Crítica

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Madagascar 3 – Os Fugitivos

Em Madagascar 3 Alex, Melman, Marty e Glória perseguem o sonho de voltar para o Zoo, de Nova York. Logo no início o avião dos pinguins entra em hipervelocidade lembrando o voo da Enterprise no espaço sideral. Alex têm um pesadelo tipo deja vu em que  estão velhos e ainda morando na África.

Assim que todos chegam  nadando em Monte Carlo. Não me pergunte como só sei que conseguiram para assim poder realizar a “Operação Resgate dos Pinguins”.

Alex pede silêncio, mas quando a galera mergulha o Rei Julien surge com fogos de artifício cantando Every body dance now, do C+ C Music Factory, bom é muito doido.

Sou muito suspeito para falar sobre Madagascar, pois eu adoro os personagens, principalmente, os pinguins malucos: Rico , Kowalski, Recruta e o Capitão sempre foram pra mim os personagens que mais chamaram a minha atenção desde a primeira animação da franquia.

E ainda têm as confusões do Rei Julien com os seus seguidores Morrice e Morg que unidos aos macacos são impagáveis.

Fato é que conseguiram um spin off apenas deles pra poderem brilhar ainda mais e  nos divertir com suas  aventuras absurdas, confusões e outros coadjuvantes como  o incrível Ovito.

Mais nesta animação conseguiram arranjar uma adversária perigosa á altura do militarismo ao extremo dos pinguins a Capitã Chantelle Dubois do Controle de Animais. Ela acabou me lembrando o Wolverine, justamente, por estar no encalço de Alex e Cia. apenas pelo cheiro e assim imaginava sabendo por qual direção prosseguir.

A cena de perseguição de Dubois no túnel e sobre o Hotel Embassador são as melhores e mais impressionantes cenas de ação que já vi numa animação.

A Capitã é uma vilã memorável e sua participação em Madagascar 3 enriqueceu ainda mais a magia desta animação.

Histórias de amor beiram o impossível por isso são interessantes o caso mais clássico é Romeu e Julieta, de William Shakespeare, mas alguém já viu um caso de amor tão improvável quanto o de um lêmure e uma ursa? Os tamanhos são totalmente diferentes e não tem nada a haver. É inexplicável, mas nesta animação nós vemos  isso acontecer.

Quando o Rei Julien se apaixona perdidamente por Sônia toca Enya  e no Vaticano somos presenteados com Conte Partiró, de Andrea Botecelli.

Aliás as músicas fazem parte da animação e nos prendem em cada situação, enquanto os pinguins estão no vagão toca Pan Americano e Dubois canta La vien Rose para seus subordinados que melhoram automaticamente no hospital.

A apoteose do circo Zaragoza acontece ao som de Firework, de Kate Perry as cenas são repletas de luzes e cores, é um espetáculo. Foram as cenas mais maravilhosas que já tive o prazer de assistir.

Após conseguirem fugir por um trix de Dubois em Monte Carlo Alex e cia. acabam entrando para o circo itinerante Zaragoza, porém há algum tempo o circo não vê seus dias de glória e Alex injeta um ânimo nos integrantes inovando a apresentação. Pra mim o leão marinho Estefano de tão singelo me cativou.

O show do tigre Vitale no arco é magnífico não existe como explicar, é impressionante ver como realiza suas façanhas. Seu número fisicamente impossível é tão inacreditável quanto bom.

Nosso sonho mais belo nunca é igual ao que vivemos na realidade e ao retornar para Nova York. Alex, Melman, Marty e Glória não conseguem realmente aceitar, pois sua antiga vida contrasta com a atual. A animação mostra de maneira sutil que animais não merecem viver no cativeiro.

Bom a pergunta que não quer calar é será que Madagascar aguenta mais uma animação?

É normal parar no terceiro de uma franquia consolidada para não estragar inventando demais e tornando chato ou fraco, mas Chantelle Dubois foi enviada para a África e será que ela dará um jeito de voltar para cometer uma vingança? É provável que sim e eu adoraria ver como seria seu retorno.

Não vou dizer que gostei, porque seria muito pouco, infelizmente não tenho outra palavra melhor  ou superior para usar. Assistir Madagascar 3 é ter diversão garantida do início até o fim sem decepcionar em nenhum momento.

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