Arquivo do mês: maio 2013

Meu Texto

LendasPANINI

As Eternas Crises da DC – parte 2

Lendas

Concebida originalmente para ser uma continuação direta de Crise nas Infinitas Terras. A mudança tornou-a algo totalmente diferente, pois a intenção da Crise era terminar com o confuso Multiverso.

Arrumando sua cronologia para pavimentar um novo rumo para a editora ou como conhecemos melhor um novo e reformado UDC. A Crise marcou a morte do antigo universo de 50 anos da editora.

E Lendas consolidou o início desta nova jornada, porque podemos afirmar que a minissérie marca o triunfal surgimento de uma geração renovada de super-heróis.

Desta vez contamos com a arte do meu artista preferido John Byrne, roteiro de Len Wein e John Ostrander e arte-final de Karl Kesel. Logo somos introduzidos em Apokolips o pior planeta de todo universo e lar do regente deus sombrio Darkseid.

O déspota espacial orquestra um plano estarrecedor junto ao seu lacaio Desaad e sua intenção é que haja uma única só voz comandando tudo a sua, é claro! Darkseid envia para Terra o Glorioso Godfrey e o Doutor Bedlam para iniciar a Operação Humilhação que consistia em desacreditar os heróis de nosso planeta para que reinasse absoluto sobre nós.

Aqui na Terra o plano começa a se desenrolar com o ataque do monstro Enxofre, mas Nuclear enfrenta-o e quase perde a vida fazendo isso. O novo Flash (Wally West) depois de um confronto com o  Pistoleiro têm dificuldades e as relata para Mutano.

Aliás esta foi uma temática muito interessante que expuseram na época, pois Barry era um herói muito importante e popular. Então após sua morte Wally assume em seu lugar com o grave problema de ter seus poderes reduzidos algo que vemos na edição Superalmanaque DC – N°1 – Origens Secretas.

Na história “Enterre os Mortos”, Wally conversa com um psicólogo sobre sua origem de Kid Flash e toda pressão que é ter que ostentar o legado de Barry e não se sentir a altura para fazê-lo. Talvez isto justificasse a reação dos fãs neste momento Pós-Crise mais Wally provou com o tempo provou ser um ótimo Flash. E no final temos o texto “Se” de Rudyard Kipling (o autor de Mogli, O Menino Lobo).

A diferença gritante foi na adaptação de Billy Batson estar trabalhando numa rede de TV e não numa estação de rádio como antigamente. Eu gostei e se não me engano Clark Kent também esteve de âncora nos anos 70. A pior parte é alguém que trabalha em frente a telinha ter que sair  correndo no meio da entrevista para salvar o dia é muito bizarro.

Voltando, G. Gordon Godfrey (aparece na animação da Liga da Justiça no episódio duplo “Eclipse”) estava na TV vociferando contra os super-heróis (mostrando algo totalmente parecido com o livro A Sedução do Inocente), pois seu discurso não difere em nada.

Ele era um apresentador de “talk show”, mas não há nenhuma referência ao Darkseid ou se ainda possui o poder de persuasão.

Quando surge Macro-Man destruindo a antena transmissora e forçando Billy a transformar-se no Capitão Marvel. E em sua luta contra o vilão quando estava quase sendo morto teve a ideia voltar para seu alter ego. Só que neste processo o raio mágico “matou” o vilão que combatia.

Chocando o inocente  Billy Batson que atormentado pelo acontecimento e pela multidão enfurecida decidiu não conjurar mais a palavra mágica.  Desta forma começando a consolidar o plano de Darkseid que consistia em fazer abalar a credibilidade dos super-heróis e destruir a crença das pessoas neles.

Lendas trouxe uma nova Força-Tarefa X comandada por Amanda Waller (gorda e não a bela versão magra do filme do Lanterna Verde) aonde Rick Flagg era seu auxiliar direto. Cheguei a ler algumas histórias na época mais não gostei de nada.

Vindos do séc. XXXI estavam Cósmico e sua namorada Lydda da Legião dos Super-heróis. Fiquei conhecendo-os nos gibis do Super-Homem e se não me falha a memória com ligação em Lendas.

O plano de conquistar a Terra ridicularizando seus heróis á distância orquestrado por Darkseid tinha um oponente que acreditava na capacidade humana de escolher o caminho do bem. O Vingador Fantasma um herói de aparência sombria que não conheço muito sobre ele. O Vingador sempre aparece nos momentos de maior conflito da humanidade agindo de maneira enigmática e auxilia os heróis em sua jornada  até o triunfo.

A campanha de Godfrey culmina num decreto presidencial de Ronald Reagan (ex-Presidente americano da época) em proibir que “todos” os heróis  continuem com suas atividades. Um dos méritos de Lendas foi terminar com a infame Liga Detroit composta por: Ajax,  Vibro, Gládio, Cigana, Vixen Homem-Elástico e Nuclear. Que não era vista com bons olhos  e preparou o caminho para alçar a fama a  inesquecível Liga cômica de Keith Giffen e JM DeMatteis.

A histeria fomentada por G. Gordon Godfrey  ganhou dimensões alarmantes, pois o Besouro Azul (Ted Kord) e o Lanterna Verde (Guy Gardner) foram atacados quando tentavam ajudar o cidadão comum. Como curiosidade quando  Guy enfrenta o vilão Mancha Solar ele é a cópia do herói Estigma do selo Novo Universo da Marvel, com o rosto do célebre editor Jim Shooter. Shooter foi também o criador do herói Estigma.

Voltando, até Batman que as pessoas normalmente sentem medo escapou de ser linchado por uma multidão graças á intervenção de Gordon, mas o Robin (JasonTodd) não teve tanta sorte assim sendo hospitalizado.

No Monte Rushmore o Esquadrão Suicida derrota Enxofre e então podemos notar que o monstro age como uma versão “distorcida” de Jesus Cristo. Quando o Sr. Destino entra no desafio convocando os heróis temos a formação da nova Liga da Justiça.

E além disso temos a primeira aparição da Mulher-Maravilha  no universo Pós-Crise. A renovação da heroína com George Pérez ainda é uma das melhores histórias dela de todas que já li até hoje.

Lendas é uma daquelas histórias importantes que ficaram marcadas pelo significado histórico de sua publicação. E ao lê-la de novo notei que ficou marcada também pelo seu diálogo expressamente “datado” como década de 80, mas podemos notar que parte do foco encontra-se nas crianças e o que os super-heróis representam no coração delas.

Pra mim é por isso que os mitos se perpetuam de geração pra geração, pois continuamos a conta-las pras crianças. Sua mente é um terreno fértil aonde as lendas irão se perpetuar.

A arte de John Byrne estava em uma de suas melhores fases porque Godfrey incita o povo contra os heróis, pois podemos notar a dramaticidade da expressão facial dos personagens consegue nos transferir pra dentro da trama.

Logo na introdução temos um texto de Mike Gold o editor da época mostrando a importância desta edição. Lendas não é tão importante pra mim quanto Crise, mas vale a pena ler, porque serve para entender os rumos que a editora queria tomar naquela época.

HQ: Grandes Clássicos DC 10: Lendas

Editora: Panini Comics

Desenhos: John Byrne

Argumento: John Ostrander

Roteiro: Lein Wein

Arte-final: Karl Kesel

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HQ

batman

Batman: O que Aconteceu ao Cavaleiro das Trevas

Logo na introdução temos uma carta de amor escrita por Neil Gaiman contando como foi que conheceu o Morcegão. É importante salientar que todos nós fãs temos um primeiro contato (seja com qualquer personagem) que abre as portas para o abrangente e infinito universo dos gibis.

Eu me sinto exatamente como ele, pois gostar do Batman pra mim é apreciar “quase” toda sua trajetória desde 1939 até a fase atual. São diversos editores, escritores, artistas, atores e diretores que devotaram uma parte de suas vidas para dar continuidade a existência do mito.

É claro que como qualquer fã há alguma coisa que não apreciamos na extensa e longa trajetória do Cruzado Embuçado, mas não influi em nada em continuar adorando Batman.

Eu nunca imaginei que depois de adulto, casado e com filho estaria escrevendo num blog sobre aquilo que mais gosto na vida Batman, Superman e cia. A narrativa de Neil Gaiman aliada a arte de Andy Kubert entrelaça todos os mais de 70 anos do Homem Morcego mostrando fatos conhecidos e outros que podemos ir pesquisando para aprender mais.

Esta edição veio pra se igualar a já mítica homenagem ao kritptoniano: O que Aconteceu ao Homem de Aço? Que conta como seria a última edição do Azulão.

Escrita por Alan Moore e com arte de Curt Swan é uma singela homenagem ao herói no período da Era de Prata. Encerrando um momento histórico no pré-Crise, pois logo após veio a clássica reformulação por John Byrne. É uma edição que vale a pena ser lida e guardar na estante.

Bom, o Beco do Crime é o local aonde nós sabemos que os pais de Bruce foram assassinados e nesta HQ será o lugar de morte. Foi como se fechasse um ciclo onde o fim faz parte do princípio.

Logo no início a Mulher Gato chega num Gatomóvel um carro não utilizado pela ladra há muito tempo. Podemos notar que isto acontece no passado pelo guardador que pede 50 centavos para tomar conta do carro, porque este preço não faz parte da realidade atual.

Ao entrar no boteco Selina se depara com Joe Chill o clássico assassino dos Wayne e fica perplexa ao notar que ele já morreu. Quando o Duas Caras e o Coringa chegam também estão com carros personalizados mais a história flutua mistura presente e passado do personagem.

Nesta história você pode prestar atenção nela diversas vezes e encontrar algo diferente em todas que reler. Batman morreu ao sessenta anos de idade e mesmo assim não é uma coisa fácil de provar, pois a única personagem que é um constante flutuante é a Mulher Gato que muda de idade ao longo da narrativa.

Voltando, em seu funeral temos seus amigos mais próximos e todos seus inimigos mortais que combateu para defender Gotham City. É aí que a história tornasse muito peculiar, porque podemos ver cada um de todos os presentes contando como foi que conheceram o Morcegão e presenciaram  seu último momento.

A Mulher-Gato nos anos 40 deixando de ser ladra para tornar-se dona de uma loja de animais (como a personagem original), Alfred inventando disfarces e criando vilões para ajudar o patrão a desvendar crimes.

Na verdade Alfred foi um ator antes de virar mordomo da família Wayne. E por incrível que pareça o próprio Alfred virou o Coringa o pior inimigo do Batman para ajuda-lo em sua insana cruzada contra o crime.

E depois notamos Betty Kane a primeira Batgirl (que ao longo dos anos tornou-se Labareda, dos Novos Titãs) contando sua versão e neste momento a arte muda para o estilo de Dick Sprang (aquele adotado na série animada Batman: Os Bravos e Os Destemidos).

E por falar em estilo Andy Kubert homenageia os mestres anteriores que desenharam o herói: Bob Kane, Jerry Robinson, Neal Adams entre outros trazendo o modo deles desenhar é incrível.

Ainda temos o Sr. C, Dick Grayson, R’as Al Ghul, Cara de Barro e até Superman um de seus maiores amigos e que mantem ideias totalmente diferentes no modo de combater o crime. Contando como foi o seu último momento ao lado do Batman.

Mais quando  Batman está conversando com Martha (sua mãe) temos uma cena linda com todas  as melhores HQs do personagem: Ano Um, A Queda do Morcego, Asilo Arkham, O Filho do Demônio e uma contra o Morcego Humano que infelizmente ainda não conheço simplesmente demais.

E aí que temos a verdadeira definição do  Morcegão um homem que não se detém por nada e nem ninguém. Sempre atrás daquilo que almeja não importa como para defender os inocentes a quem jurou proteger mesmo que isso possa custar a sua própria vida.

Assim que acaba o encadernado ainda somos brindados com outras HQs que contam com o roteiro de Neal Gaiman: Um Mundo em Preto e Branco, da série Black and White, com arte de Simon Bisley;  Pavana com arte de Mark Buckingham; Pecados Originais com arte de Mike Hoffman e “Quando” é uma Porta por Bernie Mireault.

Na verdade não histórias tão importantes assim, mas demonstram o quão versátil é nosso herói. Elas contam mais do universo do Morcegão e algumas eu nunca havia lido. Tenha uma boa leitura.

HQ: Batman: O que Aconteceu ao Cavaleiro das Trevas?

Editora: Panini Comics

Texto: Neil Gaiman

Desenhos: Andy Kubert

Arte-final: Scott Williams

Cores: Alex Sinclair

Mês/Ano: Abrirl/2013

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Herói

z

He-Man e Os Mestres do Universo

Dizem as lendas que o famoso defensor de Etérnia surgiu primeiro como uma linha de action-figures da Mattel  feitos para o Conan, mas que por algum defeito teve que ser mudada. Então para poderem vender os brinquedos tiveram que lançar uma animação baseada neles antes e assim surgiu o nosso herói He-Man.

Quando o Príncipe Adam empunhava a espada e dizia: “pelos poderes de Greyskull… eu tenho a força!!!” transformava-se em He-Man um dos homens mais fortes do universo.   O herói musculoso é uma das várias séries animadas da empresa Filmation que fizeram a nossa alegria nos anos 80, mas naquela época eu já tinha notado que havia pouca diferença entre Adam e He-Man.

Podemos notar que o corte de cabelo era o mesmo, a massa muscular também e só mudava realmente as roupas, a entonação de voz e a cor da pele. É uma daquelas situações de lugar comum que só acontecem em desenho como o fato de um personagem (tipo Scooby-Doo e Salsicha ou Pernalonga e Patolino) usarem um disfarce capenga e ninguém perceber que são eles.

O vilão Esqueleto era estranho e funcionava mais como um bobalhão com aquela trágica frase: “você me paga He-Man” e não como os vilões que vemos atualmente mais capazes de fazer algo totalmente  assustador.

O Mentor me impressionava pela postura de cientista e inventor e por estar sempre disposto a dar um bom conselho. Nunca gostei do Gorpo, pois notava que aquele duende atrapalhava mais do que ajudava. Já a Teela me deixava fascinado pela sua atitude forte e acho que ela nutria uma paixão recolhida pelo He-Man.

A beleza da Feiticeira me chamava a atenção ainda mais com aquelas pernas de fora eu ficava bobo quando ela transformava-se num águia. Era muito engraçado ver o medroso do Pacato ser transformado no poderoso Gato Guerreiro sendo uma das partes que eu mais gostava.

O desenho animado foi marcante pra toda geração que assistiu a primeira versão mais também por causa de suas “peculiaridades”, pois todos os personagens tinham movimentos, lutavam, riam ou corriam da mesma forma. Ao final dos episódios ainda tínhamos uma moral da história para os “amiguinhos” de casa poderem aprender uma lição importante.

O sucesso foi tão grande que rendeu um filme nas telonas “Mestres do Universo” uma adaptação aonde o herói era interpretado por Dolph Lundgren no auge de sua forma física e Esqueleto por Frank Langella.

Na história Etérnia estava quase toda dominada pelas forças do mal, do Esqueleto e restava apenas o Castelo de Greyskull para ser invadido.  O Castelo era o último foco de resistência no planeta para que o vilão tomasse o poder.

He-Man, Mentor e Teela estão lutando para que isto não aconteça protegendo a Feiticeira para que seus segredos não recaiam nas mãos do mal. É importante lembrar que na época não havia muitos recursos tecnológicos como atualmente e a máscara do Esqueleto era muito estranha, tosca e feia.

O vilão consegue entrar no Castelo usando a Chave Cósmica, um aparelho que permite viajar pelas dimensões, criado pelo serralheiro e inventor Gwildor.

Quando Gwildor estava prestes a ser capturado pelo Esqueleto os rebeldes conseguem salva-lo e fugir com uma das chaves, pois a outra estava com o vilão.  Eles viajam para um local desconhecido chamado Terra mais exatamente numa cidade estranha chamada de Nova York.

Aqui em nosso planeta acabam perdendo a chave e precisam encontra-la rápido, porque Esqueleto junto a Maligna estão no seu encalço. Os guerreiros acabam conhecendo a moça Julie Winston (interpretada por uma jovem Courtney Cox em início de carreira) e seu namorado Kevin que acabam entrando no meio do fogo cerrado entre eles.

Lembro que na época achei as adaptações do personagens bem diferentes do que víamos no desenho. Mais  algo que ficou marcado em minha memória foi a Maligna (Meg Foster) que tinha um olhar que dominava as pessoas e mostrou ser uma vilã bem mais assustadora que o Esqueleto.

Esta adaptação é sofrível demais (parece uma versão Star Wars pobre) e muito longe do que estávamos acostumados a ver na telinha ficando na história como uma das piores adaptações de herói já vistas no cinema.

Ao término da animação de He-Man tivemos a de She-Ra, sua irmã gêmea só que do meu ponto de vista muito mais linda. A princesa Adora transformava-se na heroína pra defender o planeta Etéria das forças de Hordak (mais detalhes em Musas de Tinta, ok!)

Uma curiosidade que vale a pena mencionar é que He-Man teve dois roteiristas que depois de alguns anos tornaram-se muito importantes para nós nerds de plantão: Paul Dini e J. Michael Straczynski.

Em 1990 houve uma tentativa de atualizar o personagem com As Novas Aventuras de He-Man aonde nosso herói junto ao seu arqui-inimigo são transportados para o planeta Primus.

Desta vez tanto He-Man quanto Esqueleto demonstram um visual bem diferente do que estávamos acostumados a vê-los. Enquanto o loirão ficou mais esguio apresentando um rabo de cavalo o vilão estava mais futurista e com novos asseclas para comandar.

O grande detalhe era que He-Man não mudava para seu alter ego príncipe Adam aparecendo apenas como He-Man o tempo todo. Eu tive a chance de assistir a poucos episódios e não gostei de absolutamente nada do que vi.

A terceira sequencia do musculoso herói foi bem melhor desenvolvida com uma história mais consistente e elaborada. Nela no passado de Etérnia quem comandava eram os Anciões, um grupo de magos, e então o conquistador Keldor tenta tomar o poder.

Para proteger o planeta tinha os Defensores de Etérnia, comandados pelo Capitão Randor que durante uma luta acidentalmente desfigura o rosto de Keldor que em agonia foge para a Montanha da Serpente junto á suas tropas.

Então Mentor e a Feiticeira criam uma barreira mística para enclausurar Keldor e seus guerreiros na Montanha. Depois os Anciões temem que o mal volte algum dia e acumulam seu poder num globo que fica guardado debaixo do Castelo de Greyskull.

A Feiticeira é escolhida como uma guardiã do castelo. Alguns anos se passaram e Keldor retorna com o rosto desfigurado assumindo o nome de Esqueleto vindo buscar o poder dos Anciões e querendo vingança contra Randor que nesse meio tempo tornou-se Rei.

Para salvar o planeta de ser destruído o jovem príncipe Adam é escolhido para usar o poder do Globo Místico e transforma-se em He-Man. Desta série animada eu gostei, porque há uma diferença na aparência entre Adam um adolescente que ao virar He-Man tornava-se um adulto musculoso.

Essa mudança ficou bem melhor que a série clássica e foi um dos pontos positivos nesta versão. Outro foco foi uma temática mais adulta condizente com a época que a série ia pra telinha e vemos muitas cenas de ação impressionantes.

A empresa Matell usou a mesma estratégia de sempre lançar o desenho junto com action-figures que valem a pena ter em nossa estante.

Já estamos tendo boatos na web quanto uma nova adaptação do defensor de Etérnia. O novo longa que não tem atores definidos e nem data de estréia está sob os cuidados do diretor Jon Chu, de G.I. Joe: Retaliação.

Com os recursos tecnológicos que temos agora dá para fazer algo realmente decente vamos esperar pra ver se isso irá acontecer. Eu gostaria de ver Chris Hemsworth (Thor) no papel e quem você gostaria que fosse?

A DC Comics também está trazendo novas histórias do herói de Etérnia sendo escrita por James Robinson e com arte de Philip Tan trazendo uma nova abordagem para tudo que nós já conhecemos. Desejo que consiga boas vendas para talvez a Mattel e tragam uma nova versão visto que Thundercats foi um sucesso absoluto.

Veja na galeria abaixo algumas imagens de He-Man que consegui na web.

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Crítica

Detona-Ralph

Detona Ralph

Logo no início temos uma introdução com a animação eletrônica ao estilo dos games de Steamboat Willie é a animação antiga mais famosa da Disney estrelando seu maior astro Mickey Mouse.

Quando aparece na tela Game Over, a loja fecha e ninguém está vendo todos os jogos saem de suas máquinas e ganham vida própria indo parar em outros lugares. A maioria se reúne num lugar tipo a Estação Central de Nova York para poder beber, conversar e encontrar os amigos.

É algo tipo Toy Story, pois os brinquedos ganhavam vida quando não havia nenhum humano por perto.

Bom, Detona Ralph é o vilão do game Conserta Félix que após 30 anos fazendo a mesma coisa ficou cansado da condição em que vive. Engraçado é que todos os vilões dos jogos que conhecemos se reúnem para discutir e contar seus problemas (num grupo de ajuda tipo AA – Alcóolicos Anônimos).

A animação abre um novo precedente, pois Ralph se questiona porque deve ser mau. Mostrando a questão filosófica e maniqueísta da condição humana entre bem e mal. Pra mim é algo aberto a muitas discussões calorosas sobre de qual ponto de vista o que é bom e o que é mal nos dias de atuais.

Continuando, Ralph está cansado de ser maltratado e acaba entrando no jogo de última geração Heroes Dutty para pegar uma medalha e tornar-se um herói aos olhos dos outros. E após consegui-la de maneira bem improvável acaba conhecendo a adorável Vanellope, mas além de se estranharem inicialmente ambos descobrem que têm muita coisa em comum.

Vanellope é uma menina inteligente, engraçada e fala  rápido demais. Ralph ensina ela  a dirigir e neste momento temos a música Shut up and Drive, da Rihanna tocando. As imagens de Vanellope deslizando na areia me lembraram Relâmpago McQueen, pois foi a mesma coisa sem mudar em nada.

Outra coisa que gostei foi do romance entre Félix e Calhound pra dizer a verdade seria algo muito improvável um baixinho com uma mulher linda daquelas. Mas se é algo que acontece no mundo real, porque é que vou implicar com uma situação dessas numa animação? A beleza de Calhound é  mesmo impressionante e foi por isso que Félix se apaixonou.

Alguém notou que Félix foi inspirado no Mário, pois  o jogo Consertando Félix surgiu na década de 1980. E além disso o bigodudo é mencionado na animação mais não aparece nela em nenhum momento.

Quando Detona termina podemos notar na parte dos créditos que há uma animação ao estilo dos games demonstrando que as aventuras de Ralph, Vanellope, Félix e Calhound continuaram acontecendo depois do enredo principal.

Este fato me lembrou que praticamente “todas” as animações feitas de algum tempo pra cá estão fazendo este tipo de coisa.

Detona Ralph é uma daquelas animações feitas não apenas para agradar aos baixinhos mais também para aqueles jovens  que jogavam há 30 anos atrás.

E ainda te deixa uma mensagem, porque não é o que as pessoas dizem de você que te define mais quem você escolhe ser em sua vida.

Como extra temos o curta de animação Paperman  contando uma história de amor á primeira vista. Neste  desenho temos um homem, seus papéis e uma mulher  em preto e branco demonstrando o antigo estilo clássico da Disney.

Paperman parece ocorrer entre as décadas de 1930 3 1940 e é interessante notar que “quase” todos os colegas de trabalho do personagem principal são iguais usando óculos e praticamente calvos (tipo um Sr. Smith de Matrix).

Os aviões de papel rumam para o mesmo local num beco e acontece uma situação mágica lembrando levemente outro clássico Fantasia. É uma história de amor mostrando que coisas inusitadas acontecem em nossas vidas.

Paperman é um desenho simples, leve, poético e muito bonito.

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Imagens

z

DC Heroes

Tive que pesquisar para colocar outros heróis que há algum tempo não são aproveitados pela editora. Alguns deles talvez você até possa conhecer mais se nunca viu aqui está a chance poder vê-los.

A editora é tão rica em seu universo que tive que manter vários outros personagens de fora, mas os clássicos eu não poderia nunca deixar de mostrar.

Confira na galeria abaixo parte do extenso e incrível UDC.

0 1.1 1.2 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12 13 All-Star Squadron amazing-world-of-dc-comics-1977 Aquaman Arion Batman do Futuro besouro azul 2 besouro azul 3 Black Lightning Captain_Comet captain_marvel cavaleiro atômico charlton corporação infinito 1 corporação infinto 2 deadman by  bruce timm Doctor_Occult Doom_Patrol 1 extreme_justice firestorm 1 Freedom_Fighters gaviao-negro gaviões gladiador dourado Global_Guardians John Constantine john_totleben johnny quick justice_league Justice-League-Crisis kamandi lanterna verde legião 1 Metal_Men mr miracle OMAC 1 omac 2 omega men Orion phil bourassa povo do amanhã rastejante ray sandman seven soldiers Space_Ranger suicide squad 1 Suicide Squad 2 super shock titãs tommy-tomorrow

Warlord

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Memória Brasil

 armacao-ilimitada

Armação Ilimitada

Surgiu na telinha da Rede Globo em 1985, pois sua linguagem voltada pro público jovem fez um sucesso tremendo quando foi ao ar.

O tema de abertura foi retirado da música “Say What You Will”, do Fastway.

A dupla interpretada pelos surfistas Kadu Moliterno (Juba) e André de Biase (Lula) tinha até um bordão: Juba & Lula hoooooo! (no melhor estilo Thundercats).

O título do seriado Armação Ilimitada era uma empresa prestadora de serviços na qual a dupla fazia de tudo. Desde competições esportivas, cenas de dublê pra telinha, agentes secretos entre outras loucuras.

Historicamente, o programa apresentou um formato inovador pra época inspirada em elementos da cultura pop (filmes de ação, aventura e ficção científica) mostrados num estilo de videoclipe.

Outro aspecto importante do seriado era a locução da narradora Black Boy (Nara Gil) que de uma forma muito envolvente contava tudo que acontecia durante os episódios (dentro de um estúdio de rádio).

Juba & Lula eram amigos de infância que moravam juntos num estúdio de TV abandonado. Tudo ia bem entre eles até que surge Zelda Scott (Andréa Beltrão).

Zelda era uma repórter que trabalhava no jornal Correio do Crepúsculo. A partir do momento que começa a conviver com a dupla forma um triângulo amoroso com eles. Como não consegue se decidir por nenhum dos rapazes (gosta de ambos ao mesmo tempo).

Eu me amarrava quando Zelda falava no seu “Chefe” interpretado pelo saudoso Francisco Milani.  Sempre aparecia de uma maneira diferente dependendo da forma como Zelda comentava sobre ele.

Ronalda Cristina (Catarina Abdala) era a melhor amiga de Zelda e moravam juntas. Se não me falha a memória ela tinha um bebê paranormal. Só pra constar Catarina interpretou a Cuca do Sítio do Pica-Pau Amarelo.

Ainda tinha o Bacana (Jonas Torres) que eu também gostava, pois na época tínhamos a mesma idade. Ele foi adotado pela dupla e pra nossa diversão acompanhava as aventuras deles. Seu bordão: “ai meu saquinho!” eu vivia repetindo diversas vezes.

Armação Ilimitada foi um seriado inesquecível, pois havia muito humor, ação desenfreada e aventura durante os seus episódios no melhor estilo dos enlatados americanos.

Foram apresentadas 4 temporadas, num total de 40 episódios e terminando em 1988.

E realmente pra fechar depois de Armação Ilimitada Juba & Lula retornaram com um seriado próprio, mas não era a mesma coisa.

Fonte de Pesquisa: Wikipédia e Memória Globo.

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Pin-up

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Greg Hildebrant

Este artista consegue nos mostrar sua sensibilidade ao combinar belas mulheres em trajes sensuais junto a fundos com detalhes ricamente trabalhados.

Podemos notar que não é todo artista que faz algo com este nível de qualidade.

Greg começou a divulgar seus desenhos com seu irmão gêmeo Tim Hildebrant que faleceu em 2007, mas  entre seus trabalhos mais famosos estão o design do cartaz de Star Wars: Uma Nova Esperança e também para O Senhor dos Anéis.

Confira na galeria abaixo a arte de Greg Hildebrant e veja neste site mais do  excelente trabalho da dupla.

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Cosplay Girl

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Viúva Negra

Natasha Romanoff é a espiã mais perigosa do mundo capaz de esperar até o último momento para conseguir atingir seus objetivos.

É uma mulher consciente de si mesma e reconhece sua sensualidade natural usando-a como uma arma fatal que enlouque a todo homem que ousar entrar em seu caminho.

Confira na galeria abaixo começando pela musa Scarlett Johansson diversas outras modelos cosplayers que homenageiam nossa heroína.

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Musas de Tinta

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Viúva Negra

Black Widow foi criada pelos artistas Stan Lee, Don Rico e Don Heck. Surgindo pela primeira vez na ediçãoTales of Suspense # 52,de 1964.

Seu nome é Natasha Romanoff  a personagem nunca foi uma das mais importantes da editora, pois  ao longo de sua existência teve poucos momentos marcantes para lembrarmos.

No quesito espionagem é uma das melhores já criadas, pois suas histórias são sempre envoltas neste tipo de reviravoltas. Tornando-a um tipo de Bond Girl extremamente perigosa.

Natasha por antigamente não conseguir fazer sucesso  numa revista sozinha sempre a colocavam  na maioria das vezes atuando ao lado de algum herói para não ser totalmente deixada de lado. Ela já namorou com diversos personagens da Marvel entre eles destaco: Gavião Arqueiro, Homem de Ferro, Demolidor, Capitão América, Hércules e o Soldado Invernal  (ex-Bucky). Eu a considero uma mulher bastante moderna e segura de si que vive sua vida sem precisar dar conta dela pra qualquer um.

Pra mim foi até estranho sua  inclusão no filme dos Vingadores interpretada pela atriz Scarlett Johansson  ao invés da Vespa, porém enfatizo em dizer que não ficou ruim. Sendo exatamente isto que elevou seu status a nova queridinha entre os fãs.

Eu confesso que conhecia somente o básico sobre a heroína e gostei muito da abordagem feita no filme (mesclando a versão tradicional com a Ultimate), pois foi bem explorada.

Eu acho que a Viúva Negra merecia um filme somente dela, porque Scarlett está apenas sendo explorada como uma coadjuvante de luxo e nada mais que isso. Infelizmente os produtores acham que personagens femininas não chamam o grande público e talvez nunca veremos algo assim acontecer.

Se pensassem em algo bem ao estilo da franquia Bourne com um diretor competente não ficariam ruim. A Marvel é ousada e bem que poderia mudar o rumo deste tipo de pensamento vamos esperar pra ver o que o futuro pode nos dizer, não é?

Natasha Romanov surgiu como uma espiã infiltrada da KGB que tinha a missão de destruir o Homem de Ferro. Esta fase das edições do Tony Stark são marcadas pela Guerra Fria como tema principal.

Porém assim que conheceu o Gavião Arqueiro (que também surgiu como um vilão nas histórias do latinha) aproveitou-se do interesse dele  para incitá-lo a concluir seu intento.

Ambos foram vencidos pelo Gladiador Dourado e tempos depois o Gavião se regenerou e Natasha caiu em seus braços deixando de ser uma agente inimiga.

Então, enquanto Clint Barton entrou para os Vingadores a Viúva Negra integrou o quadro de espionagem da S.H.I.E.L.D.  E neste mesmo período estava atuando ao lado do herói cego Demolidor.

Além de ser uma integrante importante dos Vingadores. Natasha esteve comandando um outro supergrupo menos famoso Os Campeões composto por: Hércules, Motoqueiro Fantasma, Anjo e Gelo. Confesso que não lembro de ter lido nada referente a este grupo pra poder falar.

Além dos vilões de sempre como a I.M.A (Ideias Mecânicas Avançadas) e a Hidra a Viúva Negra ainda teve que aguentar uma outra agente russa que adotou seu codinome: Yelena Belova.

Yelena tornou-se obcecada em destruir Natasha tentando  provar que era melhor até chegarem a se confrontar. Durante o evento conhecido como Guerra Civil a Viúva Negra voltou a ser membro dos Vingadores e a integrar a S.H.I.E.L.D.

Algum tempo depois ficamos sabendo que sua origem foi revisada mostrando que ela foi treinada desde sua infância para tornar-se uma espiã. Suas memórias foram falsificadas demonstrando que boa parte de seu passado “talvez” não tenha acontecido ( alguém aí se lembrou do Wolverine?) nesta época reatou seu relacionamento com o Soldado Invernal.

A heroína tem um currículo invejável sendo uma  atiradora de elite, perita em artes marcias e ótima estrategista sem falar naqueles braceletes que carrega seus ferrões atordoantes. Pra mim a Viúva Negra atualmente tornou-se uma das melhores personagens femininas da editora e  eles precisam aproveitar este momento lançando histórias para manter o sucesso obtido com a franquia cinematográfica.

Confira na galeria abaixo algumas imagens da Natasha Romanoff que garimpei na web

 

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bruce timm Daniel_Acuña elias chatzoudis gene-colan jamie tyndall marcelo mueller 1 marcelo mueller 2 mike deodato jr mitch foust paulo siqueira raffaele marinetti   Scarlett 3 scott blair shunya yamashita troiano comics

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Tio Patinhas, n° 568

A edição é do pato  mais rico de Patópolis, mas quem brilha é seu sobrinho tanto na capa quanto em duas histórias no miolo. Na primeira temos o Tio Patinhas contra Os Irmãos Metralhas numa aventura muito doida em que a eterna rivalidade deles acorda toda a cidade de madrugada.

Quando Patinhas e seu arqui-inimigo são levados surtados para o hospital o doutor que não conseguiu dormir (como a cidade inteira) receita uma disputa no campo quem vencer leva a grana.

Lá precisam se enfrentar  sem nenhum recurso tecnológico preciso comentar que me diverti como criança ao ler isto, pois é um roteiro que te leva a isto mesmo reencontrar seu lado infantil para se divertir.

E me fez lembrar da animação Duck Tales,Os Caçadores de Aventuras que consigo cantar a abertura até hoje. Nela víamos todos os personagens clássicos da  Disney como: Donald, Tio Patinhas, Huguinho, Zezinho e Luizinho, Os Irmão Metralhas, Maga Patalógica entre outros. Professor Pardal que quando lia nos quadrinhos ficava intrigado e fascinado com o seu assistente Lampadinha.

A animação trouxe  personagens que não existiam nos gibis antigos a Madame Patilda e sua neta Patrícia. Mais o desastrado do Capitão Boing que sempre tinha problemas para aterissar aviões e  o pato das cavernas Bubba foram os se que tornaram meus preferidos. As aventuras eram sempre para locais distantes ao redor do mundo e Patinhas sempre rivalizava com o Pão Duro Mac Mônei e a Mamãe Metralha boas recordações.

Voltando, o que me surpreendeu foi Uma Missão de Três Dias com o agente Donald Duplo (qualquer semelhança com James Bond não é mera coincidência). Infelizmente peguei esta aventura no final, pois temos um Donald elegante com um nome falso de Hook.

Durante a intrigante missão Donald Duplo mostra numa máquina como sobreviveu disfarçado num cassino detendo o mercenário Carver. A trama ocorre numa reviravolta digna de um filme de ação aonde Lady L, Markovskij, Felipe e Carver são enganados pelo agente 00.

Só que ao entregar a maleta que carregava para um agente do alto escalão da agência pra qual trabalha DD descobre que trata-se de um espião infiltrado. Ao chegarmos ao fim desta inteligente missão ficamos sabendo que Donald continuará como agente para nosso futuro deleite.

A terceira e última história que completa esta edição é sobre o Superpato (alter ego heroico do Donald) que enfrenta o vilão Dr. Katastrofo com foco sobre tecnologia.

O sistema de segurança avançado da Caixa Forte do Tio Patinhas é o melhor que existe no mundo. E então Patinhas diz em tom de deboche que o Superpato ficou obsoleto e que ninguém precisará mais do herói.

Mais a reviravolta acontece quando um PEM (pulso eletromagnético) atinge os arredores da caixa forte e o vilão surge para roubá-la. Como nada eletrônico funciona Donald resolve voltar para o seu antigo QG aonde inspirado pelo antigo herói Fantomius começou a lutar contra o crime. Não é uma aventura maravilhosa, pois pra mim a marcante ficou obviamente com Donald Duplo mais  vale apenas pela volta as origens do personagem e só.

HQ: Tio Patinhas

Editora: Abril s.a.

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