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Desenho Antigo

Os Smurfs

Les Schtroumpfs foram criados pelo cartunista belga Peyo (Pierre Culliford – 1928-1992).

Dizem as lendas que Peyo quis colocar a cor deles de verde, mas como os leitores iriam confundir com plantas da floresta na história desistiu.

Também tinha optado por colocar os personagens vermelhos (iria ser horrível). Mas a melhor decisão foi mudar pra azul algo que ficou bem melhor.

Os personagens surgiram como coadjuvantes na revista em quadrinhos Johan e Peewit (1958) que fazia bastante sucesso e contava histórias sobre dois heróis medievais.

Les Schtroumpfs ganharam uma série própria de gibis em 1965 e foram adaptados pro cinema na animação Les Aventures des Schtroumpfs que foi feito em preto e branco (só que infelizmente não fez sucesso).

Algum tempo depois outra animação foi produzida La Flûte á Six Sctroumps, feita em  1976.

O produtor americano Stuart R. Ross adquiriu os direitos da animação lançando-a nos Estates (e mudando seu nome para Os Smurfs e a Flauta Mágica).

Então, em 1981 a Hanna-Barbera estreou a série animada dos anõezinhos azuis que se tornaram sucesso garantido entre a garotada do mundo todo.

Os Smurfs moram numa pequena vila em formato de cogumelos escondida no meio da floresta. Seu principal inimigo é o mago Gargamel que anda na companhia de seu gato de estimação Cruel.

Apesar de toda sua maldade o mago é muito burro, porque Cruel sempre fala o que ele deve fazer. Pra nós entendemos apenas os miados, no entanto Gargamel compreende tudo que seu gato diz.

A vila é comandada pelo Papai Smurf que afirma ter 542 anos e seus filhos possuem cem anos. A única menina da vila é a Smurfete que foi criada pra ser má pelo Gargamel, porém graças a mágica do Papai Smurf transformou-se numa duende de boa índole.

Um aspecto interessante é que cada Smurf possui uma característica. O Gênio é o mais inteligente, pois sempre bola um plano de fuga quando precisam. Devido ao fato de ser muito chato todo episódio era lançado pra longe.

Joca gosta de pregar peças (distribuindo caixas explosivas), Ranzinza é bastante pessimista (reclamando de qualquer coisa), Vaidoso (narcisista), Fominha (nem precisa explicar), Poeta (gosta de escrever), Habilidoso (ótimo construtor), Robusto (esportista), na verdade existem cem deles. Estou considerando somente o desenho clássico.

Como curiosidade ainda temos o Bebê Smurf, Vovô Smurf, Vovó Smurf (ambos vivem juntos), Sassete, uma menina que surgiu pra ser tipo irmã da Smurfette e os Smurfinhos.

Apesar do gênero masc. e femin. Os Smurfs são assexuados e são levados pra vila através da cegonha.

Só pra constar, na década de 80 comentaristas políticos disseram que os Smurfs eram uma refência ao Comunismo. Já que a comunidade divide igualmente tudo que produz, não há classes sociais e a grande maioria se veste da mesma forma.

Outro fato que mantém essa ideia é que o Papai Smurf está ligado ao Marxismo, por causa de sua roupa na cor vermelha. Em contrapartida Gargamel e Cruel são exemplos do imperialismo querendo dominá-los por serem mais frágeis.

Bom, deixando isso de lado a série animada dos Smurfs durou até 1989, com 9 temporadas, num total de 457 episódios.

Em 2008 foi feita uma moeda comemorativa de 5 euros cunhada com a imagem de um Smurf (pra festejar o aniversário de 50 anos dos personagens).

Depois em 2011 foi pra telona o primeiro filme feito em CGI. Na trama um grupo formado por Papai Smurf, Desastrado, Arrojado, Smurfette, Ranzinza e Gênio vão parar em Nova York.

Bom, o primeiro ficou muito divertido e o segundo ficou melhor ainda, pois Gargamel (Hank Azaria) transformou-se num mágico ilusionista de sucesso.

Outro personagem que gostei bastante foi o engraçadíssimo Victor (Brendan Gleeson), padrastro do Patrick (Neil Patrick Harris) que roubava a cena toda vez que aparecia.

Por último, em 2017 foi a vez de Os Smurfs e a Vila Perdida uma animação que tem o estilo do desenho da HB lá dos anos 80. Nessa aventura Smurfete percebe que todos os garotos tem uma função (menos ela).

Triste com essa situação parte atrás de alguém misterioso e descobre uma outra vila.

Devido ao fato de ter sido criada pelo Gargamel, o vilão tenta ludibria-la de várias formas afirmando que ela continua firme no propósito de ser má.

E pra piorar a situação o mago mantém sua intenção de capturar os Smurfs com direito a diversas armadilhas pra conseguir isso.

É uma animação simples, mas ao mesmo tempo agradável e divertida que foca principalmente na Smurfette. Há no desenho uma afirmação da personagem de ser uma mulher atual podendo decidir quem ela quiser.

Esse fato pra mim ficou sensacional, pois conecta a Smurfete as heroínas princesas da Disney.

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flintstones

Os Flintstones

É um dos melhores desenhos feito pela dupla Hanna-Barbera, pois as situações mostradas são muito engraçadas.

Como curiosidade, Os Flintstones surgiram inspirados no sitcom “The Honeymooners” e também nas animações da série “Stone Age Cartoons”.

Outro fato legal é que foi a primeira série animada indicada ao Emmy de melhor série cômica (1961).

A grande sacada dos Flintstones são os costumes do “mundo atual” (diga-se logo 1960) transportados para a Idade da Pedra. Adaptaram coisas que nós usamos no dia-a-dia no formato de animais como elefante-chuveiro, dinossauro-escada rolante, pterodátilo-avião entre outras que sempre achei esta parte engenhosa.

Fred Flintstone  na verdade é um pai trabalhador e esforçado, mas também na maioria das vezes torna-se um turrão, cabeça dura e como defeito é um enorme comilão, mas é bonachão e não deixa de ser um dos personagens mais carismáticos que já vi.

Trabalha numa pedreira com um dinossauro-guindaste e seu chefe é o chato Sr. Pedregulho.

Do outro lado do muro temos Barney Rubble, um baixinho narigudo e de bom coração que está sempre disposto a ajudar seu melhor amigo. Mesmo quando estão nas piores enrascadas. Eles funcionam como amigos e contrastam tanto em personalidade quanto em estatura.

Wilma e Betty são as dedicadas e respectivas esposas que ajudam seus maridos quando estão com problema e tentam tirar alguma lição moral da história. Seu famoso grito de guerra: “as compras” acontecia quando encontravam dinheiro, principalmente Vilma, que Fred escondia para usar em outra coisa.

Sempre que Fred dizia: “Wilma cheguei.” Dino começava a latir e saia correndo para então pular encima de seu dono.  O que sempre achei estranho é o fato deste dinossauro se comportar feito um cão, mas vamos deixar isto de lado.

Nos ano 70 e 80 foram criadas outros desenhos baseados nas séries originais aonde Bam-Bam e Pedrita casam ou Os Flintstones viram crianças que eu detesto.

Há um especial que adoro  é O Homem Chamado Flintstone aonde Fred aceita uma perigosa missão substituindo um superagente machucado muito parecido com ele.

Sua tarefa: encontrar o vilão Ganso Verde e impedi-lo de completar seu plano de dominar o mundo. Esta aventura ao estilo de James Bond é algo realmente marcante.

Ao final da desenho tradicional Fred põe o Tigre Dentes de Sabre pra fora de casa e o bichano volta, deixando nosso amigo do lado de fora gritando:“Wilmaaaa…” É uma viajem nostálgica que foi aproveitado no filme.

A primeira adaptação live action do desenho foi Os Flintstones: O Filme feita em 1994.

Na trama o executivo Cliff Vandercave e Ágata Cristal (Halle Berry), sua secretária promovem um teste de aptidão na Pedregulho & Cia.Quem se sobressai é Fred Flintstone (John Goodman) que se torna vice-presidente da empresa.

A dupla se aproveita pra usar Fred como bode expiatório num esquema de fraude. Wilma e Fred ficam maravilhados com estilo de vida suntuoso. Porém quando mais precisam são salvos por seus amigos Barney (Rick Moranis) e Betty (Rosie O’Donnell).

O segundo filme é Os Flintstones em Viva Rock Vegas (2000) sua história acontece antes do filme sitado acima.

Após sair da faculdade, Fred (Mark Addy) conheceWilma Slaghoople (Kristen Johnson). Na companhia de seu melhor amigo Barney Rubble (Stephen Baldwin) e sua noiva Betty (Jane Krakowski) partem num passeio romântico pra Rock Vegas.

Lembrando que as duas adaptações cinematográficas não despertaram grande interesse do público. Isto é fracassaram em  não render uma vultuosa bilheteria, mas conseguiram captar a essência da série animada.

Eu quase ia me esquecendo de Os Flintstones nos Anos Dourados, feito em 1986.

Neste spin-off vemos Fred, Barney, Wilma e Betty ainda crianças vivendo aventuras em Bedrock.

Ainda temos os animais de estimação, Dino e Fang e também os amigos Philo Quartz, Dreamchip Gemstone e Nate Slade. Pra complicar o bad boy, Rocky Tatrock, é apaixonado pela Wilma e está sempre na companhia do seu cão Stalagmutt e pelo seu grupo de amigos.

Haviam outros segmentos: “Os Dilemas do Dino” mostrando aventuras protagonizadas pelo dinossauro. “Flintstone Funnies” com sonhos e fantasias envolvendo Fred, Betty, Wilma e Barney.

E  As Aventuras do Capitão Caverna e Caverninha mostrado como uma série de TV que as crianças adoravam assistir. Nela o atrapalhado do Capitão Caverna salvava o dia ao lado de seu filho Caverninha (o menino era mais inteligente que o pai).

E pra fechar temos Os Jetsons e os Flintstones se Encontram, uma excelente animação que reúne as famílias mais famosas da Hanna-Barbera lançada em 1987.

 

 

 

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A Formiga Atômica

O nome original é The Atom Ant Show que estreou pela Rede NBC em 1965. A série durou três anos exibindo num total de apenas 26 episódios.

Aqui no Brasil foi a TV Tupi que inicialmente apresentou o personagem, mas ao longo das décadas várias outras emissoras reprisaram o desenho.

Como curiosidade A Formiga Atômica foi o primeiro super-herói criado pela Hanna-Barbera Productions, mas havia uma coisa que me chamava atenção no desenho.

Era que nosso diminuto herói sempre que enfrentava algum vilão. Eles nem davam bola pra uma formiga (afinal de contas era muito pequenininha).

Mesmo sendo ridicularizada não tinha jeito o herói era muito corajoso e prendia os malfeitores.

A Formiga Atômica possui alguns poderes incríveis que nos lembram demais o Superman como voar, uma super-velocidade incrível e também possuiu uma força praticamente incalculável.

Foi uma ideia bastante inteligente, pois uma formiga dependendo da espécie pode levantar até 100 vezes  o seu próprio peso.

Seu laboratório era um formigueiro que  ficava próxima a cidade, possuía um computador totalmente bem equipado e uma academia pra fazer seus exercícios físicos.

Não dá pra esquecer seu bordão que rimava: “Lá vai a triônica, Formiga Atômica!”

Eu lembro quando nosso herói não estava conseguindo ter forças suficiente pra uma determinada situação. Voltava rápido pra sua academia pra se exercitar um pouco mais dizendo: “1,2,3, 4…” levantando seus alteres e depois voava para terminar sua missão.

A animação era bastante simples funcionando como uma paródia ao modo de agir dos super-heróis.

Por mais incrível que possa parecer a Formiga Atômica desde cedo me ensinou uma importante lição. A insistir pra superar obstáculos não importando o tamanho que eles possam ter.

 

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Carangos e Motocas

Carangos e Motocas

Pra quem pensou que Carros da Disney era alguma novidade estava bem enganado, pois lá na quase distante década de 80 nós tivemos as aventuras deste simpático fusca chamado Wheelie.

Dizem as lendas que Wheelie surgiu para  aproveitar o sucesso de outro carro maravilhoso e inesquecível o Herbie da cinessérie “Se Meu Fusca Falasse”. Herbie era um fusca branco com o n° 53 no capô que tinha uma personalidade muito especial e tornava mágica a vida de seu dono Jim Douglas. Se Meu Fusca Falasse mostra as aventuras e o surgimento de uma bela amizade entre um carro e seu dono.

Na versão da Hanna-Barbera Whellie também era um carro vermelho que participava de corrida e não havia nenhuma presença de seres humanos (isto está me cheirando a “plágio” da Disney de novo).

Wheelie and The Chopper Bunch estreou na Rede NBC no dia 7 de setembro de 1974 e durou apenas 39 episódios (de seis minutos cada).

Algo que me deixava chateado era que nosso simpático e corajoso amigo era o único personagem do desenho que não falava, somente emitia sons pela buzina e escrevia mensagens em seu vidro dianteiro (ficava a nítida sensação que faltava algo nele, mas mesmo assim Wheelie era muito carismático).

Suas aventuras giravam entre as corridas e o salvamento de sua namorada uma fusquinha rosa chamada Ronda, pois a Turma do Chapa sempre queria arranjar um plano “mirabolante” criando armadilhas para Wheelie (o Chapa queria de qualquer maneira conquistar Ronda).

A Turma do Chapa era composta pelo Chapa é claro, pois a gangue tinha seu nome, Avesso, Risada e Confuso que praticavam as maldades para atrapalhar nosso herói.

A parte mais engraçada é que sempre os planos davam errados e ao final o pequeno Confuso repetia:  “-Eu lhe disse, eu lhe disse… Mas eu lhe disse, eu lhe disse…”

E o Chapa respondia: “Eu sei…”

Carangos e Motocas não era genial, pois sua fórmula era até ingênua, mas fez uma infância feliz de milhares de crianças que tiveram o privilégio de assisti-lo (e agora podemos matar nossa saudade no Youtube).

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Tom&Jerry

Tom e Jerry

A Hanna-Barbera é uma empresa que foi criada por dois homens visionários e que de posse dos meios necessários preencheram a vida de sonhos e imaginação de milhares  de crianças ao redor do mundo.

William Hanna e Joseph Barbera tiveram uma ideia bastante básica um gato grande correndo atrás de um pequenino rato, mas dessa história ingênua e simples surgiram uma das duplas mais famosas da animação.

O primeiro desenho da dupla foi  Puss Gets The Boot (1940) que mostra o rato (sem nome) fugindo do gato que conhecido como Jasper. Lembrando que esta produção foi feita pra MGM Cartoons.

E após seu inegável sucesso foram feitos outros desenhos já batizando-os como Tom e Jerry.

Esse eterno clima de perseguição  vem encantando geração após geração de crianças durante décadas. Suponho que eles não tivessem a intenção deste desenho tornar-se tão importante mundialmente.

Thomas  tem a força proporcional ao seu tamanho em seu favor, porém o simpático Jerry compensa sendo bastante inteligente e sagaz. Colocando o gato em diversas situações constrangedoras são brigas, marteladas, explosões e quedas que nos divertem mesmo revendo milhares de vezes.

E então eis que surgiu Chuck Jones com seu humor sofisticado e louca anarquia apresentando-nos situações mágicas e encantadoras. Podemos notar que na versão de Chuck Tom têm orelhas grandes, sobrancelhas grossas e escuras e olhos destacados.

O destaque em seu rosto mostra sua expressão facial enquanto  é impossível não gostar dos traços suaves de Jerry que com suas orelhas enormes e seu ar doce nos cativa com seu jeito de ser.  Mais não se engane Jerry é capaz de altas doses de confusão para se safar de seu arqui-inimigo principalmente se houver um cão chamado Butch para ajudar.

Os desenhos sob a direção e produção de Chuck Jones e sua equipe são excelência em cenários e primorosos na seleção musical. Aliás as músicas clássicas ou não e os efeitos sonoros nos fazem viajar para dentro do ambiente do desenho.

Mel Blanc concedeu sua voz para praticamente todas as animações clássicas da MGM que conhecemos. Personagens como Patolino, Pernalonga, Gaguinho, Tom e Jerry entre vários outros que marcaram nossa infância por conta dele.

As animações que tiveram a direção de Gene Deitch são horríveis, pois não conseguem manter a graciosidade que havia no estilo de Chuck Jones que consagrou ainda mais os personagens.

Ficou péssima esta última versão de Tom e Jerry (que o SBT está veiculando), pois tanto a versão da Hanna-Barbera quanto a do Chuck Jones estão muito acima do que vemos nela.

As situações continuam as mesmas, mas não surtem pra mim o efeito que deveriam ter que é nos divertir. As crianças assistem, porque é desenho e não conseguem diferenciar a qualidade.

Veja na galeria abaixo trabalhos de alguns artistas com os inesquecíveis personagens da Hanna-Barbera.

0 Ant_Hill_Mob_by_slappy427 Auto_Cat_by_slappy427 Cavey_and_the_Teen_Angels_by_slappy427 dickdastardly_by_dougie_mccoy dougie_mccoy dynomutt_dog_wonder Galaxy_Trio_via_Hero_Creator_by_Gwhitmore Hanna_Barbera_cards_2_by_dougie_mccoy Hanna_Barbera_Tribute_by_slappy427 HB_Color_Page_Atom_Ant_by_slappy427 HB_Color_Page_Bingo_by_slappy427 HB_Color_Page_Captain_Caveman_by_slappy427 HB_Color_Page_Drooper_by_slappy427 HB_Color_Page_Fleegle_by_slappy427

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Desenho Antigo

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A Corrida Espacial

Esta animação teve inspiração em parte por causa do enorme sucesso de Star Wars, mas como estamos falando de Hanna-Barbera também notamos a influência de outro desenho clássico a Corrida Maluca.

Desta vez nossa aventura ocorre no espaço e além de alguns personagens conhecidos nossos como Zé Colméia, Tutubarão e Fantasmino. Também temos a inclusão de alguns personagens novos como Capitão Guapo, Pato Quack (esse era totalmente maluco) e o vilão da animação Falsão.

A Corrida Espacial era bastante acirrada e os competidores recebiam prêmios que pareciam muito bons mais que depois revelam ser uma furada.

Enquanto o Zé Colméia estava ao lado do Arrepio (infelizmente sem Catatau), Dom Quixote fazia parceria com o Pato Quack que parecia muito doido mais era quem dava duro na dupla, pois Dom Pixote só queria saber de moleza.

Na nave Garimpo tínhamos Kojeka que era auxiliado por Rita e Suzana, Tutubarão era acompanhado pelo cão Sherlocke e o pior de todos era o Poderoso  Falsão que tinha seu cachorro Trambique (na verdade eram muito parecidos com Dick Vigarista e Mutley).

Trambique tinha a mesma risada de Mutley (eles tentavam ganhar de qualquer jeito sempre trapaceando). E durante a corrida sempre se disfarçavam de Capitão Guapo e Branquinho posando de heróis para ajudar os participantes.

Mais na verdade sempre indicavam caminhos falsos ou faziam acordos escusos com outros seres-maus para que devorassem os heróis. Na verdade pra mim eram Falsão e Trambique que mais chamavam a atenção neste desenho.

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Filmes da Liga

Na web estamos cansados de ver comentários e suposições sobre o futuro filme da LJA. Talvez tenhamos algo para 2015 (sendo pouco provável ainda).

Como fã gostaria que o roteiro fosse bem planejado, pois estão situando o UDC num mundo “praticamente” real. E além de que David S. Goyer (que provou ter um bom conhecimento sobre os melhores do mundo). Ainda Temos Paul Dini, Mark Waid e Brad Meltzer que também poderiam trabalhar neste possível roteiro.

Então como o futuro é bastante improvável vamos olhar para o passado não tão recente. Estou falando sobre os dois desastres que a Distinta Concorrente fez em live- action.

Bom, Legends of the Superheroes feito em 1979 pela rede americana NBC em parceria com a Hanna-Barbera.  Foi um especial de TV em duas partes com alguns personagens da editora (inspirado no grande sucesso dos Super Amigos).

Na equipe temos o Capitão Marvel, Caçadora, Batman e Robin, Canário Negro, Flash Lanterna Verde e Gavião Negro. Enquanto nos vilões tínhamos Solomon Grundy, Mordru, Dr. Silvana, Giganta, Charada, Mago do Clima e Sinestro.

A única parte boa era rever Adam West, Burt Ward e Frank Gorshin interpretando os personagens que os consagraram, pois além do baixo orçamento (os cenários eram piores ainda).

Numa das histórias os heróis foram recrutados por Ciclone Escarlate (herói aposentado criado para o filme) que queria impedir o vilão Dr. Silvana explodisse uma bomba que acabaria com o mundo.

Mais bizarro ainda era Mordru que inventou uma poção que retiraria os poderes da Liga, mas sei lá por qual motivo os vilões também a tomam (situação bastante bizarra).

Fora outras cenas lisérgicas como o Capitão Marvel ver um consultório se materializar na sua frente (e deitar no divã) onde o Charada é o psiquiatra disfarçado. E o Lanterna Verde se consultar com uma cigana ( Sinestro também disfarçado).

Sinceramente não vale a pena comentar o segundo episódio é ruim de dar dó.

Liga-da-Justiça-Filme-TV

Outra bola fora foi o infame filme da LJA (em 1997) que surgiu inicialmente como um piloto para série de TV.  Algo que já foi mostrado diversas vezes pelo SBT (e o pior como se fosse alguma novidade).

Nesta versão temos Ajax, Lanterna Verde (Guy Gardner), Fogo, Gelo,  Flash (Barry Allen), mas que se parece com Wally West e Átomo (Ray Palmer).

O filme é muito ruim e destoa muito do que conhecemos, mas foi baseado na fase cômica (Liga da Justiça Internacional).  Desta vez temos a heroína brasileira Fogo (Michelle Hurd) sendo uma atriz que tenta sorte vestindo umas roupas ridículas, a Gelo (Kimberly Oja) que é uma meteorologista, o Flash (Ken Johnston) que não tem nenhuma autoconfiança, Lanterna Verde ( Matthew Settle) sendo o Guy, mas que transformou-se  numa mistura de Hal Jordan e Kyle Rayner (tudo junto e misturado).

Átomo (Jon Kassir) é o cientista inteligente da turma que na verdade é mais conhecido como Eléktron. Eis aqui um fato curioso o Átomo (Al Pratt) é o herói da Sociedade da Justiça da América.

E quem vemos é Ray Palmer que foi sua segunda versão que nos gibis nós conhecemos como Eléktron.

O personagem foi traduzido como Átomo aqui no Brasil ou foi uma falta de atenção dos tradutores ou alguém que conhecia o herói apenas por este nome.

E ainda temos  Ajax (David Ogden Stiers) o herói telepata e transmorfo que reúne a equipe para combater o vilão Dr. Eno (Miguel Ferrer) que mais parece uma versão do Mago do Clima.

Infelizmente os uniformes são ruins, os efeitos especiais são piores ainda e não veja de maneira nenhuma, porque vai ser uma decepção do início ao fim. A DC depois do estrondoso sucesso do longa dos Vingadores está querendo a todo custo lançar a sua versão pras telonas da LJA, mas o grande problema do meu ponto de vista é o planejamento para tal projeto.

Estamos cansados de saber que a Casa de Ideias trabalhou meticulosamente para que Vingadores desse certo e tenho medo que a Distinta Concorrente ponha os pés pelas mãos fazendo uma adaptação que deixará um hiato de mais alguns anos sem nada nas telonas.

Eu gostaria mesmo que isso não aconteça, pois Superman: O Homem de Aço provou que este novo caminho pode ser consolidado. Na verdade inicialmente o filme será o ponta pé inicial para que haja uma futura Liga e veremos como vai ser o novo capítulo desta novela enrolada.

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Batman: Através dos Tempos

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Super Amigos (ABC-TV/Hanna-Barbera, 1973)

“Enquanto isso na Sala de Justiça…”

Super Amigos  a serie estreou em 8 de setembro de 1973 contando com o design do lendário Alex Toth e reunindo Batman, Robin, Super-Homem, Mulher-Maravilha e Aquaman. Os heróis eram auxiliados por dois adolescentes aspirantes a heróis, Marvin e Wendy (sobrinha de Bruce Wayne), além da mascote, Cão Maravilha.

Os três não tinham superpoderes  e o que geralmente acontecia era que os heróis entravam em ação para salva-los de alguma encrenca.

Os heróis de plantão em frente ao monitor gigante da Sala de Justiça recebiam algum comunicado de socorro ao redor do mundo e seguiam para combater o mal.

Além de mudar o nome de Liga da Justiça tornado-se Super Amigos (Super Friends no original) a adaptação sofreu algumas restrições em relação as HQs retirando a maior parte da violência que normalmente se vê, pois o produto era destinado ao público infantil.

Mais pra mim esta primeira versão não era muito interessante, porque a segunda versão ficou bem melhor contando com a entrada dos Super Gêmeos personagens criados diretamente para a série televisiva.

Zan e Jayna são dois irmãos alienígenas com superpoderes, pois enquanto Zan podia se transformar em qualquer coisa ligada á água em contra partida sua irmã Jayna transformava-se em qualquer tipo de animal.

Eles juntavam suas mãos dizendo: “super gêmeos ativar!” Confesso que brinquei várias vezes com minha irmã falando isso (nostalgia pura).

Fora a dupla ainda tínhamos o macaco espacial de estimação Gleek que sempre aprontava, mas em alguns episódios ajudou bastante quando precisava.

Além dos irmãos tivemos outros personagens que foram criados exclusivamente para representar outras comunidades americanas: Vulcão Negro, um afro-americano com poderes elétricos(inspirado no herói dos quadrinhos Raio Negro) ; Samurai, um asiático que comandava tufões e Chefe Apache, um indígena que podia aumentar seu tamanho.

Em Liga da Justiça Sem Limites  houve uma nova versão deste heróis só que mudaram o nome para Ultimen, mas notamos que são baseados nos clássicos Super Amigos. No episódio “Ultimato”, a equipe  os Ultimen foi criada pelo Projeto Cadmus para eles poderem ter poder de fogo contra a Liga da Justiça.

Inicialmente estes novos heróis acabaram chamando a atenção da população vendendo milhares de action figures tornando-os muito populares.

Depois ficamos sabendo que suas memórias são falsas (implantadas) e que os heróis devido a uma falha genética acabaram descobrindo que iriam morrer.

Num outro episódio dezenas de clones  dos Ultimen são enviados para destruir a Torre da Liga comandados pela Poderosa (que foi chamada de Galatea na animação) que dá uma surra enorme na Supergirl, mas acaba sendo derrotada.

Bom, uma coisa que não dava pra mim aceitar na época dos Super Amigos era quando os heróis eram presos e derrotados.

Tipo Superman pode ficar fraco quando está diante á kriptonita  e a Mulher Maravilha também perde seus poderes quando está envolvida com seu próprio Laço Mágico, mas o Batman ficar inutilizado sem seu Cinto de Utilidades pra mim era inadmissível.

Bastava usar a arma mais importante que ele tinha o cérebro, mas as coisas não eram feitas assim na animação. Fato que foi mudado em Liga da Justiça (ainda bem).

Super Amigos durou até 1985 quando chegou ao ar sua última temporada e desta vez inserindo dois novos personagens. Um era o Cyborgue dos Novos Titãs, pois a equipe estava numa ótima fase neste período.

E o outro foi Tempestade (que foi chamado de Relâmpago por aqui) lembro que esta versão era mais parecida com os quadrinhos e um fato curioso era que o vilão Darkseid vivia perseguindo a Mulher-Maravilha para torná-la sua esposa.

A série animada também ficou marcada pelo lançamento das action figures de Super Powers da Kenner Toys, em 1980.  A parte interessante desta coleção era que os bonecos se mexiam quando alguma parte de seu corpo era pressionada.

E também ficou marcada em minha memória por ter uma versão da morte do Super-Homem (fato até então inédito pra mim). Um herói morrer era algo que eu não cogitaria de jeito nenhum que poderia acontecer, mas depois ao longo dos anos fui aprendendo sobre este fatídico acontecimento.

Batman como a maioria dos heróis da animação dos Super Amigos eram trabalhados de uma maneira bem diferente da que estamos acostumados a ver atualmente. Basta apenas comparar com a versão de Bruce Timm pra notarmos que  a diferença de qualidade é enorme.

Mais era o que as crianças assistiam na época,  no entanto podemos notar que muitos adultos ficam nostálgicos quando o assunto é Super Amigos (é o caso deste humilde escritor).

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3 mosqueteiros

Os Três Mosqueteiros

“Um por todos e todos por um.”

Honra, amizade, lealdade além de coragem são as características básicas dos Mosqueteiros que sempre chamaram minha atenção.

Os Três Mosqueteiros surgiram no livro do escritor Alexandre Dumas e suas aventuras ocorrem no século XVII durante o reinado de Luís XIII, na França.

D’Artagnan é um jovem  intrépido que deseja ser Mosqueteiro que pertencem a guarda de elite do palácio. Sendo responsáveis em defender o reino e a rainha de uma intriga perpretada pelo Cardeal Richelieu.

A Inglaterra e a França vivem de uma relação diplomática muito delicada e então Richelieu quer se aproveitar de tal fato. Só que D’Artagnan conhece Constance uma acompanhante da rainha e a pedido da moça entra de cabeça na história para ajuda-la.

Então temos Athos, Porthos e Aramis os mosqueteiros mais famosos e condecorados de toda França que se unem a D’Artagnan pra salvar a Rainha Anne e evitar uma guerra entre a França e a Inglaterra.

2011

Os Três Mosqueteiros – 2011

Visto por cima somos introduzidos no filme com a representação de um mapa da Europa no século XVII. Aonde uma maquete demonstra todo cenário político da época.

Os Três Mosqueteiros Athos (Matthew MacFadyen), Porthos (Ray Stevenson) e Aramis (Luke Evans) desempenham  uma habilidade específica funcionando como grupo de ataque e infiltração. Eles ainda continuam famosos mais não se encontram bem de situação financeira (parece até uma analogia a crise financeira atual).

Aramis é um ex-padre que ficou parecido com o Batman em seu M.O., Athos é ultra apaixonado por Milady interpretada pela linda Milla Jovovich e Porthos é o mais forte e engraçado de todos.

Esta adaptação deu uma modificada no status quo da história, mas manteve a intriga e traição da trama original.

Há algumas mentiras escabrosas como Milady ser mais rápida que as balas no corredor e a entrada dela no salão secreto pra roubar o colar da rainha. Os fios esticados parecem laser.

Ficou interessante e incrível, mas a maior mentira de todas foi a licença poética dada aos navios voadores. D’ Artagnan é um jovem, corajoso de origem humilde que sai da zona rural da França com o sonho de ir pra capital e tornar-se um Mosqueteiro como seu pai foi.

O Capitão Rochefort (Mads Mikkelsen) pertence a guarda pessoal do Cardeal Richelieu (Christopher Waltz) que é um homem cínico, cruel e impiedoso que se esconde por trás da Igreja. O elenco está totalmente perfeito tanto na interpretação do Cardeal quanto do Buckingham (Orlando Bloom quase não o reconheci).

O pobre Jussac sofre nas mãos de D’artagnan, pois o rapaz é bastante habilidoso no manuseio da espada.

Eu não gostei da atuação do Freddie Fox (Rei Luís XIII), pois ficou afetado demais quando na verdade ele era pra ser um tipo mimado. Fora isso as cenas de esgrima com as espadas ficaram belíssimas sendo a parte que mais gostei.

O filme consegue trazer o mito dos personagens para a nossa época atualizando-os para esta nova geração que vai ao cinema. No final fica que poderá haver uma sequência dada a sua grandiosidade.

Esta última adaptação me fez pensar nas outras que vieram antes vamos lembrar de algumas delas junto comigo?

douglas faibanks

Os Três Mosqueteiros – Douglas Fairbanks – 1921

O ator além de ter vivido  Zorro, Robin Hood e Robinson Crusoé  também fez diversos outros filmes contribuindo e muito para a história do cinema em sua era de ouro.  Sua forma de mostrar os heróis altivos, corajosos e intrépidos são sua marca registrada.

john wayne

Os Três Mosqueteiros – 1933

Nesta versão ligeiramente diferente os heróis atuam num tipo de Legião Estrangeira. Além de ser ambientada no Norte da África temos estrelando John Wayne como o Tenente Tom Wayne (representando D’Artagnan).

Na história o Tenente Wayne é acusado pelo assassinato do irmão de sua noiva  e promete pegar o verdadeiro assassino, um terroristas árabe e leva-lo a justiça.

1935

Os Três Mosqueteiros – 1935

Versão com Walter Abel e Ian Keith pela RKO Radio Pictures.

1948

Os  Três Mosqueteiros – 1948

Lançada pela Metro-Goldwyn-Mayer (famosa MGM) foi uma versão musical estrelada por Gene Kelly e Lana Turner.

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Mosquete, Mosquito e Moscardo – Yippee, Yappee and Yahooey – 1964

Mais uma versão canina para o clássico dos Três Mosqueteiros, de Alexandre Dumas. Nesta outra série animada da Hanna Barbera quando o diminuto Rei gritava: “Guardas! Guardas!”

Imediatamente entravam em ação seus leias defensores que anunciavam sua entrada num grito de guerra:  – Yappiii… (Mosquito).
– Yappetêê.. (Moscardo).
– Yappetequii… (Mosquete).

Garantindo toda confusão na corte. Mosquete, Mosquito e Moscardo defendiam o reino caçando unicórnios, lutando contra dragões, salvando belas princesas e é claro dando muita dor de cabeça para o Rei.

O desenho teve uma única temporada com 23 episódios no total.

THREE MUSKETEERS HANNA-BARBERA

Os Três Mosqueteiros – The Three Musketeers – 1968

Baseado no famoso romance de Alexandre Dumas surgiu esta versão criada pelos estúdios da Hanna Barbera. Para servir e proteger a Rainha Anne surgiam os espadachins mais corajosos de toda França.

Os mosqueteiros são soldados fiéis á Monarquia francesa o trio é formado por Athos, Porthos e Aramis, além do jovem e destemido D’Artagnan.

O nome mosqueteiro vem da arma utilizada pelos mesmos, um tipo de espingarda, chamada de mosquetão. Mas apesar do nome, eram famosos por sua habilidade com a espada.

A série animada teve uma temporada apresentando 18 episódios no total.

FILM THE FOUR MUSKETEERS (1974) OLIVER REED, RICHARD CHAMBERLAI

Os Três Mosqueterios – 1973

Aclamada como uma das melhores versões do livro tendo na direção Richard Lester  (mais conhecido por seu trabalho com os Beatles). Estrelando Richard Chamberlain Oliver Reed, Michael York, Frank Finlay, Rachel Welch,Faye Dunaway e Christopher Lee.

A história segue pela mesma trama D’Artagnan (Michael York) segue para Paris sonhando tornar-se um mosqueteiro. Quando é ridicularizado por causa de sua inexperiência por Rochefort (Christopher Lee). O Cardeal Richelieu (Charlton Heston) usa sua grande influência para governar a França através do rei.

D’Artagnan para mostrar seu valor acaba se desentendendo com os Três Mosqueteiros marcando um duelo a determinada hora com cada um deles. É quando todos juntos enfrentam  a guarda do cardeal que a amizade deles tem início.

Mas Richelieu trama um ardil para em que a rainha está apaixonada pelo Duque de Buckinham (Simon Ward) e então D’Artagnan e Os Três Mosqueteiros tentam impedir as tramóias do cardeal.

Como o filme havia sido feito em três horas tiveram que dividi-lo e em 1974 tivemos a continuação Os Quatro Mosqueteiros. Em 1989 todo o elenco e equipe voltaram para filmar O Regresso dos Três Mosqueteiros baseado numa versão que acontece 20 anos depois dos acontecimentos no livro de Alexandre Dumas.

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Os Três Mosqueteiros Trapalhões – 1980

Os Trapalhões povoaram a imaginação de várias crianças durante o período que estavam na telinha. Eu sou feliz por ter tido a chance de ver o Quarteto Fabuloso além de rir bastante com seus filmes  e me divertir com sua magia.

Mais eles também nos mostraram sua versão do clássico de Alexandre Dumas. Algo que encontrei escondido lá do fundo do baú.

Os Três Mosqueteiros (Dedé Santana, Mussum, Zacarias) trabalham na casa da Sra. Ana Rocha (Rosita Tomáz) e tem a difícil missão de ir na Foz do Iguaçu recuperar um colar de esmeraldas,com o qual a fábrica de Sr. Luís está em jogo, e Zé Galinha(Renato Aragão)um pobre que mora no galinheiro se oferece para ajudar.

Ao chegar na Foz do Iguaçu, encontram o bandido, mas ele vende o colar para um bandido em Manaus, já na Amazônia, Zé Galinha pega algumas pedras,encontram o bandido mas ele vendeu para outro bandido no Rio de Janeiro,onde encontram o bandido e finalmente recuperam o colar, e as pedras que Zé Galinha pegou eram, na verdade diamantes.

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D’Artagnan e Os Três Mosqueteiros – Wanwan Sanjushi  – 1983

Também baseada no livro esta versão é inesquecível para todas as crianças que puderam vê-la. É um anime que foi co-produzido pelos estúdios BRB Internacional S.A. da Espanha mais com realização da Nippon Animation do Japão .

música-tema deste desenho é algo que nunca esqueço, pois sei cantá-la do início até o fim é como se eu a tivesse visto ontem.

Neste desenho temos os mais variados tipos caninos como personagens como: pudlee, pastor-alemão, vira-lata, buldog entre outros animais como gatos e porcos.

Sendo extremamente fiel ao livro exceto pelos animais é claro esta saudosa  animação tem como enredo as tramóias de Richelieu e Milady, mas D’Artagnan unido aos Três Mosqueteiros corajosamente se aventura a lutar contra o vilão.

Mais não é apenas com a espada em punho que nosso herói queria viver, pois apaixonara-se perdidamente por Juliet que conquistou seu amor e seu coração. Além de conhecermos o universo de Alexandre Dumas o desenho era muito convincente em suas cenas de ação e inesquecível para quem teve o privilégio de assisti-lo.

O anime teve uma continuação em 1990 realizado pela BCN que se uniu com a produtora inglesa Thames Television.

Surgindo The Return of Dogtanian, uma continuação narrada 10 anos depois da série original. Nesta história D’Artagnan e Juliete estão casados e tiveram filhos que são versões miniaturas de seus pais.

Sinceramente não lembro se esta versão  foi veiculada por aqui no Brasil e descobri ela apenas pela pesquisa.

Vamos esperar pela continuação do diretor Paul W. S. Anderson e só então  saberemos pra  qual aventura Os Três Mosqueteiros irão nos levar.

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Os Três Mosqueteiros, da Disney – 1993

Desta vez  o  Cardeal Richelieu numa pérfida manobra sem o consentimento do Rei conseguiu dispersar todos mosqueteiros. Mais um intrépido D’Artagnan (Chris O’Donell) contraria as ordens do Cardeal se juntando aos Três Mosqueteiros Athos (Kiefer Shuterland), Porthos (Oliver Platt) e Aramis (Charlie Sheen) para tentar impedir seus planos.

Lembro que D’Artagnan se apaixonou pela linda e perigosa Condessa de Winter (Rebecca De Mornay) esta adaptação foi bem de bilheteria. Mais não é uma das minhas preferidas.

Podemos notar um jovem Kiefer Shuterland antes de se tornar o agente (Capitão América de verdade) Jack Bauer da excelente série anti-terrorismo 24 Horas e Charlie Sheen também antes de estrelar Dois Homens e Meio com seu impagável Charlie Harper.

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O Homem da Máscara de Ferro – 1998

O filme é recheado de estrelas, pois nele temos John Malkovitch, Jeremy Irons, Gerard Depardieu e Leonardo di Caprio. Desta vez o Rei Luís XIV é um homem cruel que manda para a masmorra o irmão gêmeo para poder ficar no trono.

Mais então o mosqueteiro Aramis (John Malkovitch) descobre o segredo e convence seus companheiros a resgatar o prisioneiro. A parte interessante é D’Artagnan que se recusa a ajudar os amigos nessa empreitada.

O filme foi um fracasso de crítica, mas conseguiu retirar na época os holofotes que estavam em Titanic.

Eu não gosto do Leonardo di Caprio, mas confesso que sua atuação dupla estava excelente e apesar do roteiro misturar os livros da mitologia criada por Alexandre Dumas eu gosto desta adaptação.  Não é um filme excelente ou um clássico eterno, mas vale como curiosidade sobre Os Três Mosqueteiros.

Aliás a versão do O Homem da Máscara de Ferro com o ator Richard Chamberlain é bem melhor e ainda temos outra mais recente O Conde de Monte Cristo com Jim Caviezel que também foi bastante superior.

Só para lembrar, antes de Brandon Routh voar por Metrópolis houve muitos boatos que Jim Caviezel na época famoso pela interpretação de Jesus Cristo iria interpretar o Homem do Amanhã.

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 Os Três Mosqueteiros, da Disney – 2004

Desta vez Mickey, Donald e Pateta são faxineiros desastrados do Palácio que sonham em virar mosqueteiros.

O Capitão é o maldoso Bafo da Onça que nomeia os três desastrados no intento de conseguir roubar o trono da princesa Minnie. Os três tem a chance de provar seu valor quando unem-se para frustrar o plano do vilão.

As animações da Disney tem como marca registrada a qualidade e esta não é exceção. O mais divertido são as músicas clássicas famosas que vemos temos Tchaikovsky, Strauss, Beethoveen que tornam tudo mais ágil e divertido.

Sinceramente dá uma tristeza quando o desenho acaba, pois vale a pena vê-lo.

 Fonte de Pesquisa: InfanTV, Wikipédia e TV Sinopse.

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Batman: Através dos Tempos

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The New Scooby- Doo Movies – Hanna-Barbera, 1972

Foi a segunda encarnação da série de desenhos animados com o Scooby-Doo, exibida no programa da Hanna-Barbera  que ia ao ar nos sábados de manhã na TV americana. O anterior era Scooby-Doo, Cadê Você?. O desenho estreou em 9 de setembro de 1972  e continuou durante duas temporadas, exibido pela Rede CBS. Vinte e quatro episódios foram produzidos no total (dezesseis em 1972, e mais oito em 1973). No Brasil, a série foi reexibida pelo SBT em 2010.

Além dos personagens da turma do Scooby-Doo, em cada um dos episódios desta série aparecia convidados especiais, celebridades da TV ou do Cinema e os quais ajudavam a resolver o mistério da semana. Alguns destes convidados eram dublados por eles mesmos (Don Knotts, Jonathan Winters, Sandy Duncan, Tim Conway e a dupla Sonny & Cher, entre outros).

Outros que já haviam falecido ou estavam indisponíveis, tiveram a dublagem feita através de imitações das vozes originais (Os Três Patetas e O Gordo e o Magro). Muitos dos convidados eram futuras personagens de desenhos a serem produzidos pela dupla Hanna-Barbera: Batman e Robin (Superamigos), Harlem Globetrotters, Josie e as Gatinhas, Jeannie, Speedy Buggy e A Família Addams.

A Dupla Dinâmica apareceu no episódio The Caped Cruzader Caper em 1972 e em outro chamado The Dynamic Scooby-Doo Affair. 

Fonte: Wikipédia e Batman Magazine.

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