Arquivo do mês: dezembro 2013

Cosplay Girl

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Marvel Girls

Infelizmente não encontrei nenhuma cosplayer da Monica Rambeau que chamasse minha atenção. Então confira na galeria abaixo outras modelos que homenageiam nossas personagens preferidas.

Temos Harpia, Maria, Hill, Tigresa, Emma Frost, Vespa, Dominó, Viúva Negra, Kitty Pride, Jubileu, X-23 entre várias outras

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madame hidra

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Musas de Tinta

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Capitã Marvel I

Monica Rambeau foi criada por John Romita, Jr. e Roger Stern,  surgindo pela primeira vez na edição Amazing Spider-Man Annual # 16, em 1982.

Suas feições foram baseadas na atriz Pam Grier. Monica foi tenente da patrulha portuária de sua cidade (e capitã de navio).

A mudança em sua vida aconteceu quando o professor André LeClare pediu sua ajuda. Já que estava envolvido com o ditador sul-americano, Ernesto Ramires, que tinha o interesse de usar a tecnologia do professor para criar armas letais.

O ditador estava usando a tecnologia para seu próprio benefício com o auxílio de Felipe Picaro, mas a intervenção de LeClare com Monica destruíram o protótipo que estava sendo construído.

Só que durante o processo Monica foi bombardeada com energias extra dimensionais que lhe proporcionaram seus superpoderes. Monica Rambeau pode converter seu corpo em energia e foi convencia pelo professor a combater o crime (a partir daí tornou-se uma heroína).

Ela procurou, os Vingadores, sendo recebida e logo foi treinada pelo Capitão América. Tornando-se amiga tanto de Steve quanto da Vespa e rapidamente terminado seu treinamento (virou membro efetivo).

Ao saber da história do Capitão Marvel adotou sua alcunha em homenagem a ele. Monica ficou estava preocupada por adotar o nome do falecido herói, porém os Vingadores não se opuseram e ela ficou mais aliviada.

Ela foi um dos melhores membros da equipe durante o período que esteve participando. A Capitã Marvel enfrentou diversos vilões e esteve na saga Guerras Secretas.

Assim que a Vespa abandonou a equipe, Steve,  nomeou a Capitã como líder da equipe ela logo foi aceitando. Ao enfrentar o monstro Leviatã, a heroína feriu-se de forma gravíssima e abandonou a equipe para cuidar de sua saúde. Quando voltou seus poderes haviam sido reduzidos (e com o tempo voltaram ao normal).

Nessa época ela não participava em tempo integral, pois estava apenas como membro reserva. Então o filho do Capitão Marvel assumiu o manto do pai e Monica sentiu-se mal deixando de lado o nome.

Genis-Vell deixou seu legado para a heroína, mas Monica declinou adotando o nome de Fóton. E numa grande confusão de trocas Genis também adotou o nome de Fóton.

Eu nunca vi um herói usar tantos nomes diferentes. É pra deixar confusa a cabeça de qualquer um, porque Monica já foi Capitã Marvel, Fóton e Pulsar (coisa mais maluca).

Atualmente a heroína é a  líder da equipe Nova Onda.

Confira na galeria abaixo algumas imagens da Capitã Marvel I

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Memória Brasil

tv pow

TV Powww!

Teve a incrível façanha de ser o primeiro programa interativo da TV brasileira. Hoje em dia é normal ligarmos ou mandar mensagens de e-mail para programas de TV, mas lá na década de 80 foi uma grande novidade.

Nós não sonhávamos que um dia no Brasil “quase” todo mundo iria ter  internet em  casa.

Como sempre Silvio Santos trouxe esta ideia dos Estados Unidos, onde o jogo surgiu com o nome de “Say Pow”, em 1979 (trazendo para nossa terrinha e fazendo a felicidade da criançada).

Lembro que eu era doido pra poder telefonar e tentar ganhar algum dinheiro, mas na época não tínhamos o aparelho.

No inicio TV Powww! Era apresentado por Paulo Barbosa, mas depois foi com Luis Ricardo que interpretou o palhaço Bozo, Tânia Alves, Mara Maravilha e também Sérgio Mallandro.

Não havia nada de mais no formato do game show, pois as crianças viam apenas a arma na tela e gritavam pow! Diversas vezes seguidas até acertar o alvo (é claro que erravam na maioria das vezes).

Na minha empolgação gritava assim mesmo (já fui criança tem que relevar).

TV Powww! Foi ao ar entre 1984 a 1986 virando depois um quadro do Programa do Bozo. Na verdade não tinha nada de espetacular, mas seu diferencial em podermos participar ativamente dos jogos é que tornou-o inesquecível.

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Falando Sobre

tron

Tron: Uma Odisséia Eletrônica

Muito antes de nós sonharmos  que um dia poderia existir Matrix  que mostrava de forma incrível as aventuras de Neo pelo mundo virtual. Havia Tron: Uma Odisséia Eletrônica o filme é um expoente, porque marcou o uso de termos técnicos de informática na telona.

Algo bem á frente do seu tempo para a época, mas pra quem assiste com a visão dos filmes de tecnologia atual nota-se que Tron é  lento demais. A ação demora muito a acontecer, porém tornou-se cult por merecimento.

Suas imagens “digitais” que na verdade algumas delas não foram feitas no computador impressionam bastante. O filme é datado como década de 80 não tem como não prestar atenção a este fato, porque é uma parte inerente da trama.

Kevin Flynn (Jeff Bridges) é um programador e inventor de videogames muito proeminente que trabalhava na empresa Encom e foi despedido por Ed Dillinger (David Warner) que tomou seu lugar roubando suas ideias e ocupando o cargo que deveria ser seu (vice-presidente).

Flynn estava tentando hackear os arquivos da Encom querendo encontrar provas que incriminassem Dillinger. Através de um programa pirata chamado CLU, mas seu programa foi capturado pelo Master Control.

O Master Control é um programa que adapta todas as informações de qualquer outro software para sua memória tornando-se mais veloz e inteligente. O Master Control foi um programa criado por Dillinger para proteger a Encom, mas o programa transformou-se em uma inteligência artificial perigosa (com a intenção de invadir os servidores do Pentágono e controlar o mundo). E Dillinger acuado teve que ajudar MC nesta empreitada, pois caso contrário perderia seu cargo.

Kevin tinha dois amigos que ainda estavam trabalhando na Encom Alan Bradley (Bruce Boxleitner),  um programador que estava finalizando um software chamado Tron que iria analisar e controlar todos os processos do Master Control.

E a Dr. Loira Baines (Cindy Morgan) estava terminando um projeto que era uma máquina laser que transportava objetos do mundo material para o virtual.

Só que Dillinger havia cortado o acesso de todos os funcionários aos servidores da empresa. Fato que deixou Alan e Loira muito chateados indo procurar Flynn ajudando-o a invadir a empresa.

A loja do Flynn’s me lembrou a animação Detona Ralph, pois o Consertando Félix Jr. é um jogo que surgiu justamente na mesma época em que Tron acontece.

Quando Flynn estava hackeando os servidores da Encom foi detectado pelo Master Control que o capturou para a realidade virtual.

É neste momento que a aventura digital começa, pois há um mundo totalmente novo e diferente que vislumbramos. Repleto de luzes e formatos com tanques poligonais e motos que deixavam rastros de luz e principalmente uma arena aonde os programas tinham que lutar pela sua vida tipo gladiadores numa arena.

A parte interessante é que todos os personagens possuem um avatar no mundo virtual de Kevin é Clu um desbravador que sempre acredita no usuário. Enquanto Yori é de Lora também interpretada pela atriz Cindy Morgan. Já Alan é Tron que age como um nobre guerreiro típico da cavalaria medieval.

O Master Control tem a voz de Ed Dillinger que também interpreta o vilão Sark que domina como um ditador a “Grade”, o mundo virtual aonde a trama se desenrola. A missão de Clu, Tron, Lora e companhia é derrubar o tirano do poder.

Aqueles trajes florescentes unido ao estilo de luta antigo chamou minha atenção ainda mais quando um lutador tinha que lançar os discos para derrotar seu oponente (ser deletado é igual a morrer).

O que pude perceber é que mesmo num filme antigo com efeitos datados a aventura foi inovadora, mas Tron demorou a ser reconhecido justamente por causa de outro estrondoso sucesso E.T., O Extraterrestre que acabou ofuscando sua história.

Tron também equipara-se a Star Wars por terem históricos equivalentes, pois são filmes que abriram um precedente quando foram feitos.  Cada um mostrando seu ponto de vista e seguindo caminhos bem diferentes, porque Tron é uma viagem pelo mundo digital enquanto Star Wars uma saga espacial.

Pra quem quiser assistir Tron original vale apenas como conhecimento do mito.  Porque como já havia escrito antes é um filme lento, mas serve para entender melhor o que acontece na sequência.

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Tron: O Legado

Esta história de remake pra mim parece ser uma falta de perspectiva dos roteiristas em criar algo inteiramente novo, mas como dizia o velho guerreiro: “nada se cria tudo se copia”. Se na aventura original os “efeitos visuais” foram inovadores desta vez tornaram-se inesquecíveis graças ao uso do CGI.

A história começa nos conectando ao filme anterior com Kevin Flynn (Jeff Bridges)  na década de 80 narrando para seu filho Sam suas aventuras na Grade (que ele transformou num jogo de grande sucesso chamado obviamente de Tron).

Logo é mostrado na tela vários televisores antigos noticiando o sumiço de Kevin. Um fato que  provocou uma grande mudança na direção da Encom. E também na vida de Sam que foi morar com seus avós algo que me lembrou Peter Parker (que teve que morar com seus tios).

Então devido a este  acontecimento temos um salto de 25 anos na história. E Sam Flynn (Garrett Hedlund) tornou-se um especialista em tecnologia (um hacker – termo que não existia na época do longa original). Um bad boy que usa sua inteligência para sabotar a Encom empresa que seu pai ajudou a consolidar no mercado.

Logo por influencia de seu tutor Alan Bradley (Bruce Boxleitner) que havia recebido uma mensagem em seu pager (não sei porque guardou algo tão jurássico).

Na verdade a mensagem fora enviada por Clu, pois como Kevin havia se escondido há muito tempo. O vilão fez um ardil para encontrar alguém do mundo real e traze-lo pra Grade a fim de que seu criador saia da toca.

Então Sam caindo nesta armadilha decide ir até a loja Flynn’s  que está toda empoeirada e quando entra toca no jukebox um grande sucesso da década de 80 do Jorney é Separate Ways (worlds apart) que se não me engano está relacionada ao sumiço de seu pai.

Confesso que fiquei nostálgico, pois me fez viajar a uma parte da minha vida que estava começando a conhecer e gostar de música. Voltando, Sam se encontra  diante de algo realmente extraordinário quando acidentalmente é transportado pro mesmo mundo cibernético que seu pai visitava anos atrás.

Perdido na Grade Sam se vê tendo que aprender a lutar por sua vida e também procurar seu pai a fim de algumas respostas (como seu aparente abandono).

Clu que fora um herói na versão original agora é o vilão da vez. Vemos que a tecnologia em CGI  visualmente melhorou em vários aspectos (já que o vilão é feito de forma digital) com o rosto que Jeff Bridges tinha há 20 e poucos anos atrás (é algo estranho mais depois nos acostumamos com essa peculiaridade).

Desta vez Clu deseja exterminar os ISOS que são basicamente organismos vivos dentro do sistema (só que ele os enxerga como um vírus). De forma incrível Clu levou sua diretriz básica de “perfeição” a níveis que chegam a loucura extrema (vendo a imperfeição que há em nós seres humanos).

Seu alvo é o disco de Kevin que durante anos estava vivendo recolhido como um guru Zen. Após saber que dentro dele há uma forma dos programas da Grade se materializarem no mundo real deseja consegui-lo de qualquer maneira (para invadir e conquistar o mundo de seu criador).

Clu conseguiu formatar as memórias de Tron transformando-o no guerreiro implacável conhecido como Rinzler que detona todos os programas que enfrenta na arena.

Além dos efeitos especiais terem ficado amplamente maiores temos a presença da personagem Quorra (a bela Olivia Wilde), ela também é um ISO que Flynn salvou de ser executada pelos guerreiros de Clu. Quorra ajuda Sam a compreender a Matrix (quer dizer a Grade) e a voltar para o mundo real já que o portal não irá demorar para se fechar (e só pode ser aberto de fora pra dentro).

Bom, pra mim foi estranho ver que  Castor (Michael Sheen), dono da boate Fim da Linha, era uma mistura de Chapeleiro Louco com Willy Wonka (a versão de Johnny Deep). Ele queria aparecer mais que os outros atores do filme ficando aparentemente risível.

Fora isso chamou minha atenção a excelente trilha sonora composta pelo duo francês Daft Punk (fato que há até participação especial).

O Legado transformou a odisseia original num nível nunca antes visto, mas infelizmente devido ao final inconsistente não haverá nenhuma continuação (deu a entender desta forma pra mim).

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HQ

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Liga da Justiça: Xogum de Aço

É uma edição especial do estilo Elseworlds ou Túnel do Tempo como chamavam por aqui. No inicio há até um glossário para poder nos conectar melhor ao enredo.

O roteiro de Ben Raab é consistente e bem desenvolvido com reviravoltas que não surpreendem totalmente, mas é bastante perspicaz. Enquanto a arte de Justiniano é fluida, com expressões faciais marcantes, mostrando um belo contraste entre luz e sombra (mantendo várias características da bela arte nipônica).

Seus personagens são interessantes e a aventura torna-se envolvente por causa de suas personalidades distintas (cada suposto herói tem um motivo para ser rebelde).

Desta vez a nave de Kal-El cai no Japão Feudal na época dos samurais, no século XIV,  e o bebê é resgatado por um humilde pescador.

A medida que foi crescendo seu pai ensinou-lhe o Caminho do Buda e com sua morte tornou-se alguém muito solitário (Hoshi entra relutante na guerra contra o cruel Xogum, porque não conseguia confiar em ninguém).

Os rebeldes são versões da Liga da Justiça: Dokuya (Arqueiro Verde), o arqueiro que não erra, Manzo (Gavião Negro), um homem capaz de conversar com os pássaros,  Inazuma (Flash), mais veloz que o próprio vento.

Komori (Batman), uma guerreira ninja sombria como morcego e também Rikichi, um gorducho muito engraçado que não possui poder algum.

E Kal que virou Hoshi ganhando a alcunha de Tekkohito, o Homem de Aço.

A formação da Liga da Justiça é que chamou minha atenção, pois mesmo que já estejamos cansados de saber quem são (mudaram drasticamente suas características inserindo-as no contexto de forma genial).

O Xogum de Aço, que na verdade é Brainiac, que veio no encalço da nave de Kal e durante os anos estava “quase” dominando todo Japão. Todos sem exceção tiveram uma perda trágica e uniram-se para libertar seu país do domínio cruel de Lorde Zunou.

A intervenção dos rebeldes sempre atrasava seus planos, porém eles partem pra uma última ofensiva contra o tirano na Fortaleza da Solidão (aqui a moradia do Senhor Feudal).

Aqui temos uma inusitada história de amor entre Batman e Superman, pois o Morcegão é uma linda mulher. A entrada definitiva de Hoshi para o lado dos rebeldes foi devido a personalidade marcante dela.

O melhor de tudo é a luta final entre Kal e Braniac ou seja Hoshi e o Lorde Zunou com dragões simbolizando cada antagonista a cena é de uma beleza ímpar (o embate é brutal e surpreendente).

A arte de Justiniano nos faz passear pela história de uma maneira tão agradável que seus personagens ficam guardados em nossa lembrança.

HQ: Liga da Justiça: Xogum de Aço

Editora: Mythos

Ano: 2002

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Herói

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Luke Cage

Este é um herói que eu gostaria de ver na telona interpretado pelo ator Idris Elba que trabalhou como Heimdall (em Thor: O Filme, de 2011).

É claro que ficaria bem difícil, pois Luke não tem o mesmo status que o Pantera Negra. Apesar de aparecer na série animada Ultimate Spider-Man, o Herói de Aluguel é mais conhecido entre os fãs de gibis.

Só que não podemos esquecer que a Marvel iniciou nos cinemas com Blade (Wesley Snipes), um personagem também do segundo escalão e então acho que a editora pode fazer o que quiser, pois daria certo atualmente.

Bom, deixando as suposições, Luke Cage (ou Power Man, no original), é um dos primeiros heróis da Casa de Ideias que conheci quando estava iniciando no mundo dos quadrinhos.

E tive a sorte de ler a história em que recebeu seus superpoderes. Condenado por um crime que não cometeu Mark Lucas cumpria sua pena em Seagate. E aceitou servir de cobaia para uma experiência que fortaleceria seu sistema imunológico. Mais quando aconteceu o experimento um guarda racista sabotou o teste.

Ele sobreviveu e ao invés de morrer se tornou imune a doenças, adquiriu invulnerabilidade e força sobre-humana. Com esses poderes fugiu do presídio e começou vida nova mudando seu nome para Luke Cage.

Sua decisão de vender seus dons para quem pagasse mais foi um marco nos quadrinhos. A primeira aparição do personagem foi no gibi “Luke Cage- Hero for Hire”, n° 1, de 1972 (criado por Archie Goodwin e John Romita).

Seu parceiro mais famoso é o Punho de Ferro (Daniel Rand) que também ganhou uma versão adolescente em Ultimate Spider-Man. A dupla aparece na série animada dos Vingadores, no episódio “O Roubo do Homem Formiga” e se não me engano há outro que não lembro agora.

Luke Cage casou-se com a detetive Jessica Jones e tem uma filha chamada Danielle em homenagem ao seu amigo. Recentemente o herói teve uma participação importante na saga Invasão Secreta e também fez parte do grupo Novos Vingadores.

Há boatos na rede sobre filmes da Marvel com baixo orçamento, sendo protagonizados com heróis menos conhecidos e “talvez” Luke Cage esteja nesta lista.

Confira na galeria abaixo algumas imagens do Luke Cage que encontrei na web

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Batman: Através dos Tempos

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Batman: O cavaleiro das Trevas 2

A primeira minissérie foi tão revolucionária pro mundo das HQs que chamou até atenção da mídia que não era especializada no assunto (jornal e TV).

Então quinze anos depois quando anunciaram a continuação era como se uma bomba estremecesse tudo novamente e pipocaram os mais variados comentários. Os fãs aguardavam ansiosamente pelo que presumíamos ser outro sucesso arrasador.

Lembro que na época criticaram muito Lynn Varley pelas cores computadorizadas. Eu considero até um trabalho criativo, mas a primeira versão foi tão marcante e influente, tanto pra mim quanto pra milhares de outras pessoas, que comparações é que não iriam faltar.

Na história somente três anos haviam se passado desde que Batman “morreu” (aparentemente tudo estava calmo e em paz).

O governo fez as pessoas acreditarem que o mundo tornou-se um lugar melhor, mas em contrapartida retirou todos os direitos da população. E o Morcegão aguardou o momento de retornar mostrando que ainda há muita sujeira e imperfeições no mundo.

Bruce readquiriu a forma e esteve treinando bastante nesse tempo. Podemos notar que Batman age gostando do que está fazendo e isto é impressionante, pois trata-se de um homem de 63 anos de idade (algo que não é pra qualquer um).

Logo no inicio vemos Jimmy Olsen reclamando na TV do presidente Rickard (um fantoche digital de Lex Luthor). Notamos que a preocupação em criticar a política norte-americana ainda continua sendo a principal linha narrativa da HQ.

O mundo vive sob um estado fascista e totalitário disfarçado, mas o velho Olsen pergunta pelo sumiço dos heróis.

Numa cena um homem luta no mar contra um enorme monstro e ficamos sabendo que trata-se de Ray Palmer, vulgo Eléktron, que estava confinado numa Placa de Petri.

Carol Kelley cresceu deixando o manto de Robin e assumindo a alcunha de Moça-Gato (foi ela quem salvou o diminuto herói que ficou preso por 2 anos).

Então numa instalação de fornecimento elétrica é invadida pela Moça-Gato, Eléktron, e os Batboys, os novos agentes do Morcegóide, pra salvar o Flash (Barry Allen).

O velocista notar que estava livre revela que iriam matar Íris, porém Carol diz que ela está bem. Há uma conspiração  governamental que prendeu os heróis usando seus entes queridos como barganha.

O Homem-Borracha é tão magnífico quanto louco quando sai de seu confinamento (trazendo de novo aquela velha discussão sobre quem é melhor Dibny ou O’Brien).

O gibi preocupa-se em mostrar o retorno das lendas da Liga da Justiça, só que em suas versões da terceira idade, pois temos Superman, Lanterna Verde, Homem-Elástico, Questão, Arqueiro Verde, Homem-Borracha, Capitão Marvel e Mulher Maravilha (que não envelheceu nada).

Aqui temos o motivo do Azulão ter virado escoteiro do governo na primeira versão (não foi por livre e espontânea vontade como imaginávamos).

Kal-El está sendo chantageado por seus maiores arqui-inimigos, Lex Luthor e Brainiac, que estão de posse da cidade engarrafada de Kandor (um clássico na mitologia do herói).

São milhões de vidas kriptonianas sendo ameaçadas de morte e é por isso que ele agiu daquela maneira.

Sem sombra de dúvidas o que ficou realmente marcante pra mim nestas edições  foram as cenas de sexo protagonizadas por Kal e Diana.  O negócio estava tão eletrizante que provocou terremoto, maremoto e outros problemas climáticos inimagináveis ao redor da Terra.

Outra coisa marcante foi Lara, a nova Supergirl, filha deles que esteve escondida com Diana em Themyscira. Ela tem as características de ambos, pois é tão poderosa quanto Kal e uma personalidade marcante de guerreira de Diana.

Houve dois momentos que realmente cheguei a ficar assustado um foi com Sartúnia aquela menina que podia prever o futuro e a segunda foi com as revelações  de Dick Grayson que trouxe a tona todas aquelas acusações de homossexualidade sempre perseguem os personagens (sinistro).

Em Batman: O Cavaleiro das Trevas 2, a arte de Frank Miller teve um declínio enorme nestas edições ficando mais estilizada, fluida e caricatural (de uma maneira bastante exacerbada). Todo mundo tem o direito de errar na vida até mesmo Frank Miller (não é atoa que choveram reclamações).

Só que o roteiro ataca além da politica que é algo óbvio, fala da exposição feminina na TV (exemplo das  Supergatas). Se não me engano, a notícia nua, foi algo que havia na TV gringa onde repórteres ficavam sem roupa pra dar noticias (pena que essa moda não fez sucesso por aqui). O artista critica até o próprio mercado americano dos quadrinhos.

Encontramos também  referências a vários personagens como Batmirim, E. Neman (da Mad), pessoas reais como Elvis Presley ou o Papa João Paulo II.

O uniforme que o Super está usando é o da animação de Max Fleischer de 1941.

O Batmóvel também é uma versão da década de 40 (que tinha rosto e asas de morcego) entre outras coisas peculiaridades.

Se na saga original havia uma violência levada mais pro sentido psicológico. Nesta o contexto é totalmente diferente, pois as lendas morrem de jeito trágico e a violência é brutal.

O embate de Bruce contra Kal na Batcaverna é muito superior do que havíamos visto antes, pois temos a presença do Flash, Arqueiro Verde e Eléktron deixando o Homem do Amanhã em frangalhos (lá no fundo do poço como nunca tínhamos presenciado antes).

O que me empolgou foi a sequencia final quando Lex esmurra com vontade Batman “pensando” que havia triunfado. Bruce demonstra porque é o melhor estrategista da Liga (é fantástico!).

Geralmente as pessoas falam tão mal desta HQ apenas, porque se prendem demais a saga original, mas devemos vê-la como algo á parte. É claro que se ficarmos apenas comparando não poderemos nunca apreciá-la (da maneira como se deve).

Frank Miller consegue fazer algo ímpar com tanta informação mostrada em cada edição ou em cada cena, mas obviamente a intenção da história é um retorno as origens do que é ser um herói. Resgatando esta imagem dos personagens que gostamos (e como sua presença é importante pro mundo).

Batman: O Cavaleiro das Trevas 2

Roteiro & arte: Frank Miller

Cores: Lynn Varley

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