Arquivo do mês: outubro 2013

Batman: Através dos Tempos

Batman - A Queda do Morcego (Knightfall)

Batman anos 90 – parte 1

A Queda do Morcego

Se no cinema Joel Schumacher inexplicavelmente conseguiu afundar a franquia do Homem Morcego mais rápido que o Titanic com filmes que sofreram com a influência da antiga série televisiva. Nos gibis as histórias estavam agradando aos leitores.

Perto do final dos anos 80 tivemos o arco Morte em Família, no qual o segundo Menino-Prodígio, aquele chato do Jason Todd numa histórica votação dos leitores foi desta pra melhor (aleluia). Este fatídico acontecimento causou um dano terrível na vida do Morcegão que estava no fundo do poço arranjando várias formas de morrer.

Pena que trouxeram o infeliz de volta apenas para atormentar o já sofrido herói (como foi visto em Sob o Capuz).

Bom, tivemos diversos aspectos marcantes como o surgimento de Tim Drake e sua ascensão como Robin, o melhor depois de Dick Grayson. De longe Tim era bastante superior aquele arrogante do Jason, pois descobriu sozinho a identidade secreta do Morcego (um hacker muito inteligente).

Então Bruce depois de relutar bastante viu que não tinha jeito e resolveu treina-lo junto com Dick para Tim poder tornar-se o novo Robin.

Tivemos o arco, A Queda do Morcego, mostrava um Bruce Wayne cansado quase doente. Tudo por causa de um plano magistralmente bem armado no qual o astuto Bane conseguiu o que nenhum outro vilão fez “quebrar” o Batman. E não foi apenas no sentido literal, pois o herói estava exausto tanto no aspecto físico quanto no emocional.

Bane era tão obcecado  em derrotar o herói que sabia se o enfrentasse no auge não venceria de maneira nenhuma.  Então para enfraquecê-lo libertou “todos” os detentos do Asilo Arkham. Além de ter que cuidar dos criminosos que já estavam nas ruas o Morcego teve que prender novamente os que haviam fugido.

Enquanto ia fazendo isso quase que incessantemente Bruce estava descansando bem menos do que o normal até chegar numa exaustão tão grande que não conseguia fazer mais nada. Foi neste momento que Bane aproveitou-se para então numa cena clássica partir o Homem-Morcego ao meio.

A espinha do Morcegão foi fraturada em sua própria Batcaverna, pois o vilão havia descoberto sua identidade secreta. Bane queria apenas humilhar e subjugar o Cavaleiro das Trevas(uma história bem elaborada que durou várias edições).

No filme o Cavaleiro das Trevas Ressurge temos alguns aspectos da origem de Bane.

Enquanto Bruce Wayne esteve fora de Gotham numa cruzada pessoal para encontrar uma cura de sua paralisia. Tivemos o caminho aberto para o surgimento de um novo Batman.

 Jean-Paul Valley era o destemido anjo vingador Azrael, que  veio da Ordem de São Dumas, uma sociedade secreta de assassinos que faziam lavagem cerebral em seus agentes.

Batman havia ajudado Jean-Paul a sair da irmandade, mas a mente dele era instável demais. O rapaz foi convocado por Bruce para temporariamente substitui-lo. Só que ao vestir o manto Valley ficou mais violento usando uma armadura sombria e expulsando Tim Drake da caverna e até matou um criminoso (era influência dos heróis sombrios que pipocavam nas HQs durante aquele período).

Assim que foi curado “milagrosamente” pela Doutora Shondra Kinsolving Bruce retornou a Gotham City  a fim de retomar sua cidade, mas teve que derrotar Jean-Paul que não queria devolver seu manto.

Depois disso Bruce teve que se ausentar novamente e deixou Gotham sob os cuidados de Dick Grayson seu primeiro pupilo. Respeito Dick por ter saído de baixo da asa de seu mentor e ganhou vida própria ao  assumir o manto de Asa Noturna.

No arco Filho Pródigo, uma alusão a história bíblica, tivemos uma Dupla Dinâmica formada por Dick e Tim protegendo a cidade. O Batman de Dick é menos enérgico e menos autoritário formando uma ótima dupla com Tim que mais pareciam ser irmãos.

Filho Pródigo serviu também para resolver e discutir o passado de pai e filho entre Bruce e Dick Grayson.

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Catástrofes

Além da crise existencial que passou para retomar seu caminho como Cavaleiro das Trevas, Bruce Wayne teve que lhe dar com uma contaminação do vírus  mortal Ebola Gulf que matou centenas de pessoas na saga Contágio.

O pânico estava estabelecido na população de Gotham com as pessoas se revoltando e destruindo a cidade (havia muito trabalho para nossos heróis mascarados). Até Robin havia contraído a doença e “quase” não escapou.

A solução veio com Batman, Oráculo e Azrael que anteriormente sofria alucinações com São Dumas (sinceramente o cara era doido de pedra), mas conseguiu ficar estável e descobriu que a organização pra qual trabalhou era responsável pela disseminação do vírus. Então os três pesquisaram antigos arquivos secretos da ordem e conseguiram encontrar a cura.

Na saga o Legado do Demônio que foi uma continuação direta de Contágio, Ra’s Al Ghul, o vilão que se rejuvenesce usando o Poço de Lázaro, que destruir o mundo para purifica-lo e dominar tudo junto a sua Liga de Assassinos.

O vilão desejava disseminar um vírus em alguns lugares do mundo: Paris, Edimburgo, Gotham e Calcutá. E descobrimos que Bane tornou-se aliado de Ra’s e candidato a marido de Tália. Então Bane é derrotado em Gotham pelo Morcegão que também impede os planos de dominação do vilão secular junto a Robin, Asa Noturna, Caçadora e Oráculo. Em Calcutá Lady Shiva faz uma participação especial lutando ao lado do Homem-Morcego.

O que ninguém poderia imaginar aconteceu meses depois numa tragédia que não só assolou a vida de Bruce Wayne mais de todos os cidadãos de Gotham City.

No melhor estilo de filmes catastróficos tivemos as sagas Terremoto e Terra de Ninguém. Um terrível terremoto de escala 7,6 graus foi devastador para a cidade e numa decisão inconcebível o Congresso dos EUA declararia a cidade como Terra de Ninguém deixando-a abandonada e sem recursos.

Foi algo extraordinário o Morcegão convocou alguns dos seus aliados entre eles a Caçadora, James Gordon, Oráculo e até a Mulher-Gato para auxiliar a controlar a situação. A cidade foi dividida em diversos territórios e Batman formou parceria com velhos inimigos para manter a ordem nestes lugares.

Um caos social estava sendo remediado da única forma possível e mesmo assim a violência perpetrada pela gangues e pelo instinto básico de sobrevivência ainda surgia em vários pontos da cidade.

A cidade afundou na crise-pós terremoto e Lex Luthor teve um papel importante como reconstrutor a cidade, ao lado de Bruce Wayne, que criou acordos políticos no Congresso americano para reintegrar Gotham ao país.

Além do momento inesquecível em que Bane conseguiu “quebrar” o Morcego ao meio e sua cruzada para retomar sua vida após este fatídico acontecimento.

Os anos 90 foram marcantes porque tivemos a famosa série animada e a inclusão de personagens novos na mitologia do herói como: Tim Drake, Lady Shiva, Bane e Azrael, mas também por estas sagas que fizeram um estrondoso sucesso nas revistas Batman e Batman Vigilantes de Gotham alavancando suas vendas para o topo das listas na época.

Fonte de Pesquisa: MSH e Wikipédia.

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Crítica

a real american hero

Comandos em Ação (G. I. Joe)

Dizem as lendas que em 1964 a empresa Hasbro  lançou o conceito de action figures para meninos, pois na época boneco era somente coisa de menina. Foi a partir deste momento surgiu o termo action figure, Sam Weston inspirado na série  de TV O Tenente, criou o G.I. Joe .

Um action figure militar  de aproximadamente 30 centímetros que possuía 21 articulações e a possibilidade de trocar de roupa. O sucesso foi tão grande que em menos de três anos havia mais de 75 personagens.

Nos anos 1970, G.I. Joe e seus aliados se diversificaram em aventureiros, lutadores de Kung Fu e também super-heróis (deixando de ser produzido em 1978).

Então em 1982 numa pareceria entre a Marvel e a Hasbro voltaram a produzir os bonecos, desta vez, com 10 centímetros de altura e menos pontos articuláveis. Aonde cada personagem tinha uma história própria que possibilitou o surgimento dos Comandos em Ação fato que foi um sucesso tremendo.

Lembro que  eu era doido pra ter algum, mas meu pai não comprava de forma nenhuma (deveria ser caro). Eu ficava babando pela coleção de bonecos G.I. Joe que meu amigo Cliver tinha naquela época (lembro até de um overcraft grande muito maneiro).

O Falcon também fez muito sucesso aqui no Brasil  tem muito marmanjo que dedica um bom tempo a sua coleção (sortudos). Dizem as lendas que o Falcon era na verdade o G.I. Joe, mas aqui no Brasil modificaram o nome, talvez para que nós brasileiros assimilássemos melhor o personagem.

Voltando, Comandos em Ação virou uma febre, porque além dos brinquedos havia também gibis, games, quebra cabeça e principalmente uma saudosa animação lançada em 1983.

Comandos em Ação (no original G.I. Joe: A Real American Hero) na liderança do grupo estava o intrépido Duke que combatia os vilões com os melhores guerrilheiros de várias partes do mundo.

Minha alegria já começava na abertura com uma narração dos Joe no combate contra o terrorismo perpetrada pela a organização  Cobra e sua luta incansável para assegurar a liberdade de toda humanidade.

O desenho era repleto de ação com tiros, explosões e lutas mostrando realmente ter sido feito com base no estilo militar com aviões, tanques e armas. Tinha tantos personagens que tiveram que mostra-los dispersos ao longo dos episódios.

Devo confessar que eu tinha uma verdadeira queda pela Scarlett e pra mim ficou a impressão que Destro era mais assustador que o próprio Comandante Cobra.

Vimos Comandos em Ação no programa infantil Xou da Xuxa que devido ao seu enorme sucesso ganhou um horário próprio durante o domingo na grade da Rede Globo.

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Em 2009 tivemos G.I. Joe: A Origem do Cobra, dirigido por Stephen Sommers. Na história James McCullen (Christopher Eccleston) é o maior comerciante de armas do planeta. Seu histórico familiar contado no inicio da trama  já mostra isso (é uma herança de família fomentar a destruição).

Sua mais nova arma é o nanomites, robôs microscópicos que podem destruir qualquer coisa que encontrem em seus caminho, e capazes de serem desligados a qualquer momento.

Para entregar quatro ogivas com o material temos uma força tarefa do exército americano cm Duke (Channing Tatum) e Ripcord (o engraçadinho do Marlon Wayans), no entanto o comboio é atacado por uma força desconhecida comandada pela linda Baronesa (Sienna Miller).

O general Hawk (Dennis Quaid) é o comandante do G.I. Joe uma equipe militar de elite com integrantes do mundo inteiro e as ogivas eram pra serem entregues a ele.

Devido aos acontecimentos Duke e Ripcord alistam-se na equipe pra tentarem reaver o que havia sido roubado (para vingar seus amigos mortos).

Não queira ver um roteiro criativo, pois o filme não empolga em nada. A Origem do Cobra se preocupa muito em retroceder na vida de “todos” os personagens para mostrar sua motivação e conflitos pessoais.

Isso acaba virando boa parte do filme tornando-o chato pelo excesso deste recurso. Há várias cenas de ação com tiros,  explosões e perseguição. Os efeitos especiais soaram falsos num misto de cenas reais com várias outras em CGI.  Aliás isto me incomodou muito, pois tinha CGI em quase todas as cenas (foi horrível).

Salvando apenas a luta de Storm Shadow (Lee Byung-hum) contra Snake Eyes (Ray Park),  ficou interessante o momento em que Duke e Ripcord usam aquele exo-esqueleto em Paris num estilo parecido com o do Homem de Ferro e a destruição da Torre Eiffel que ficou impactante.

Os equipamentos militares surgem apenas como alegorias a serem vendidas como brinquedos já que a Hasbro estava envolvida no longa.  Fazendo tipo uma poluição visual por mostrar tantas aeronaves, tanques, armas e outras geringonças.

Stephen Sommers ainda coloca seu queridinho Brendan Fraser  numa rápida participação especial. E também temos o eterno vilão da franquia da Múmia Arnold Vosloo surgindo como Zartan, um mestre dos disfarces que assusta mais que o vilão principal (acho que já disse isso antes).

Mesmo com cenas repletas de adrenalina A Origem do Cobra ficou na pretensão de parecer uma mistura de desenho animado com game (estragando nosso entretenimento).

Ainda bem que podemos nos encantar apreciando a beleza de Scarlett (Rachel Nichols) que tem uma arma interessante e a sensual vilã Baronesa (que infelizmente deixaram de fora na continuação).

G.I. Joe 2 - Retaliação

G.I. Joe: Retaliação

Desta vez a história gira em torno das pretensões militares dos Estados Unidos que acabam desobedecendo um acordo internacional (e continuam a desenvolver ogivas nucleares).

Na verdade a organização Cobra assumiu o controle do país, pois Zartan, o Mestre dos Disfarces estava no lugar do Presidente dos Estados Unidos dando início a um plano de proporções catastróficas. O esquadrão G.I. Joe seguindo as ordens do “presidente” foram atacados numa emboscada e são praticamente todos exterminados em combate.

Os poucos remanescentes precisam sobreviver num país aonde são acusados de traição e ainda tentar encontrar o mandante daquela tramoia. Eles procuram a única pessoa em quem podem confiar, Joe Colton (Bruce Willis), o primeiro homem que teve a honra de ser chamado de G.I. Joe.

Esqueça tudo que foi visto no filme anterior, porque Retaliação mesmo não parecendo veio na intenção de recomeçar tudo. O roteiro ficou mais consistente com a narrativa focando e se concentrando somente nos Estados Unidos e não naquele estilo James Bond que rodava o mundo inteiro em 2009 (dava até pra ficar perdido por mostrar tantos lugares).

Zartan disfarçado de presidente (Jonathan Pryce) manda Storm Shadow e Firefly (Ray Stevenson) libertarem o Comandante Cobra de sua prisão.  Colocando em prática um plano que subjugará todo mundo.

O Comandante Cobra ficou bastante apagado, pois tanto Zartan quanto Firefly roubam suas cenas com interpretações absurdamente sinistras e marcantes. Alguém mais notou que o Comandante ficou parecido demais com Darth Vader tanto na forma de ser quanto na voz.

Os efeitos especiais ficaram bem melhores, pois não temos o uso extremo de CGI, possibilitando as cenas ficarem mais realistas.  O único momento que dá pra realmente perceber sua utilização é  na parte em que Jinx e Storm Shadow invadem o templo para resgatar Snake Eyes  dá até um frio na barriga.

Só que mudaram a rivalidade mortal que havia entre Snake Eyes e Storm Shadom que ficou trabalhada numa explicação mais plausível. Ficou estranha essa mudança, eu preferia que ficasse como estava estabelecido antes e não que virassem um tipo de “amiguinhos” de repente.

A presença de Bruce Willis e The Rock (como Roadblock) transformou o filme num misto de ação, humor e muita pancadaria sendo o que eles  fazem  de melhor. O Roadblock além de ser  cozinheiro luta bem pra caramba mostrando que o ator estava á vontade no personagem. Ficou bem mais convincente no papel principal que o Duke de Channing Tatum no filme anterior.

Temos a inclusão de duas personagens clássicas uma é Lady J. (Jaye), interpretada pela estonteante Adrianne Palicki, a Mulher Maravilha da série que não vingou. Seu histórico paterno mal resolvido funcionou bem com as infames piadas de Bruce Willis.

E também Jinx (Elodie Yung), uma ninja pertencente ao clã Arishikage (o mesmo de Snake Eyes) suas  cenas de luta são impactantes.

G. I. Joe: Retaliação deixou uma impressão que não precisa ter efeitos especiais mirabolantes para termos um bom entretenimento. Todos os personagens tiveram uma caracterização definida, temos frases de efeito pra quebrar o clima no momento oportuno e principalmente cenas de ação convicentes que botam pra quebrar.

O diretor John M. Chu não estava acostumado com filmes assim, pois comandou o clipe do adolescente queridinho das meninas e alguns longas inexpressivos. Mais conseguiu mostrar algo que já estamos até cansados de ver no gênero como herói contra vilão, porém sua eficiência na ação dosando efeitos e personagens instigantes só me fazem pensar em quando iremos assistir o terceiro?

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Imagens

Tom&Jerry

Tom e Jerry

A Hanna-Barbera é uma empresa que foi criada por dois homens visionários e que de posse dos meios necessários preencheram a vida de sonhos e imaginação de milhares  de crianças ao redor do mundo.

Bill Hanna e Joe Barbera tiveram uma ideia bastante básica um gato grande correndo atrás de um pequenino rato, mas dessa história ingênua e simples surgiram uma das duplas mais famosas da animação.

Esse eterno clima de perseguição  vem encantando geração após geração de crianças durante décadas. Suponho que eles não tivessem a intenção deste desenho tornar-se tão importante mundialmente.

Thomas  tem a força proporcional ao seu tamanho em seu favor, porém o simpático Jerry compensa sendo bastante inteligente e sagaz. Colocando o gato em diversas situações constrangedoras são brigas, marteladas, explosões e quedas que nos divertem mesmo revendo milhares de vezes.

E então eis que surgiu Chuck Jones com seu humor sofisticado e louca anarquia apresentando-nos situações mágicas e encantadoras. Podemos notar que na versão de Chuck Tom têm orelhas grandes, sobrancelhas grossas e escuras e olhos destacados.

O destaque em seu rosto mostra sua expressão facial enquanto  é impossível não gostar dos traços suaves de Jerry que com suas orelhas enormes e seu ar doce nos cativa com seu jeito de ser.  Mais não se engane Jerry é capaz de altas doses de confusão para se safar de seu arqui-inimigo principalmente se houver um cão chamado Butch para ajudar.                                         Os desenhos sob a direção e produção de Chuck Jones e sua equipe são excelência em cenários e primorosos na seleção musical. Aliás as músicas clássicas ou não e os efeitos sonoros nos fazem viajar para dentro do ambiente do desenho.

Mel Blanc concedeu sua voz para praticamente todas as animações clássicas da MGM que conhecemos. Personagens como Patolino, Pernalonga, Gaguinho, Tom e Jerry entre vários outros que marcaram nossa infância por conta dele.

As animações que tiveram a direção de Gene Deitch são horríveis, pois não conseguem manter a graciosidade que havia no estilo de Chuck Jones que consagrou ainda mais os personagens.

Ficou péssima esta última versão de Tom e Jerry (que o SBT está veiculando), pois tanto a versão da Hanna-Barbera quanto a do Chuck Jones estão muito acima do que vemos nela.

As situações continuam as mesmas, mas não surtem pra mim o efeito que deveriam ter que é nos divertir. As crianças assistem, porque é desenho e não conseguem diferenciar a qualidade.

Veja na galeria abaixo trabalhos de alguns artistas com os inesquecíveis personagens da Hanna-Barbera.

0 Ant_Hill_Mob_by_slappy427 Auto_Cat_by_slappy427 capt_caveman_by_dougie_mccoy Cavey_and_the_Teen_Angels_by_slappy427 dickdastardly_by_dougie_mccoy dougie_mccoy dynomutt_dog_wonder Galaxy_Trio_via_Hero_Creator_by_Gwhitmore Hanna_Barbera_cards_2_by_dougie_mccoy Hanna_Barbera_Tribute_by_slappy427 HB_Color_Page_Atom_Ant_by_slappy427 HB_Color_Page_Bingo_by_slappy427 HB_Color_Page_Captain_Caveman_by_slappy427 HB_Color_Page_Drooper_by_slappy427 HB_Color_Page_Fleegle_by_slappy427

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Heróis Nipônicos

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Don Drácula

Don Dorakyura é um atrapalhado e desengonçado vampiro criado pelo lendário Ozamu Tezuka que surgiu nas páginas da revista “Weekly Shonen Champion” em 1979.

O mangá rendeu três volumes de encadernados e o anime começou somente quando a revista chegou ao fim. A produção era supervisionada de perto por Tezuka para garantir uma fidelidade maior ao seu trabalho.

Então Don Drácula estreou em 1982 na TV Tokyo no inicio estava programado uma etapa de 26 episódios, mas devido a baixa audiência fez durar apenas 8 episódios.

E também a agência de publicidade responsável pelo anime entrou em falência (sendo que apenas quatro episódios foram ao ar no Japão).

Don Drácula não conseguia sugar o sangue das garotas que procurava, pois se metia sempre em alguma confusão. A solução para saciar sua fome era  se contentar em tomar sangue industrializado.

O aparvalhado vampiro teve que fugir da Transilvânia levando junto  sua filha Sangria e seu fiel mordomo Igor por causa de seu maior inimigo, o caçador de vampiros Professor Van Helsing.

Don Drácula se refugiou na cidade de Negima no Japão a fim de encontrar “garotas bonitas” para sugar seu sangue.

Mesmo tendo perdido a pista do vampiro Van Helsing continuou na caça e após 10 anos descobriu onde Don Drácula estava.

Eu me divertia mesmo quando Van Helsing estava pra matar Don Drácula, mas não conseguia por causa de sua crise de hemorroida.

Apesar de conseguir encontrar várias garotas bonitas e tudo dar errado.  Era a gordinha Blonda que teimava em se oferecer pro vampiro trapalhão.

Ela foi a primeira mulher que Don Drácula tinha mordido e acabou se apaixonando por ele (era um momento hilário em que Don Drácula corria como se estivesse fugindo da cruz).

Lembro que Sangria tentava levar uma vida comum para uma garota de sua idade e sempre tirava seu pai de alguma enrascada.

Em alguns momentos ainda tinha a narração do morceguinho Kômori Yasubee que   também era o mensageiro e participava das aventuras.

Por aqui assistimos no programa infantil Clube da Criança pela extinta TV Manchete em 1984.

Infelizmente o pessoal daqui mudou a abertura com uma música incidental diferente da original link no início do texto. Não consigo entender por que faziam uma besteira desta (“talvez” fosse somente para as crianças assimilarem melhor a atração).

Lembro que chorei  no episódio que havia um filhote de tigre e panda (afinal de contas eu era criança temos que relevar).

Fonte de Pesquisa: InfanTV.

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Wallpapers

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Desenhos

Guarde em seu computador estes wallpapers que valem a pena irem para sua coleção

Aqui você irá encontrar: Snoopy, Mickey Mouse, Popeye, Meu Malvado Favorito, Futurama, Garfield, Os Simpsons, A Era do Gelo, Madagascar, Detona Ralph entre vários outros

asterix-e-obelix brown_doctor_who_crossovers_peanuts bugs_bunny_looney_tunes cartoons_looney_tunes_ cartoons_looney_tunes_daffy_duck

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Super Séries

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A Flauta Mágica

HR Pufnstuf é uma antiga série infantil produzida por Sid and Marty Krofft que foi ao ar pela Rede americana NBC entre 4 de setembro de 1969 a 6 de setembro de  1971. Foram exibidos um total de 17 episódios que eram reprisados ao longo dos anos.

No Brasil  A Flauta Mágica  foi ao ar durante a década de 1970 sendo reapresentada por vários canais até 1980 (quando foi esquecida).

O menino Jimmy (Jack Wild), tinha uma flauta mágica chamada Freddie, que podia falar (algo que deixaria qualquer criança muito feliz

Num belo dia Jimmy e Freddie encontraram um barco encantado  que prometeu leva-los para inesquecíveis aventuras pelo mar. Só que durante a viagem eles acabaram dormindo e chegaram num lugar fantástico chamado de Ilha Viva sendo recebidos pelo prefeito HR Pufnstuf  (um grande dragão falante).

A Ilha Viva era especial por que  tudo nela era vivo e podia falar desde árvores, livros, flores, livros, maçanetas e várias outras coisas (isto me lembrou  A Bela e a Fera da Disney).

Mesmo sendo recebidos com honra e alegria pelo pacato prefeito Jimmy e Freddie desejavam voltar pra casa, mas como nem tudo era tranquilo naquele lugar.

Havia a malvada Bruxa Witchiepoo que planejava ter a Flauta Mágica só para ela (de qualquer maneira).

Lembro que eu achava esta bruxa muito engraçada por causa de seus feitiços que nunca davam certo (e seus capangas sofriam por causa disto).

Sempre que Jimmy e Freddie tentavam voltar pra casa pelo caminho mágico Witchiepoo arranjava uma forma de tentar atrapalhar.

A Flauta Mágica virou filme pra telona ainda nos anos 1970 com o nome de “Pufnstuf”, mas que ficou conhecido como “Zaps the World”, tinha todos os atores da série e foi dirigido por Hollingsworth Morse e produzida por Sid and Marty Krofft.

O longa teve financiamento da Universal Pictures e pelos Cereais Kellogg’s, tendo duração de aproximadamente 98 minutos.  Em 2009 foi lançado um DVDno qual está incluído o trailer original do filme.

A Flauta Mágica era simples, pois transmitia aquela histórica básica do bem contra o mal, mas suas aventuras eram divertidas apenas para encantar a mente das crianças (e preenche-las com sonhos e fantasias).

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Artista

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Raffaele Marinetti

Seu trabalho vem se destacando atualmente  por mostrar personagens femininas  do universo DC e Marvel de uma forma muito sensual.

A parte mais interessante é que suas expressões faciais transmitem uma delirante carga emocional para suas pin-ups.

Confira na galeria abaixo e no Deviantart  sua arte impressionante

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