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Cosplay Girl

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Misty Knight

É uma impressionante lutadora de kung fu que a Marvel Comics havia deixado jogada no limbo desde os anos 70, mas ainda bem que a trouxeram de volta.

Veja na galeria abaixo algumas modelos cosplayers que homenageiam  Misty Knight.

Além dela contemple diversas musas da Marvel como: Lady Sif (Yaya Han), Cíclope (Nadya Sonika), Jean Grey (Ivy Doomkitty), Psylocke, Vampira, Jubileu, Tigresa e Crystal.

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Musas de Tinta

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Misty Knight

A heroína foi criada pelo desenhista Arvell Jones e pelo roteirista Thony Isabella e surgiu no gibi Marvel Premiere # 20, de 1975.

Misty Night não é uma personagem top de linha da Marvel, mas chamou minha atenção por causa de sua personalidade forte. Inicialmente sua criação foi para explorar o sucesso do kung fu e dos filmes de blaxploitation da década de 1970.

Tanto Misty Knight quanto sua amiga Collen Wing atuavam  como coadjuvante nas histórias do Punho de Ferro. E migraram pra revista Heróis de Aluguel ao lado de Luke  Cage e Punho de Ferro.

A história conta que a heroína era uma policial que estava trabalhando na rua em Nova York. Quando uma explosão feriu seu braço de maneira gravíssima (diante disso ela se viu obrigada a deixar sua função).

Tendo de ser remanejada para ficar no escritório não conseguiu ficar sentada numa mesa. Foi então que ganhou de seu amigo Tony Stark um braço biônico que lhe deu força além do normal (iniciando sua vida de combate ao crime).

Collen Wing é uma excelente artista marcial japonesa e também melhor amiga de Misty. Filha do professor Lee Wing e de uma japonesa de nome desconhecido.

Após a morte de sua mãe foi manda pro Japão sendo treinada Kanji Ozawa, seu avô e tornado uma lutadora soberba. Quando Collen retornou pra Nova York foi pega de surpresa numa troca de tiros entre bandidos e policiais.

Foi salva graça a intervenção de Misty e deste momento em diante tornaram-se grandes amigas. Pelo que sei, Collen é namorada do Punho de Ferro e também teve um relacionamento com Ciclope (no período no qual Jean estava morta).

Depois de muitos anos a Marvel resolveu tira-las do limbo e trouxeram as personagens de volta.

Primeiro durante a saga Guerra Civil  uma nova equipe de Heróis de Aluguel foi composta para caçar e capturar os heróis que se recusavam a assinar o tal Ato de Registro. Misty Knight e Collen Wing utilizaram suas habilidades e também aproveitaram suas conexões com o sub-mundo para conseguir o que desejavam.

A equipe era formada por: Misty Knight, Gata Negra, Shang Shi, Mestre do Kung Fu, o traidor Paladino, Collen Wing e Tarântula.

A HQ Heróis de Aluguel voltou a ser publicada em 2006, depois da conclusão da Guerra Civil e também da minissérie As Filhas do Dragão.

Na trama depois que quatro supervilões se unem para roubar a cobertura de um editor muito rico. E recebem mais dinheiro do que esperavam, então vários assassinos e vilões decidem ir atrás da grana, mas Misty Knight e Collen Wing decidem investigar  o caso.

As Filhas do Dragão é uma história na qual temos muita ação, comédia e um pouco de sensualidade tudo feito na medida certa (escrita por Justin Gray e Jimmy Palmiotti e com arte de Khari Evans ).

Só pra lembrar que a equipe Heróis de Aluguel foi criada por Luke Cage e teve várias versões ao longo dos anos usada pela Marvel. Uma das mais recentes tinha: Punho de Ferro, Luke Cage, Hulk, Hércules, Tigre Branco, Cavaleiro Negro entre outros integrantes.

Recentemente Misty Knight está tendo um romance com Punho de Ferro, mas não sabemos até quando isto irá durar.

Confira na galeria abaixo algumas imagens da Misty Knight que garimpei na web

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Herói

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John Stewart

Surgiu como um Lanterna Verde reserva para Hal Jordan (durante os anos 70). John ganhou o posto, porque Guy Gardner – o substituto oficial – estava ferido após salvar um grupo de crianças durante um terremoto.

John foi treinado por Jordan e decidiu não usar máscara, pois não tinha nada a esconder (assumir seu papel de herói com cara limpa foi uma ideia inteligente). Sua primeira missão foi proteger um senador corrupto e racista que estava envolvido num crime forjado para incriminar ativistas negros.

John não só solucionou o crime, mas também protegeu o senador (sendo aprovado para entrar na Tropa).

Antes do envolvimento com a Mulher-Gavião (algo que nunca houve nos gibis) e com Vixen relacionamentos que aconteceram no desenho da Liga. Enquanto nos quadrinhos John foi casado com Katma Tui e se não me falha a memória ela foi assassinada pela Safira Estrela.

Na série animada podemos notar que Katma e John tiveram um affair (ela também foi  sua professora de treinamento na Tropa).

No episódio,  “A Noite mais Densa”, John é levado para o planeta Ajuris-5 para ser julgado por ter destruído o planeta Ajuris-4. A história inicia com o herói andando por seu antigo bairro, lembrando Shaft, e logo surgem os Caçadores Cósmicos (robôs que os anões azuis criaram antes da Tropa para vigiar a galáxia).

Lembrando que em Lanterna Verde: Primeiro Voo eles estavam de conluio com Kanjar Ro (um antigo vilão da LJA) numa versão similar com os quadrinhos, pois os Caçadores Cósmicos também queriam vingança contra seus antigos mestres.

A série animada da Liga trouxe John Stewart como Lanterna Verde ao invés de Hal Jordan, pra dizer a verdade até estranhei, mas depois me acostumei com sua atuação. Já estava na hora de darem uma chance pro cara, pois nunca foi o preferido entre os fãs.

Pra mim ficou bem melhor do que colocar Kyle Rayner (ele é chato pra caramba).

Não sei se alguém notou mais estão sempre arranjando uma forma de lançar um novo Lanterna Verde da Terra. O original foi Alan Scott (anos 40), depois renovaram com Hal Jordan (anos 60), John Stewart com o movimento black power (anos 70), Guy Gardner nosso querido cabeça de cuia ascendeu nos anos 80 (este já existia antes), o desenhista Kyle Rayner ganhou destaque nos 90 e recentemente temos um árabe que nem sei qual é o nome.

Voltando, com o status quo renovado, pois no inicio Stewart era apenas um arquiteto. Durante a animação seu perfil foi mudado para ex-mariner, mas com o sucesso merecido atualizaram para ex-mariner formado em arquitetura (atuando também na LJA dos gibis durante aquele período).

Confesso que John Stewart nunca havia sido um dos meus LV preferidos, pois Alan Scott, Jordan e Gardner encabeçavam minha lista, mas suas atitudes estratégicas e sua forma coerente de pensar demonstradas no desenho fizeram mudar minha opinião. Ainda mais que ficou com duas mulheres exuberantes  a linda Shayera Hall e a provocante Vixen .

Não poderia deixar de comentar que minha raiva com John começou na HQ, Odisséia Cósmica, aonde temos a destruição do planeta Xanshi devido sua arrogância ao confiar demais no anel.

Ajax chama-o de idiota mais estava certo, porém o fato reverberou por anos na vida do herói. Em Melhores do Mundo n° 11, com roteiro de Ron Marz e arte de Darryl Banks, temos a história Vingança.

Nela Fatalidade diz ser a última sobrevivente de Xanshi e como o título diz em sua vingança atacava e por consequência matava qualquer LV que encontrasse em seu caminho. Nesse período John estava numa cadeira de rodas, mas Hal o curou quando ainda se autodenominava Parallax.

Kyle Rayner segue Fatalidade indo parar num planeta distante e com seu anel descarregado  luta instintivamente por sua vida. Esta história serviu apenas para consolidar Rayner como LV e também fazer Stewart retornar pra vida.

Confira na galeria abaixo algumas imagens de John Stewart e alguns Lanternas

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Meu Texto

crise-de-identidade

As Eternas Crises da DC – parte 5

Crise de Identidade

Inicialmente eu iria abordar somente as crises cósmicas, mas esta abalou o universo dos heróis. Demonstrando algo num nível que nunca havia sido imaginado antes.

Tudo começou em “A Grande Crise de Identidade” em 1975. O Doutor Luz disfarçado num gigante de gelo é levado para Fortaleza da Solidão. E lá dentro acaba usando um metal chamado AMNÉSICO  extraiu as identidades secretas dos  integrantes da Liga: Lanterna Verde (Hal Jordan), Arqueiro Verde (Oliver Queen), Batman (Bruce Wayne), Eléktron (Ray Palmer), Flash (Barry Allen) e Superman (Clark Kent).

Aquaman (Arthur Curry) também participa mais o vilão achava que ele não tinha identidade secreta.  O vilão devolve as memórias trocadas enquanto Oliver pensa que é Ray Palmer. Bruce pensa ser Ollie. A Liga vence graças a astúcia de Arthur e Kal destrói o metal.

No final todos concordam em sempre contar suas identidades secretas para os membros da equipe (para não haver mais problemas).

Outra história que serviu de base foi “A Liga que Derrotou a Si Mesma” aonde a Sociedade Secreta dos Supervilões um grupo composto pelo Mago, Safira Estrela, Homem-Florônico, Professor Zoom e Arrasa-Quarteirão. Troca de lugar com a LJA: Superman, Zatanna, Mulher-Maravilha, Batman e Lanterna Verde.

O Mago utilizou um artefato fenício trocando heróis e vilões de corpos. E depois Zatanna no corpo de Safira Estrela consegue reverter o processo (na época a história poderia até ter sido legal, porém atualmente achei fraca).

No entanto é nelas que encontramos a base para Crise de Identidade, pois trata-se da Liga na famosa fase dos anos 70. Numa noite o Doutor Luz invade o Satélite da Liga pra procurar sua pistola de luz só que encontra Sue Dibny sozinha de plantão no monitor e a estupra.

Nesse meio tempo ela havia acionado o botão de emergência, mas quando Flash chega o ato já havia sido consumado. Pouco tempo depois chegam Oliver, Hal, Dinah, Zatanna e Carter derrubando-o.

Luz conheceu a fraqueza de um herói (seu ente querido) então  o Arqueiro pediu a Zatanna que fizesse o vilão esquecer do que aconteceu. A Liga se dividiu em opiniões uns a favor outros contra mais no final concordaram em lobotomizar o vilão.

Daí então Luz virou um ser patético e essa foi a primeira de várias outras, pois praticamente todos os vilões receberam o mesmo tratamento .  Sendo que até Batman havia tido suas lembranças reprimidas. O roteiro de Brad Meltzer conseguiu sintetizar a essência definitiva do Morcegão (daí então vem a explicação de porque Bruce prefere agir sozinho).

Na HQ  Liga da Justiça n° 46 (2006) com arte de Chris Batista e roteiro de Geoff Johns e Allan Heinberg. Temos “Crise  de Consciência” – parte dois  aonde o Cavaleiro das Trevas havia descoberto o que fizeram com ele, pois na hora da primeira votação sabiam que seria totalmente contra.

Todos os vilões que foram lobotomizados estavam revoltados após descobrirem a verdade.  No embate  o Gavião Negro e a Mulher-Gato estavam bastante feridos, pois era realmente uma luta de vida e vida.

O Tornado Vermelho havia sido destruído e a Liga Satélite foi a Batcaverna “pedir desculpas” ao Morcego (fato que não adiantou nada) a intenção era manter todos unidos pra saber quem deflagrou as antigas memórias dos supervilões. A raiva de Bruce era tão grande que deu um soco no rosto do Carter (imagem estampada na capa) ao final sabemos que Despero havia feito isto de propósito. Isto desencadearia  outra saga Vilões Unidos que infelizmente não acompanhei.

Voltando,  Sue Dibny foi assassinada sem qualquer evidência física ou química de quem cometeu o crime. Só pra constar o apartamento era bem protegido (com tecnologia alienígena).

Sue e Ralph Dibny são os queridinhos da Liga, pois mesmo diante das aventuras demonstravam abertamente seu carinho um pelo outro. Sue era de uma personalidade encantadora e também grande amiga da maior parte dos integrantes da Liga (e por isso era muito querida).

Então depois de sua morte todos os entes queridos são procurados e a Liga junto com toda comunidade heroica promovem uma caça de informações. Primeiro uma corrida desesperada atrás do Doutor Luz é quando vemos que há uma “Liga” dentro da própria Liga (e depois de vários vilões).

A melhor parte na HQ não é ver os medalhões principais da editora, porque a trama se concentra nos personagens de segundo escalão trabalhando-os de uma maneira inigualável.

Mais quando o Doutor Luz paga para que o Exterminador o proteja vemos uma das melhores lutas que já pude ver. Slade havia se preparado para a eventualidade derrotando cada componente da equipe de maneira eficaz e inteligente.

A história te envolve mostrando as relações interpessoais da equipe, pois se na SJA há uma preocupação constante em ser um herói. A Liga demonstra como ser um combatente pro que der e vier.

A Liga da Justiça não é só uma equipe que luta, porque se juntaram apenas pra defender a Terra (nesta história vemos que são uma família).

A HQ nasceu clássica por natureza, pois num dado momento Ollie revela a verdade pro Wally e mostra que Kal-El só escuta aquilo que deseja ouvir (uma revelação estarrecedora sobre o componente mais poderoso da equipe).

É neste contexto com reviravoltas a todos os momentos que vemos uma morte que ninguém imaginaria. Batman segue para a casa de Tim Drake, pois Jack pai do rapaz estava num embate contra o Capitão Bumerangue (no final da quinta edição vemos os corpos de ambos estendidos no chão).

Bruce se desespera por não ter condições de poder fazer absolutamente nada pra ajudar seu pupilo. Vendo novamente uma morte na qual lembra sua tragédia pessoal.

A HQ nos conduz pela trama pela similaridade dos conflitos pessoais nas relações que vemos entre os personagens são maridos, mulheres, pais e filhos (qualquer pessoa faria tudo que estivesse ao seu alcance para proteger seu familiar).

Crise de Identidade é uma trama policial de suspense que te prende com a pergunta quem se beneficia? As expressões faciais de Rags Morales demonstram toda carga dramática necessária a situação.

Eu gostei, porque tudo que eu aparentemente conhecia sobre os heróis foi jogado por terra, pois os segredos escusos poderiam abalar toda confiança nos membros da equipe (ficava apreensivo para poder ler outra edição).

O diferencial foi mostrar que todos os heróis por mais poderosos que possam ser (ou não) ainda tem fraquezas nas quais podemos encontrar em qualquer pessoa.

Ficamos sabendo que todos sem exceção não estão acima do bem e do mal, pois na verdade também são seres humanos. Lembrando que as capas são do saudoso artista Michael Turner.

Os acontecimentos vistos em Crise de Identidade desencadearam as histórias do Projeto Omac no qual Batman cria o satélite Irmão-Olho e Contagem Regressiva  culminado na Crise Infinita (o próximo post).

Relembre da quarta parte aqui.

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Artista

Jeff Chapman

 Sua arte é impressionante, porque demonstra fotos hiperalistas de um modo que eu nunca vi.
Fiquei totalmente babando ao me deparar com sua versão Mulher Maravilha, pois nunca tinha visto tão linda assim (somente a atriz da clássica série televisiva dos anos 70).
Confira na galeria abaixo a incrível arte de Jeff Chapman

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Meu Texto

Minha Paixão pelos Quadrinhos, Desenhos e Séries

Início-Parte 1

É inegável o fascínio que Superman, Batman, Homem Aranha, Hulk, Homem de Ferro entre outros tantos personagens exercem no nosso inconsciente coletivo. Bom exemplo disso foi o Batman Begins (2005) e o estrondoso sucesso da continuação em Batman, O Cavaleiro das Trevas ambos do diretor Christopher Nolan (2008) o qual nos deram a rara oportunidade de acreditar num herói real como o Morcegão deve ser.

Me pergunto porque a gente compra camisa com o símbolo ou o personagem estampado?

Acredito que seja para se sentir como um super herói mesmo nós sabendo que eles não existam de verdade é como se de alguma forma há um lugar onde estejam lá.

Não me pergunte como ou aonde (talvez em alguma Terra Paralela) mais pra mim como um fã parece ser assim.

Quando os personagens da DC surgiram (1938) a faixa etária estimada era de 08 a 12 anos, mas com o passar dos anos, surgimento da Marvel (1960) e a evolução das HQs.

Não existe mais este negócio de idade certa é claro excluo os desenhos feitos realmente para o público infantil, mas que atingem outras faixas etárias como no caso de Bob Esponja, Muppet Babies, O Fantástico Mundo de Bob entre tantos outros que nos agradam demais.

Meu pai foi o grande incentivador da minha incursão no mundo dos quadrinhos.

Me lembro que uma das primeiras HQs que ele trouxe foi da Disney Pato Donald pra mim e da Turma da Mônica para minha irmã ,então uma vez comprou do Super-Homem era uma edição na qual ele fora dividido em dois por um casal de feiticeiros e depois de algum tempo com a mesada que recebia eu mesmo ia comprar.

Nessa época comecei com a fase do Super-Homem desenhada pelo John Byrne (tornando me fã incondicional por causa do filme de Richard Donner no qual o saudoso Christopher Reeve interpreta o Azulão).

É a melhor adaptação dele pro cinema até agora mesmo que o filme Superman- O Retorno de Bryan Singer (2006)não seja ruim e tentou resgatar a franquia demorou dez anos para tal fato acontecer.

O carisma de Reeve é incomparável, mas Brandon Routh ainda pode convencer como o novo kriptoniano das telonas. Bom voltando ao passado lá nos anos 80 comecei minha carreira como leitor de gibi: Camelot 3000, Batman, O Cavaleiro das Trevas, Batman Ano Um, Watchmen, Crise nas Infinitas Terras acompanhei as melhores edições daquela época e encontrei amigos que curtiam a mesma coisa que eu (Alex, Binho, Dirceu, Cristiano, Júlio e Denis).

Com o Júlio li as histórias clássicas do Capitão América, Conan e algumas edições do Spectreman feitas made in Brazil (aquele todo azul)e o Cristiano me passou toda sua coleção do Super-Homem logo após a fase em que John Byrne desenhou.

No entanto não pensem que só li a Distinta Concorrente, pois na Marvel a minha primeira HQ lida foi a da origem de um certo Aracnídeo que infelizmente por eu ser muito novo não havia dado importância de estar com uma HQ com história original (isso foi em 1982 quando deixei a chuva estragar aquela edição) e logo depois de alguns anos li a Morte do Pássaro Trovejante que aliás me marcou a memória profundamente, porque um herói havia morrido.

Nota: A franquia do Superman terá um reboot (reinício) em 2012 e o novo ator será Henry Cavill (Stardust-O Mistério da Estrela) com direção de Zack Snyder (Watchmen- O Filme).

Minha Paixão pelos Quadrinhos, Desenhos e Séries

Camisas-Parte2

Lá no início dos anos 80 a TVS (Hoje SBT) passava a série do Batman com Adam West e Burt Ward (1966 a 1968).Tinha a cara dos anos 60 com todas as suas viagens e psicodelias, mas todos queriam ver o que aconteceria no próximo bat-episódio quando os heróis teriam que escapar de alguma tragédia, aliás esse gancho surgiu nos seriados feitos para cinema antes do surgimento da televisão nos EUA (anos 30 e 40).

Minha lembrança mais antiga do Superman é a do seriado Aventuras do Super Homem (George Reeves) que passava depois da sessão da tarde.

George Reeves é o que mais se assemelha com o herói clássico das HQs de 1938 (usando chapéu, terno e gravata).Houve um carnaval que eu era ainda bem novo (antes dos 10 anos creio) meus pais me levaram pra pular e vi um garoto com o uniforme do Super Homem.

Então pedi pra minha mãe:”- Compra pra mim? ”

“-Tá depois eu compro.” Ela respondeu. Estou esperando o uniforme até hoje.

Daí deve ter vindo o meu gosto de usar camisas de personagens de HQs e desenhos, pois do meu primeiro salário da GR comprei uma camisa do Papa-Léguas e o Coiote que tenho até hoje já são 14 anos. Não está inteira ,mas guardo-a com carinho e uso de vez em quando.

Depois veio a do Wolverine (também guardei),Calvin e Haroldo(vestidos de Batman e Robin esta não tenho mais),camisas do Batman tive 3,uma do Super (que se foi),em 2009 comprei do Lanterna Verde que pedi ao meu amigo Alex trazer pra mim lá da Rua Uruguaiana no centro.

Em novembro de 2010, Cristiano me presenteou com uma camisa dos Impossíveis ( esta queria há um tempão). Depois ele e eu fomos na Uruguaiana comprei do Ultraman e dos Beatles.

Ainda quero comprar da Formiga Atômica, Thundercats e do Speed Racer que ainda não encontrei. Dizem que o filme dos diretores de Matrix é horrível e para não estragar a imagem dum desenho tão bom ainda resisto em pegar para assisti-lo.

Minha Paixão pelos Quadrinhos, Desenhos e Séries

Inocência-Parte 3

Quando eu era mais novo achava que existia uma linha envolta do meu corpo e que eu era desenhado como os que assistia na tv. Um ledo engano que meu amigo de infância Jailson me fez enxergar a verdade.

Estava cursando a segunda ou a terceira série talvez e pra mim desenho era como realidade eu podia voar (sempre foi meu maior sonho de menino) e teria ao meu lado a menina mais bonita da minha turma a Elaine ( era apaixonado por ela nesta época).

Uma vez sonhei que gritava :” – Shazam!”

Como na antiga série televisiva em que Billy Batson andava de furgão com Mentor ,os deuses do Olimpo apareciam em desenho e havia sempre uma lição de moral ao final de cada episódio.

Então voei acima da área que moro e pra mim foi tão real este sonho que é uma das recordações a qual não sai da minha mente.

Falando em não sair da mente alguns anos atrás (não lembro exatamente quando) passava na telinha a série “Se meu Bugre Falasse” era um grupo adolescente que tinha um bugre enferrujado e quando tocava a buzina ele ficava novinho em folha.

É o máximo que me lembro desta série com cara dos anos 70 a qual eu adorava demais e se encontrasse compraria só pra matar a nostalgia.

Outra que não sai da minha lembrança é “O Homem do Fundo do Mar” esta foi uma tentativa frustrada da Marvel em lançar o Príncipe Namor com gente de carne e osso, pois o Hulk com Lou Ferrigno foi um sucesso. Tanto que no filme O Incrível Hulk (2008) em que Edward Norton interpreta Banner diz para Lou Ferrigno: “-Você é o cara.” Alguém aí duvida?

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Cinema de HQs-Parte 4

Pra minha geração era o máximo assistir Thundercats com suas noções de lealdade, honra e as lutas contra os Mutantes (Não são os X-Men e nem a banda da Rita Lee, ok!). Mumra aquela velha múmia tirava onda menos quando via sua cara feia refletida no espelho. Chetaara, Jagga e Lion sempre foram meus preferidos. Havia um boato que teria o filme,mas até agora nada ficou de concreto.

Hoje podemos assistir no cinema a maior parte daquilo que crescemos assistindo na TV.

O cinema de quadrinhos veio para ficar e a Marvel vem ganhando a dianteira de lavada da DC, mas acho que logo ela irá pôr filmes para não perder tanto terreno.

Os Transformers vieram e fizeram sucesso rapidamente meus amigos e eu não cansávamos de falar : “- Autobots rodar!”

A transformação era sempre um deleite a parte e mesmo pra uma época distante aonde só se especulava sobre robôs este desenho tem seus méritos. No filme pegar robôs e fazer esta transformação ser crível é a grande sacada o menino que assistia ao desenho nos anos 80 fica pulando de felicidade ao ver esta parte.

A questão da guerra entre os Autobots e os Decepticons é ideológica além desta mera questão de bem ou mal mais sim de ideais que Optimus Prime altruísta e um ótimo comandante transparece em seu modo de agir (veja isto no segundo filme).

Megatron despreza os seres humanos  efaz desdém da nobreza do líder adversário ( só pode ser inveja). Nós seres humanos ficamos no meio duma guerra que dura milhares de anos e talvez nunca chegue ao fim.

A beleza de Megan Fox ajuda bastante a ver o filme isso eu não poderia deixar de comentar é claro, pois gostaria de vê-la fazendo o papel de Mulher Maravilha.

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Memória-Parte 5

Desenho pra mim é uma maneira de deixar viva aquela criança que fomos algum dia.

Quando revi “O Regresso de Ultraman” aonde Hideki Goh ralou pra ter a simbiose com o alienígena pude notar que era como se aquele garoto estivesse ao meu lado assistindo tudo. Tinha um ar de felicidade e nostalgia tão bom que não tenho como explicar.

Meu episódios prediletos são “Ultraman Morre ao Entardecer”e a continuação “ Quando Brilha a Estrela de Ultra” pra quem tem mais de 30 anos sabe do que estou falando há uma sensação legal de ter a memória afetiva da série e poder vê-la de novo. Podendo analisar cada aspecto da trama depois de adulto, pois agora vemos os detalhes que não víamos antes.

Apesar de gostar bastante do Hayata meu Ultraman preferido é o Hideki Goh sem sombra de dúvidas. Mesmo com os defeitos especiais que evoluíram bastante com o passar das décadas nas séries dos Ultras mais recentes.

As quais não conheço nenhuma infelizmente. O último que assisti um pouquinho foi o Tiga e quase não me lembro dele.

Bem vamos falar do que me lembro e é “Espectreman” uma série live action que tive a alegria de reassistir do início até ao fim. Como havia dito antes os defeitos especiais agora são gritantes, mas quer saber não dei a mínima.

Tinha episódio que nem lembrava mais e as dublagens então são um deleite a parte. Pra quem puder assistir ou reassistir, pois alguns dubladores trabalharam na dublagem do Chaves logo depois.

Minha Paixão pelos Quadrinhos, Desenhos e Séries

Nostalgia-Parte 6

Todo meu conhecimento vem a partir dos anos 80, pois foi quando comecei a prestar mais atenção pro mundo ao meu redor. Tudo aquilo que aprecio como músicas, filmes, desenhos, séries e programas são inicialmente daquela época.

Com o acréscimo de idade fui aprendendo coisas novas, mas essencialmente foi a minha fase de préaborrecente e adolescência contendo boa parte das minhas influências.

Eu não consigo esquecer o Superman- Chris Reeve, O Super Herói Americano, Danger Mouse, A Super Máquina, Lula Lelé, Dire Straits-Money for Nothing, Information Society-Running, Esquadrão Classe A, O Elo Perdido, Manimal, Curtindo a Vida Adoidado, De Volta para o Futuro, Indiana Jones, Rambo, Jornada nas Estrelas, Rocky, TV Pirata, Os Trapalhões entre tantas outras coisas que falaria apenas sobre esta década inesquecível pra mim.

Tenho várias músicas dos anos 80 que adquiri com muito gosto, pelo menos as mais tocadas no rádio. E ouço sempre que essa vida moderna e corrida nos dá um espaço pra pensar em nós mesmos.

Lembro que numa festa na Escola Levy Miranda eu estava na quinta série tinha uma banda se apresentando e pediram alguém que cantasse uma música, bom eu fui e cantei “Meu Erro” do Paralamas do Sucesso não lembro se desafinei ou se fui bem, mas lembro nitidamente que cantei e agora vejo como o tempo passou tão rápido.

Minha Paixão pelos Quadrinhos, Desenhos e Séries

Coleções-Parte Final

Não me lembro de quando passei a ser um colecionador de quadrinhos, mas de quando comprava revistas todo o mês, na época do quartel. Edições clássicas então já tive e li várias.

Minhas coleções começam a partir da fase do Superman de John Byrne (número38) em 1986. Cheguei a passar do número 100 daquela edição lendo alguns importantes arcos de histórias.

Após o kriptoniano colecionei Batman e Batman Vigilantes de Gotham (tive todas as edições) e acabei me desfazendo não lembro mais porque.

Depois Liga da Justiça e Batman (também me desfiz) e Os Melhores do Mundo ( tenho todas guardadas até hoje).

Colecionei a Revista Herói (tive todas as edições e me desfiz algum tempo depois), a Revista Wizard da Editora Globo do número 1 ao 15(guardei tudo), Wizard Brasil da Panini Comics números 1 ao 27, 31 ao 35 e Wizmania da Panini Comics números 37, 39, 40 e 42. Depois parei de colecionar e só comprei edições especiais.

Até que num belo dia apareceu no jornaleiro a Mundo dos Super Heróis da Editora Europa, a qual infelizmente só não tenho a primeira edição peguei da segunda em diante e estou colecionando fielmente desde então. Quadrinhos é uma parte essencial da minha vida, pois é uma diversão que me leva a um mundo de” maravilhas” como diria o fotógrafo Phil Sheldon, de que todos nós gostamos.

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