudar naquele momento de perigo extremo.

Geralmente com ajuda de seu canivete suíço e um enorme conhecimento de química e física. E além disso, MacGyver não gosta de armas de fogo, pois houve uma morte acidental com seu amigo de infância.

O herói não gosta de seu primeirpo nome Angus e tentava esconde-lo de todos.

Como curiosidade, o MacGyver sempre conseguia se desvencilhar dos problemas de maneira criativa, mas na verdade havia uma dupla de cientistas que colaboravam como consultores pros roteiristas da série.

Em alguns casos em que o herói usou produtos químicos domésticos pra misturar venenos, explosivos ou outros itens muito perigosos para serem mostrados com precisão ao público. Foram alterados os detalhes a fim de evitar que crianças um público que acompanhava o seriado tentasse repetir as cenas em casa.

O herói trabalhava sob o comando de Peter Thornton (Dana Elcar), Diretor de Operações e também seu amigo pessoal.

E ainda tinha Jack Dalton (Bruce McGill), um aviador doido varrido que sempre tentava enriquecer.

Seu pior arqui-inimigo era Murdoc (Michael Des Barres), um assassino mestre que nunca falha em seus planos (apenas quando MacGyver atrapalha tudo).

MacGyver durou 7 temporadas, num total de 139 episódios e durou de 1985 até 1992.

Após o término foram exibidos dois filmes pra telinha: MacGyver: O Tesouro Perdido de Atlântida (MacGyver: Lost Treasure of Atlantis) e MacGyver: Conspiração Internacional (MacGyver: Trail to Doomsday), ambos estreados na ABC em 1994.

Só pra constar, MacGyver fez uma participação especial nos Simpsons.

Foi no episódio Kiss Kiss Bang Bangalores, quando foi numa convenção em Springfield havia sido sequestrado pelas irmãs de Marge Simpson (Patty e Selma são extremamente viciadas no seriado). O próprio Richard Dean  Anderson dublou seu personagem.

O sucesso de MacGyver foi tão grande em nosso país que a empresa de brinquedos Glasslite lançou um canivete suíço com o nome do personagem.

A Image Comic lançou MacGyver: Fugitive Gauntlet, de Tony Lee, David Zlotoff (criador da série) e o consultor técnico John Potter (2012). O gibi foi dividido em cinco edições, mostrando o herói às voltas com uma rede de espionagem.

Em 2015, “MacGyver” virou verbo no Dicionário Oxford britânico que s ignifica fazer ou consertar alguma coisa “de maneira improvisada ou inventiva, usando quaisquer coisas que estejam à mão”.

Após, MacGyver, Richard Dean Anderson trabalhou em Stargate SG-1,um seriado baseado no filme Stargate, de 1994.

O seriado ficou dez anos no ar indo de 1997 até 2007. E teve duas sequências Stargate Atlantis (2004-2009) e Stargate Universe (2009-2011).

MacGyver teve dois dubladores Júlio César pela Herbert Richards (nos quatro primeiros anos) e Garcia Jr. pela VTI nas três posteriores. Garcia Jr. é lendário por emprestar suas voz pro He-Man e também aos personagens de Arnold Schwarzenegger.

Só pra constar, em 2016, MacGyver ganhou um remake protagonizado por Lucas Till. Nesta nova versão há algumas diferenças, pois quem comanda a Fundação Fênix é Patricia Thornton (Sandrine Holt), chefe do grupo de operações especiais.

Geralmente durante a maioria das aventuras antigas o herói agia sozinho, mas desta vez há uma equipe pra ajuda-lo.

Além do retorno de Jack Dalton (George Eads), ainda temos Riley Davis (Tristin Mays), uma hacker, Wilt Bozer (Justin Hires), mais antigo amigo de Mac entre outros.

Não poderia esquecer o retorno do maior inimigo do herói, Murdoc (David Dastmalchian), um assassino também conhecido como Suspeito 218.

Murdoc tinha sido enviado por Nikki Carpenter (Tracy Spiradakos), ela havia trabalhado pra DXS como hacker até que fingiu sua própria morte (é ex-namorada do Mac).

Sou suspeito pra comentar que o reboot ficou ótimo, porque conseguiram demonstrar a essência da versão original mais com um toque bem contemporâneo.

Fonte de Pesquisa: Wikipédia e InfanTV.

 

 

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Meu Texto

ferrigno e bixbi

O Incrível Hulk

Desde 2003 com o Hulk, de Ang Lee que o herói incompreendido é feito em CGI. A adaptação foi bastante criticada por sua “violência” psicológica e também pela quase falta de ação.

Lembro que na época muita gente reclamou querendo que fosse feito por alguém pintado, mas depois que viram o resultado ninguém mais questionou.

hulk

Mais antes do CGI houve um tempo em que tal tecnologia nem sonhava em existir e os produtores ousaram em criar um seriado do Grandão (que durou de 1978 a 1982).

O saudoso Bill Bixby dava vida ao Doutor David Banner, um homem inteligente atormentado pela morte da esposa. Então tentando liberar uma força desconhecida que aflige ao homem em momentos para proteger pessoas queridas.

David descobre que a radiação gama poderia conferir esta força, mais ao fazer o tratamento em si mesmo  libertou uma criatura incontrolável… o Incrível Hulk.

O halterofilista Lou Ferrigno ficava todo pintado de verde (exceto pelos pés aonde usava sapatilhas verdes) e usando uma peruca verde (dãããã… azul é que não poderia ser!).

A transformação era a parte que eu ficava mais empolgado, pois era num momento de frustração. Quando geralmente bandidos davam uma surra em David (sempre com muitos socos e pontapés).

A câmera dava um close nos seus olhos que ficavam bastante abertos e mudavam pra verde. Ainda havia uma música de fundo pra nós sabermos que iria se transformar.

Camisa, calça e sapato iam se rasgando enquanto o corpo crescendo e ouvíamos gritos guturais. O ápice era quando o Hulk surgia na tela gritando e as pessoas olhavam atônitas.

Lembro que num episódio havia uma apresentação de fisiculturismo. Os participante estavam se exibindo e no meio da apresentação surgiu o Hulk . Todas as pessoas se levantaram aplaudindo-o (nunca esqueci isso).

A série tinha um formato manjadíssimo, porque geralmente David Banner viajava pelo país a procura de uma cura pra sua transformação. E sempre num trabalho novo ia ajudando as pessoas que encontrava  pelo caminho.

Mais no seu encalço havia o chato do repórter Jack McGee (Jack Colvin) que se não me engano sabia do segredo de David e queria culpar o gigante  por causa da morte de uma pessoa.

O final David estava na estrada de mochila nas costas pedindo carona (com uma música tristonha de fundo).

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O filme O Incrível Hulk, de 2008 é uma homenagem direta a esta série clássica, pois  Bruce  Banner (Edward Norton) diz pra Lou Ferrigno: “você é o cara…” (não precisou falar mais nada).

Pros tempos atuais um cara pintado de verde parece ser horrível, mas foi uma série marcante pra nós que tivemos a oportunidade de assisti-la. Conseguiram transportar pra telinha o aspecto humano do personagem.

thor

A série teve três spin-offs no qual o Grandão marcou presença o primeiro foi O Retorno do Incrível Hulk, em 1988.

David após dois anos da última transformação conseguiu montar uma máquina que poderia ser a cura definitiva para seu monstro interior. Só que acaba reencontrando um cientista amigo de trabalho o Dr. Donald Blake, que  estava de férias na Escandinávia pesquisando sobre Thor, um deus nórdico.

Ao entrar numa caverna Don Blake acha Mjolnir e desperta Thor para os dias atuais (isto é  lá na década de 80 você entendeu). A premissa da origem do Loirão seguia basicamente os gibis, mas na adaptação Blake não suportava a presença de  Thor.

Para chamar o deus nórdico Blake gritava: Odin e depois de um enorme trovão surgia o Loirão. O visual do Thor (Eric Allan Kramer) não tinha nada a ver com aquele que víamos nos quadrinhos, pois parecia um viking de verdade e saradão.

A pior parte é que ambos ficavam na Terra ao mesmo tempo e não trocavam de lugar como víamos nos gibis, vai entender!

Hulk e Thor chegaram a se enfrentar neste filme, mas é algo tão podre que é melhor nem comentar (quer dizer  o filme é tão ruim que eu gostaria de esquece-lo completamente).

julgamento

Depois tivemos O Julgamento do Incrível Hulk, de 1989. David tenta impedir um assalto no metrô, porém é acusado de um crime de assassinato e para defende-lo temos  o advogado cego  Matt Murdock (Rex Smith).

Nos gibis Matt transforma-se no Demolidor certo? Até aí concordo, mas não sei por qual motivo louco os tradutores da época deram o nome de Audacioso pro herói, vai entender?

Resumindo a tosqueira David é preso, vira Hulk fugindo de seu julgamento e após acalmar-se Matt descobre seu segredo.

Para provar sua inocência precisa encontrar uma moça que estava no metrô e serve de testemunha no seu caso. O Rei do Crime estava por trás da tramoia e unindo forças com o Audacioso consegue resolver tudo.

O uniforme do Audacioso parece uma roupa ninja toda negra e temos presença de Stan Lee no tribunal (quem pensa que sua participação relâmpago começou há pouco tempo é ledo engano).

O vilão Rei do Crime foi interpretado por John Rhys-Davies mais conhecido pela participação dos filmes de Indiana Jones e também do Senhor dos Anéis.

É claro que após o sucesso do seriado do Grandão a Marvel pensou em colocar na telinha outros heróis e então surgiram estas pérolas. Infelizmente serve apenas como algo saudoso para nós fãs antigos e mesmo assim eu não pensaria em assistir novamente (sei lá posso perder meus neurônios após isto ).

morte

Só que o pior ainda estava por vir, pois o terceiro filme é a Morte do Incrível Hulk, de 1990.

Se os outros são ruins este é o que eu mais odeio, porque já tinha uma noção de como o Grandão era nos gibis.

David Banner junto com o Dr. Ronald Pratt realizavam um projeto para se livrar de vez do monstruoso alter-ego do Banner (alguém aí disse Hulk!). Jasmim era uma espiã que tentou roubar as informações que o Dr. Pratt descobriu sobre o Hulk (sua intenção era entregar pra terroristas e transformá-los em seres poderosos).

Só que nesse meio tempo Jasmim se apaixona por David e os dois começam a namorar. Pra resumir reféns dos terroristas são libertados enquando os vilões fogem de avião. David se transforma agarrando o avião que decola e um tiro atinge  o tanque de combustível (fazendo a aeronave explodir e na queda  o Hulk morre).

Sinceramente tiros não afetam em nada o Grandão e a cena da queda é muito, muito muito ruim mesmo. Foram tempos ruins e bons da mesma maneira, pois serviram de ponte para chegarmos ao que temos hoje (servem como lembrança para não fazerem as mesmas besteiras).

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A melhor versão do Hulk foi mostrada nos Vingadores, porque  Mark Ruffallo  atuou de forma perfeita.  Mostrando a  inteligência misturada com a personalidade frágil do pacato Robert Bruce Banner (havia uma debilidade quase irracional ao falar do Hulk).

Houveram boatos de que teríamos um seriado do Grandão, mas o projeto foi engavetado. Eu sinceramente acho melhor que fique assim, pois poderiam estragar a imagem que conseguiram definir no filme dos Vingadores.

Esse é o último post deste blog, pois estarei continuando no Além da Torre 3. Venha continuar comigo nesta entusiasmante viagem nerd.

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HQ

1602

1602

É uma mini-série em 4 edições escrita por Neil Gaiman e contando com arte magnífica de Andy Kubert pra se ter uma noção só as capas já são sensacionais de tão bem trabalhadas.

A história acontece no universo Marvel só que na Terra 311 (lembrando que o universo tradicional da editora é a Terra 616).

Imagine tudo que nós conhecemos da Casa de Ideias acontecendo há 400 anos no passado, pois aqui vemos praticamente todos os heróis e alguns coadjuvantes mais importantes da editora participando desta aventura.

Bom, no século 17 a rainha da Inglaterra Elizabeth I (1553-1603) tinha no cavaleiro Sir Nicholas Fury um dos seus súditos mais leais (e também espião chefe do serviço de espionagem).

Ao seu lado estava o jovem Peter Parquagh, assistente de Fury. O rapaz ganhou o cargo já que seus pais queriam lhe dar um futuro melhor.

E eu não poderia esquecer de outro importante aliado o Doutor Stephen Strange, um mago poderoso que trabalhava na corte como médico real.

Sir Nicholas e Stephen Strange se uniram por ordem da rainha para descobrir o que estava causando os estranhos fenômenos climáticos (que estavam deixando a todos preocupados).

Na verdade o emblemático Capitão América viajou no tempo indo parar justamente no inicio da colonização da América. E sendo uma anomalia temporal desencadeia uma série de eventos que só deveriam acontecer séculos depois.

É interessante notar as divergências religiosas entre protestantes e católicos era um fato comum naquela  época, mas é justamente o contexto histórico misturado a aventura de super-heróis que torna essa HQ inesquecível.

O Grande Inquisidor Enrico (Magneto) e seus fieis seguidores Wanda e Petros torturavam e queimavam pessoas acusadas de serem sangue-bruxos (ou mutantes como nós conhecemos melhor).

Em contrapartida todos que eram perseguidos pela Inquisição encontravam guarida com Carlos Javier na Escola para os Filhos da Sociedade, na Inglaterra.

A história de amor entre Scotius  Sumerisle e John Grey ficou bonita mais um tanto confusa, porque apesar de não saber que  John era uma moça (ele se apaixonou por ela assim mesmo).

O Conde Otto Von Doom, o Formoso estava atrás do tesouro dos Templários, que na verdade era Mjolnir, o martelo de Thor. Só que Donal, um peregrino já idoso carregava a arma disfarçada de cajado.

Lembro que após se transformar em Thor ficava exausto e muito confuso, pois eram reveladas algumas verdades do mundo além de sua compreensão para sua mente cansada.

Outro fato importante é que a arte de Andy Kubert consegue nos mostrar os sentimentos e apreensões dos personagens na medida exata. De forma intimista parece que estamos participando ativamente da narrativa a cada página que nós lemos.

De todos os personagens um dos quais eu mais gostei foi a versão do Demolidor que ficou cego quando entrou numa caverna provando uma substância verde.

Como sabemos perdeu a visão, porém seus sentidos foram ampliados. O fato é que vive como um menestrel irlândes que trabalha “as vezes” como agente pra Nicholas Fury. Sua canção preferida é “A Balada do Fantástico”, música que conta como foi que o Quarteto Fantástico ganhou seus superpoderes.

E justamente a parte mais triste ficou com o Quarteto Fantástico, pois estavam trancafiados numa caverna sob jugo do Conde Otto Von Doom.

1602 tem um roteiro primoroso, porque Neil Gaiman se preocupou em transportar diversas referências que caracterizam nossos heróis (é bom prestar atenção nos detalhes).

E principalmente consegue condensar religião, traições, ciência e história transformando tudo num gibi de aventura memorável que vale a pena ser lido.

Pra terminar só como curiosidade a jovem Virginia Dare é uma personagem história real que tem uma mítica sobre sua vida, pois foi a primeira criança filha de pais ingleses nascida nos Estados Unidos.

HQ: 1602

Arte: Andy Kubert

Roteiro: Neil Gaiman

Arte-Final em Pintura Digital: Richard Isanove

Ano: 2004

Editora: Panini Comics/Marvel Comics

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