Arquivo do mês: janeiro 2014

HQ

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Batman: Terra Um

A história do mito é antiga e todos nós já estamos carecas de conhece-la (foi mal Charlie Brown), mas o roteirista Geoff Johns conseguiu reinventar um cânone que parecia eterno.

Sinceramente parece até que estamos num universo ao estilo Elseworlds, pois modificou de uma forma tão crível quanto entusiasmante.

Um fato interessante é que a HQ bebeu na fonte de diversas adaptações do universo do Homem-Morcego que a precederam como as HQs: Ano Um e O Cavaleiro das Trevas. É claro que há também influências das versões cinematográficas de Tim Burton e Christopher Nolan.

Na história temos como a lenda teve inicio, Bruce Wayne, é apenas um homem com um ódio interminável e vive obcecado (seu maior desejo é punir os assassinos de seus pais).

Um policial corrupto é a única pista para encontra-los numa cidade extremamente sombria.

A arte de Gary Frank é um deleite a parte, pois demonstra ser detalhada e rápida conseguindo estruturar bem características reias que tornam nossa aventura visual prazerosa.

O status quo dos personagens principais foi levemente modificado, pois Harvey Dent tem uma irmã (Jessica Dent).

Instigante foi a forma como foram representados os pais de Bruce, pois Thomas além de ser médico tornou-se candidato a prefeitura da cidade.

Só que a infância de Martha não deve ter sido nada fácil já que ela veio da família Arkham (me deixou muito perplexo o fato dela pedir ao Bruce que jurasse nunca entrar na Mansão Arkham).

Seus principais aliados estão aqui como Alfred, um ex-militar aposentado que serviu na Guerra da Coréia ao lado de Thomas Wayne.

Thomas contratou Alfred para cuidar de sua segurança, pois está em campanha para a prefeitura de Gotham. Sua entrada na vida de Bruce como “mordomo” foi o aspecto mais emocionante da história (a convivência inicial entre ambos foi difícil e sofrida).

Alguém notou que Alfred teve uma semelhança incrível com Race Bannon parecendo uma versão mais velha do personagem do antigo desenho Johnny Quest (misturado ao Dr. House).

Absurdamente diferente de sua versão tradicional Alfred depois de cair na “porrada” com Bruce incentiva-o a se tornar o protetor de sua cidade.

Ainda temos Lucius Fox, um perito em tecnologia está confinado numa pequena sala. E Jim Gordon, policial cansado de viver a sombra da criminalidade em Gotham City (o assassinato dos Wayne teve uma influência direta em sua vida).

A grande diferença está na presença de Harvey Bullock magrinho que se tornou o alívio cômico da trama. Formando uma dupla dinâmica com Gordon num estilo que me lembrou o filme Showtime.

Enquanto o Pinguim tornou-se prefeito de Gotham numa referência direta a Batman: O Retorno.

O realmente me pegou no roteiro de Geoff Johns foram os detalhes, porque seu Batman é um homem capaz de cometer falhas. Enquanto todos os personagens tem motivações pessoais plausíveis e concretas.

A HQ é emocionante li cada página de maneira voraz (me deliciando a cada cena da narrativa). No final me deu uma imensa vontade de ler muito mais e se não me engano o roteirista deixou pontas soltas para uma possível continuação.

Batman: Terra Um é uma história pra quem gosta do Morcegão, mas também para qualquer pessoa que apreciei uma aventura inteligente e dinâmica.

HQ: Batman: Terra Um

Arte: Gary Frank

Roteiro: Geoff Johns

Arte-final: Jonathan Sibal

Editora: DC Comics/Panini Comics

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Herói

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Ajax, O Caçador de Marte

Vemos constantemente o crédito de primeiro herói da Era de Prata ir para o Flash (Barry Allen), mas todos estão enganados. Porque este mérito é do Caçador de Marte.

O homem há séculos vem se indagando se existiu vida em Marte. No campo fértil da ficção temos várias histórias sobre o assunto. A mais célebre delas é John Carter de Marte e há também um herói da DC Comics.

Ajax e seu nome na linguagem marciana é J’onn J’onzz, mas atualmente está sendo chamado como no original Caçador de Marte fica até difícil saber por qual nome falar deste personagem basta apenas escolher.

A antiga editora EBAL deu ao herói o nome Ajax para que coubesse no formato dos balões de diálogos que havia no Brasil na época (depois a editora Abril manteve o nome dele assim).

O Caçador de Marte é um dos mais importantes personagens do UDC tendo a incrível façanha de já ter participado de quase todas as formações da LJA desde a origem da equipe, até aos dias atuais e num possível futuro longínquo.

Apesar dos poderes praticamente parecidos com os de Kal-El e ser chamado cruelmente de Superman de 2° linha têm a capacidade de modificar sua aparência pra ser qualquer coisa que desejar tanto pessoa ou animal alienígena.

Um fato curioso é que o herói se sente totalmente só e têm uma dificuldade muito grande em interagir com os outros talvez seja por sua perda trágica. E a Mulher Maravilha é sua melhor amiga. Mas no último episódio da animação da Liga Jonn está acompanhado de uma senhora na muralha da China e quando parte pra ação é pra arrebentar.

E por falar em arrebentar Ajax têm uma personalidade bem tranquila, mas quando perde a calma demonstra toda extensão de seu poder. Poderes que incluem visão marciana, superforça, invulnerabilidade, podendo até ficar invisível ou intangível e tantos outros dons que o torna interessante.

Pra mim a nível de poder é o terceiro integrante mais poderoso da Liga, porque em primeiro fica o Superman e em segundo o Capitão Marvel.

A característica mais interessante do Caçador de Marte é poder mudar de forma. Um transmorfo pode ser quem quiser e essa habilidade específica já ajudou a Liga em diversas ocasiões.

Além disso  é um dos maiores telepatas que existem e aproveita esta sua capacidade em sua identidade civil como o detetive John Jones. Em sua capacidade detetivesca perde apenas para o Batman.

Outra coisa interessante é que além do Batman e Ajax também temos o Homem Elástico como um detetive renomado nas HQs da Liga sendo em ordem Batman (insuperável, não é?), Ajax e Ralph Dibny.

Todo super-herói clássico têm uma fraqueza isto parece ser uma regra básica e com Ajax não poderia ser diferente. Sua vulnerabilidade ao fogo é devido ao trauma da perda de sua mulher e filha em Marte (ás vezes são retratados um casal de filhos).

Ajax já foi mostrado vivo num futuro longínquo sendo possivelmente um imortal por causa de sua fisiologia marciana. A imortalidade do herói trouxe-lhe mais sabedoria sobre diversas questões  da vida, da morte e do universo tornando-o mais abrangente sua incrível compreensão de tudo ao nosso redor.

É interessante notar como Ajax se sente um intruso entre os seres humanos ou simplesmente um peixe fora d’água. No episódio Aconchego e Diversão que consolida o relacionamento entre John Stewart e Shayera foi muito estranho notar que a Mulher Gavião gosta de curtir a night (e adora também uma confusão).

O que realmente me deixou cabreiro foi ver Ajax participando do Natal na casa dos Kent. O Azulão estava se comportando como uma criança, mas pro marciano foi algo único descobrir o verdadeiro sentido desta data festiva para nós pessoas comuns.

Como sempre a animação consegue demonstrar bem a personalidade de cada integrante da Liga e assim conseguimos conhece-los ainda melhor.

Ajax já foi interpretado na telinha por dois atores. No infame filme Liga da Justiça, de 1997. O ator David Ogden Stiers interpretou o personagem e na verdade era pra ser um filme que deu origem a série, porém a produção foi muito ruim e fraca.

Depois na série Smallville: As Aventuras do Superboy tivemos Phil Morris (se não me engano sempre surgia para ajudar Clark ou alerta-lo de algum perigo iminente).

Na excelente animação Liga da Justiça: Crise em Duas Terras Ajax se apaixona por Rose Wilson, filha do Presidente Slade Wilson. Ele que na realidade habitual é o Exterminador, um dos piores inimigos da LJA (ficou de mãos atadas para enfrentar o Sindicato do Crime).

É absolutamente incrível como de maneira resoluta o marciano abdica de sua própria felicidade, pois poderia ficar na Terra-2 com Rose uma mulher fantástica na qual encontrou sua verdadeira metade (voltando para nossa Terra com seus amigos).

Só pra fechar como curiosidade há uma grande semelhança de poderes entre Ajax e o Visão, da Marvel, pois seus poderes são “quase” idênticos.

Confira na galeria abaixo algumas imagens do Caçador de Marte que encontrei surfando na web

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Batman: Através dos Tempos

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Bat-desenhos – Segunda Parte

Há uma quantidade enorme de desenhos do Homem-Morcego  que vão desde 1968 (Filmation), passando por Super Amigos, a aclamada versão dos anos 90 e chegando até 2013.

São desenhos que exploram ainda mais a mitologia do herói, mas que não conseguem agradar a gregos e troianos.

Chega de enrolação e vamos aos bat-desenhos

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O Batman – 2004

Esta série quebra o clima clássico dos anos 40 que havia em seus predecessores mostrando exatamente a vida do Morcegão logo após seu treinamento (num período com menos experiência no combate ao crime).

E pra dizer a verdade essa versão do herói foi feita pro público infantil querendo angariar uma nova leva de fãs.

Tanto que podemos notar o estilo anime feito pelo artista Jeff Matsuda e apesar de Gotham continuar uma cidade sombria, no entanto a mudança nas origens dos vilões ficou ruim pra caramba.

A única coisa de relevante que pude ver foi porque odiavam o Morcego. Além disso tudo lembro que detestei aqueles batgadgets que surgiram apenas pra vender brinquedos depois.

Queria ter visto a versão da Liga da Justiça só que o SBT esteve exibindo a série, mas como sempre do nada retirou do ar e pra piorar nunca lançaram todos os episódios em DVD.

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Batman: Os Bravos e Destemidos – 2008

O herói já teve diversas adaptações pra telinha através dos anos. Fora a série dos anos 90 e sua participação na Liga da Justiça esta também é uma das melhores feitas com o Homem-Morcego.

Retirando o tom sombrio que havia anteriormente e baseando o herói no estilo do artista Dick Sprang (que desenhou o personagem nos anos 60).

Temos um Batman mais heroico do que nunca, voltando a ter realmente não só a aparência, mas o jeitão de personagem antigo. Falando frases de efeito e um ar mais inocente de ver a eterna luta do bem contra o mal.

No inicio de cada episódio havia uma introdução aonde o Morcego estava em ação com outro herói (e depois da abertura outra aventura diferente começava).

A melhor parte foi a inclusão de outros personagens como Superman e a Mulher Maravilha sendo mostrados com seus trajes, conceitos e feições originais. É claro que isto foi estendido para os coadjuvantes como: Lois Lane, Jimmy Olsen, Steve Trevor entre outros.

E também temos a participação de alguns heróis como Arqueiro Verde que na verdade nunca admirei, pois só passei a gostar por causa desta versão. Batman e o Arqueiro são parceiros que sempre estão “competindo” pra saber quem é o melhor herói (quem salva mais pessoas ou derruba mais vilões e por aí vai).

O fato de ambos não terem superpoderes os colocam no mesmo patamar e isso fico interessante. O Morcegão tem diversos parceiros como Aquaman, um chato que adora contar aventuras (estreladas por ele mesmo).

Homem-Borracha, numa versão engraçadíssima e muito divertida (aliás é por causa dele que o Flash ganhou aquele jeito debochado na animação da Liga). E o Besouro Azul, Jaime Reyes, o último a usar o escaravelho.

Um adolescente fã do Morcegóide que aprende a se tornar herói e nós acompanhamos sua jornada com tropeços e acertos.

A série animada deu espaço para que as lendas originais como a Sociedade da Justiça brilhassem novamente, trouxe o pentelho do Bat-Mirim (versão do Mxyzptlk) e até o Tornado Vermelho que geralmente é jogado pra escanteio conseguiram fazer algo de relevante com o herói.

Isto sem comentar a galeria de vilões, pois pegaram personagens que estavam lá no fundo baú e trouxeram á tona tipo: Rei Relógio, Homem-Pipa, Homem-Gato entre outros.

Se a intenção era pegar as crianças pra assistirem. A qualidade chamou a atenção dos fãs mais antigos (como este humilde comentarista).

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Beware the Batman – 2013

Feita com a tecnologia em CGI esta versão do Morcegão veio na intenção de resgatar o lado detetivesco do personagem. E além da mudança em Alfred que virou um agente secreto temos a inclusão da espadachim Katana, do grupo Renegados (auxiliando-o na luta contra o crime).

O principal vilão desta vez é o Anarquia e suas histórias nos quadrinhos geralmente giram em torno de temas políticos ou filosóficos. Só que ainda podemos notar a presença de Tobias Male, Doutor Porko, Ra’s al Ghul, Alex Alex, Senhor Sapão e Magpie. A vilã surgiu na época em que John Byrne estava desenhando o Azulão.

Não gostei do visual apresentado pra esta versão, pois já tinha visto algo assim em Lanterna Verde: A Série Animada (tanto que cancelaram). Pra mim ficou tudo parecendo falso demais (prefiro o estilo tradicional). Só o tempo irá dizer se este tipo de animação vale a pena ou os produtores irão deixa-la de lado.

Por enquanto na telinha ainda não teve nenhum episódio de Beware the Batman sendo exibido, mas gostaria de ver pra ter uma ideia sobre o assunto.

Veja aqui a primeira parte.

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Crítica

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Hotel Transilvânia

Sinceramente essa animação me lembrou muito  A Festa do Monstro Maluco, um inesquecível stop motion (“talvez” não deve ser uma simples coincidência).

Mavis é uma jovem vampira que ao completar 118 anos deseja conhecer o mundo exterior, pois ela viveu toda sua pós-vida presa num castelo desde que nasceu em 1898.

O Conde Drácula é um pai superprotetor que nunca deixou sua filha visitar o mundo ao seu redor. Por medo que os humanos a matassem assim como aconteceu com sua amada esposa há séculos atrás.

Então após este fatídico acontecimento o Conde criou o Hotel Transilvânia, um refúgio para todos os monstros clássicos que conhecemos tipo: Frankstein, Lobisomem, Múmia, Esqueleto, Bruxas e vários outros (é uma clara homenagem aos filmes de monstros da década de 50).

A confusão começa quando Jonathan, um cara totalmente sem noção acaba encontrando o Hotel por um acaso. E então o Conde tenta a qualquer custo escondê-lo dos outros monstros, porque seria um caos se soubessem que há um humano no santo refúgio deles.

A única solução que Drácula consegue encontrar é disfarçar Jonathan numa versão adolescente do Frankstein (tornando-o no organizador da festa de aniversário de sua filha).

Os produtores tiveram a excelente ideia de pegar carona na esteira do sucesso da saga Crepúsculo. Aonde temos uma humana que se apaixona por um vampiro e aqui acontece o contrário, pois é Mavis, uma vampira que se apaixona por Jonathan.

É justamente na tentativa equivocada de tentar afastar Jonathan de sua filha e também não deixar que os outros hóspedes descubram que o rapaz é um ser humano (que nasce uma improvável amizade entre o Conde Drácula e Jonathan).

A animação é muito divertida, porém achei estranho demais as iguarias que comem tipo: escorpiões, baratas, escaravelhos, minhocas entre outras bizarrices (é tudo muito nojento).

As piadas do Homem Invisível são muito engraçadas e a ninhada do Lobisomem é uma das coisas mais doidas que já vi, porque todos os meninos temem a única menina da turma.

A cena que mais gostei foi das mesas voadoras aonde o Conde e Jonathan se divertem pra valer.

Outro fato interessante é Quasímodo, vulgo Corcunda de Notre Dame, é o cozinheiro do Hotel sendo totalmente doido (seu assistente pessoal é um rato) e os Gárgulas são seus garçons.

Pra mim foi surreal o Festival de Monstros no qual o Conde  e seus amigos se revelaram pra todos como monstros de verdade. Os seres humanos aceitaram tudo numa boa (foi ruim de engolir essa parte) relevei porque a animação é boa demais.

A música de encerramento nos deixa com um gosto intenso de quero mais e animação pós crédito lembrou o clássico Laboratório de Dexter.

Podemos resumir as atitudes do Conde Drácula que todo pai e mãe tenta proteger seu filho dos problemas do mundo, mas o tempo passa e as crianças crescem.

Eu sei que é algo muito difícil mais devemos ensinar nossos filhos para que futuramente saibam tomar suas decisões é algo que nós como pais temos a obrigação de fazer (e façam seu caminho para aprender e conhecer a si mesmos nessa jornada).

Se você está a fim de diversão assista Hotel Transilvânia eu garanto que não irá se arrepender.

 

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Imagens

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Musas de Biquíni – Parte 1

Aproveitando o verão veja na galeria abaixo algumas musas nipônicas e outras personagens que encontrei na web se refrescando do calor vestidas de biquíni.

Prepare-se pra ver garotas belíssimas em posições recheadas de sensualidade, pois a temperatura irá subir vertiginosamente.

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Wallpapers

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Marvels Heroes

Guarde em sua coleção alguns heróis e vilões do universo da Casa de Ideias.

Na galeria abaixo temos: Capitão América, Cavaleiro da Lua, Namor, Quarteto Fantástico, Hulk, Doutor Estranho, Homem de Ferro, Deadpool entre vários outros na parte dos heróis.

E de vilões temos: Galactus, Magneto, Thanos, Caveira Vermelha, Dentes de Sabre, Doutor Destino e mais alguns.

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Pin-up

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Dave Stevens

O artista é mais reconhecido por sua maior criação The Rocketeer, mas também foi roteirista, pintor e escultor. Dave Stevens é lembrado por sua batalha em tentar reviver a carreira de Bettie Page.

Infelizmente perdemos o artista ainda jovem, aos 52 anos de idade, Dave Stevens sofria de leucemia há bastante tempo e faleceu em março de 2008.

Dave Stevens tem um estilo que nos leva aos clássicos da referida época em que ambienta seu herói. Suas personagens são cativantes, lânguidas e demonstram uma naturalidade que encanta de imediato ao contemplarmos sua arte.

O artista começou  sua carreira nos anos 70 e pouco tempo depois enveredou no ramo de animação.

The Rocketeer surgiu numa graphic novel em 1982 sendo uma homenagem aos heróis pulps da década de 1930 e 1940.

No filme As Aventuras de Rocketeer (The Rocketeer, no original)que teve direção de Joe Johnston, em 1991 (lembrando que é o mesmo diretor de Capitão América: O Primeiro Vingador).

Estamos no ano de 1938 e Cliff Secord (Bill Campbell) se viu tendo que realizar um pouso forçado. Logo depois que seu avião foi atingido por vários tiros da perseguição de gângsters.

Completamente sem dinheiro nenhum é justamente com a ajuda de seu amigo Peevy (Alan Arkin) que conserta um velho avião para que Cliff se apresente em alguma exibição.

Então Cliff encontra um pacote escondido por um dos gângsters e dentro dele há um foguete com cintos, tipo uma mochila, que lhe permite voar. Quando o mecânico Malcolm (Eddie Jones) acaba se machucando numa exibição aérea, Cliff utiliza o foguete para salvá-lo.

A aparição de Rocketeer logo vai parar nas páginas dos jornais e isto chama atenção tanto dos gângsters, quanto do FBI e pra piorar também têm espiões nazistas. Eles sequestram sua namorada a linda Jenny Blake (Jennifer Connelly) forçando-o a resgatá-la.

O filme passou despercebido quando foi exibido na telona, mas na Sessão da Tarde foi que ficamos conhecendo a aventura um pouco melhor. Trata-se de uma viagem nostálgica ao clima de heroísmo que acontecia nos antigos seriados de cinema.

O melhor de tudo é que consegue de maneira eficaz equilibrar ação, comédia e romance sem deixar nosso interesse na história cair.

Os efeitos especiais são bastante fracos, mas temos de revelar pela época em que a produção foi feita.

The Rocketeer é uma adaptação divertida e empolgante feita num período que não havia computação gráfica e apenas isto já vale a pena dar uma conferida na aventura.

Uma curiosidade é que a namorada do herói nos gibis chama-se Betty Page e teve inspiração na lendária Bettie Page, famosa pin-up dos anos 50, de quem o artista era fã declarado. Só que no filme modificaram para Jenny Blake, talvez tenha sido para evitar pagar direitos autorais.

Houve boatos na web em 2012 que a Disney estava procurando roteiristas para um remake do filme, porém até agora não li mais nada sobre o assunto.

Confira na galeria abaixo o excelente trabalho de Dave Stevens

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