Crítica

Lucky Luke

Lucky Luke

Nas HQs  ele é o cowboy mais veloz do mundo que consegue atirar mais rápido do que até a própria sombra. Nosso herói foi criado pelo artista Morris, em 1946

Lucky Luke enfrenta o crime a injustiça não só em sua querida cidade, mas aonde quer que esteja.

Pra ajudar Lucky em sua aventuras pelo Velho Oeste temos Jolly Jumper que é simplesmente o cavalo mais esperto do mundo.

E além de Jolly ainda temos Rantanplan que para diferenciar é o cão mais estúpido do universo.

Seus inimigos são os irmãos Dalton quatro encrenqueiros que mais parecem uma versão dos irmãos Metralha da Disney por serem tão burros também.

Pra dizer a verdade quase não sei muito sobre os quadrinhos de Lucky Luke, mas cheguei a assistir algumas animações na Rede Record (Canal 13, no Brasil) alguns anos atrás. Não sou nenhum profundo conhecedor da sua mitologia, porém gostei do que vi.

E assistir as animações deste cowboy é ter uma diversão garantida sendo algo que tão cedo não dá para esquecer.

Jean Dujardin

O Filme

Jean Dujardin interpreta o papel do “homem que dispara mais rápido do que a própria sombra”: Lucky Luke.

Jean Dujardin é um ator francês mais conhecido pelo seu papel como George Valentin em The Artist pelo qual ele ganhou o Oscar de Melhor Ator, em 2012.

O que mais me chamou atenção foi a abordagem dada ao cowboy. Toda a caracterização, o vestuário,  cenário e  estética do filme é baseada no personagem das HQs, pois isto poderia ser até uma homenagem á criação de Morris, mas o passado trágico da perda dos pais acaba retirando todo aspecto cômico do filme.

Justamente isso que ficou estranho pra mim. O filme tenta mesclar western, drama e comédia tudo junto e esse caldeirão acabou tirando toda diversão que a trama poderia render.

A parte mais engraçada ficou com Jesse James (Melvin Poupaud) e Billy, The Kid (Michael Youn) que ficou parecendo mesmo uma criança com o pirulito na boca.

Adorei a Jane Calamidade (Sylvie Testud) estava numa mistura óbvia de homem/mulher querendo ser  par romântico de Lucky.

Estranho é que senti falta do cão Rantanplan, mas o cavalo Jolly Jumper mostrou ser um tremendo tagarela.

Infelizmente apesar do filme ser bom  senti que faltou um roteiro mais coerente, pois fica difícil aceitar as reviravoltas da trama tornando-a sem nexo em alguns momentos.

Pelo que pude ver este Lucky Luke, de Jean Dujardin é o que mais se assemelha com o cowboy dos gibis. Seu carisma dado ao personagem é excelente, mas o roteiro confuso e um tanto exagerado em alguns momentos acabaram estragando sua boa atuação.

 

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