Arquivo do mês: julho 2013

Cosplay Girl

ardella

Poderosa

Ela é uma heroína simplesmente incrível e não falo por causa de seus dotes físicos, pois num universo aonde vários heróis deixaram de existir.

Ou apenas ficaram no limbo a Poderosa nunca deixou de lutar naquilo que lhe convém.

Antigamente no período Pré-Crise a heroína foi mostrada como a única sobrevivente de um universo que nunca existiu.

E pra ser sincero talvez isto provocaria sua derrota atualmente, porque nestas reviravoltas mexeram demais no seu passado. Mais pra felicidade geral dos fãs ela sempre continua triunfante.

Agora temos uma nova versão da personagem na Terra-2 e desejo que possam trabalhar nela de uma forma que lhe ponham num patamar que merece.

Bom, assim como Helen Slater, Laura Vandervoort, Enji Night e Alisa Kiss são a tradução real para a Supergirl.

Temos também Ardela, Bellechere e Vegas PG que nas convenções nos encantam com sua representação da Poderosa.

Veja na galeria abaixo algumas modelos cosplayers que também homenageiam Karen Starr

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Musas de Tinta

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Poderosa

Power Girl foi criada pelo roteirista Gerry Conway e surgiu na edição All-Star Comics # 58, de 1976.

A heroína é simplesmente a Supergirl de uma Terra Paralela. Como sabemos a  Terra-2 é o universo onde habitam as versões originais dos heróis da DC Comics (na versão pré-crise).

O nome da Poderosa é Karen Zor-L e foi enviada ainda bebê  para a Terra assim como aconteceu com seu primo Kal-L. A nave de Kara era muito mais lenta que a do Superman original e por isso demorou muito tempo para chegar até aqui.

Nesse intervalo a garota cresceu dentro da nave num ambiente de realidade virtual. Enquanto isso o Superman  tornou-se um grande herói e quando a nave de Kara chegou ela já estava na fase adulta.

Quando conheceu seu primo ela foi adotada por ele e Lois como se fosse filha do casal. Depois foi treinada pela Sociedade da Justiça tornando-se conhecida como Poderosa e atuando no grupo.

Nesta versão ela e a Caçadora (Helena Wayne) eram novatas na equipe e tornaram-se muito amigas desde então.

Depois adotou o nome civil de Karen Starr e a Sociedade da Justiça lhe ensinou técnicas de computação. Agindo de posse deste conhecimento fundou sua própria empresa de computadores a StarrWare. Ela também foi membro da Corporação Infinito (equipe composta por filhos e protegidos da SJA), porém não atuou muito tempo nela.

Quando a editora fez a limpeza exterminando boa parte do passado de seus personagens (Crise nas Infinitas Terras, em 1986). A Poderosa sobreviveu por estar no início dos Tempos lutando contra a ameaça cósmica denominada Anti-Monitor.

O saldo da saga era que das diversas Terras  que haviam antes restaram somente cinco que estavam se destruindo e foram reunidas numa só. Neste processo alguns heróis de outros universos tiveram suas histórias recontadas mais a heroína não teve esta sorte.

A Poderosa é um poço só de contradição, pois além de ser a única sobrevivente de um universo que deixou de existir. Somente ela  se lembrava da Terra-2 e de seu primo (o grande herói que influenciou todo resto).

Ela amargou algumas histórias ruins ao longo dos anos. A primeira foi logo no Pós-Crise em DC Especial n° 8 – Poderosa, em 1991.

Nesta edição reescreveram sua origem, pois ao confrontar o vilão Garn Daanuth ficou sabendo  que era neta do Mago Árion de Atlântida. Um personagem místico que conheci durante a Crise e que depois sumiu da continuidade (deve ter sido num passe de mágica). Esta história não passou de uma grande mentira, pois ficou ruim demais. E ainda bem que foi esquecida da continuidade da heroína.

Durante a saga Zero Hora ela estava grávida e o bebê nasceu rapidamente tudo passou de um artifício do Mago Árion (que forçou uma gravidez mística) para gerar um bisneto que derrotasse seu inimigo o demônio Scarabus como dizia uma antiga profecia atlante. Atualmente não é dito mais nada sobre o tal filho fato super estranho (felizmente sumiram com esta bizarrice).

Na HQ DC Apresenta # 1- SJA Arquivos Confidenciais, de 2005. Aonde temos uma ligação com Crise Infinita recontando a origem da personagem com roteiro de Geoff Johns e arte de Amanda Conner.

Em “Alucinações Poderosas”, o Dr. Meia-Noite realiza testes com a heroína e ela acaba relembrando da origem contada pelo Mago Árion, em 1991. Após salvar um garoto que fixou o olhar no seu decote ela (só pra variar um pouco).

Ela é atacada pelo por Garn Daanuth novamente, mas nesta edição Poderosa consegue readquirir todas as memórias de seu passado graças a intervenção do vilão Pirata Psíquico (que durante a Crise ficou mais louco do que já era).

SJA Arquivos Confidencias abre o caminho para outros desdobramentos em Crise Infinita, pois Lex Luthor, da Terra-3 é quem estava manipulando o Pirata Psíquico.

A parte interessante é que o roteirista Geoff Johns consegue brincar com o famoso decote da personagem (muito comentado pelos fãs). E consegue realmente mostrar um panorama do que foi abordado sobre a Poderosa durante as décadas.

Numa cena a Poderosa procura a Caçadora e a salva de ser morta pelo vilão Plasmus. E desabafa tudo que vem acontecendo com ela tentando readquirir a velha amizade do passado, mas Helena diz que as duas nunca se deram antes.

A HQ é uma salada misturando tudo aquilo que já foi erroneamente dito sobre a heroína para tentar arrumar e dar um novo sentido para sua vida.

A arte de Amanda Conner transmite um ar de leveza para uma história que até poderia ter sido considerada chata se não fosse o conhecimento do roteirista sobre a continuidade da heroína.

No episódio da série animada da Liga da Justiça temos “Tenebrosa Simetria” a origem da Poderosa foi simplificada, pois foi transformada num clone malvado da Garota de Aço.

Neste episódio a Supergirl tem constantes pesadelos na qual virou uma assassina fria e cruel. Pedindo ajuda encontra apoio no Arqueiro Verde e Questão e juntos desvendam uma conspiração governamental que domina o mundo há bastante tempo.

Se não me engano é uma das primeiras aparições do Projeto Cadmus em Liga da Justiça Sem Limites.

Então descobrimos que Galatea é um clone da prima do Superman que foi alterada geneticamente para ser mais forte. Eu achei que ficou bem melhor do que a explicação clássica, pois estava mais plausível (e a luta entre as duas é o ápice do episódio).

Nestas constantes mudanças de continuidade do UDC a Poderosa tinha tudo pra ficar no limbo, pois a grosso modo surgiu como uma cópia deslavada da Supergirl.

Porém por mais incrível que possa parecer isto nunca aconteceu a heroína. Suponho que talvez seja por sua atitude forte e carisma junto aos fãs. E mesmo com algumas mudanças ruins em sua origem a Poderosa continua sendo uma das melhores personagens femininas da DC Comics.

Confira nesta galeria abaixo algumas imagens da Poderosa que garimpei na web

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Falando Sobre

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Superman

Os irmãos Fleischer nos presentearam com duas animações importantes Betty Boop e o Marinheiro Popeyemas ficaram marcados na história quando trabalharam na primeira animação do Super-Homem.

Toda vez que revejo não consigo deixar de pensar que conseguiram realizar numa época tão longínqua uma série com uma qualidade técnica muito avançada tornando-a praticamente atemporal.

A introdução apresentando a origem clássica do herói é uma das melhores ideias que tiveram. Tanto que a Filmation  fez a mesma coisa anos depois (copiou descaradamente pra dizer a verdade).

O famoso seriado televisivo com George Reeves (1950) também tinha o mesmo tipo de abertura. É importante lembrar que o Homem do Amanhã (da Era de Ouro dos gibis) não voava, pois somente podia dar longos saltos.

A parte interessante é que seus superpoderes  desde aquela época já tinham uma explicação científica para torna-la plausível, porque sua força física era baseada nas formigas e os saltos nos gafanhotos (depois vieram acrescentando mais coisas).

Na animação o Super também não podia galgar os céus, porém isto foi mudado ao longo dos episódios. Podemos notar que a introdução também vai mudando.

Nos primeiros temos: “olhem lá no céu!” em outros há variações do mesmo tema como: “capaz de voar mais alto que qualquer avião”; “mais rápido que um raio”; “mais forte que a arrebentação do mar” ou ainda “mais poderoso que um veloz furacão”.

Outra coisa interessante foi o uso de rotoscopia (uma técnica que consiste em redesenhar quadros de um vídeo seguindo uma referência filmada).

A tecnologia da década de 1940 era bastante simples se compararmos com a atual, porém é mostrada de maneira notável tanto nos carros, aviões, máquinas á válvula ou transistores e até máquina de escrever.

O uniforme de Kal-El é azul escuro com o escudo amarelo, preto e o “S” vermelho  que virou referência para Alex Ross na HQ “O Reino do Amanhã”, de 1996. Porém o melhor desta animação é sua forma estilizada, repleta de contrastes e sombras.

Em Superman: A Série Animada (1996) podemos notar que  Bruce Timm trouxe este estilo de volta, pois sua versão não difere em nada dos irmãos Fleischer. Basta prestar atenção nas similaridades. O kriptoniano é forte, mas sofre em alguns momentos para concretizar sua tarefa.

A grande diferença está na abordagem de histórias por conta do espaço de décadas entre elas e a já citada mudança na tecnologia. Podemos ver isso claramente nos vilões enfrentados, porque enquanto na versão de 1941 o Super enfrenta cientistas malucos, bandidos, robôs, chuva de meteoros, esfria um vulcão em erupção ou detém um enorme dinossauro.

Enquanto que em 1996 temos Lex Luthor, Brainiac, Darkseid, Metallo,Mxyzptlk, Live Wire e Vulcana (que foram criadas exclusivamente para animação e depois entraram pra continuidade). Lembrando que Vulcana apareceu na animação da Liga da Justiça.

Lois Lane é uma das minhas musas dos quadrinhos preferidas e aqui em Terra Tupiniquim no período Pré-Crise era chamada de Miriam Lane (não sei explicar porque era assim).

A intrépida repórter  tinha um ótimo faro pra notícia e também seu azar era justamente proporcional para cair numa encrenca. A Lois de Fleischer tinha um ar de pin-up fascinante, porque seu gestual é lânguido e sensual sem ser forçado (agindo de maneira natural).

E quem escreve a maioria das matérias sobre o herói é ela (e não Clark Kentcomo foi mostrado na versão de John Byrne). A melhor parte é que Clark não tem nada de bobo ou atrapalhado. Este tipo foi muito bem aproveitado pelo saudoso Christopher Reeve pro filme,  de 1978.

O Clark Kent de Fleischer é calmo, discreto e troca de roupa em diversos locais. Tanto que numa cabine telefônica fez isso apenas uma única vez (e ficou marcado pra sempre). Ele também troca na sala de limpeza forma que foi imortalizada por George Reeves.

Superman: Recomeço

Quando a Saga Ponto de Ignição terminou a DC Comics trouxe os Novos 52. Uma referência a um novo Multiverso com 52 Terras Paralelas (aonde tinham 52 revistas para vender). Reformulando e reiniciando todo seu panteão com novas histórias e uma nova cronologia.

E uma das principais atrações foi esta nova abordagem do kriptoniano que ficou bastante diferente da versão criada por John Byrne, pois além da cueca vermelha ter desaparecido (já estava na hora mesmo) o herói era motivo de muitas piadinhas por conta disso.

Vindo de um enorme histórico de queda na popularidade, de baixas vendas ao longo dos anos, pois perdeu até para o Morcegão neste quesito.

O Azulão voltou a crescer aos olhos do público nesta volta ás origens clássicas de  sua origem, de 1938. Com todos aquelas frases interessantes do período: mais forte que uma locomotiva, capaz de pular prédios num único salto e mais rápido que uma bala.

Poucos superpoderes como: superforça, invulnerabilidade, superaudição e visão de raio-x. Clark Kent mora num prédio de apartamentos velhos e tem problemas para pagar o aluguel.

Sabemos que detém outra referência marcante deste período inicial ao lutar pelos fracos e oprimidos. Trajando uma calça jeans, botas e uma capa pequena e indestrutível demonstrando um  forte senso de moral entre certo e errado. E agindo contra qualquer pessoa que se opor em seu caminho.

Misturando fatos da cronologia tradicional e trazendo alguns elementos novos (como o traje nano-tecnológico) acabou despertando a atenção dos fãs. E consolidando esta fase no aumento da venda de suas edições.

Os Novos 52 mostrou ser uma grande ideia inicialmente, mas com o tempo revistas foram canceladas, pois o mercado editorial americano é muito concorrido. E pra ser sincero trabalhar com tantas edições assim é história demais pra  manter o nível de qualidade por um bom tempo.

Porém tudo isto irá culminar em Superman: O Homem de Aço filme dirigido por Zack Snyder o famoso diretor de 300 e Watchmen. Mais que também exibe em seu currículo o terrível Sucker Punch (tendo de bom apenas a beleza de suas atrizes) que poderia ter tido um final bem melhor do que foi mostrado. Eu realmente tinha medo se este reinicio nas telonas tivesse apenas a mão deste diretor.

Contudo para alívio geral dos fãs ainda temos  na produção Chris Nolan que demonstrou na recente trilogia do Morcegão a adaptação á altura do herói de Gotham City (acredito que veremos uma boa dose da criatividade dele nisto tudo).

A situação cinematográfica do Homem do Amanhã não é uma das melhores, pois o fracasso de Superman: O Retorno, de 2006 (ainda repercute em nossas memórias).

Posso dizer que  pelos trailers que tenho visto na web O Homem de Aço veio pra confirmar sem sombra de dúvidas que o Superman é o maior herói de todos os tempos (não só dos gibis, mas também do cinema).

A abordagem está mostrando que Kal-El se questiona por ter superpoderes e a grande ameaça do General Zod  fará o herói definitivamente escolher seu caminho.

Falando em Zod notamos que será o mais cruel vilão da história recente de filme de quadrinhos. E pensando que pelo sucesso deste longa haverá sim uma franquia pra Liga da Justiça qual seria o vilão?

Sinceramente não poderia deixar de pensar em Darkseid sendo que o vilão não daria as caras logo de primeira (ficando apenas manipulando alguma marionete) para depois realmente cair na porrada com o kriptoniano.

Fato que demonstra seu M.O. Sendo que  ainda temos o monstro Apocalypse visto que a forma abordada na animação da Liga da Justiça ficou ótima. E você qual vilão gostaria de ver no filme da Liga?

Pra fechar,  será que Superman: O Homem de Aço irá realmente consolidar esta nova imagem do herói kriptoniano? Só o tempo poderá nos responder.

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HQ

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Superman – Os Novos 52! – n° 0

Na capa  o editor da Distinta Concorrente  no Brasil Bernardo Santana nos inspira a desvendar como foi o início desta nova abordagem dos personagens da editora.

Dizendo que nada é o que parece ser e temos a grata certeza que nossa viagem pelas páginas serão claramente um misto de mistério e aventura no mínimo gratificante.

A história começa com Clark indo numa loja de silk screen pedindo que comecem a colocar em camisas o escudo do Superman.

Eu pensei que era dar mole demais, pois sendo um bom repórter alguém era só buscar na  loja pra saber quem foi que fez o pedido e pronto descobririam sua identidade secreta, mas não é bem isso que vemos acontecer.

E então Clark comparece numa entrevista com George Taylor editor do Estrela Diária (seu primeiro trabalho nas HQs originais, de 1938). Depois ele está no apartamento de Jimmy Olsen que nesta versão é filho de um ricaço (algo que eu nunca havia lido antes).

Eles estão  comentando sobre um jogo aonde Clark descobre referências de alguns filmes desconhecidos. Clark está de mudança para o apartamento que conhecemos nas edições anteriores.

A edição 0 se conecta com tudo que já estava acontecendo nas histórias anteriores do kriptoniano. Quando Clark estava investigando Glen GlenMorgan uma policial foi sequestrada por capangas no alto do prédio, porém Clark chega e  leva um míssil á queima roupa  caindo do prédio desacordado.

É quando um garotinho que dá nome ao título da história “O Menino que Roubou a Capa do Superman” aparece. Aqui temos a arte de Ben Oliver e roteiro de Grant Morrison.

Trata-se das primeiras aventuras do Superman em Metrópolis e como seu surgimento causou impacto na mídia. Com Perry, Lois e Jimmy discutindo o que deveria ser aquele “S” em seu uniforme.

O pai das crianças (sua imagem é calcada no cantor Elvis Presley)  infelizmente bate neles. O mais velho está usando a capa do Superman e ajuda o seu irmão menor a fugir. Quando pai ameaça as crianças no trilho do trem vemos uma das frases clássicas do Homem de Aço “mais forte que uma locomotiva”, pois salva o menino de ser estraçalhado.

Esta história é mostrada por meio de cortes que são interligados para torna-la numa só.

Na segunda “A Origem das Espécies“ (título do livro de Charles Darwin) temos a origem do personagem Adam Blake ou o Superman Esquecido algo que deve ser relevante para histórias futuras.

Eu pessoalmente não gostei do Blake, mas suponho que Erik Drekken tenha alguma importância em relação a esta continuidade que desconheço.

A história seguinte “O Fim do Começo”, conta com arte de Mahmud Asrar e roteiro de Michael Green e Mike Johnson.

Nela também temos a nova origem da  Supergirl mostrando que Zor-El também era um cientista renomado em Krypton (mais fazia experimentos escusos). E que ele não se dava bem com seu irmão mais novo Jor-El.

Zor-El é responsável pela existência das arrasa-mundos que acabaram enfrentando Kara. Esta história comprova a confusão mental de Kara ao encontrar Kal-El aqui na Terra adulto, pois ela havia visto ele bebê em Krypton.

Podemos notar que existe uma diferença entre Jor-El e seu irmão Zor-El. Algo que fica evidente na convivência familiar, porque Allura não aceitou a decisão de Zor-El de salvar Kara da iminente destruição de Krypton.

Só que podemos entender que Zor-El havia modificado o DNA de Kara (suponho que foi para torna-la mais forte) vamos ver o que acontece no futuro.

Em “Todo Fim tem um Começo”, temos uma aventura de Jor-El no centro de Krypton constatando sua descoberta científica de que o planeta irá morrer.

A parte mais intrigante é que já havia kriptonianos sabendo da iminente destruição do planeta e que não queriam que a descoberta de Zor-El tivesse êxito.  E que Lara além de uma cientista também lutava bastante bem é algo totalmente novo na personagem.

Vemos também Kal-El presenciando os últimos momentos da existência de seu planeta (e se não me engano não é a primeira vez que isso acontece).

Não sei se alguém reparou no cientista kriptoniano Kra-Hu, pois suas feições me pareceram ter sido baseadas no ator Morgan Freeman (está parecido demais com ele).

A quinta história “Protetor das Estrelas”, conta com o roteiro de Fabian Nicieza e arte de vários desenhistas (que sinceramente não gostei da maioria). Mostrando o planeta DEM e contando a origem do vilão espacial Hellspont.

Um enredo que envolve sete escolhidos para concretizar uma antiga profecia que ao longo dos séculos transformou-se numa fábula infantil espacial. A única coisa que gostei mesmo foi a participação da Estelar que estava linda demais.

E a citação ao planeta Marte (MA’ALECA’NDRA como  descrito no livro John Carter de Marte). Fora isso fica evidente que haverá uma batalha espacial envolvendo todos os heróis e que não será nada fácil (dado ao nível de poder incomensurável de Hellspont).

Apesar da arte que pra mim não ficou legal, mas demonstrou que algo muito ruim está para acontecer. Porque vemos o Caçador de Marte, Gavião Negro, Estelar  e o Bandoleiro além do próprio Homem de Aço que até se questiona se estará á altura do problema cósmico que irá enfrentar.

Em “Amigos Ausentes”, com arte de Cafu (não confundir com o jogador de futebol) e roteiro de Sholly Fisch. Vemos todos os amigos de Clark prestando uma homenagem após sua morte.

Clark “supostamente” morreu depois de salvar seu editor George Taylor de morrer soterrado numa explosão. Temos depoimentos de como era o caráter e de como Clark Kent realmente se importava com as pessoas.

Tudo sendo dito por Jimmy Olsen, Perry White, Lois Lane e George Taylor (e no final Superman estava ouvindo tudo do lado de fora entristecido). Foi uma das poucas histórias que eu realmente gostei.

Pra terminar em “Encontros Têxteis”, temos novamente a arte de Cafu e roteiro de Sholly Fisch. Voltamos ao início quando dois turistas vão numa loja para comprar uma camiseta do Superman.

O dono da loja conta que o próprio Homem de Aço compra suas camisas lá, mas os clientes saem incrédulos. Ficou no ar que talvez sua história possa ter sido verdadeira, porém há diversas lojas na rua alegando a mesma coisa (é uma história que não tem importância nenhuma).

Esta edição n° 0 ficou bem sugestiva deixando em aberto que virão arcos de história que deverão ser bons.

Eu pretendo acompanhar na medida do possível e creio que Bernardo Santana estava certo ao comentar para esperarmos o inesperado.

HQ: Superman: Os Novos 52! – n° 0

Editora: Panini Comics/ DC Comics

Mês/Ano: Jun/2013

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Imagens

jim lee

Superman

O Finado Sr. Kent  é o nome de um episódio do desenho Superman: A Série Animada.

O desenho começa com o enterro de Kent e nas sombras Superman assiste a tudo pesaroso. Em flashback ficamos sabendo que Clark Kent “morre” supostamente após sofrer um atentado quando estava investigando um caso.

O réu que iria para a cadeira elétrica alegava ser inocente e Clark foi atrás averiguar os fatos para não deixar que nada ficasse de fora. Na verdade o culpado era o Detetive Bowman.

O episódio não é um dos melhores da animação mais me lembrei dele, porque aconteceu algo praticamente semelhante nas HQs atuais. O fato não é algo novo, pois aconteceu outras vezes. Algo que também tivemos na edição especial A Morte de Clark Kent.

Nesta história quando o vilão Conduíte descobre a identidade secreta do herói  passa a infernizar a vida de Clark num plano para matar não só ao Superman, mas todos os seus amigos e familiares.

Tudo começa com Kent recebendo um boneco do Superman de óculos, com uma  faca enfiada no peito. O vilão Conduíte é Kenny Braverman que estudou com Clark, em Smallville.

Eles eram amigos e rivais no esporte, pois Kenny sempre perdia pro Clark e o pai de Kenny dizia que desejava ter um filho como Kent. Isto gerou uma inveja e ódio enorme em Kenny que algum tempo depois descobriu que Superman e Clark Kent eram a mesma pessoa.

Conseguindo superpoderes derivados de uma kriptonita, Kenny decidiu derrotar e matar seu ex-amigo/rival e também no processo assassinar todos os seus amigos e familiares. Mais além destas duas “mortes” temos uma outra mais recente (que me deu a ideia para este texto).

Depois de mais de 70 anos usando a identidade secreta mais conhecida do mundo inteiro Kal-El vulgo Superman teve que deixar seu alter ego morrer “de novo”.

O Azulão voltou a crescer aos olhos do público nesta volta ás origens clássicas, de 1938. Com todos aquelas frases interessantes do período: mais forte que uma locomotiva, capaz de pular prédios num único salto e mais rápido que uma bala.

Poucos superpoderes como: superforça, invulnerabilidade, superaudição e visão de raio-x. Clark Kent mora num prédio de apartamentos velhos e tem problemas para pagar o aluguel.

Sabemos que detém outra referência marcante deste período inicial ao lutar pelos fracos e oprimidos. Trajando uma calça jeans, botas e uma capa pequena e indestrutível demonstrando um  forte senso de moral entre certo e errado. E agindo contra qualquer pessoa que se opor em seu caminho.

Desta fase destaco algo que vi no próximo longa Superman: O Homem de Aço, pois Henry Cavill está preso conduzido por militares e nos gibis acontece fato semelhante na HQ “Acorrentado” quando o herói é aprisionado pelo governo e torturado por Lex Luthor.

Na edição Superman n° 11 somos apresentados “A Nova Identidade Secreta do Superman”, seu nome é Johnny Clark, um bombeiro que salvou o editor Sr. Taylor do Estrela Diária de morrer quando uma bomba explodiu no prédio.

O tal Sr. Taylor na verdade é uma referência a George Taylor o editor do jornal Estrela Diária original de 1938 quando o Homem de Aço surgiu nos gibis.

Superman acaba pedindo conselhos ao Batman por ter acabado com a vida de seu alter ego e perdido todos os seus amigos e vida própria neste processo.

Felizmente esta perda de identidade secreta não durou muito, pois na edição Superman n° 12 trouxeram o velho Clark Kent de volta do reino dos mortos.

Eu sinceramente não gostei de duas coisas nesta história. Uma foi o Superman Esquecido (um ser tão extraordinário quanto Kal-El). E segunda que estranhei foi o acidente gravíssimo que Lois sofreu, porque Superman aprendeu tudo sobre medicina lendo livros no hospital em apenas alguns segundo salvando-a de morrer.

Claro que é do Super que estou falando e em termos de quadrinhos sei que pode ser possível, mas detestei tal argumento (pra mim seria melhor que Lois não tivesse ferimentos sérios).

Voltando, Johnny Clark foi o rapaz que veio  de Keystone e passou a integrar o Corpo de Bombeiros de Metrópolis sua existência foi meteórica, mas  mostrou algo inusitado a mudança de identidade secreta do kriptoniano.

Aliás o fator mais importante neste assunto é que Kal-El ao não usar uma máscara faz todos pensarem que não precisa de uma identidade secreta para esconder sua vida privada (e este sempre foi seu grande trunfo).

Veja na galeria abaixo algumas imagens do Homem de Aço

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Batman: Através dos Tempos

DK

Batman: O Cavaleiro das Trevas – parte 1

De abril de 1985 a março de 1986, todo o Universo DC foi recriado da estaca zero. A maxissérie de 12 números Crise nas Infinitas Terras lançou as bases para a total reformulação das centenas de personagens da editora (e Batman não foi exceção).

Em junho de 1986, foi lançada Batman: O Cavaleiro das Trevas (Batman: The Dark Knight Returns), um dos mais significativos acontecimentos das HQs na década de 80, não só pela qualidade, mas pelas mudanças que impôs ao perfil da indústria dos Comics.

Após essa minissérie de quatro números, escrita e desenhada por Frank Miller, e editada num formato luxuoso sem precedentes, Batman e os quadrinhos, em geral, nunca mais seriam os mesmos.

Nas suas páginas, o herói não era mais o personagem idealizado dos tempos antigos, e seus inimigos – o Coringa, em particular – jamais foram tão letais.

Quando li BCT pela primeira vez, em 1986. Eu estava com 14 anos, e iniciando no mundo dos quadrinhos. Foi como se algo surpreendente fosse mostrado pra mim, pois a série cômica de 1966, ainda era algo recente em minha memória afetiva (visto que aqui no Brasil havia sido veiculada, em 1982).

Bruce estava com quase 60 anos e era psicologicamente atormentado pela fera que  inutilmente queria trancafiar dentro de si “Batman”tentou levar uma vida comum, mas Ghotam City é assolada por uma onda de crimes que faz o Morcego reerguer-se abruptamente.

O Morcego volta á ativa e a notícia se espalha indo parar em acalorados debates  vistos pela TV.  Há dez anos o  governo norte-americano havia proibido os super-heróis de agir em público e Batman não está nem aí pra isso. Agindo brutalmente para retomar as rédeas de sua cidade.

A parte mais incrível era algo que seria inconcebível um embate ideológico e titânico entre Batman e Superman, pois haviam deixado de ser os grandes amigos das décadas anteriores. Simplesmente foi algo magnífico e sem precedentes.

Um dos fatores mais importantes da HQ é resgatar as origens sombrias do herói original, aonde era visto como um temido vigilante que a polícia combatia. Essa revisão influenciou tudo que foi feito com o personagem nas décadas seguintes repercutindo até nos dias de hoje.

Depois de tantos anos esta HQ ainda continua a ser maravilhosa e pra mim a pergunta  que não quer calar é como um homem que quase no declínio de sua vida consegue

combater o crime daquela forma? A explicação não surgiria de forma tão fácil, mas é do Batman que estamos falando, e ele é imprevisível.

Batman é um herói fascinante, porque ao longo das décadas já foi reinventado diversas vezes, mas sempre conseguiu de maneira implacável amedrontar a mente e a alma dos malfeitores.

E quem poderia imaginar que depois de mais de 20 anos iriamos ter um longa animado desta graphic novel?

Nesta primorosa animação o Homem Morcego consegue ser  tão assustador quanto em sua concepção original, de 1939. Quando Gordon liga para mansão e o telefone vermelho toca lembrei da série de 1966 que também tinha um contato direto com a chefatura de polícia.

A melhor coisa nisto tudo é ver os fatos da referida história e de como ela continua a ser tão instigante e atraente.

O longa animado consegue manter toda a carga psicológica da HQ, principalmente, na parte em que Batman entende  profundamente a dualidade perturbada da existência de Harvey Duent.

Eu notei algo curioso quando o mutante entra na loja de conveniência para assaltar, na estante de HQs mostra rapidamente três edições. Uma do Monstro do Pântano, uma do Sandman e outra de V de Vingança. Se não me engano foi uma homenagem para Alan Moore e Neil Gaiman, dois artistas que também revolucionaram o mundo da nona arte.

Outro fato foi a cena que foi retirada é aquela em que o General do exército que vendia armas para os mutantes comete suicídio e Batman segura seu corpo inerte envolto pela bandeira americana.

É estranho notar que a sequência da narrativa não está totalmente igual a da HQ, pois foi alterada drasticamente, pois eu não gostei de algumas mudanças. Talvez seja para angariar ao público infanto-juvenil. Sinceramente os fãs mais xiitas vão torcer o nariz pro que foi feito.

Infelizmente já deu pra notar que estão querendo ser politicamente corretos nesta adaptação será que vão mostrar todos os aspectos da Guerra Fria como havia na HQ?

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Batman: O Cavaleiro das Trevas – parte 2

Acho que praticamente tudo já foi dito no comentário anterior, pois não há nada muito de relevante para acrescentar (mais vou fazer assim mesmo).

A animação continua com a temática original de tudo ser mostrado em conjunto com a TV. A Gangue Mutante foi dividida na facção Os Filhos do Batman que marcham sobre a égide do Morcego.

Mas o fato principal é o reaparecimento do Coringa que volta de um estado catatônico (por causa do retorno do Morcegóide).

O presidente ainda continua a ser Ronald Reagan que convoca o Homem do Amanhã para cuidar da baderna em Gotham City e no caminho amansar um certo roedor alado.

Quando o Azulão passa voando por um jornaleiro podemos ver as edições de Flash de Dois Mundos e a original da Liga da Justiça dos anos 1960.

A parte engraçada foi a batata quente chamada Batman sendo jogada do Presidente para o Governador, do Governador para o Prefeito e do Prefeito para a Comissária Yendell.

Logo em seu primeiro ato de posse ela sai a caça do vigilante. É interessante lembrar que Jim comentou com ela que há homens grandes demais para se deter (fato que estava falando claramente do Morcegão).

Na conversa entre Kal e Bruce a águia pega entre suas garras um rato formando uma alusão a batalha que logo haveria entre os heróis.

Enquanto Batman destrói o esquadrão inteiro da Comissária o Sr. C. tem uma memorável noite de estreia num programa de TV matando todas as pessoas no auditório. Mostrando que mesmo velho ainda é um perigoso serial killer (sinistro demais).

A segunda parte da animação consegue prender nossa atenção do início ao fim (trazendo o grande e esperado clímax). Ainda mais na luta entre Superman e Batman  no Beco do Crime, pois quando a guerra entra numa das casa há um quadro na parede homenageando Christopher Reeve.

A cena de luta foi extendida, pois o Morcego não aguentaria uma luta desenfreada e poderosa daquele jeito contra o Escoteiro Azulado.

Sinceramente é na luta contra o Coringa que vemos notadamente que esta animação (mesmo tendo sido baseada numa das HQs mais importantes da história dos gibis) manteve alto nível de violência e grandes sacadas políticas fazendo nossa viagem ser muito mais interessante e nostálgica (para os fãs mais antigos).

Mesmo mantendo a mudança injustificável que havia sito feita no status quo da Mulher-Gato (transformando-a numa prostituta). Ou ainda vendo Alfred morrer (algo que foi marcante e triste pra mim).

Afirmo que  todo fã  que seja do Batman ou de quadrinhos em geral deve assistir esta animação, pois aborda de maneira satisfatória a grande e clássica HQ.

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Crítica

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Oz: Mágico e Poderoso

Será que está faltando criatividade em Hollywood? Ou simplesmente inventaram um novo e rentável filão?

Aqui temos mais um conto de fadas adaptado para superprodução, pois recentemente tivemos Alice no País das Maravilhas, João e Maria e Branca de Neve.

O Mágico de Oz é algo especial pra mim, porque ficou guardado em minha memória afetiva na interpretação de Dorothy feita pela atriz Judy Garland.

Dizem as lendas que Judy Garland tinha apenas 16 anos quando entrou pra história interpretando a mocinha e a canção Over the Rainbow é mundialmente famosa elevando de vez a menina ao estrelato.

Nesta história (acho que todos já conhecem) Dorothy  que estava no Kansas na companhia dos seus avós é levada durante um furação ao lado do cãozinho Totó para o encantado mundo de Oz.

Sua aventura começa quando chega num mundo diferente e espetacular caindo sobre uma malvada bruxa, mas seu maior e verdadeiro desejo é voltar para casa.

E durante a jornada encontra seres totalmente estranhos  pelo caminho um leão covarde, um espantalho que deseja ser inteligente e um homem de lata (que me impressionou bastante quando vi).

Durante a viagem a turma segue pela estrada de tijolos amarelos e viram amigos indo buscar ajuda do incrível Mágico de Oz que mora na cidade das esmeraldas.

E enfrentam a temível Bruxa do Oeste é uma aventura mágica (coloquei o trocadilho de propósito mesmo).

Lembrando que Michael Jackson também trabalhou em o Mágico de Oz numa versão musical dançante, de 1978. Ele era o Espantalho atuando ao lado de sua madrinha Diana Ross que fez Dorothy.

Bom, vamos ao filme. Em Oz: Mágico e Poderoso temos logo na introdução (toda feita em preto e branco) ficou bastante interessante pra mim.  Ainda mais com direção de Sam Raimi e música de Danny Elfman (ex-Oingo Boingo).

Oz (James Franco – lembrando que interpretou Harry Osborn na franquia de Raimi) é um mágico charlatão de quinta categoria.

A história começa no Kansas como no conto original e temos citações a Thomas Edison e Harry Houdini. Então suponho que somos ambientados no que me pareceu  entre o final do século XIX ou início do XX.

Oz que na verdade se chama Oscar Diggs trabalha num circo mambembe sendo dono de uma total falta de ética e um mulherengo incorrigível. Quando o Homem Forte descobre que sua mulher o traiu com o mágico (Oz sobe num balão sendo tragado pelo furacão).

Não sei porque isto me lembrou da animação do Mickey na qual estava limpando o jardim da Minnie e um pequeno furacão atrapalhou tudo.

Causando uma confusão musical muito inesquecível e ao final quando Mickey diz que iria ficar sem torta. Minnie faz questão de lhe entregar jogando-a em seu rosto.

Voltando, durante o furacão Oz é transportado para um outro mundo ocorrendo a mudança de preto e branco para colorido (se não me engano esta parte conecta ao clássico, de 1939).

Estamos num mundo colorido e espetacular repleto de sons e formas incríveis. Oz encontra  Theodora (Mila Kunis), a bruxa boa que acaba acreditando que ele seja o mágico da profecia (e se apaixonando perdidamente por Oz).

Achando que encontrou fama e fortuna fácil Oz está disposto a ajudar Theodora, mas é justamente sua irmã Evanora ( Rachel Weisz) que duvida de suas intenções mostrando ser uma manipuladora cruel.

Aliás temos uma ótima atuação tanto de Rachel Weiz quanto de Mila Kunis quando Theodora sentiu-se rejeitada pelo seu amado e sua irmã mostrar a verdadeira personalidade Oz (manipulando-a descaradamente).

Quando Oscar ajuda a menina de porcelana que estava quebrada aquilo foi uma cena comovente foi neste momento que o personagem começou a mudar.

A parte interessante coube a feiticeira Glinda (Michelle Williams) que de maneira sutil demonstrou a Oz que deveria buscar quem realmente desejava ser.

Gostei demais do macaco voador Finley que era apenas um assistente do mágico, mas que depois tornou-se seu amigo e fiel confidente.

Oz: Mágico e Poderoso parece preceder o filme clássico no qual Judy Garland trabalhou e sinceramente se começarmos comparar iria ficar muito abaixo do que foi (historicamente falando).

A importância da primeira versão por utilizar o technicolor, mas se você não quiser pensar por este prisma vale a pena parar pra assistir.

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Desenho Antigo

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Os Jetsons

É a segunda família mais famosa dos desenhos da Hanna-Barbera. Os Jetsons também surgiram durante os anos 60.

Enquanto que nos Flintstones vemos como seria a vida na Idade da Pedra com os Jetsons estamos na Era Espacial. No desenho a humanidade pode viajar entre os planetas de forma simples e isso é muito comum.

George Jetson é um esforçado pai de família, mas que demonstra ser bastante atrapalhado em algumas situações. Jane Jetson é sua dedicada esposa que organiza a casa, mas quem faz a maioria dos trabalhos domésticos é a robô Rosie.

Lembrei que Jane gosta muito de mudar seu visual num episódio chegou até a ganhar um concurso de beleza.

Os filhos do casal são Judy Jetson, uma adolescente que curte roupas, adora namorar, escuta rock n’ roll, conta sua vida pro dário e estuda na Escola Secundária Orbit. Elroy é o caçula que estuda na Little Dipper School suas matérias preferidas são História Espacial, Astrofísica e Geometria Estelar(demonstra ser muito inteligente).

Na companhia deles está Astro cão de estimação da família (que pode falar). Além de carregar os chinelos de George, Astro adora ficar na cadeira preferida de seu dono.

Depois surgiu outro mascote na família que foi Orbitty, um alienígena fofinho que utiliza as cores pra expressar suas emoções.

George trabalha três horas por dia pro chato do Senhor Spacely, um baixinho folgado dono da companhia Spacely Space Sprockets. Sua função é ligar e desligar o computador R.U.D.I. (sigla em inglês para Referential Universal Digital Indexer).

Quando está de folga George joga Spaceball (tipo de Baseball) com Elroy. Tanto RUDI, quanto Astro são os melhores amigos de George.

Há ainda outros personagens coadjuvantes como Henry, o zelador do prédio que age como faz tudo ajudando em diversas tarefas. Seu robô Mac tem uma queda por Rosie sendo correspondido por ela.

Temos também a Senhora Stella Spacelly esposa de Cosmo, Arthur filho do casal e a Senhorita Galáxia secretária do Spacelly.

Outro chato de galocha é o Senhor Cogswell dono da Cogswell Cogs, uma empresa concorrente do Spacelly. Cogswell e Spacelly ficam brigando direto, pois tentam arranjar meios que a empresa do outro naufrague.

Durante os episódios há um policial que surge regularmente, mas não lembro do seu nome.

A parte mais fascinante dos Jetson é sua tecnologia mostrando carros voadores (com painel de bolha), toda cidade suspensa por sobre o chão tendo até colunas que se ajustam (conforme o clima que estiver fazendo).

Uma comodidade em todos os lugares com botões pra todo tipo de necessidade que houver, videochat (conversando por monitor), transporte de tubo a vácuo (algo que facilitava a movimentação dos personagens).

Como curiosidade enquanto que nos Flintstones o nome das celebridades tinha haver com pedra (ou Stone no original). A mesma situação foi aproveitada com os Jetsons com personagens usando Space ou sobrenome de planetas.

Além dos cenários caprichados e tecnologia citada acima os Jetsons apresentava muto rock em seus episódios. A música “Eep Opp Ork Ah-Ah” composta por Judy pro seu ídolo Jet Screamer é a mais famosa do desenho.

Os Jetsons é um desenho marcante, pois apresenta personagens carismáticos, muito divertidos e uma possível vida futurista que logo estaremos vivendo.

 

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Wallpapers

Jeannie

Girls

Estou sempre viajando pela web  e acabo encontrando diversas imagens de personagens  diferentes tanto de anime, desenhos, games, filmes e séries.

Então guarde em sua coleção alguns dos melhores wallpapers que consegui garimpar

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Pin-up

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Art Frahm

É um artista reconhecido mundialmente por conta de suas figuras de “damas em perigo“.

São situações que podem acontecer em qualquer lugar público aonde a calcinha da moça cai de repente no chão causando um enorme constrangimento.

Notamos que no rosto dos homens em volta há um grande ar de satisfação ao presenciar uma cena inusitada destas.

A parte mais interessante em seu trabalho não é a sensualidade da ocasião, mas a forma doce e suave de expressão no rosto de suas modelos (mesmo quando a situação não permite tal pensamento).

Confira na galeria abaixo  algumas modelos de Art Frahm

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