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Crítica

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Homem de Ferro 3

O arco Extremis dos gibis foi a base para a existência do Gladiador Dourado para as telonas. Escrita por Warren Ellis e com arte de Adi Granov revitalizou pro século 21 toda origem de Tony Stark.

Alterando o cenário original que acontecia na Guerra do Vietnã para o Afeganistão TS precisa repensar toda sua vida como herói, magnata e cientista. Numa entrevista um jornalista confronta o magnata quanto ao impacto das armas utilizadas nas mais diversas  guerras.

TS fica melindrado, mas retruca dizendo que o documentário do jornalista também não melhorou a situação das guerras no mundo. Quando o cientista Aldrich Killian inventa o Extremis, um tipo de soro do supersoldado, baseado em nanotecnologia  que confere ao usuário  fator de cura, capacidade de gerar raios energéticos, velocidade, superforça entre outros poderes.

Essa perigosa tecnologia foi utilizada pelo terrorista  Mallen que entra num embate mortal contra o Homem de Ferro que quase morre. TS estava muito ferido, mas foi ajudado por Maya Lopez ajudando a desenvolver uma variação do Extremis. Desta vez o vírus foi modificado para criar um link mental entre as armaduras e TS (permitindo que acessasse qualquer banco de dados). E de uma maneira incrível a armadura sai dos poros de sua pele.

Ou então mesmo estando distante vários quilômetros TS poderia “chamar” sua armadura para que viesse lhe ajudar (e assim encaixando em seu corpo). Este arco foi mal aproveitado no longa, pois a densidade dada ao personagem é bem maior do que o filme sugeriu.

A trama começa num Congresso científico em Berna, Suiça na noite de réveillon de 1999. Com uma música dance chatíssima (que poderia ter sido esquecida) o milionário já havia tomados algumas, mas sobe pra “conversar” com a bióloga Maya Hansen (a bela Rebecca Hall) sobre  o Extremis seu projeto de regeneração que pode futuramente ajudar na recuperação de aleijados.

Só que ao mesmo tempo rejeita falar com Aldrich Killian (Guy Pearce) para financiar seus projetos da I.M.A (Ideias Mecânicas Avançadas) organização bem conhecida por nós leitores de gibis. Há um salto no tempo pra atualidade quando vemos Happy Hogan (Jon Fraveau) como  chefe de segurança nas Indústrias Stark e Pepper Potts (Gwynelt Paltrow) se destacando ainda mais comandando a empresa.

Podemos notar que possivelmente está conectado com Os Guardiões da Galáxia na parte em  que Aldrich Killian  mostra uma imagem tridimensional do seu cérebro para Pepper Potts e aparece por “engano” o espaço sideral.

Desta vez o “vilão” Mandarim (um clássico inimigo das HQs) atormenta o mundo inteiro com ameaças transmitidas pela internet. Não poderia deixar de comentar que Ben Kingsley dá um show de interpretação toda vez que aparece.

Quando Happy Hogan sofre um atentado sendo ferido mortalmente (na reconstituição da cena do crime  há um aparato tecnológico que lembra CSI). Então TS promove pela TV um confronto direto contra o Mandarim declarando guerra.

Os efeitos especiais são impactantes na cena de destruição da  mansão e logo após  o milionário é dado como morto. Foi nesta parte que infelizmente pra mim pareceu uma cópia deslavada de Batman: O Cavaleiro das Trevas Ressurge, porque temos Tony Stark também em busca de si mesmo.

Tony está com um trauma após os acontecimentos em Nova York, pois num mundo com soldado patriótico, deuses nórdicos, gigante esverdeado se comparou apenas como “um simples mecânico” então seu grande ego foi esmagado (desculpa pelo trocadilho Hulk).

Eu quero saber porque transformaram TS numa versão mais velha do Homem-Aranha? O que eu detestei mesmo foram as piadinhas que aparecem em boa parte do filme.

Talvez quisessem tirar o peso que o tema “terrorismo” provoca basta lembrar o 11 de setembro e o atentado em Boston.  Só que pra mim conseguiram dar uma derrapada muito grande neste roteiro, pois acabou alternando entre comédia, romance, drama e quase ação.

Se não me engano Tony diz: “que o importante é o homem e não a armadura”

E sinceramente antes do filme estrear fizeram tanto merchandising só que vemos Robert Downey Jr.  que acabou se sobressaindo mais que Tony Stark (e isto foi ruim porque o HF aparece poucas vezes na telona).

Os efeitos especiais são uma alegoria a mais demonstrando a destruição da mansão, um homem cuspir fogo, várias armaduras do Homem de Ferro voando, mas eu não vejo o Tony Stark dos quadrinhos na telona (e pra mim todo resto foi decepcionante).  Foi um sucesso de bilheteria incontestável, porém a mudança na direção e o roteiro fraco não me agradaram em nada.

Só pra constar temos um alívio cômico na cena pós-créditos, pois TS conta a história do filme. Num tipo de sessão de terapia com Bruce Banner (Mark Ruffalo) que na verdade havia até cochilado de tédio.

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HQ

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Superman – Os Novos 52! – n° 0

Na capa  o editor da Distinta Concorrente  no Brasil Bernardo Santana nos inspira a desvendar como foi o início desta nova abordagem dos personagens da editora.

Dizendo que nada é o que parece ser e temos a grata certeza que nossa viagem pelas páginas serão claramente um misto de mistério e aventura no mínimo gratificante.

A história começa com Clark indo numa loja de silk screen pedindo que comecem a colocar em camisas o escudo do Superman.

Eu pensei que era dar mole demais, pois sendo um bom repórter alguém era só buscar na  loja pra saber quem foi que fez o pedido e pronto descobririam sua identidade secreta, mas não é bem isso que vemos acontecer.

E então Clark comparece numa entrevista com George Taylor editor do Estrela Diária (seu primeiro trabalho nas HQs originais, de 1938). Depois ele está no apartamento de Jimmy Olsen que nesta versão é filho de um ricaço (algo que eu nunca havia lido antes).

Eles estão  comentando sobre um jogo aonde Clark descobre referências de alguns filmes desconhecidos. Clark está de mudança para o apartamento que conhecemos nas edições anteriores.

A edição 0 se conecta com tudo que já estava acontecendo nas histórias anteriores do kriptoniano. Quando Clark estava investigando Glen GlenMorgan uma policial foi sequestrada por capangas no alto do prédio, porém Clark chega e  leva um míssil á queima roupa  caindo do prédio desacordado.

É quando um garotinho que dá nome ao título da história “O Menino que Roubou a Capa do Superman” aparece. Aqui temos a arte de Ben Oliver e roteiro de Grant Morrison.

Trata-se das primeiras aventuras do Superman em Metrópolis e como seu surgimento causou impacto na mídia. Com Perry, Lois e Jimmy discutindo o que deveria ser aquele “S” em seu uniforme.

O pai das crianças (sua imagem é calcada no cantor Elvis Presley)  infelizmente bate neles. O mais velho está usando a capa do Superman e ajuda o seu irmão menor a fugir. Quando pai ameaça as crianças no trilho do trem vemos uma das frases clássicas do Homem de Aço “mais forte que uma locomotiva”, pois salva o menino de ser estraçalhado.

Esta história é mostrada por meio de cortes que são interligados para torna-la numa só.

Na segunda “A Origem das Espécies“ (título do livro de Charles Darwin) temos a origem do personagem Adam Blake ou o Superman Esquecido algo que deve ser relevante para histórias futuras.

Eu pessoalmente não gostei do Blake, mas suponho que Erik Drekken tenha alguma importância em relação a esta continuidade que desconheço.

A história seguinte “O Fim do Começo”, conta com arte de Mahmud Asrar e roteiro de Michael Green e Mike Johnson.

Nela também temos a nova origem da  Supergirl mostrando que Zor-El também era um cientista renomado em Krypton (mais fazia experimentos escusos). E que ele não se dava bem com seu irmão mais novo Jor-El.

Zor-El é responsável pela existência das arrasa-mundos que acabaram enfrentando Kara. Esta história comprova a confusão mental de Kara ao encontrar Kal-El aqui na Terra adulto, pois ela havia visto ele bebê em Krypton.

Podemos notar que existe uma diferença entre Jor-El e seu irmão Zor-El. Algo que fica evidente na convivência familiar, porque Allura não aceitou a decisão de Zor-El de salvar Kara da iminente destruição de Krypton.

Só que podemos entender que Zor-El havia modificado o DNA de Kara (suponho que foi para torna-la mais forte) vamos ver o que acontece no futuro.

Em “Todo Fim tem um Começo”, temos uma aventura de Jor-El no centro de Krypton constatando sua descoberta científica de que o planeta irá morrer.

A parte mais intrigante é que já havia kriptonianos sabendo da iminente destruição do planeta e que não queriam que a descoberta de Zor-El tivesse êxito.  E que Lara além de uma cientista também lutava bastante bem é algo totalmente novo na personagem.

Vemos também Kal-El presenciando os últimos momentos da existência de seu planeta (e se não me engano não é a primeira vez que isso acontece).

Não sei se alguém reparou no cientista kriptoniano Kra-Hu, pois suas feições me pareceram ter sido baseadas no ator Morgan Freeman (está parecido demais com ele).

A quinta história “Protetor das Estrelas”, conta com o roteiro de Fabian Nicieza e arte de vários desenhistas (que sinceramente não gostei da maioria). Mostrando o planeta DEM e contando a origem do vilão espacial Hellspont.

Um enredo que envolve sete escolhidos para concretizar uma antiga profecia que ao longo dos séculos transformou-se numa fábula infantil espacial. A única coisa que gostei mesmo foi a participação da Estelar que estava linda demais.

E a citação ao planeta Marte (MA’ALECA’NDRA como  descrito no livro John Carter de Marte). Fora isso fica evidente que haverá uma batalha espacial envolvendo todos os heróis e que não será nada fácil (dado ao nível de poder incomensurável de Hellspont).

Apesar da arte que pra mim não ficou legal, mas demonstrou que algo muito ruim está para acontecer. Porque vemos o Caçador de Marte, Gavião Negro, Estelar  e o Bandoleiro além do próprio Homem de Aço que até se questiona se estará á altura do problema cósmico que irá enfrentar.

Em “Amigos Ausentes”, com arte de Cafu (não confundir com o jogador de futebol) e roteiro de Sholly Fisch. Vemos todos os amigos de Clark prestando uma homenagem após sua morte.

Clark “supostamente” morreu depois de salvar seu editor George Taylor de morrer soterrado numa explosão. Temos depoimentos de como era o caráter e de como Clark Kent realmente se importava com as pessoas.

Tudo sendo dito por Jimmy Olsen, Perry White, Lois Lane e George Taylor (e no final Superman estava ouvindo tudo do lado de fora entristecido). Foi uma das poucas histórias que eu realmente gostei.

Pra terminar em “Encontros Têxteis”, temos novamente a arte de Cafu e roteiro de Sholly Fisch. Voltamos ao início quando dois turistas vão numa loja para comprar uma camiseta do Superman.

O dono da loja conta que o próprio Homem de Aço compra suas camisas lá, mas os clientes saem incrédulos. Ficou no ar que talvez sua história possa ter sido verdadeira, porém há diversas lojas na rua alegando a mesma coisa (é uma história que não tem importância nenhuma).

Esta edição n° 0 ficou bem sugestiva deixando em aberto que virão arcos de história que deverão ser bons.

Eu pretendo acompanhar na medida do possível e creio que Bernardo Santana estava certo ao comentar para esperarmos o inesperado.

HQ: Superman: Os Novos 52! – n° 0

Editora: Panini Comics/ DC Comics

Mês/Ano: Jun/2013

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Cosplay Girl

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Mary Marvel

Ela é uma das heroínas mais importantes da história das HQs, mas durante a saga Contagem Regressiva foi transformada radicalmente numa vilã.

Essa mudança no status quo da personagem deu uma revitalizada no modo como os leitores a enxergavam.

Tornando-a mais relevante pros dias atuais, mas só o tempo irá dizer se valeu a pena algo tão diferente assim.

Confira na galeria abaixo algumas modelos cosplayers que dão o ar de sua graça vestidas de Mary Marvel

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Herói

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O Invencível Homem de Ferro

O Vingador Dourado é o típico herói convencional como a maioria que conhecemos um playboy milionário que usa seu tempo livre para combater o crime. No caso de Tony Stark tinhamos um agravante ele era um belicista projetando armas que vendia pro Governo.

Bem antes da franquia do cinema o herói era mais conhecido somente entre os fãs de gibis. E teve  pros mais velhos e saudosos o famoso desenho desanimado que era uma cópia fiel das histórias em quadrinhos transpostas pra telinha.

Não podemos deixar de lembrar da série animada Os Vingadores: Os Super-Heróis mais Poderosos da Terra que conseguiu explorar as características da personalidade de cada um dos integrantes do supergrupo.

Esta série animada abriu o precedente de misturar várias passagens das HQs ao longo dos anos. Pra mim foi uma das poucas vezes que a Marvel conseguiu emplacar um desenho com alto nível, pois perdia há um bom tempo para a DC neste quesito.

Infelizmente cancelaram para ter uma nova baseada no filme de Joss Whedon espero que valha a pena. Ver Tony tentando aprender a lutar com Steve foi muito engraçado ainda mais porque o Gavião e Hulk se divertiam com os sopapos que o latinha levava.

Eu tenho dois momentos marcantes do latinha uma é “O Dêmonio na Garrafa”, porque TS sucumbiu a um monstro que destrói a vida de muitas pessoas o álcool. Há anos atrás eu convivia com este problema aqui dentro de casa pela figura do meu pai.

São estes problemas do mundo real transpostos para os gibis que a Marvel consegue traduzir muito bem. E a segunda foi Guerra Civil que teve a divisão dos heróis que defendiam a Lei Anti-Registro (liderados por Tony Stark) e os que eram contra que tinham no Capitão América o seu defensor.

Guerra Civil teve como trágico desfecho  a morte de Steve Rogers apesar que tal acontecimento virou lugar comum nos quadrinhos e não dura muito hoje em dia. Passei a não gostar mais do latinha a partir de Guerra Civil, porém como nerd de carteirinha assinada não vou deixar de ver o terceiro longa do herói.

Podem me chamar de cínico, mas não vou ficar de fora deste momento histórico pros fãs de gibis que é poder ver seus super-heróis lutando na telona.

Ainda mais que Homem de Ferro 3 deverá ter alguma ligação com Os Vingadores 2. E qual fã de quadrinhos será maluco em perder isto?

Bom, a adaptação cinematográfica de Jon Favreau é totalmente fiel ao que lemos na HQ original “Nasce o Homem de Ferro”, com arte de Don Heck, argumento de Stan Lee e roteiro de seu irmão Larry Lieber sendo atualizada pra nossa época junto a elementos do Universo Ultimate.

O sucesso do Homem de Ferro se traduziu no excelente trabalho de um roteiro enxuto, uma direção competente e uma atuação ímpar e carismática de Robert Downey Jr. O fenômeno se justificou na elevação  do herói de um tremendo desconhecido do povão para o status de ícone pop.

Passamos a ter outro herói marcante para nós além do Super, de Christopher Reeve, porque ninguém consegue agora pensar em outro ator para interpretar TS além de Robert Downey Jr. Seu Tony Stark é irônico, inconveniente, engraçado, fanfarrão, mulherengo, mas um herói quando precisamos dele.

Homem de Ferro 3 começa a pavimentar o caminho para o segundo longa dos Vingadores mais aqui fica a pergunta quando veremos a quarta sequência do Vingador Dourado? Por quanto tempo será que Robert Downey Jr. aceitará continuar fazendo o herói por causa de sua idade?

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Herói

Clint Barton

Gavião Arqueiro

Eu nunca gostei do Clint Barton, pois nas HQs antigas que li sempre parecia pra mim que invejava a liderança de Steve. Até que num determinado arco de histórias ao qual não me recordo agora, o Gavião Arqueiro tornou-se líder dos Vingadores da Costa Oeste.

Então notou que estar nesta posição não era um lugar tão fácil assim. Fora isso eu não conhecia o herói tão bem, porque sempre achei que o Gavião era uma cópia mal feita do Arqueiro Verde.

Tudo começou a mudar quando vi a atuação de Jeremy Renner no longa dos Vingadores. Eu não conhecia o ator, porém seu trabalho em Missão Impossível : Protocolo Fantasma fazendo o agente Brandt foi ótimo. Pena que não teve tanto espaço neste filme para mostrar sua brilhante atuação fato que foi mudado durante Os Vingadores.

É justamente por causa da incrível presença de Renner que comecei a ver o Gavião Arqueiro de forma melhor. Clint nunca foi um herói top de linha, mas desfila entre os maiorais na super equipe.

Qual não foi minha surpresa ao vê-lo no filme do Thor? O universo cinematográfico da Marvel estava realmente sendo unido. Não lembro de nenhuma saga importante que li aonde Clint tenha uma participação relevante.

Somente no desenho Os Vingadores: Os Maiores Heróis da Terra que isto foi remediado. Demonstrando a personalidade do herói que fazia piadinhas em vários momentos. É uma pena terem cancelado algo tão bom apenas para ter outra mais parecida com o filme.

O mais interessante é que Clint não tem nenhum superpoder usando apenas estratégia, uma ótima visão e sua destreza com o arco e a flecha tornando-se assim um oponente valoroso. Ele foi líder dos Vingadores da Costa Oeste uma facção do grupo, pois havia ficado com membros demais.

A base situava-se na Califórnia e tinha como alguns membros: Harpia ( esposa de Barton neste período),  Tigresa, Magnum e Homem de Ferro (Jim Rhodes), pois Tony estava afastado por causa do alcoolismo.

Nesta época Clint ficava com muita dor de cabeça por conta da insubordinação de seus comandados e se perguntava: “O que o Capitão faria neste caso?” Era muito engraçado mesmo.

E pra dizer a verdade acho que Os Vingadores é o grupo que mais teve membros ao longo da história das HQs. Mais a LJA, a Legião dos Super-Heróis e Os Novos Titãs também não ficam tão atrás assim.

Só pra fechar, Clint já namorou com a Viúva Negra, teve um caso ardente com a Feiticeira Escarlate e foi casado com a Harpia (Bobbi Morse).

Confira nesta galeria algumas imagens do Gavião Arqueiro que garimpei na web

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Batman: Através dos Tempos

adam west and burt ward

Batman & RobinAdam West and Burt Ward -1966 a 1968

A série do Homem-Morcego pode ser definida como ame-a ou deixe-a, pois há diversas pessoas que odeiam esta adaptação do herói. Eu adoro até hoje, pois confesso que sou um nostálgico de coração.

Geralmente leio  comentários ruins sobre este saudoso seriado, mas não vejo desta forma. É justamente por sua roupagem cômica e por estar na longínqua década de 1960 (uma época de grandes mudanças culturais e experimentações), que considero uma das melhores adaptações do Batman até aquele momento.

A série têm o mérito de popularizar ainda mais o Cruzado Embuçado, pois mesmo com recursos tecnológicos fracos e cenários paupérrimos o fato crucial é que fizeram um seriado com o que tinham na época.

Eles conseguiram construir uma série que deu ao Morcegão o status de ícone pop. E somente isso é o que se pode dizer que foi importante.

Lembro que logo na abertura tinha uma animação ao estilo de Dick Sprang com a Dupla Dinâmica sorridente aonde tinha as onomatopéias (Pow, Soc e Crash!), cores fortes, enquadramentos tortos e fortes traços do movimento Pop Art.

Havia diversas  participações especiais de celebridades como Sammy Davis Jr., Jerry Lewis, Joan Collins, Dick Clark, Liberace, Don Ho entre outros  que prestigiaram o seriado aparecendo nos episódios.

Quando os heróis escalavam o prédio pela batcorda  as capas eram puxadas por um fio para ficarem retas. E na verdade estavam andando inclinados no chão que foi caracterizado para ficar parecendo um prédio.

E em cada final de episódio havia um gancho aonde os heróis estavam á beira da morte nos incentivando a continuar vendo o próximo para saciar a curiosidade sobre qual seria o desfecho da Dupla Dinâmica.

Parece até que assisti ontem um episódio da série de tanta recordação boa que tenho.

A coisa mais nostálgica deste seriado era a Tia Harriet (Madge Blake) uma adorável e simpática senhora que não sabia da identidade secreta de Bruce e Dick. Harriet foi criada por Bill Finger e Sheldon Moldoff e surgiu no quadrinhos apenas para afastar a suposta homossexualidade dos personagens fomentada pelo livro “A Sedução do Inocente”, de Frederick Wertham.

Aliás até Alfred Pennyworth (Alan Napier) migrou para o seriado, pois na época era considerado morto nos quadrinhos. Porém com o sucesso da série ressuscitaram o personagem das HQs.

Estranho era constatar que o Comissário Gordon tinha uma linha direta com a Batcaverna e nas HQs que li não havia nada disto. Desde pequeno lembro que não gostava do Robin com aquela expressão: santa-não-sei-o-que pra lá e pra cá a todo momento.

Ainda mais depois de um episódio em que a Mulher-Gato ia beijar o Morcegão e o Garoto-Prodígio atrapalhou o romance. Mas  Burt Ward sofreu para poder interpretá-lo dizem as lendas que o ator sofria diversos acidentes, porque não tinha duble nas cenas de ação.

Outro fato curioso é que ele foi perseguido pela Liga da Decência, grupo que cuidava da censura na TV, por ser bem dotado e aquilo ficava aparecendo pelo uniforme. Uma das soluções que arranjaram foi dar remédios pro rapaz para resolver o problema só que não surtiu efeito nenhum.

E para acabar de vez com a perseguição decidiram filmar o Robin apenas da cintura pra cima nos episódios seguintes, coitado!

A série também introduziu um dos maiores sonhos de consumo de todo fã ao redor do mundo e também deste que vos escreve o Ford Impala customizado que virou o Batmóvel movido por uma turbina de foguete. O Batmóvel de 1966 é dos carros do mundo de ficção mais lindos e sensacionais que conheço.

Rei Tut

Vilões

Os vilões do Morcegão nesta série são os mais escabrosos possíveis, pois temos o Rei Tut (William Omoha MacElroy) que na verdade era um professor de egiptologia que ao cair uma pedra em sua cabeça pensava ser a reencarnação do tal rei.

Outro vilão surreal era o Face Falsa que foi criado por Bill Finger, em 1958.   Aonde especulavam que quem  estava por trás da máscara era Frank Sinatra, Cary Grant ou Sammy Davis Jr.  tudo mentira, pois quem atuava era Malachi Throne (que interpretou o Commodore José Mendez em Star Trek, a série clássica). Diga-se de passagem um episódio muito bom.

O Cabeça de Ovo (Vicent Price) um dos homens mais inteligentes do mundo que possuía um grande ego. Vivia falando sobre si mesmo e do seu brilhantismo e pretendia escrever um livro intitulado “Como ser o melhor criminoso do mundo“.

E ainda haviam os vilões mais conhecidos como o Coringa, de Cesar Romero que mais parecia  um palhaço do que um maluco psicótico como estamos  acostumados a vê-lo atualmente. O Pinguim interpretado pelo saudoso Burguess Meredith aonde dizia Quack, Quack, Quack com seu guarda-chuva  pra cada tipo de coisa. E que ficou marcado anos depois como treinador do Rocky Balboa no filme de 1974.

Neste seriado gosto dos vilões clássicos: Coringa, Pinguim, Charada e Mulher-Gato, pois são os melhores o resto são nonsense demais pro meu gosto, pois nunca achava graça neles.

Na verdade a melhor parte deste batseriado não é ver Batman e Robin esmurrando os bandidos ou fugindo das armadilhas que os vilões aprontavam. E sim ver desfilando de malha colante a linda Yvonne Craig a Batgirl e a sensualíssima Mulher- Gato de Julie Newmar.

Figuras femininas que povoam a mente de milhares de fãs tanto masculinos  como femininos, porque notamos  diversas modelos cosplayers que nos eventos  dão o ar de sua graça vestidas destas personagens.

Bom, ao longo dos anos estamos assistindo diversas releituras do Batman e Superman atualizando-os para a sociedade da época mantendo os mitos renovados.

Diga-se que ambos os heróis tinham um rígido código moral durante a Era de Ouro que até matavam seus oponentes. As atitudes violentas de Batman não são obras da mente criativa de Frank Miller, pois em várias HQs do Homem-Morcego original era visto portando arma de fogo. Fato que foi drasticamente mudado algum tempo depois.

Hoje em dia prezam a vida humana acima até da deles próprios. Não existe nada mais impactante do que isto. Eu vou ficar velho e os heróis continuaram sendo imortais mantendo acessa a chama nos corações dos fãs eternamente.

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Artista

Nexus

Steve Rude

É  conhecido pela sua maior criação Nexus nos início dos anos 1980. O herói foi inspirado em  Space Ghost, pois sua semelhança é incrível.

Não tive muita sorte em ler muitas HQs  de Steve Rude, porque a única de que me lembro foi Os Melhores do Mundo (The World’s Finest, no original).

Escrita por Dave Gibbons (Watchmen)  esta HQ mostra que Superman e Batman não são tão diferentes como alguns adoram apregoar, pois aqui suas similaridades são demonstradas. E  Além de como sua grande amizade foi forjada.

Na história  ambos se unem para deter um plano que envolve seus piores inimigos Lex Luthor e Coringa. Eu tive esta revista mais infelizmente não me lembro por qual motivo me desfiz dela.

Bom, Steve Rude é dono de um estilo limpo que impressiona, porque seus super-heróis não são extremamente musculosos como outros artistas adoram mostrar.

Sua arte de maneira suave nos conquista e se prestarmos bastante atenção parece realmente que temos a sensação de movimento em seu trabalho.

Confira mais do trabalho de Steve Rude aqui e aprecie também na galeria abaixo.

1 2 allan scott batman 1 Batman 2 batman 3 beauty dreamer big barda and oberon Big Barda big-barda-steve-rude Capitão Marvel Jr. Captain America cokefinal72 Crystal 1 Crystal 2 deadman DrawNexus_11 Flash Gigante Gwen Stacy 1 gwen stacy 2 Iron Man isis_thor mary jane 1 mary jane 2 mary marvel Natasha Power Girl Shazam Space Ghost Spider Woman Spider-Man 0 Spider-Man 1 Spider-Man 2 Spider-Man 3 Starman Steve Rude steve-rude steve-rude-2012 steve-rude-superman Storm Supergirl 0 Supergirl 1 Supergirl 3 Supergirl 4 Superman 0 Superman 1 OLYMPUS DIGITAL CAMERA The Phantom thor Titãs wasp Wonder Woman 2 Wonder Woman

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