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Musas de Tinta

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Carol Ferris

Ela é o principal par romântico de Hal Jordan, mas geralmente seu relacionamento é marcado por várias idas e voltas. Apesar de se gostarem muito nunca conseguiram manter uma união estável.

Carl Ferris é o dono da Ferris Aeronáutica que decidiu de repente se aposentar deixando para sua filha o comando da empresa. Carol demonstrou muita personalidade ao tomar a frente do negócio da família.

Carol Ferris é uma chefe durona, bastante determinada, competente e exigente (dizem as lendas que Carol foi  baseada em Elizabeth Taylor).

A atriz foi amiga pessoal de Michael Jackson e sua atuação mais marcante foi no filme Cleópatra. Alguns historiadores afirmam que a verdadeira Cleópatra não era tão bonita quanto a atriz.

Quando Carol se apaixonou pelo Lanterna Verde não sabia que na verdade o herói trabalhava na Ferris como Hal Jordan (formando um triângulo amoroso). Esta versão original dela lembra muito o relacionamento entre Lois Lane, Clark Kent e Superman parece até que a maioria das personagens femininas eram imitações de segunda categoria da repórter.

Apesar de Hal ser um mulherengo convicto era seu namoro com Arisia que eu mais gostava de ver. Eles pareciam que estavam livres de qualquer culpa e a proximidade pelo uso do anel ajudava bastante.

A parte mais interessante nisto tudo era que Carol transformava-se na vilã Safira Estrela. Mas ela não foi a primeira pessoa a ostentar este nome, pois havia uma Safira Estrela inimiga do Flash I (Joel Ciclone, em 1947).

Num de seus ataques planejou deportar todos os homens para a 7° dimensão deixando apenas as mulheres na Terra, mas o herói utilizando a força de aceleração daquele lugar conseguiu reverter a situação. Aproveitando as leis da física daquela dimensão trouxe todos de volta. Joel Ciclone vence deixando a vilã presa na 7° dimensão.

Anos depois descobrimos que a Safira Estrela original estava velha e controlava Carol quando usava a sua pedra. Bom, Carol ganhou sua pedra das Safiras-Estrelas que eram guerreiras zamorianas imortais que viviam no planeta Oa (ao lado dos Guardiões do Universo).

Quando estavam procurando uma mulher especial para ser sua rainha encontram Carol lhe dando uma pedra com poderes mágicos. Só que Carol queria ficar na Terra, pois tinha vontade de se casar (já que estava apaixonada pelo Lanterna Verde).

Então as zamorianas com raiva decidiram que ela era indigna de tornar-se sua rainha (apagando de sua memória a lembrança de ser Safira Estrela).

Secretamente Carol guardou a jóia e seus impulsos subconscientes para tornar-se a vilã novamente (tudo influencia da Safira original).

Quando Carol perdia suas batalhas contra o Lanterna Verde voltava a sua personalidade normal esquecendo os acontecimentos como vilã (apresentando dupla personalidade).

Anos depois quando o deputado Jason Bloch e seu pai tentaram acabar financeiramente com a Ferris Aeronáutica. Carl Ferris retornou para seu cargo de presidente da companhia (retirando sua filha da empresa).

Enquanto isso Hal foi forçado a exilar-se no espaço deixando nosso planeta  por tempo indeterminado. Então longe de seu amor e do seu trabalho Carol de posse da ira e tomada pelo desespero . Dividiu-se em dois seres: o Predador masculino e uma Carol que ainda gostava de Hal Jordan.

Depois os dois se fundiram em Safira Estrela novamente canalizando seu ódio contra o Lanterna Verde  (e virando rainha das samoranas). Como vimos na saga Milênio as samoranas uniram-se aos Guardiões para formarem uma nova raça e a vilã  tornou-se uma rainha sem súditos.

A Safira Estrela foi responsável pela morte de Katma Tui, a Lanterna Verde (que tinha um relacionamento com John Stewart).

A vilã participou de alguns episódios da Liga da Justiça, eu gosto quando se aliou a amazona renegada Aresia que desejava matar todos os homens para que apenas as mulheres tomassem conta da Terra. Aresia levou o código de conduta das amazonas ao extremo

Safira Estrela também participa da série animada Batman: Os Bravos e Os Destemidos aonde Hal explica a origem dela. Essa versão do Morcegão é boa por conta disto, pois vemos vários personagens sendo resgatados da história da empresa.

Se nós gostamos dos melhores que são largamente reprisadas suas origens existem vários outros que se quer nem sabemos da existência. Ou por serem muito antigos ou por estarem no limbo (uma lição de conhecimento do Universo DC).

As Zamoranas durante a saga Guerra dos Anéis criaram a “Tropa das Safiras Estrelas”, elas descobriram que quanto mais longe do centro é maior a influência do poder sobre seu usuário. E assim criaram a Lanterna Violeta que manipula o amor (ui que bonitinho!).

Entre as integrantes desta tropa estão: Carol Ferris: do planeta terra, Miri Riam: do planeta Lartnec, Fatalidade (Fatality): do extinto planeta Xanshi e Dela Pharon.

A atriz Blake Lively interpreta Carol no péssimo filme do Lanterna Verde. E na cena em aparece no avião usa um capacete com o nome da vilã.

Nesta infame adaptação Carol é vice-presidente da empresa Ferris Aircraft. Sua atuação é fraca, pois não lembra em nada a personagem dos quadrinhos.

Veja na galeria abaixo imagens de Carol Ferris, da vilã Safira Estrela e de mais algumas personagens da DC

Green Lantern

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Jose Luis Garcia-Lopez

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Desenho Antigo

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O Vira-Lata

“Olhem lá no céu, é um pássaro? É um avião? Não é um sapo, um sapo” “O seu problema acabou, o Vira-Lata chegou”. A graça do desenho eram as famosas rimas que eu gostava demais.

Dizem as lendas que o Vira-Lata foi criado por dois publicitários para uma propaganda de cereais, mas seu sucesso foi tão estrondoso que abriram uma produtora só para lançar o desenho animado (Total Television).

O Vira-Lata era uma paródia ao Super-Homem que surgiu inicialmente em 1964 pela rede americana de TV NBC. É bom lembrar que em 1958 houve também um seriado chamado “As Aventuras de Superpup” que também foi uma outra paródia canina do kriptoniano.

Só que eram pessoas vestidas com fantasias de cães lembrando os personagens principais Bart Bent (Clark Kent), Pamela Poodle (Lois Lane),  Perry Bite (Perry White) e obviamente o Super Pup era o Super-Homem. Houve apenas o episódio piloto sendo que a série nunca foi ao ar.

Então posso concluir que o Vira-Lata (Underdog no original) “talvez” não tenha surgido simplesmente do nada, pois como dizia o saudoso Chacrinha: “nada se cria tudo se copia”.

Bom, o desenho narrava as aventuras de um pacato e humilde engraxate que era secretamente apaixonado pela repórter Doce Polly Puro Sangue. Quando ela estava em perigo dizia: “onde, onde, o meu Vira-Lata está? Onde, onde ele está?”

E ao entrar numa cabine telefônica ele respondia: “ quando a Polly está me chamando, eu não fico divagando! E hip, hip, hip, lá vou eu!”

Alguns dos incríveis poderes do Vira-Lata eram  visão de raio x, super audição, super força quase ilimitada, podia voar em velocidades supersônicas, invulnerabilidade entre outras habilidades.

Nem tudo eram flores para nosso destemido herói, porque infelizmente sua força poderia se esgotar a qualquer momento  causando algum tipo de problema quando mais precisasse. Então nesta hora dizia: “ no compartimento do meu anel de prata está a pílula secreta do Vira-Lata!”

Tomando apenas uma pílula para poder continuar salvando o dia e combatendo seus inimigos que não eram poucos. O pior deles era Simon Sinistro que começava suas frases falando: “Simon diz…” Sua maior maldade foi roubar todo suprimento de água do mundo (fiquei com sede só de pensar nisso).

Riff Raff um chefão da máfia que desfilava de terno roxo, o Capitão Cabeça de Mármore, o grandalhão Overcat que era o equivalente felino  ao herói e a terrível bruxa Pickyoon.

Underdog

Em 2007 a Disney lançou uma versão dirigida por Frederik Du Chau estrelando um simpático cão da raça beagle (a mesma espécie do Snoopy).

Uma curiosidade é que o nome verdadeiro da estrela do filme é Leo sendo que foi resgatado pela Associação dos Amigos dos Beagles e precisou perder peso para “atuar” na telas.

Outra curiosidade é que usaram cinco beagles da variação Lemon com características exatamente fieis a cor do personagem do desenho animado.

Na história quando um acidente no laboratório de alta tecnologia do Dr. Simon Barsinistro (Peter Dinklage) concedeu superpoderes ao cãozinho conhecido como Engraxate (nome muito sugestivo). Ele secretamente passa a combater o crime vestindo um traje de super-herói e denominando-se como o Vira-Lata jurando defender os cidadãos de Capitol City.

Morando com o ex-policial Dan Unger (James Belushi) que trabalha como segurança no prédio do Dr. Simon que acaba levando-o para casa. Então Jack (Alex Neuberger) descobre os poderes do Engraxate virando seu amigo e auxiliando no combate ao crime.

É um típico filme família da Disney, pois foi feito para agradar ao público infantil. Infelizmente a verdade é que esta produção  ficou bem abaixo da maioria dos filmes que vemos na empresa.

Se for assisti-lo pensando que vai encontrar algo de especial da animação é melhor não perder o seu tempo.

É divertido apenas como um simples passatempo, pois os efeitos especiais surgem apenas parta enfeitar a ação do herói. O roteiro ficou devendo por não ser muito consistente e deixar vários furos.

A melhor coisa mesmo é conseguir comprar algum DVD com o desenho animado e curtir suas aventuras tranquilamente.

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Meu Texto

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As Eternas Crises da DC – parte 5

Crise de Identidade

Inicialmente eu iria abordar somente as crises cósmicas, mas esta abalou o universo dos heróis. Demonstrando algo num nível que nunca havia sido imaginado antes.

Tudo começou em “A Grande Crise de Identidade” em 1975. O Doutor Luz disfarçado num gigante de gelo é levado para Fortaleza da Solidão. E lá dentro acaba usando um metal chamado AMNÉSICO  extraiu as identidades secretas dos  integrantes da Liga: Lanterna Verde (Hal Jordan), Arqueiro Verde (Oliver Queen), Batman (Bruce Wayne), Eléktron (Ray Palmer), Flash (Barry Allen) e Superman (Clark Kent).

Aquaman (Arthur Curry) também participa mais o vilão achava que ele não tinha identidade secreta.  O vilão devolve as memórias trocadas enquanto Oliver pensa que é Ray Palmer. Bruce pensa ser Ollie. A Liga vence graças a astúcia de Arthur e Kal destrói o metal.

No final todos concordam em sempre contar suas identidades secretas para os membros da equipe (para não haver mais problemas).

Outra história que serviu de base foi “A Liga que Derrotou a Si Mesma” aonde a Sociedade Secreta dos Supervilões um grupo composto pelo Mago, Safira Estrela, Homem-Florônico, Professor Zoom e Arrasa-Quarteirão. Troca de lugar com a LJA: Superman, Zatanna, Mulher-Maravilha, Batman e Lanterna Verde.

O Mago utilizou um artefato fenício trocando heróis e vilões de corpos. E depois Zatanna no corpo de Safira Estrela consegue reverter o processo (na época a história poderia até ter sido legal, porém atualmente achei fraca).

No entanto é nelas que encontramos a base para Crise de Identidade, pois trata-se da Liga na famosa fase dos anos 70. Numa noite o Doutor Luz invade o Satélite da Liga pra procurar sua pistola de luz só que encontra Sue Dibny sozinha de plantão no monitor e a estupra.

Nesse meio tempo ela havia acionado o botão de emergência, mas quando Flash chega o ato já havia sido consumado. Pouco tempo depois chegam Oliver, Hal, Dinah, Zatanna e Carter derrubando-o.

Luz conheceu a fraqueza de um herói (seu ente querido) então  o Arqueiro pediu a Zatanna que fizesse o vilão esquecer do que aconteceu. A Liga se dividiu em opiniões uns a favor outros contra mais no final concordaram em lobotomizar o vilão.

Daí então Luz virou um ser patético e essa foi a primeira de várias outras, pois praticamente todos os vilões receberam o mesmo tratamento .  Sendo que até Batman havia tido suas lembranças reprimidas. O roteiro de Brad Meltzer conseguiu sintetizar a essência definitiva do Morcegão (daí então vem a explicação de porque Bruce prefere agir sozinho).

Na HQ  Liga da Justiça n° 46 (2006) com arte de Chris Batista e roteiro de Geoff Johns e Allan Heinberg. Temos “Crise  de Consciência” – parte dois  aonde o Cavaleiro das Trevas havia descoberto o que fizeram com ele, pois na hora da primeira votação sabiam que seria totalmente contra.

Todos os vilões que foram lobotomizados estavam revoltados após descobrirem a verdade.  No embate  o Gavião Negro e a Mulher-Gato estavam bastante feridos, pois era realmente uma luta de vida e vida.

O Tornado Vermelho havia sido destruído e a Liga Satélite foi a Batcaverna “pedir desculpas” ao Morcego (fato que não adiantou nada) a intenção era manter todos unidos pra saber quem deflagrou as antigas memórias dos supervilões. A raiva de Bruce era tão grande que deu um soco no rosto do Carter (imagem estampada na capa) ao final sabemos que Despero havia feito isto de propósito. Isto desencadearia  outra saga Vilões Unidos que infelizmente não acompanhei.

Voltando,  Sue Dibny foi assassinada sem qualquer evidência física ou química de quem cometeu o crime. Só pra constar o apartamento era bem protegido (com tecnologia alienígena).

Sue e Ralph Dibny são os queridinhos da Liga, pois mesmo diante das aventuras demonstravam abertamente seu carinho um pelo outro. Sue era de uma personalidade encantadora e também grande amiga da maior parte dos integrantes da Liga (e por isso era muito querida).

Então depois de sua morte todos os entes queridos são procurados e a Liga junto com toda comunidade heroica promovem uma caça de informações. Primeiro uma corrida desesperada atrás do Doutor Luz é quando vemos que há uma “Liga” dentro da própria Liga (e depois de vários vilões).

A melhor parte na HQ não é ver os medalhões principais da editora, porque a trama se concentra nos personagens de segundo escalão trabalhando-os de uma maneira inigualável.

Mais quando o Doutor Luz paga para que o Exterminador o proteja vemos uma das melhores lutas que já pude ver. Slade havia se preparado para a eventualidade derrotando cada componente da equipe de maneira eficaz e inteligente.

A história te envolve mostrando as relações interpessoais da equipe, pois se na SJA há uma preocupação constante em ser um herói. A Liga demonstra como ser um combatente pro que der e vier.

A Liga da Justiça não é só uma equipe que luta, porque se juntaram apenas pra defender a Terra (nesta história vemos que são uma família).

A HQ nasceu clássica por natureza, pois num dado momento Ollie revela a verdade pro Wally e mostra que Kal-El só escuta aquilo que deseja ouvir (uma revelação estarrecedora sobre o componente mais poderoso da equipe).

É neste contexto com reviravoltas a todos os momentos que vemos uma morte que ninguém imaginaria. Batman segue para a casa de Tim Drake, pois Jack pai do rapaz estava num embate contra o Capitão Bumerangue (no final da quinta edição vemos os corpos de ambos estendidos no chão).

Bruce se desespera por não ter condições de poder fazer absolutamente nada pra ajudar seu pupilo. Vendo novamente uma morte na qual lembra sua tragédia pessoal.

A HQ nos conduz pela trama pela similaridade dos conflitos pessoais nas relações que vemos entre os personagens são maridos, mulheres, pais e filhos (qualquer pessoa faria tudo que estivesse ao seu alcance para proteger seu familiar).

Crise de Identidade é uma trama policial de suspense que te prende com a pergunta quem se beneficia? As expressões faciais de Rags Morales demonstram toda carga dramática necessária a situação.

Eu gostei, porque tudo que eu aparentemente conhecia sobre os heróis foi jogado por terra, pois os segredos escusos poderiam abalar toda confiança nos membros da equipe (ficava apreensivo para poder ler outra edição).

O diferencial foi mostrar que todos os heróis por mais poderosos que possam ser (ou não) ainda tem fraquezas nas quais podemos encontrar em qualquer pessoa.

Ficamos sabendo que todos sem exceção não estão acima do bem e do mal, pois na verdade também são seres humanos. Lembrando que as capas são do saudoso artista Michael Turner.

Os acontecimentos vistos em Crise de Identidade desencadearam as histórias do Projeto Omac no qual Batman cria o satélite Irmão-Olho e Contagem Regressiva  culminado na Crise Infinita (o próximo post).

Relembre da quarta parte aqui.

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Imagens

jim lee

Superman

O Finado Sr. Kent  é o nome de um episódio do desenho Superman: A Série Animada.

O desenho começa com o enterro de Kent e nas sombras Superman assiste a tudo pesaroso. Em flashback ficamos sabendo que Clark Kent “morre” supostamente após sofrer um atentado quando estava investigando um caso.

O réu que iria para a cadeira elétrica alegava ser inocente e Clark foi atrás averiguar os fatos para não deixar que nada ficasse de fora. Na verdade o culpado era o Detetive Bowman.

O episódio não é um dos melhores da animação mais me lembrei dele, porque aconteceu algo praticamente semelhante nas HQs atuais. O fato não é algo novo, pois aconteceu outras vezes. Algo que também tivemos na edição especial A Morte de Clark Kent.

Nesta história quando o vilão Conduíte descobre a identidade secreta do herói  passa a infernizar a vida de Clark num plano para matar não só ao Superman, mas todos os seus amigos e familiares.

Tudo começa com Kent recebendo um boneco do Superman de óculos, com uma  faca enfiada no peito. O vilão Conduíte é Kenny Braverman que estudou com Clark, em Smallville.

Eles eram amigos e rivais no esporte, pois Kenny sempre perdia pro Clark e o pai de Kenny dizia que desejava ter um filho como Kent. Isto gerou uma inveja e ódio enorme em Kenny que algum tempo depois descobriu que Superman e Clark Kent eram a mesma pessoa.

Conseguindo superpoderes derivados de uma kriptonita, Kenny decidiu derrotar e matar seu ex-amigo/rival e também no processo assassinar todos os seus amigos e familiares. Mais além destas duas “mortes” temos uma outra mais recente (que me deu a ideia para este texto).

Depois de mais de 70 anos usando a identidade secreta mais conhecida do mundo inteiro Kal-El vulgo Superman teve que deixar seu alter ego morrer “de novo”.

O Azulão voltou a crescer aos olhos do público nesta volta ás origens clássicas, de 1938. Com todos aquelas frases interessantes do período: mais forte que uma locomotiva, capaz de pular prédios num único salto e mais rápido que uma bala.

Poucos superpoderes como: superforça, invulnerabilidade, superaudição e visão de raio-x. Clark Kent mora num prédio de apartamentos velhos e tem problemas para pagar o aluguel.

Sabemos que detém outra referência marcante deste período inicial ao lutar pelos fracos e oprimidos. Trajando uma calça jeans, botas e uma capa pequena e indestrutível demonstrando um  forte senso de moral entre certo e errado. E agindo contra qualquer pessoa que se opor em seu caminho.

Desta fase destaco algo que vi no próximo longa Superman: O Homem de Aço, pois Henry Cavill está preso conduzido por militares e nos gibis acontece fato semelhante na HQ “Acorrentado” quando o herói é aprisionado pelo governo e torturado por Lex Luthor.

Na edição Superman n° 11 somos apresentados “A Nova Identidade Secreta do Superman”, seu nome é Johnny Clark, um bombeiro que salvou o editor Sr. Taylor do Estrela Diária de morrer quando uma bomba explodiu no prédio.

O tal Sr. Taylor na verdade é uma referência a George Taylor o editor do jornal Estrela Diária original de 1938 quando o Homem de Aço surgiu nos gibis.

Superman acaba pedindo conselhos ao Batman por ter acabado com a vida de seu alter ego e perdido todos os seus amigos e vida própria neste processo.

Felizmente esta perda de identidade secreta não durou muito, pois na edição Superman n° 12 trouxeram o velho Clark Kent de volta do reino dos mortos.

Eu sinceramente não gostei de duas coisas nesta história. Uma foi o Superman Esquecido (um ser tão extraordinário quanto Kal-El). E segunda que estranhei foi o acidente gravíssimo que Lois sofreu, porque Superman aprendeu tudo sobre medicina lendo livros no hospital em apenas alguns segundo salvando-a de morrer.

Claro que é do Super que estou falando e em termos de quadrinhos sei que pode ser possível, mas detestei tal argumento (pra mim seria melhor que Lois não tivesse ferimentos sérios).

Voltando, Johnny Clark foi o rapaz que veio  de Keystone e passou a integrar o Corpo de Bombeiros de Metrópolis sua existência foi meteórica, mas  mostrou algo inusitado a mudança de identidade secreta do kriptoniano.

Aliás o fator mais importante neste assunto é que Kal-El ao não usar uma máscara faz todos pensarem que não precisa de uma identidade secreta para esconder sua vida privada (e este sempre foi seu grande trunfo).

Veja na galeria abaixo algumas imagens do Homem de Aço

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Crítica

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Batman Lego: O Filme – Super-Heróis se Unem

Logo na abertura temos uma introdução tanto na música tema quanto ao símbolo do filme de Tim Burton, de 1989. Eu já havia visto a capa deste DVD  na locadora, mas nunca quis pegar pra assistir.

Foi meu pai quem trouxe para meu filho e depois desta introdução. Notei que na direção estava Jon Burton (talvez seja algum parente do outro diretor) então, parei pra poder dar uma espiadinha. Pra dizer a verdade eu pensei que não iria gostar desta animação (ainda bem que me enganei).

A parte realmente boa é que puseram os dubladores da animação da Liga da Justiça sendo que as vozes são velhas conhecidas nossas. Fiquei boquiaberto com a grandiosidade dos cenários que ficaram perfeitos (dando uma veracidade as cenas).

Tenho que afirmar que Batman Lego é voltado pro público infantil introduzindo-os no universo dos heróis, mas nós marmanjos podemos nos deliciar com sua abordagem leve e clássica do bem contra o mal.

A animação é excelente buscando nos mínimos detalhes explorar as sutilezas entre as diferenças de personalidade dos personagens.

Bruce Wayne é um filantropo, Batman age de maneira rápida (sendo um tanto rabugento), enquanto  Robin comporta-se num misto de Burt Ward com Chris O’Donnel (reagindo como um menino mesmo)suas falas são as mais engraçadas.

O Superman aparece precedido de um estrondo no ar junto com sua música tema, de 1978. E tem aquele ar de escoteiro bonzinho que quer ajudar a “todos”, porém Lex Luthor detesta tanto Bruce Wayne quanto ao kriptoniano.

Na história quando Lex tenta se candidatar a presidência precisa retirar Batman e Superman do caminho para conseguir seu intento. Quando o Coringa está preso no Asilo Arkham (que aparece como na versão do game) vemos Clark Kent num boletim televisivo (lembrando que o herói também trabalhou na TV  durante os anos 1970).

E então Lex ajuda o Palhaço do Crime a escapar usando o Desconstrutor (arma que desmonta objetos pretos brilhantes) libertando também alguns vilões. É uma das melhores cenas aonde vemos todos os vilões com carros e motos tentando fugir do Asilo.

Descobri que o dublador do Charada é o mesmo do Patolino em O Show dos Looney Tunes. No momento em que os vilões tentam fugir do Arkham (todos possuem algum veículo), mas são perseguidos pelo Morcegão. A intenção é vender os carros e outras bugingangas que aparecem mais eu gostei de tudo.

Quando Batman pega a kriptonita vemos o Sr. C usando o Desconstrutor e desmontando o Batmóvel (uma versão do filme de Tim Burton) deixando o herói com cara de bobo. Só que o Morcego não sabia que levava consigo uma falsa kriptonita.

Então vemos Lex e Coringa encontrarem a Batcaverna e ao sair dela descobrem que fica sob a Mansão Wayne, mas nem desconfiam que Batman e Bruce Wayne possam ser a mesma pessoa.

E isso pegou mal, pois Lex é um dos vilões mais inteligentes do UDC. Era só juntar 1+1 que daria pra elucidar a identidade secreta do Morcegóide. Talvez o roteirista não quisesse levar pra este ponto mais pra mim foi um furo tremendo.

Uma coisa interessante foi quando mostrava o prédio da Lexcorp após a destruição da Batcaverna. A câmera vai andando pelas dependências da empresa e esbarra no rosto de um funcionário.

E na parte em que os melhores do mundo falam com a recepcionista ela parece Kitty Kowalski (Parker Posey do filme de 2006). Quando Superman e Batman estão no elevador a música ambiente é o tema do Homem de Amanhã no que ele diz que conhece e o Morcego fala: “eu não escuto música”.

Logo outro funcionário sobe perguntando sobre o resultado de um jogo o Superman responde e o Batman diz: “eu não acompanho esporte.”  Então o que Batman faz nos momentos de folga? Será que nunca relaxa?

Outro fato que chamou minha atenção foi a versão da LJA que dá nome ao título Super-Heróis se Unem. O Lanterna Verde (Hal Jordan) segura o anel na mão e o Avião Invisível da Guerreira Amazona é feito de Lego transparente ficou muito maneiro.

Perto da conclusão Lex e Coringa usam um mecha robô, mas são derrotados quando toda a Liga entra em ação. Ajax fica monitorando o satélite (dizendo até algumas piadas) e a versão desta Liga está conectada a nova formação (mostrada nos Novos 52).

Bom, no final temos o vilão Brainiac demonstrando que esta aventura “talvez” possa ter uma sequência. E pra dizer a verdade seria uma ideia sensacional. Aconselho pra quem é fã assistir, pois é uma diversão garantida.

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Meu Texto

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Clark e Diana

Pra mim o fato mais absurdo  não é ver Superman e Mulher-Maravilha se beijando. Estranho é saber que Lois e Clark não estão mais juntos, pois são na verdade o casal mais famoso dos quadrinhos.

Lois Lane, com seus cabelos negros, seus olhos inteligentes e a incrível capacidade de se meter em encrencas para conseguir uma boa matéria sempre foi desde o início o par romântico do Homem do Amanhã.

Na versão original, de 1938, primeiro Lois conhece Clark Kent, para só depois ser salva pelo herói uniformizado, sem nem ao menos notar a semelhança entre ambos! Ainda assim, o rosto do Superman fica cravado em seu coração, fazendo com que dali em diante, ela seja num primeiro momento timidamente apaixonada pelo herói, para nos anos 50 deixar isso extravasar para quem quiser ouvir.

A forte temática do brilho do Superman ofuscar a presença de Clark Kent perante os olhos de Lois Lane sempre foi a parte mais interessante desta longa história de amor do meu ponto de vista.

Fora isso, Lois aparece em todos os desenhos animados do Superman, então estamos mais do que acostumados a vê-los juntos. Sinceramente Lois e Clark são como Romeu e Julieta, Popeye e Olívia, Fantasma e Diana, Paulo Goulart e Nicete Bruno inseparáveis.

O Clark e a Lois originais (que surgiram em 1938) e que eram casados morreram  durante a saga Crise Infinita (2006/07). Levando sua belíssima história de amor para a eternidade.

Será que têm sentido unir a Guerreira de Themyscira ao último kriptoniano?

Esse conceito de união dos personagens é algo muito antigo, tanto entre os fãs quanto entre os criadores, e se baseia na ideia lógica de que Superman é o herói mais poderoso do planeta, e a Mulher-Maravilha a maior super heroína foi algo como unir o útil ao agradável.

Em se falando no quesito de HQs esta não foi a primeira vez que os dois ficaram juntos. Ao longo dos anos em histórias da linha Elsewords (aonde já tiveram filhos e filhas), e até na cronologia oficial tal coisa já aconteceu diversas vezes.

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Clark e Diana muitos beijos

Este post surgiu justamente por causa desta HQ Super Powers # 16 (1990) Eu tenho em minha coleção e fiquei curioso pra saber se havia mais beijos entre os personagens. Qual não foi minha surpresa ao saber que havia alguns?

Surgido no período Pós-Crise (nas Infinitas Terras). O Super-Homem havia sido humanizado por John Byrne e a Mulher-Maravilha havia voltado as origens mitológicas por George Pérez.

Aqui temos o arquétipo dos personagens Superman (o menino da fazenda) e Mulher-Maravilha (a poderosa guerreira amazona) que tem um primeiro encontro atrapalhado por um grande desastre Darkseid tomou conta do Monte Olimpo e subjugou Hermes, o mensageiro dos deuses.

Relendo notei que essa edição não é tão importante pra mim. Fora o fato do beijo de Clark e Diana ali está consolidada uma grande amizade entre os dois.

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Outra HQ é a aclamada minissérie O Reino do Amanhã (1996) que conta um possível futuro negro para os heróis do UDC. Nesta história, Lois havia morrido e Clark estava vivendo solitário e amargurado em sua fazenda. Com o surgimento de Diana em sua vida puderam viver o romance no qual rendeu um filho apadrinhado por Bruce. Uma das HQs mais importantes que já pude ler e que merece estar na estante de qualquer fã de quadrinhos.

ultima chama

Também da linha Elsewords tem Superman – A Última Chama, de 2001. Aonde um apocalíptico holocausto nuclear  devastou toda a terra.  Nesta realidade num mundo de feras mutantes e humanos deformados e selvagens.  Lois também havia morrido e após sair vagando pelo mundo Superman sem poderes reencontra antigos aliados e inimigos.

Vemos um casamento com Diana que depois gera um filho. E para continuar seguindo seus ideais, ele terá que enfrentar um de seus antigos aliados. A história é boa e ficou mais interessante por contar com a arte de Gil Kane (artista que ilustrou o Lanterna Verde Hal Jordan durante a Era de Prata).

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Em Batman: O Cavaleiro das Trevas 2, de 2002. É uma continuação de baixo nível da edição original, pois tudo que havia de genial em CT 1: roteiro, arte, coloração. Caiu por terra nesta minissérie os esforços de Miller de dar uma forma parecida com Sin City não agradou a maioria dos fãs da obra máxima de 1986 (eu sou um deles, é claro).

Mais aqui temos outra cena de beijo e uma filha chamada Lara. Lex Luthor e Brainiac são os vilões da vez e vemos os heróis do passado surgirem novamente.

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Superman Premium *3, de 2000. Temos uma grande história na qual a Mulher-Maravilha e Kal-El são jogados em meio a uma guerra entre Deuses para ajudar Thor contra os demônios. Ótima trama que foca o casamento de Clark Kent e Lois Lane. Será que o amor dos dois é tão grande a ponto de suportar mil anos? Desta vez Super-Homem se renderá aos encantos da deusa amazona? É só ler pra saber.

Em Para o Homem que tem Tudo, de 1985. Escrita por Alan Moore e desenhada por Dave Gibbons, a história narra um aniversário de Kal-El. Quando Batman, Mulher Maravilha e Jason Todd, o Robin, chegam à Fortaleza da Solidão para entregar-lhe seus presentes, encontram-no dominado pela “Clemência Negra”, uma planta alienígena que o induziu num transe alucinógeno. Temos  um envolvente enredo impactante e épico.

Esta HQ também foi mostrada de forma modificada sem o Robin na série animada da Liga da Justiça com o mesmo nome. Tanto a clássica HQ quanto o desenho são espetaculares. O beijo é uma bitoca rápida mais deixa no ar algo em suspenso.

Nestes Novos 52, a DC Comics resolveu mexer no status quo de todos os personagens. Dá pra perceber que o Superman voltou as origens da década de 30. Por esta abordagem levar pros primórdios do kriptoniano que estava solteiro. E tentar formar um novo par romântico com a Mulher Maravilha.

Notamos que nenhuma vez foi abordado  ou mencionado algum tipo de relacionamento amoroso entre Lois e Clark. Numa página já famosa, fica comprovado o envolvimento de  Lois com outro homem. Ainda mais os personagens neste novo universo são  mais jovens, se conhecem a menos tempo e até certos limites, os criadores terão liberdade para criar novos caminhos para as histórias.

Acredito que o romance entre Superman e Mulher Maravilha  poderá  ser temporário, mas quero ver seus desdobramentos e repercussão entre os fãs. E quem sabe futuramente talvez vejamos o casal Lois e Clark juntos novamente?

bruce e diana

Só pra terminar vale lembrar que há pouco tempo atrás Diana teve um romance com Bruce. Fato que achei bem mais interessante diga-se de passagem.

Neste relacionamento o  Morcegão se sentia muito intimidado com a Amazona e até teve repercussão no desenho da Liga da Justiça (no episódio da porca maravilha).

Aqui está uma galeria de beijos do Super com a Diana que encontrei na web só pra mostrar que não é algo totalmente novo assim

Fonte de Inspiração: Quadrinhossauro.

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Wallpapers

Superman

É o primeiro de todos os super-heróis, pois após o seu surgimento começou uma Era de Ouro aonde hoje temos milhares de heróis ao redor do mundo.

Significativamente, Superman é aquele que nos inspira a nos tornar melhores diante dos problemas que encontramos durante a nossa vida. É este exemplo que tiro pra mim e tento a todo custo levar a diante.

Nascido num planeta moribundo seus pais num sacrifício supremo o colocam numa espaçonave para viajar rumo a um planeta tecnologicamente atrasado.

O que poderia ser basicamente o fim foi o início de tudo para o pequeno Kal-El, pois seu foguete ao cair no meio do Kansas é encontrado pelo simpático casal Kent.

O menino, Clark Kent cresce recebendo uma educação simples, porém repleta dos conceitos mais claros de respeito, amizade e compaixão.

Sob os raios do sol amarelo seu corpo desenvolve-se como uma bateria acarretando grandes poderes ao longo dos anos.

Apesar de ser capaz dos feitos mais incríveis podendo assim dominar e subjugar a humanidade.

Justamente por ter nascido alienígena  Kal servindo de exemplo luta por um mundo mais justo pra todos nós.

Confira na galeria abaixo a evolução do Homem do Amanhã nestes impressionantes wallpapers que encontrei na web

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HQ

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As Aventuras do Superman

Esta HQ é claramente influenciada pela ótima e inesquecível série animada de mesmo nome, com arte de Bruce Timm, de 1996. Quero destacar que todas as histórias são boas, pois os personagens que participam em sua grande maioria fazem parte da mitologia do herói. Aqui comento as histórias de cada edição que mais gostei.

Na edição n° 1, O Homem do Amanhã … ontem,  Mxyzptlk  cansado de ser derrotado pelo herói a cada 90 dias volta ao passado para atormentar a versão adolescente de Clark quando ele nem sonhava em ser Superman.

Mxyzptlk  conta uma mentira pro rapaz  jurando que ele ao se transformar em Superman  irá subjugar o mundo tornando-se um ditador. E até os maiores inimigos do Super como Lex Luthor, Metallo, Darkseid e o Parasita formam uma Liga da Justiça comandada por Mxyzptlk que não conseguiu impedir os planos  de dominação do Superman.

Acreditando nessa mentira o Clark Kent do passado abandona a Terra e vive na Lua em reclusão. De volta ao presente Mxyzpltk apronta das suas traquinagens, mas vê  como o mundo mudou sem a presença do Super.

Claro que ele volta ao passado e tenta convencer o jovem a retomar seu lugar na Terra. Naquela linha temporal que o Super deixou de aparecer Lois Lane morre na queda de helicóptero sendo uma referência ao filme do incomparável Christopher Reeve.

Assim que tudo volta ao normal Jonathan depois de um sonho a noite faz esboço de um uniforme pra Clark usar como disfarce futuramente, mas o desenho se assemelha com um uniforme antigo do Super. Bom não preciso dizer que gostei de graça desta história. Com roteiro de Mark Millar e arte de Aluir Amancio.

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Na edição n° 2, Reunião de Família, o Superman é jogado numa outra linha temporal após jogar um gerador de antimatéria no espaço.

Ao voltar pra outra Terra ele descobre que sumiu por um ano, que seus pais morreram num incêndio, que Lex Luthor é o homem mais poderoso de Metrópolis e que Lois  está noiva de outro homem.

Nesta realidade Jor-El e Lara estão vivos com mais alguns milhares de kriptonianos numa cidade flutuante que sobrou de Krypton (igual a Argos a cidade da Supergirl).

Como nem tudo são flores Lara é a vilã desta história, pois ela deseja conquistar a Terra e exterminar toda a raça humana  para se beneficiar do Sol amarelo ficando com superpoderes.

É interessante notar que Jor-El continua a ser o mesmo cientista altruísta, pois nesta realidade ele conseguiu salvar uma parte de Krypton e também  como a humanidade se comporta sem o Superman para tomar conta dela. Com roteiro de Mark Millar e arte de Aluir Amancio.

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Na edição n° 3, Este é um trabalho para o Superman, vemos o herói em várias situações de salvamento diferentes. A história começa com um garotinho triste, porque seu cachorrinho de estimação sumiu e ele pede ao Superman que o salve. O pai do menino fala que o Superman é ocupado demais para procurar um simples bichinho.

Logo o Super  frusta um assalto a banco, leva uma ambulância pro hospital, detém o sequestro de um avião, entrega um órgão para ser transplantado, salva um grupo de jovens de serem soterrados numa caverna, retira um inocente da cadeira elétrica, salva astronautas de uma chuva de meteoros e no final arranja tempo de encontrar o cãozinho do garoto.

Com roteiro de Mark Millar e arte Aluir Amancio. Temos o aspecto mais característico do herói a sua imensa vontade de ajudar a todos e não medir esforços de estar em quase todos os lugares para fazer isto.

A minha pergunta mais frequente sobre o Super é porque alguém tão poderoso capaz de fazer quase qualquer coisa devota sua vida a ajudar a humanidade?

Os kriptonianos são uma raça conquistadora por natureza será que foi só a criação de Jonathan e Martha Kent que moldaram os valores pessoais de Clark?

Superman faz da humanidade uma criança que precisa ser auxiliada a cada passo que dá e isto talvez nos torne muito dependentes dele. Lex Luthor odeia o Superman por causa dele ser um alienígena ou por causa dele não ter a mesma atenção que o herói tem?

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Superman: Através dos Tempos

Smallville: As Aventuras do Superboy – Tom Welling – (2001 a 2011)

Confesso que no início eu nem ligava muito pra série, mas um colega de trabalho me alertou pra Smallville e quando assisti fiquei viciado naquele formato de Clark usar os poderes e ao mesmo tempo ter que esconde-los ( pra mim isto era incrível).

Então quando me acostumei eu ficava empolgado já com a música-tema, Save Me, da banda francesa Remy Zero que tocou em todas as temporadas.

O grande trunfo desta série é que pegaram parte dos elementos originais do mito e deram uma modernizada no conteúdo como se tudo acontecesse no século XXI.

Engana-se quem nunca parou para ver, porque perdeu a oportunidade de assistir a melhor renovação feita sobre o mito até aquele momento.

Todo nós sabemos quem é Superman, mas pouca vezes nos gibis sua vida em Smallville foi tão bem esmiuçada. Na série temos a  vida de Clark Kent (Tom Welling), um típico adolescente do Kansas sendo contada (com a exceção dos superpoderes, é claro!).

Dizem as lendas que a intenção era fazer um programa sobre a adolescência de Bruce Wayne antes de tornar-se o Homem-Morcego, mas o projeto foi cancelado por causa de que havia algo semelhante pro herói na telona.

Os roteiristas Alfred Gough e Milles Millar desenvolveram as aventuras baseadas na juventude de Clark em Smallville.

Deixaram de lado a intenção de mostrar o Azulão de uniforme voando e se concentraram no aspecto de mostrar a vida de Clark passando pela adolescência até a fase adulta. Tivemos toda a influência pela descoberta de seus poderes e como resolve usa-los a maneira que vão se desenvolvendo.

Eles recuperaram um conceito antigo que havia nos gibis da Era de Prata, período que durou de 1956 a 1970. Diferente do conceito que Superman nunca foi Superboy criado por John Byrne durante a reformulação em meados da década de 1980 (quando o Superboy já voava pelos céus de Smallville).

Trazendo desta época a amizade que havia entre Lex Luthor e Clark Kent em Pequenópolis (a cidade foi chamada assim aqui no Brasil por muitos anos).

A inimizade entre os dois surgiu depois que um experimento científico de Lex deu errado e responsabilizou o Superboy por ter ficado careca.

Bom, consta ainda neste período aparições tanto de Lois Lane quanto do Arqueiro Verde e também do Aquaman em Smallville (acontecimentos aproveitados depois pelos roteiristas).

Smallville começou tímida, mas com a sequencia de temporadas os redatores acrescentaram personagens bastante conhecidos nossos como: Impulso, Aquaman, Canário Negro, Sociedade da Justiça, Arqueiro Verde,  Legião dos Super-Heróis, Zan e Jayna  e principalmente a lindíssima Supergirl (Laura Vandervoort)  entre tantos outros que fez a série crescer exponencialmente.

Enriquecendo a trama e mostrando que uma adaptação de HQ é viável na telinha desde que seja trabalhada de forma correta.

A melhor parte foi explorar de maneira ímpar os coadjuvantes, pois era muito difícil deixar de simpatizar com Martha e Jonathan Kent (eles conseguiram moldar a personalidade de Clark para torna-lo o herói que todos admiram).

Em contra partida aquele amor e carinho que Clark teve vimos seu antagonista Lex Luthor (Michael Rosenbaum) brigar diversas vezes com seu pai Lionel Luthor.

Divergências estas que beiram a loucura de tão estranhas, mas tinha um grande significado no passado da família Luthor.

Então temos um LL inteligente, cínico e dissimulado sempre tramando na surdina e querendo tomar para si Lana Lang (Kristin Kreuk) de seu suposto melhor amigo (era algo assustador ver isso).

Aliás a mudança na etnia tanto de Lana Lang quanto na de Pete Ross (Sam Jones III) foi algo marcante, pois os fãs chiaram muito. Pra mim desde que seja feito de uma forma que não estrague tudo fica válido.

A série inseriu dois personagens que não existiam nos gibis Chloe Sullivan (a bela Allison Mack), uma amiga de Clark que inicialmente curtia uma paixão secreta por ele.

E Lionel Luthor (John Glover), o ator havia trabalhado antes na franquia do Batman como Jason Wodrue, nos quadrinhos é o vilão Homem-Florônico.

Outro grande mérito que Smallville teve foram as participações especiais de diversos atores que ao longo dos anos trabalharam no universo do Superman (cinema e TV).

Desde Christopher Reeve, o Superman mais carismático das telonas que interpretou o Dr. Virgil Swann, Terence Stamp (o eterno General Zod), Margot Kidder (a Lois Lane do cinema), Marc McClure (o Jimmy Olsen do cinema).

Também tivemos, Helen Slater (a Supergirl do cinema), Dean Cain (o Superman da TV), Teri Hatcher (a Lois Lane da TV) e Annette O’Toole que interpreta Martha Kent também participou como Lana Lang no filme de 1983.

Uma curiosidade é que Lynda Carter, a eterna Mulher-Maravilha do seriado televisivo que não tinha nada haver com o herói ( ganhou uma merecida homenagem também participando da série).

O sucesso da série é inegável, porque foram utilizados os melhores efeitos especiais que eram os mais modernos naquela época conseguindo transmitir toda ambientação que podiam realizar.

Durante os anos que esteve no ar ganhou diversos prêmios televisivos como Emmy Awards e Teen Choice Awards, mas acabou influenciando diversos spin-offs indo desde uma seriado do Aquaman que ficou apenas no piloto (também gerando livros, HQs, discos e outras quinquilharias pra vender).

A série durou longas dez temporadas, pois o nível dos efeitos especiais estavam ficando cada vez mais caros. E por causa da sua extensa jornada com altos e baixos,  a audiência estava diminuindo.

Apesar do episódio final emocionante que teve cena de voo, trilha sonora de John Williams e diversas cenas em homenagem ao filme de 1978. O clímax foi frustrado pelo orçamento apertado da série.

Depois de esperar 10 anos para ver Tom Welling com o icônico uniforme azul, os fãs tiveram que se contentar com tomadas distantes, um modelo em computação gráfica e closes no rosto do ator, que nunca chegou a colocar a vestimenta.

 Smallville mesmo não conseguindo agradar a gregos e troianos é de longe a melhor versão feita pra telinha com o Superman, um fato que conseguiu dar mais longevidade ao mito do Último Filho de Krypton que já teve tantas releituras na cultura pop.

Fonte de Pesquisa: Mundo dos Super-Heróis.

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Superman: Através dos Tempos


Super-Homem: A Série Animada – 1996

Após reinventar com sucesso a mitologia do Batman e transformá-lo em algo inesquecível a equipe criativa de Bruce Timm. Teve a imensa tarefa de atualizar o maior de todos os super-heróis.

A cena de abertura vinha montada com vários episódios costurados e a música incidental é maravilhosa destacando aquele clima de heroísmo e dando uma curiosidade pro que viria a seguir.

Superman: A Série Animada conseguiu misturar o estilo clássico que ficou consagrado pela excelente versão de Max Fleischer (pra mim uma das melhores já feitas com o Azulão de todos os tempos). E recriar algo novo, pois podemos dizer que as aventuras não se situam nos anos 40.

Outra diferença entre as aventuras do Homem-Morcego e as que vemos no kriptoniano é a mudança do tom das cores. Enquanto a primeira evocava o lado sombrio, detetivesco e dando um tom de realidade característico do Morcegão.

Por outro lado há mais brilho tanto em Metropólis, nos cenários, composição dos personagens e no aspecto geral da série bastante colorida.

Para nos conectar com a tragédia de Krypton o primeiro episódio nos mostra as últimas horas de vida no planeta. Temos a descoberta de Jor-El, a renúncia do Conselho em acreditar na sua descoberta, a traição de Brainiac e o principal a decisão de salvar o pequeno Kal-El.

É claro que a destruição do planeta já havíamos visto antes no filme de 1978, mas a forma como foi mostrada com mais ênfase na relação familiar. E pra piorar Jor-El e Lara tendo que tomar aquela grande decisão, é muito triste.

A viagem de Kal-El pra Terra e a descoberta de seus poderes como algo que não queria é simplesmente muito complicado, porque ele ansiava ter uma vida normal. Mesmo de forma rápida temos uma apresentação dos personagens da vida simples em Smallville (como Lana Lang e Peter Ross).

Jonathan e Martha formam aquele casal consciente da educação e formação moral de importância crucial na vida de Clark Kent (sendo sempre seu porto seguro para desabafar e conversar). Isto mostra que mesmo tão poderoso ainda há um homem por detrás daquele ser tão imponente.

Ver o Super-Homem voando sempre foi o que mais gostei nesta versão, porque é como se fosse algo suave mais simples e ao mesmo tempo poderoso.

A personalidade tanto de Clark quanto de Super-Homem foi o que fizeram de melhor nesta série. Clark não possui aquele trejeito abobalhado que se tornou comum há algum tempo atrás, pois é um repórter obstinado que corre atrás da matéria que deseja.

Enquanto o Super-Homem não se tornou aquele escoteiro bobão tipo bom moço mudando para alguém de atitude forte e com um toque misterioso (na maioria das vezes saindo sem falar nada).

A vida de Clark Kent em Metrópolis teve um maior destaque  tanto como repórter investigativo ou  possível interesse amoroso pra Lois Lane que mesmo ainda interessada no Homem do Amanhã não ficava atrás dele o tempo todo.

Conseguiram também mostrar mais do Perry White como um editor exigente que bota sua equipe atrás das matérias e Jimmy Olsen largou aquela infame gravata borboleta para ter uma aparência mais condizente com um jovem.

O principal arqui-inimigo é Lex Luthor evocando a versão feita por John Byrne, mas surgem outros como o supercomputador Brainiac (que também veio de Krypton).

Na verdade o vilão veio do planeta Colu, porém simplificaram e deram objetividade para o ódio que havia entre Jor-El e o robô transferindo para Kal.

Aqui temos uma variedade de vilões ao longo dos episódios como Metallo, um dos poucos que conseguem fazer frente pro herói com aquele coração de kriptonita. E o Parasita também é outro que dá muita dor de cabeça roubando energia do Azulão.

Ainda tivemos Darkseid infernizando o Super sempre que podia, Livewire que surgiu na série e depois foi incluída na continuidade (se não me engano com Volcana também foi assim), o Homem dos Brinquedos, um lunático muito estranho e Lobo que encheu a paciência num episódio duplo.

Pra não dizer que somente o Super era o único herói nesta versão tivemos participações do Sr. Destino, Lanterna Verde (Kyle Rayner), Aquaman, Batman até rolou um lance com Lois Lane que descobriu a identidade do Morcegão.

Com o Flash teve aquela história de saber quem é o homem mais rápido do mundo algo que já acontece há décadas nos gbis. E também participações tanto do Aço quanto da Supergirl.

Se não me engano uma versão futurista deste Azulão participou de alguns episódios de Batman do Futuro (a série terminou em 2000 num total de 65 episódios).

Super-Homem: A Série Animada foi a melhor adaptação do herói feita até aquele momento que abriu caminho para a chegada da impressionante Liga da Justiça.

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