Arquivo do mês: dezembro 2011

Desenho Antigo

 

wacky-races

A Corrida Malauca

Esse desenho inesquecível foi transmitido inicialmente pela Rede CBS americana, em 1968.

Dizem as lendas que A Corrida Maluca (Wacky Races) surgiu inspirado no filme A Corrida do Século (The Great Race) dirigido por Blake Edwards, em 1965.

Na trama temos uma corrida com automóveis sendo disputada de Nova York até Paris (lembro que vi esse longa na Sessão da Tarde há um bom tempo atrás).

O vilão Professor Sina (Jack Lemmon) serviu como base pro nosso querido Dick Vigarista. E a personagem Maggie Dubois (Natalie Wood) também serviu de inspiração pra Penélope Charmosa.

Nem preciso comentar que o filme é divertido demais e sua história acontece no início do séc. XX (todos precisam enfrentar vários desafios pra concluir sua jornada).

Bom, no desenho os pilotos disputam o estranho título de “O Corredor Mais Biruta do Mundo”.

A corrida era disputada por 11 pilotos e seus automóveis depertavam minha imaginação deixando-a a mil por hora.

A Máquina do Mal tem o n# 00 sendo pilotada por Dick Vigarista na companhia de Mutley seu fiel comparsa.

Os Irmãos Rocha (Rock e Gravel) dirigiam o Carro de Pedra n# 1, eu achava eles muito doidos, pois ficavam batento na própria cabeça com uma clava. A parte interessante é que se parececiam com o Capitão Caverna (e seu automóvel nos conecta com o estilo dos Flintstones).

O Coupê Mal Assombrado era o n# 2 send pilotado pela Dupla Sinistra (Medonho e Medinho. O Coupê era bastante asssustador, pois em sua torre tinha um dragão, bruxa, morcegos e até serpente marinha (nunca foi meu preferido).

Com o n# 3 temos o Carro Cheio-de-Truques, pilotado pelo Professor Aéreo. Esse era um dos automóveis que mais gosato, porque podia se transformar em várias coisas. Além disso o Professor ainda atrapalhava os planos do Dick Vigarista.

No n# 4 tínhamos a Máquina Voadora, um tipo de carro-avião pilotado pelo Barão Vermelho. Lembro que ele era muito sem graça pra mim, no entanto como curiosidade seu nome serviu de inspiração pra famosa banda brasileira homônima.

Só pra constar o Barão Vermelho foi um famoso aviador alemão da Primeira Guerra Mundial (1914-1918). Lembrei que no desenho do Snoopy quando agia como Ás Aviador seu principal inimigo era o Barão Vermelho.

Continuando, dirigindo o n# 5 Carrinho para Frente, temos a musa do desenho Penélope Charmosa. Seu possante todo cor-de-rosa tinha um estilo feminino (com apetrechos que ajudavam-na a ficar mais bonita).

Já no n # 6 tínhamos o Carro Tanque sendo pilotado pelo Soldado Meekley que obedecia as ordens do Sargento Bombarda. Esse sargento era outro pirado da cabeça, mas seu carro era legal demonstrando ser um hibrído de tanque com jipe.

Enquanto n# 7 temos o Carro-á-Prova de Balas pilotado pela Quadrilha de Morte que são sete anõezinhos vestidos de gangesters totalmente pirados.

No n# 8, temos a Carroça a Vapor, sendo pilotada pelo Pai Thomás na companhia do urso Chorão que realmente chorava pra caramba. Como curiosidade a dupla foi baseada nos personagens da Família Buscapé.

Pilotando o Carrão Aerodinâmico n# 9, temos o galã Peter Perfeito. Sujeito cordeal, educado e de atitudes nobres que se gabava bastante do seu carro. Só que pro seu azar vivia quebrando várias vezes.

Na década de 80 houve uma banda de rock underground que se chamava Peter Perfeito E Suas Linhas Arrojadas.

E por último pilotando o Carro -Tronco n# 10, temos Rufus Lenhador acompanhado de seu amigo castor Dentes-de-Serra.

As disputas eram nos mais diferentes lugares do território americano, mas geralmente Dick Vigarista sempre arrranjava alguma forma de atrapalhar os outros competidores.

Por mais que tentasse Dick nunca conseguiu vencer uma única corrida em todos os episódios (coitado).

Dastardly_muttley

Não preciso nem comentar que Mutley e Dick Vigarista são os personagens mais carismáticos do desenho. E a maior prova de seu sucesso foi que ganharam uma série animada própria pra brilharem.

Máquinas Voadoras (Dastardly and Muttley in Their Flying Machines) que foi lançado originalmente em 1969.

Confesso que eu adorava a abertura com a música pegue o pombo, pegue o pombo.. agoraaa!!! (me divertindo já nessa parte).

O desenho surgiu inspirado no filme Esses Homens Maravilhosos com Suas Máquinas Voadoras dirigido por Ken Annakin, em 1965 (outra pérola perdida da antiga Sessão da Tarde).

Nele a Esquadrilha Abutre recebe ordens do General que nunca aparece, pois ouvimos apenas seus grunhidos através do telefone.

A missão deles é capturar o Pombo Doodle que atravessa os céus sempre com alguma mensagem secreta importante (usando uma corneta nos momentos de perigo).

Então a Esquadrilha formada por: Dick Vigarista, Mutley, Zilly e Klunk partem em seus aviões na intenção de capturar o pombo.

Klunk era quem projetava os modelos bizarros pra pegar a ave que sempre davam errado. E quando isso acontecia ouvíamos o Vigarista dizendo: “Raios! Raios Duplos! Raios Triplos!”.

Zilly era muito medroso e se escondia dentro da sua roupa e Mutley salvava Dick exigindo uma medalha (eu me divertia muito assistindo eles).

Máquinas Voadoras teve uma temporada apresentando um total de 51 episódios e finalizando em 1970.

penelope-pitstop

Bom, a musa da Corrida Maluca também fez um relativo sucesso ganhando seu desenho. Os Apuros de Penélope Charmosa (The Perils of Penelope Pitstop) foi ao ar pela TV CBS americana, em 1969.

O desenho surgiu inspirado num filme dos tempos do cinema mudo The Perils of Pauline (feito no estilo da mocinha que precisa ser salva).

No desenho Penélope Charmosa era herdeira de uma fortuna enorme que era adminstrada por seu tutor Silvester Soluço.

Mais Silvester queria toda a grana dela e pra isso se disfarçava de Tião Gavião arranjando várias formas de matar a menina. Durante os episódios Tião tinha ajuda de seus comparsas os Irmãos Bacalhau, uma dupla de completos idiotas.

Ainda bem que Penélope recebia auxílio da Quadrilha de Morte que sempre se atrapalhava (enquanto ela se salva sozinha).

O grupo era formado por: Clyde (líder), Dum-Dum (meio doido), Queixinho (fazia coisas impossíveis), Pestana (dorminhoco), Chorão (obviamente chorava muito), Yak Yak (sempre ria de tudo) e Zipper (que era rápido demais).

A Quadrilha de Morte tinha uma carango muito maneiro Chuga-Boom que demonstrava ter vida própria.

Os Apuros de Penélope teve apenas uma temporada, rendendo um total de 17 episódios.

E pra terminar, A Corrida Maluca apresentou uma temporada com 34 episódios e terminando em 1969.

Fonte de Pesquisa: Wikipédia.

 

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Superman: Através dos Tempos


Super-Homem: O Desenho em Série- (1996-2000)

Após reinventar com sucesso a mitologia do Batman e transformá-lo em algo inesquecível a equipe criativa de Bruce Timm. Teve a imensa tarefa de atualizar o maior de todos os super-heróis.

A cena de abertura vinha montada com vários episódios costurados e a música incidental é maravilhosa destacando aquele clima de heroísmo e dando uma curiosidade pro que viria a seguir.

Superman: A Série Animada conseguiu misturar o estilo clássico que ficou consagrado pela excelente versão de Max Fleischer (pra mim uma das melhores já feitas com o Azulão de todos os tempos). E recriar algo novo, pois podemos dizer que as aventuras não se situam nos anos 40.

Outra diferença entre as aventuras do Homem-Morcego e as que vemos no kriptoniano é a mudança do tom das cores. Enquanto a primeira evocava o lado sombrio, detetivesco e dando um tom de realidade característico do Morcegão.

Por outro lado há mais brilho tanto em Metropólis, nos cenários, composição dos personagens e no aspecto geral da série bastante colorida.

Para nos conectar com a tragédia de Krypton o primeiro episódio nos mostra as últimas horas de vida no planeta. Temos a descoberta de Jor-El, a renúncia do Conselho em acreditar na sua descoberta, a traição de Brainiac e o principal a decisão de salvar o pequeno Kal-El.

É claro que a destruição do planeta já havíamos visto antes no filme de 1978, mas a forma como foi mostrada com mais ênfase na relação familiar. E pra piorar Jor-El e Lara tendo que tomar aquela grande decisão, é muito triste.

A viagem de Kal-El pra Terra e a descoberta de seus poderes como algo que não queria é simplesmente muito complicado, porque ele ansiava ter uma vida normal. Mesmo de forma rápida temos uma apresentação dos personagens da vida simples em Smallville (como Lana Lang e Peter Ross).

Jonathan e Martha formam aquele casal consciente da educação e formação moral de importância crucial na vida de Clark Kent (sendo sempre seu porto seguro para desabafar e conversar). Isto mostra que mesmo tão poderoso ainda há um homem por detrás daquele ser tão imponente.

Ver o Super-Homem voando sempre foi o que mais gostei nesta versão, porque é como se fosse algo suave mais simples e ao mesmo tempo poderoso.

A personalidade tanto de Clark quanto de Super-Homem foi o que fizeram de melhor nesta série. Clark não possui aquele trejeito abobalhado que se tornou comum há algum tempo atrás, pois é um repórter obstinado que corre atrás da matéria que deseja.

Enquanto o Super-Homem não se tornou aquele escoteiro bobão tipo bom moço mudando para alguém de atitude forte e com um toque misterioso (na maioria das vezes saindo sem falar nada).

A vida de Clark Kent em Metrópolis teve um maior destaque  tanto como repórter investigativo ou  possível interesse amoroso pra Lois Lane que mesmo ainda interessada no Homem do Amanhã não ficava atrás dele o tempo todo.

Conseguiram também mostrar mais do Perry White como um editor exigente que bota sua equipe atrás das matérias e Jimmy Olsen largou aquela infame gravata borboleta para ter uma aparência mais condizente com um jovem.

O principal arqui-inimigo é Lex Luthor evocando a versão feita por John Byrne, mas surgem outros como o supercomputador Brainiac (que também veio de Krypton).

Na verdade o vilão veio do planeta Colu, porém simplificaram e deram objetividade para o ódio que havia entre Jor-El e o robô transferindo para Kal.

Aqui temos uma variedade de vilões ao longo dos episódios como Metallo, um dos poucos que conseguem fazer frente pro herói com aquele coração de kriptonita. E o Parasita também é outro que dá muita dor de cabeça roubando energia do Azulão.

Ainda tivemos Darkseid infernizando o Super sempre que podia, Livewire que surgiu na série e depois foi incluída na continuidade (se não me engano com Volcana também foi assim), o Homem dos Brinquedos, um lunático muito estranho e Lobo que encheu a paciência num episódio duplo.

Pra não dizer que somente o Super era o único herói nesta versão tivemos participações do Sr. Destino, Lanterna Verde (Kyle Rayner), Aquaman, Batman até rolou um lance com Lois Lane que descobriu a identidade do Morcegão.

Com o Flash teve aquela história de saber quem é o homem mais rápido do mundo algo que já acontece há décadas nos gbis. E também participações tanto do Aço quanto da Supergirl.

Se não me engano uma versão futurista deste Azulão participou de alguns episódios de Batman do Futuro (a série terminou em 2000 num total de 65 episódios).

Super-Homem: A Série Animada foi a melhor adaptação do herói feita até aquele momento que abriu caminho para a chegada da impressionante Liga da Justiça.

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Artista




Adam Hughes

Ele é um artista que já trabalhou pra DC Comics, Marvel Comics, Dark Horse, Warner Bros entre várias outras empresas.

Adam Hughes possui um estilo envolvente e sensual que acabou despertando meu interesse em suas pin-ups.

Seu trabalho com a capa de títulos como Mulher Maravilha e Mulher-Gato lhe rendeu uma enorme projeção entre os fãs de quadrinhos.

Confira na galeria abaixo alguns de seus trabalhos que encontrei na web





















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Superman: Através dos Tempos

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Lois & Clark-As Novas Aventuras do Superman, (The New Adventures of Superman) -1993 a 1997

A série foi produzida pela Rede ABC e foi ao ar nos anos 90, tendo um total de 88 episódios distribuídos em 4 temporadas.

Eu não consigo esquecer sua música tema, pois era simplesmente maravilhosa tornando nossa expectativa maior para poder assistir o episódio.

Apesar dos efeitos especiais estarem bem fraquinhos e soarem falsos mesmo pra época (atualmente tenho certeza que isto ficariam em segundo plano).

A verdade é que o grande charme desta versão não é a presença do Azulão diga-se de passagem. Eu me divertia demais em presenciar as constantes discussões entre Clark (Dean Cain) e Lois (Teri Hatcher).

É claro que o herói agia pra salvar o dia, porque isso não poderia faltar. Sinceramente o que me prendia no seriado era Teri Hatcher, pois sua performance mostrando uma Lois feminina, inteligente, nojenta, sensual e ao mesmo tempo cheia de neuras me encantou de imediato.

Lembrando que no quesito sensualidade quem roubava a cena era Tracy Scoggins (Cat Grant), uma devoradora de homens que sempre dava encima do coitado do Clark. Depois a atriz trabalhou na série Babylon 5, interpretando a capitã Elizabeth Lochley.

Voltando, além de Cat outros coadjuvantes do Planeta Diário tiveram suas personalidade bem exploradas como Perry White (Lane Smith) que era muito engraçado com seu bordão: “pelas costeletas do Elvis”.

Sua fixação pelo rei do rock rendia bons momentos ainda mais quando dava conselhos sentimentais relacionados ao Elvis tanto pra Lois quanto pro Clark.

Perry fazia uma boa dupla com Jimmy Olsen que ganhou até relevância quando o ator Michael Landes fora substituído por Justin Whalin. Dizem as lendas que Landes era muito parecido com Dean Cain e a produção o retirou da série.

Era legal ver Jonathan Kent (Eddie Jones) e Martha Kent (K Callan) dando conselhos na vida de Clark, principalmente pelas conversas com ambos pelo telefone (isto demonstrava que realmente se importavam com ele).

Lex Luthor também teve uma boa interpretação do ator John Sea mostrando um vilão que apesar de ter cabelo. Nos conectava ao personagem dos gibis como um executivo metido em falcatruas, mas que na verdade a maior parte da cidade achava que era um grande bem feitor.

Na série Lex ainda contava com seu fiel mordomo Nigel (Tony Jay) que apoiava seu patrão em tudo.

A série ainda mostrou outros vilões importantes como: Metallo, Galhofeiro, Sr.Mxyptlk e a Intergangue. Houve um destaque significativo pro vilão Tempus, um viajante do tempo que nos gibis é um herói (e também a importante invasão da Terra por Nova Krypton).

O mérito desta versão da telinha foi ter sido baseada na reformulação feita por John Byrne pros gibis do Homem de Aço, em 1986. Fora isso outro aspecto mais interessante foi Lois e Clark terem pretendentes formando um novo triângulo amoroso (fora aquele manjado Super, Lois e Clark).

Para Lois tínhamos o agente do governo Dan Scardino e também a linda Drake Mayson (Farrah Forke), uma advogada que demonstrava afeição apenas por Clark (enquanto odiava o Superman).

Infelizmente quando ela estava investigando a Intergangue acabou sendo assassinada numa explosão de carro. Clark tentou salva-la e no último momento Mayson acaba descobrindo que ambos são as mesma pessoa, pois sua camisa estava rasgada mostrando o “S”. E o segredo se foi com a morte dela (triste, porque realmente gostava do Clark).

A presença dos pretendentes nos deixava naquela torcida para que os relacionamentos dessem errado (e então Clark e Lois finalmente ficariam juntos).

A série também é lembrada por ter mostrado ao mesmo tempo o histórico casamento dos personagens na TV e nas HQs. Pra mim foi exatamente  isso que acabou com toda graça que havia no seriado (algo que causou o naufrágio dela).

Lois & Clark não consegue agradar a gregos e troianos, mas seus  episódios recheados de aventura, drama e romance foram marcantes e inesquecíveis pra mim.










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Artista


Marcio Takara

É um artista conhecido por seu trabalho em HQs como o Incorruptível, The Incredibles: Family Matters e Dynamo 5.

Marcio Takara possui um estilo leve quase despretensioso, mas isso é puro engano. Sua arte é detalhada sem parecer pesada e nos envolve de maneira eficiente

Confira na galeria abaixo alguns de seus excelentes trabalhos.












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Desenho Antigo

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Galaxy Rangers

O desenho foi criado por Robert Mandell e Gaylord Entertainment Company.

Na telinha foi ao ar em 1987 no extinto programa Xou da Xuxa.  A parte inesquecível é que The Adventures of the Galaxy Rangers misturava o estilo cowboy tendo como pano de fundo o espaço.

Como curiosidade foi o primeiro anime feito nos Estados Unidos, mas produzido pelo estúdio japonês Tokyo Movie Shinsha.

A história acontecia no distante ano de 2086 quando a Liga dos Planetas criou o Bureau de Assuntos Extra-Terrestres (B.E.T.A: Bureau for Extra-Terrestrial Affairs) que tinha a responsabilidade de manter a paz na galáxia.

Os alienígenas vindos dos planetas Andor e Kirwin viajam pra Terra procurando aliados contra o Império da Coroa, liderados pela Rainha da Coroa.  A fim de concretizar essa aliança eles auxiliam na construção do hyperdrive (fato que ajuda a humanidade na viagem interestelar).

A raça humana migra pras estrelas colonizando diversos planetas distantes. Mais através do crescimento destas colônias surgem também atividades criminosas.

Além desses problemas pra defendê-las ainda há a ameaça do Império da Coroa e o BETA, cria uma divisão de agentes pra lhe dar com esse assuntos.

Os Cavaleiros da Galáxia eram comandados por Joseph Walsh e seu QG ficava na Montanha Beta.

Eu gostava muito dos rangers, porque todos heróis possuem implantes especiais que ajudam a potencializar suas capacidades individuais.

A equipe era formada pelo: Capitão Zachary Foxx, comandante dos Rangers, possui dois implantes biônicos (um no braço esquerdo e outro na perna direita).

Além de ter força-sobrehumana, Zach pode transformar seu braço num canhão. Seu maior dilema é encontrar Eliza, sua esposa que está num coma psíquico. Ele é pai de Zach Jr. e Jessica.

Walter Hartford, é muito inteligente e engraçado. Doc possui um implante que lhe auxilia pra interagir com qualquer computador. Quando ativa seus implante tem ajuda dos programas: Lifeline, Tripwire e Pathfinder.

Shane Gooseman, é o esquentadinho do grupo. Goose é um melhores e mais fortes personagens de todos, pois seu implante lhe permite assumir diversas formas humanóides.

Sempre demonstra uma enorme força física e também é muito paquerador.

Niko adora arqueologia, demonstra ser exímia no combate de artes marciais, seu implante fortalece sua paranormalidade natural e poderes telepáticos (se eu não me engano há um romance entre ela e Gooseman).

Galaxy Rangers foi sensacional, porque demonstrava muita “tecnologia avançada” naquela época. Víamos que havia bastante equipamento sofisticados e os heróis tinham cavalos androides pra se locomoverem: Voyager, Triton, Mel e Brutus.

Durante algumas aventuras dos rangers vemos os alienígenas embaixadores Waldo, um cientista que detestava a violência e se protegia através de um campo de força.

Zozo, um baixinho olherudo que adora viajar com a equipe e Buzzwang, um robô que gostava de dançar break.

A Rainha da Coroa é vilã do anime seu poder combina magia e tecnologia. Destruidora de vários mundos comandava vários com mão de ferro (a rainha decidiu usar seres humanos como escravos). É a principal inimiga de Zachary, pois mantém o cristal aonde Eliza está presa.

O Império da Coroa era muito grande contando com vários soldados  em suas fileiras (composto por aliens, andróides e homens). A rainha ainda possuia clones mantendo uma ligação psíquica com eles possibilitando estar em todos os lugares possíveis.

Devido ao seu inegável sucesso houve até uma revista em quadrinhos lançada pela Marvel UK (editora britânica da Marvel Comics).

Cada episódio de Galaxy Rangers apresentava de 30 min de duração, foram exibidos 65 desenhos no total durante uma temporada e terminando em 1989.

Fonte de Pesquisa: Wikipédia.

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Superman: Através dos Tempos

Super-Homem – Ruby-Spears – 1988

O desenho foi ao ar pela Rede CBS e foi produzido pela Ruby-Spears Productions.

A intenção era coincidir com o aniversário de 50 anos do Homem de Aço. Na mesma época o seriado live-action do Superboy também estreava na telinha.

A produtora é bastante conhecida por diversos outros desenhos que marcaram a criançada dos anos 70 e 80 (como esse humilde comentarista). Desenhos como Thundarr, O Bárbaro, Buggy, a jato, Homem Elástico, Mr. T, Alvin e os Esquilos, de 1983.

Podemos notar que a abertura homenageia tanto a versão de George Reeves, quanto do Christopher Reeve com a trilha sonora de John Williams (um pouco modificada).

A parte interessante fica por ter como referência a reformulação do herói feita por John Byrne, pois temos Lex Luthor usando anel de kriptonita, um magnata corrupto igualzinho ao dos gibis. Infelizmente o vilão não podia ser preso (por falta de provas).

Lex tinha um relacionamento amoroso com Jessica Morganberry, a personagem foi criada pro desenho e sua inspiração veio da Senhorita Tessmacher do filme, de 1978.

A versão da Ruby-Spears apresentou outros vilões como Cybron, um cyborg futurista (parecido com Brainiac), o Caçador, uma fera criada pelo General Zod para exterminar o Azulão e Morpheus, um cientista que conseguiu a façanha de retirar os poderes do herói.

Outros coadjuvantes importantes das histórias do kriptoniano também marcaram presença como Perry White, Jimmy Olsen e Lois Lane.

Definitivamente o que me marcou nesta versão foi o Álbum de Família do Superman, no qual  ficávamos sabendo sobre a vida de Kal (desde criança até virar adulto).

Como curiosidade o artista Gil Kane foi quem fez o design desta versão e também Marv Wolfman participou da produção.

Pra fechar o episódio mais lembrado desta versão é aventura que o Super-Homem uniu forças com a Mulher-Maravilha para frustrar os planos de uma feiticeira que dominou a Ilha Paraíso.






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