Arquivo do mês: novembro 2013

Crítica

lone-ranger

 O Cavaleiro Solitário

A história começa na cidade de San Francisco, em 1933 (ano em que começou a famosa série radiofônica). Tudo de uma maneira bem inusitada com um garotinho visitando o circo vestido como Lone Ranger e entrando numa exposição do Velho Oeste no circo.

Então um índio empalhado que de forma surpreendente volta á vida. O velho que por algum motivo misterioso, que não sei explicar qual, é Tonto (Johnny Deep) que conta história do kemosabe pro perplexo menino.

Então a trama recua um pouco mais no tempo e nos leva direto ao Texas em 1869. Na época das diligências e quando os Estados Unidos estavam em expansão ligando o país através das linhas de trens.

É uma típica aventura no Oeste Selvagem, pois temos perseguições de trem, bandidos cruéis, índios enfurecidos e uma amizade insólita sendo consolidada.

Mais vista sob uma ótica diferente, porque ao invés de ser um filme sério temos vários momentos engraçados que pra mim estragaram a intenção de mostrar o herói para um novo público. Duvido que os fãs mais antigos do personagem também não ficaram indignados com este remake.

A premissa original foi feita já que o vilão Butch Cavendish (William Fitchner) comanda uma emboscada matando Dan (irmão de John e todos os rangers que estavam no grupo). Aliás o vilão feito pelo ator ficou bem interpretado chegando a me deixar com raiva dele.

A dupla dinâmica formada entre Johnny Deep e Armie Hammer ficou muito engraçada.

Só que aconteceu o fato que eu temia, porque Tonto, apareceu mais que o ator principal, que serviu de escada para Deep brilhar (Tonto é o cérebro da dupla numa atuação que lembra demais o Capitão Sparrow).

Só pra constar a história do pássaro negro em sua cabeça e sua relação de amizade com ele é impressionante e intrigante, pois ficou numa linha tênue entre loucura e sagacidade (mais uma vez uma alusão a Jack Sparrow).

O filme poderia ter sido muito melhor se não tivessem feito o mesmo erro que fizeram com o Besouro Verde, de 2011. Transformando Lone Ranger num completo idiota (algo totalmente parecido também com a pior versão do herói feita em 1981).

E isto acabou estragando boa parte da diversão do longa (pra mim) ridicularizando a lenda como nós mais velhos curtimos. Lone Ranger é um personagem antigo que não diz nada pra essa nova geração, então pra que fazer um remake?

Fora isso a ganância e a corrupção misturados ao contexto histórico que o progresso dos Estados Unidos foi ás custas de muito sangue indígena derramado ficou perfeito.

Pros nostálgicos de plantão que tiveram a sorte de assistir a antiga série televisiva sendo reprisada nos anos 80. A música tema surge na hora certa sendo uma justa homenagem ao herói, numa das cenas mais absurdas e incríveis que já vi na minha vida, digna pros fãs de Piratas do Caribe.

O Cavaleiro Solitário é um bom filme, mas botaram num liquidificador ação e comédia de uma forma que ficou tediosa. Funcionou somente, porque tem uma ajuda bastante significativa de Jerry Bruckheimer.

E se tivessem levado de forma série e coerente e não uma versão do Velho Oeste de Piratas do Caribe poderia ter sido bem melhor do que esta porcaria que assisti.

Infelizmente remake é apenas uma desculpa para não fazerem uma história original copiando uma formula antiga que já fez muito sucesso.

É apenas caça níquel são poucos que consigo ter realmente paciência  pra parar e assistir (ainda quero ver uma adaptação digna do Cavaleiro Solitário, pois essa não valeu).

Deixe um comentário

Arquivado em Crítica

Imagens

z

Sexy Girls 

Há uma infinidade de trabalhos maravilhosos que encontro quando surfo na web.

Confira na galeria abaixo alguns dos melhores artistas que consegui garimpar

Aqui temos: Bruce Timm, Mitch Foust, Dave Hoover, Reiq, Will Murai entre vários outros

1 2 3 6 7 8 9 10 11 12 13 14 15 16 17 18 19 20 21 22 23 24 25 26 27 28 29 30 31 32 33 34 35 36 37 38 39 40 41 42 43 44 45 Afrodite by Will Murai Artemis by Will Murai Atena by Will Murai atom_eve bruce timm 2 Bruce Timm 3 dave hoover 2 dave hoover dawn Hera by Will Murai hero 1 hero 2 jakita wagner-planetary leela_5_by_archpawell mike-deodato-jr. mitch foust nami OTIS FRAMPTON Persefone by Will Murai rachel blade runner Rachel_NGS Rachel_ninja_gaiden_sigma red_monika reiq SAKARA_by_Cushart Spy_by_jocachi wallpaper 1 wallpaper by Will Murai wallpaper-wartune 2 wallpaper-wartune 3 Wartune-wallpaper Will Murai 2 will murai 3 Will Murai 4

Deixe um comentário

Arquivado em Imagens.

Heróis Nipônicos

o regresso de ultraman - hideki goh

Ultraman Jack

Mais conhecido por nós como O Regresso de Ultraman, foi o segundo seriado da extensa franquia do herói intergaláctico (com roupa de mergulho).

Dizem as lendas que Ultraman Jack deveria mostrar o retorno de Hayata e do primeiro Ultraman, mas infelizmente o criador da série Eiji Tsuburaya faleceu e então os produtores decidiram criar um novo herói.

Kaetê-Kitá Urutoramen durou de 2 de abril de 1971 a 31 de março de 1972, num total de 51 episódios.  Todos os “defeitos especiais” que haviam na série anterior continuaram sendo feitos nesta.

Então temos naves e carros do GAM em miniaturas (onde até o fio aparecia de vez em quando), maquetes de cidades feitas de papelão e diversas lutas que eram um caso a parte. Porque ou eram feitas em piscinas que davam a impressão de ser o “mar” ou lugares que pareciam vales.

O cenário nos induziam a acreditar na realidade dos acontecimentos (igual a Jornada nas Estrelas série clássica) conduzindo nossa imaginação pela aventura.

É claro que o orçamento não era grandioso, mas o esforço e a dedicação para criar tantas situações é o que chama realmente nossa atenção.

Na história tinha alguns monstros que estavam há muito tempo adormecidos e que de repente  despertaram, porém o GAM (Grupo de Ataque aos Monstros) tentava conter a destruição causada por eles.

O MAT (Master Attack Team, no original) é a uma equipe militar com base submarina e enfrentava com grande destemor todas as ameaçar que surgiam. O GAM era formado por Capitão Kato (que depois foi substituído pelo Capitão Ibuki), Kishida, Ueno, Minami e a bela Yukiko.

Desta vez temos o meu preferido Hideki Goh (Jiro Dan), um ex-piloto de corridas que ao salvar uma  criança e um cão fica mortalmente ferido e Ultraman Jack presenciando seu ato de bravura dá sua vida para ele (unindo sua alma a de Goh).

Foi justamente esta simbiose que ficou marcante pra mim, pois Goh teve que ralar muito para ter seu corpo apto para as lutas contra os monstros. E anteriormente era diferente, pois Hayata era um hospedeiro humano. Enquanto Dan Moroboshi (era Ultra Seven que se disfarçava de ser humano).

Hayata-and-Moroboshi

Outro fato marcante é que Goh usava apenas sua força de vontade para se transformar (enquanto os anteriores usavam a Cápsula Beta e o Ultra Olho).

Goh foi recrutado pro GAM e com sua namorada Akiko (Rumi Sakakibara) tentava levar uma vida normal (ajudando os irmãos dela Sakata e o menino Jiro).

Nesta série temos mais cenas de ação, acontecimentos do cotidiano dos personagens e um forte apelo dramático, pois nosso herói foi direto pro fundo do poço quando os Poderosos do Espaço descobriram sua identidade secreta e mataram Akiko e Sakata (seu irmão mais velho).

Totalmente desnorteado, tomado pelo ódio e desespero Goh parte para enfrentar os monstros, mas sofre um ataque muito bem planejado (enfrentando dois monstros: Negrume e Knuckle).

É quando temos o episódio duplo “Ultraman Morre ao Entardecer” e sua continuação “Quando Brilha a Estrela de Ultra”, pois é neste episódio que acontece a primeira interação entre os heróis das franquias anteriores.

Nele aparece tanto Ultraseven (Dan Moroboshi) que anteriormente já havia dado de presente para Jack o Ultra Bracelete. E também o primeiro Ultraman (Hayata) salvando Jack  da morte certa e ajudando a impedir a invasão do inimigo (é um dos episódios mais comentados da web).

O mais triste de todos é o último no qual Jack precisa enfrentar um novo Zetton (monstro que já havia derrotado o primeiro Ultraman) e temos a base do GAM sendo destruída.

Numa cena com uma canção muito melancólica Goh se despede  de Jiro e enquanto transforma-se em Ultraman Jack se despede voltando a M-78 para ajudar seus companheiros. Na praia ouvimos Jiro falar sobre os 5 mandamentos de Ultra. Quando revi a cena me deu até uma emoção muito forte (opa, “juro” que não chorei mesmo!).

Sim, caros amigos O Regresso de Ultraman é uma série inesquecível para quem teve o prazer de assisti-la e faz parte de uma época muito importante da minha vida (quando estava conhecendo meus melhores amigos Júlio, Alex e Dênis).

São recordações que valem a pena ficarem eternamente guardadas na lembrança.

O Regresso de Ultraman foi a última série Ultra que vimos por aqui e só alguns anos depois quase no final da década de 90 tivemos Ultraman Tiga (falta vergonha para algumas produtoras lançarem mais série tokusatsu para nós fãs podermos assistir.

Fonte de Pesquisa: Wikipédia e InfanTV.

2 Comentários

Arquivado em Heróis Nipônicos

Wallpapers

alex ross 1

Heroes

Guarde em sua coleção alguns wallpapers tanto de heróis da DC Comics quanto da Marvel e outros que encontrei na web. Temos Capitão América, Batman, Thor, Homem-Aranha, Hulk, Liga da Justiça entre outros

0 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12 13 14 15 16 17 techmynd.com 19 20 alex ross 1 alex ross 2 batman-1 batman-2 Capitao-America fantastic_four Green-Arrow hulk 1 hulk jla john byrne justice league lja and avengers marvel heroes marvel_heroes marvel-superhero marvel-super-hero-squad spider-man-by-greg-horn spider-man-by-scott cohn thor thor-vs-loki wallpaper by caio cacau wallpaper by george pérez wallpaper-Ultimate_spiderman wolverine x-men x-men-jim lee

Deixe um comentário

Arquivado em Wallpapers.

Super Séries

a feiticeira

A Feiticeira

O nome original é Bewitched e foi ao ar em 13 de setembro de 1964, pela Rede ABC, nos Estados Unidos.

A série contava a história do casal James e Samantha tudo seria bem comum se não houvesse algo inusitado, pois Samantha (ou Sam para os íntimos) era uma bruxa que decidiu viver entre nós meros mortais.

O principal charme de A Feiticeira era a forma como Sam fazia uso de seus poderes “balançando” o nariz. A verdade era que Elizabeth Montgomery  mexia com a boca dando esta impressão que ficou marcante para todos que assistiam a série.

Na história o publicitário James Stephens levava  uma vida normal trabalhando com Larry Tate (David White) na agência “McMann & Tate”, até casar-se com Samantha ( Elizabeth Montgomery) e descobrir que ela possuía dons mágicos. Mais James preferiu ignorá-los e impôs que Sam vivesse como uma pessoa normal (e exigindo assim que jamais usasse seus poderes para ajuda-lo com seus problemas).

Sam até que tentava mais quando James não estava vendo fazia uso dos seus poderes para consertar ou arrumar alguma coisa.

A parte mais engraçada era justamente ver a família de Sam, que não aceitava que ela vivesse como uma simples mortal, fazendo aparições na casa da família.

Os problemas geralmente aconteciam quando os parentes de Sam iam visita-la principalmente com sua mãe Endora (Agnes Mooread). Ela é a sogra que ninguém gostaria de ter, pois era uma verdadeira “bruxa” e não digo apenas no sentido literal.

Endora além de não ter aceitado o casamento da filha. Era chata, resmungona e mal-humorada (causando grandes problemas para James). A bruxa má foi casada com Maurice (pai de Sam) que sempre aparecia fazendo citações de algum autor do passado.

Eu me divertia muito com a Tia Clara (Marion Lorne), uma bruxa bem idosa, mas  com boas intenções que sempre errava nos encantamentos. E também com o Tio Arthur (Paul Lynde) que adorava fazer bastante palhaçada.

Samantha tinha uma prima muito doida e bastante sensual, a Serena, que na verdade era própria  Elizabeth Montgomery quem a interpretava.

Apesar destes parentes totalmente loucos ainda tínhamos o Doutor Bombay (Bernard Fox), o médico bruxo da família. E eu quase ia me esquecendo dos vizinhos, o Sr. Abner Gravitz, um aposentado meio desligado que só ficava assistindo TV ou lendo jornal e sua esposa Gladys, uma terrível fofoqueira que ficava bisbilhotando a vida dos seus vizinhos.

A Sra. Gladys sofria no meio das confusões, pois devido a sempre ficar tomando conta da vida alheia presenciava algo estranho, mas não sabia o que tinha visto (chamando sempre seu marido para ver também).

Sam e James tiveram dois filhos Tabatha, que possuía poderes mágicos como sua mãe e Adam que nasceu mortal igual ao pai.

Só pra constar, James foi interpretado por dois atores. Dick York durante as cinco primeiras temporadas e Dick Sargent nas três últimas.

A Feiticeira ficará guardada na minha lembrança, porque Sam era uma esposa dedicada e carinhosa que tinha poderes mágicos. E  mesmo com seus parentes amalucados haviam momentos divertidos que faziam-nos acreditar que “magia” podia realmente existir.

2

Em 2005 tivemos um remake, A Feiticeira: O Filme, com direção de Nora  Ephron. Nele temos a bela Nicole Kidman interpretando Isabel Bigelow, uma feiticeira que decide mudar da casa de seu pai mulherengo (Michael Caine) e viver como uma pessoa normal sem poderes, em San Fernando (Califórnia).

Tudo ia muito bem até ela conhecer Jack Wyatt (Will Ferrell), um astro de cinema que estava decadente. E como não estava suportando mais isso, teve uma grande inspiração para voltar ao topo, fazer o remake da famosa série dos anos 60 A Feiticeira(faltava apenas uma atriz).

Ao encontrar Isabel por um acaso ficou tão encantado com ela e a convidou para fazer o papel de Sam. E aproveitando-se de sua influência no estúdio queria que a série girasse em torno dele (para brilhar mais que a atriz principal).

O filme é uma forte crítica ao ego de vários artistas e também a esta mania que Hollywood tem de remexer no passado. Pegar velhas fórmulas que fizeram sucesso para poder então apresenta-las para um novo público. É óbvio que é apenas pra ganhar uns dólares, pois a maioria dos remakes fica bem abaixo do material original.

A parte mais interessante mesmo em A Feiticeira: O Filme é que rende momentos inesquecíveis somente quando fazem as cenas da antiga série, pois mesmo Nicole Kidman estando excelente. Will Ferrell ficou muito chato, totalmente abaixo, do que vemos em seus outros filmes.

É um filme mediano tipo Sessão da Tarde que pode ser visto uma única vez que já está muito bom.

Fonte de Pesquisa: Infantv e Wikipédia.

Deixe um comentário

Arquivado em Super Séries

Artista

z

J. Scott Campbell

É um dos desenhistas mais conceituados da atualidade. A maior característica do seu estilo é misturar anime com cartoon.

J. Scott Campbell começou na Wildstorm Productions quando fez Gen 13 – um grupo de adolescentes radicais com superpoderes. E  Danger Girl – um esquadrão de elite de espionagem ao estilo Bond Girl.

As personagens dos contos de fada que tinham uma visão mais infantil, principalmente, mostradas pelas animações da Disney.

Sob sua arte tiveram versões ousadas  e ganharam milhares de fãs ao redor do mundo (eu estou entre eles é claro!).

A sensualidade de suas mulheres é algo tão agradável quanto atraente, pois não conseguimos desviar nossa atenção delas.

Confira na galeria abaixo alguns trabalhos do incrível artista e também no seu Deviantart

0 1.1 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12 13 14 15 16 17 18 19 20 21 22 23 24 25 26 27 28 29 30 31 32 33 34 35 36 37 38 39 40 41 42 43 disney_princes elektra Fish_Man mary_jane Power_Girl Thundercats wallpaper 1 wallpaper 2 wallpaper 3

Deixe um comentário

Arquivado em Artista

Desenho Antigo

Carangos e Motocas

Carangos e Motocas

Pra quem pensou que Carros da Disney era alguma novidade estava bem enganado, pois lá na quase distante década de 80 nós tivemos as aventuras deste simpático fusca chamado Wheelie.

Dizem as lendas que Wheelie surgiu para  aproveitar o sucesso de outro carro maravilhoso e inesquecível o Herbie da cinessérie “Se Meu Fusca Falasse”. Herbie era um fusca branco com o n° 53 no capô que tinha uma personalidade muito especial e tornava mágica a vida de seu dono Jim Douglas. Se Meu Fusca Falasse mostra as aventuras e o surgimento de uma bela amizade entre um carro e seu dono.

Na versão da Hanna-Barbera Whellie também era um carro vermelho que participava de corrida e não havia nenhuma presença de seres humanos (isto está me cheirando a “plágio” da Disney de novo).

Wheelie and The Chopper Bunch estreou na Rede NBC no dia 7 de setembro de 1974 e durou apenas 39 episódios (de seis minutos cada).

Algo que me deixava chateado era que nosso simpático e corajoso amigo era o único personagem do desenho que não falava, somente emitia sons pela buzina e escrevia mensagens em seu vidro dianteiro (ficava a nítida sensação que faltava algo nele, mas mesmo assim Wheelie era muito carismático).

Suas aventuras giravam entre as corridas e o salvamento de sua namorada uma fusquinha rosa chamada Ronda, pois a Turma do Chapa sempre queria arranjar um plano “mirabolante” criando armadilhas para Wheelie (o Chapa queria de qualquer maneira conquistar Ronda).

A Turma do Chapa era composta pelo Chapa é claro, pois a gangue tinha seu nome, Avesso, Risada e Confuso que praticavam as maldades para atrapalhar nosso herói.

A parte mais engraçada é que sempre os planos davam errados e ao final o pequeno Confuso repetia:  “-Eu lhe disse, eu lhe disse… Mas eu lhe disse, eu lhe disse…”

E o Chapa respondia: “Eu sei…”

Carangos e Motocas não era genial, pois sua fórmula era até ingênua, mas fez uma infância feliz de milhares de crianças que tiveram o privilégio de assisti-lo (e agora podemos matar nossa saudade no Youtube).

Deixe um comentário

Arquivado em Desenho Antigo