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Super Séries

Agente 86

Sinceramente é um dos seriados mais engraçados que já surgiram em nossa telinha.

Agente 86 (Get Smart, no original) surgiu em 1965 e foi criada por Mel Brooks, Leonard Stern e Dan Melnick.

Dizem as lendas que os criadores deram o projeto inicial pra Rede ABC banca-lo, mas a empresa achou que a série não vingaria. No auge da Guerra Fria o enredo destacava um ataque terrorista na Estátua da Libertade e vetaram o projeto.

Felizmente, Dan e sua turma não desisitiram da idéia e levaram adiante pra outra emissora a Rede NBC que mesmo diante de algo perigoso pra época decidiram dar seu aval pro primeiro epísódio de Agente 86.

A série mostrava as aventuras de Maxwell Smart (Don Adams), um agente secreto que trabalhava pra organização C.ON.T.R.O.L.E.

Suas missões envolviam combater a organização criminosa K.A.O.S. que durante um período foi comandada pelo vilão Siegfried (Bernie Kopell), um agente nazista com sotaque alemão.

O seriado havia sido inspirado no famoso agente secreto James Bond, pois Max tinha diversos gadgets ajudando-o no combate ao crime. O melhor exemplo é o sapato-fone que usava.

A graça do seriado é que Max era atrapalhado, falador, ingênuo, burro e desastrado pra caçamba. Porém para ajudá-lo tínhamos a Agente 99 (Barbara Feldon) que geralmente solucionava a grande maioria dos problemas.

Haviam diversos coadjuvantes como Chefe (Edward Platt) líder da organização que sempre ficava doido com Max, Agente 13 (Dave Ketchum), um mestre dos disfarces inusitados, Agente Larabee (Robert Karvelas) que consegue a grande façanha de ser mais burro que Max.

Ainda temos a Doutora Steel (Ellen Weston), uma intelingentíssima perita em química que agia disfarçada de dançarina, Agente Canino, um cão e Hyme, um robô que foi criado pela K.A.O.S., mas ao se afeiçoar por Max mudou de organização.

Ao longo dos anos a série já foi exibida por algumas emissoras entre as quais cito: Rede Record, Band e atualmente vem sendo reprsiada pela Rede Brasil.

Agente 86 teve 5 temporadas, exibindo um total de 138 episódios e terminando em 1970.

No auge de seu sucesso em 1966, a empresa Dell Comics lançou Get Smart na capa Don Adams e Barbara Feldon surgiam como seus personagens. A arte da revista foi feita pelo hoje consagrado Steve Ditko reconhecido como cocriador do nosso querido Homem-Aranha.

Mas a revista durou somente 8 edições terminando de serem publicadas em 1967.

Continuando, no início dos anos 80 tivemos o filme A Bomba que Desnuda (The Nude Bomb) que traz o retorno de nosso querido e atrapalhado herói.

Desta vez, Max é convocado a retornar, pois seus superiores precisam de seu auxílio para deter a KAOS. O problema é que a organização maligna chantageia o mundo com uma bomba que irá desintegrar todos os tecidos do mundo (deixando as pessoas sem roupa nenhuma).

Smart é apresentado pelo Chefe (Dana Elcar) a uma força-tarefa que inclui seu antigo camarada Larrabee (Robert Karvelas), a eficiente Agente 22 (Andrea Howard), o inventor Carruthers, a sensual Agente 36 (Pamela Hensley) e a dupla de gênios da tecnologia, Pam e Jerry Krovney.

O Agente 13 (Joey Forman), mestre em se disfarçar de lugares inusitados como armários e compartimentos também se junta à equipe por insistência de Smart. A KAOS segue todos os passos de Smart e ele desconfia que algum membro de sua equipe seja um agente duplo.

Infelizmente, o filme não foi um grande sucesso de bilheteria, mas lembro que na época achei divertido. A grande diferença é que mudaram o nome da agência de espionagem que era CONTROLE e virou PITS – Provisional Intelligence Tactical Service.

Agente 86, De Novo? (Get Smart, Again?), é um filme feito direto pra telinha que marca o retorno de Don Adams e Barbara Feldon como seus personagens no antigo seriado, que foi lançado em 1989.

A dupla de agentes veteranos que nesta versão estão casados se une novamente em campo pra deter a KAOS. O problema a ser detido desta vez é uma máquina meteorológica que pode causar alterações terríveis se for usada.

Pra piorar a organização maligna ainda exige a exorbitante quantia de 250 bilhões de dólares, pois caso essa quantia não seja paga vão usar a tal máquina.

Não há nada de nvo nesta versão, pois o tipo de situação que vemos neste filme é o mesmo que havia no antigo seriado.

Por causa do relativo sucesso que o filme anterior havia obtido em 1995, Agente 86 foi novamente pra telinha.

E desta vez Max (Don Adams) é o chefe da CONTROLE enquanto a Agente 99 (Barbara Feldon) era uma congressista política.

O filho deles Zack (Andy Dick) torna-se agente agindo na companhia da Agente 66 (Elaine Hendrix). A intenção era deter que a KAOS contola-se a economia mundial e junto com a dupla tínhamos Trudy (Heather Morgan) uma espiã que se acidentava muito e o Agente 0, um mestre dos disfarces.

Infelizmente essa versão não conseguiu agradar ao público americano tendo somente 7 episódios apresentados numa curtíssima duração na TV.

Alguns anos depois, em 2008 foi lançado Agente 86: O Filme (Get Smart) que teve como protagonista Steve Carell e Anne Hathaway interpretando respectivamente Maxwell Smart e Agente 99.

Na trama, houve um ataque á sede da CONTROLE e a identidade secreta de praticamente todos os seus agentes foi comprometida. Por causa disso e a contragosto Chefe (Alan Arkin) resolve promover Max, um analista de inteligência para agente de campo.

Em seu auxílio envia a única que não teve sua identidade descoberta a Agente 99 ambos competem bastante, porém Max com seu jeito ingênuo e atrapalhado consegue impedir a KAOS.

Steve Carell está perfeito como Maxwell Smart seja na forma de agir e até no jeito de falar.

Podemos notar também a participação de atores famosos como Bill Murray que vive o Agente 13 com suas aparições inusitadas, Dwayne “The Rock” Johnson o Agente 23, um fortão que Max idolatra.

 Terry Crews interpreta o Agente 91, mas sempre será lembrado como o pai do Chris, Alan Arkin que interpeta o Chefe, Terence Stamp, eterno vilão Zod que interpreta Sigfried, líder da KAOS e Masi Oka que faz o cientista Bruce lembrando que o ator surgiu ao estrelato como Hiro Nakamura, na série Heroes.

Só pra consar, gostei demais da interpetação de The Great Khali como o vilão Dalip que rendeu momentos desconcertantes de tão hilários.

É a melhor versão feita com o personagem, porque reaproveitam diversas situações que nos conectam ao seriado antigo. Desde a música tema original até algumas falas e piadas.

Além de ser um filme de comédia, Agente 86 demonstra um roteiro ágil, divertido que não brinca com nossa inteligência e ainda empolga pelas várias cenas de ação e pancadaria mostradas durante sua exibição.

Só pra fechar, o filme teve um spin-off Agente 86: Bruce e Lloyd Fora de Controle (Get Smart’s Bruce and Lloyd: Out of Control), um filme também lançado em 2008.

Sua trama acontece quase que ao mesmo tempo da versão de Steve Carell, pois enquanto Max e Agente 99 estavam numa missão na Rússia.

Bruce (Masi Oka) e Lloyd (Nate Torence) estavam realizando experimentos secretos pra um novo equipamento chamado de “manto de invisibilidade”.

Durante a festa realizada na CONTROLE (que foi mostrada no outro filme) esse manto havia sumido. Então, através das câmeras de vigilância descobriram que a espiã Isabelle (Marika Dominczyk) havia roubado o tal manto.

Bruce e Lloyd precisam viajar até ao Maraguai, um país fictício localizado entre o Paraguai e o Uruguai, pois seu presidente foi o mandante do crime.

Durante essa missão a dupla recebe ajuda de Nina (Jayma Mays), uma médica perita em autópsias já que 86 e 99 não estavam disponíveis.

Espero que tenham gostado.

 

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Musas de Tinta

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Lara Croft

A musa mais famosa dos jogos de todos os tempos (virou referência de cultura pop). É uma arqueóloga aventureira de Tomb Raider e surgiu sem formas femininas muito sensuais em 1996, mas com a evolução da computação gráfica foi melhorando (a cada novo jogo lançado).

O designer Toby Gard imaginou-a inicialmente como um clone de Indiana Jones, mas logo isto foi descartado quando a  personagem não foi aceitada.

Então baseado no jogo Virtua Figther remodelou a personagem, porém seu nome era Laura Cruz, uma sul-americana. Somente na terceira concepção tivemos a inglesa Lara Croft e como curiosidade seu nome foi retirado de uma lista telefônica.

Lara sobreviveu a um acidente de avião, na Cordilheira do Himalaia, quando tinha 9 anos de idade e sua mãe foi dada como desaparecida. Ela resistiu a uma caminhada de 10 dias até Katmandu.

Lara Croft Mandy DeMonay é uma mulher cercada de luxo e riqueza, pois seu pai é Richard Croft Conde de Abbingdon. Quando ele faleceu Lara tinha apenas 18 anos de idade e herdou toda a fortuna do pai (tornando-se a Condessa de Abbingdon).

A arqueóloga é muito inteligente e viaja pelo mundo em busca de artefatos preciosos.  Como foi baseada em Indiana Jones é normal vê-la se aventurando em antigas tumbas e ruínas sempre envolta com armadilhas e quebra-cabeças.

Então Lara encontra diversos inimigos como: rivais, animais perigosos, criaturas lendárias, seres sobrenaturais e gangsters.

Lara Croft é mulher corajosa e independente, mas também muito teimosa. Ela foi treinada numa unidade militar demonstrando ter uma excepcional habilidade de luta.

Geralmente seu traje mais famoso é formado de blusa sem manga azul esverdeado, shorts marrons,  botas, meias brancas, luvas sem dedos, uma mochila pequena e um cinto utilitário com dois coldres (aonde ficam suas pistolas semi-automáticas). É uma roupa que aparece com algumas variações em praticamente todos os jogos.

Mais também podemos notar que existem outra roupas durante o jogo de acordo com o ambiente como: calça e jaqueta para um lugar frio e roupa de mergulho ou biquíni quando tiver que entrar na água.

Além de várias modelos cosplayers que fazem sucesso interpretando a personagem. A atriz Angelina Jolie nos presentou interpretando a arqueóloga em dois filmes.

Lara Croft: Tomb Raider – 2001

Na primeira aventura Lara ouve em sua mansão o som  de um relógio descobrindo que se encontra num compartimento secreto. O relógio é “O Olho que Tudo Vê”, que começou a funcionar sozinho no primeiro alinhamento dos planetas (que só repete a cada cinco mil anos).

O relógio funciona regressivamente sendo a chave para encontrar os dois pedaços do Triângulo da Luz, pois devido ao seu imenso poder foi escondido em duas partes distintas do mundo (uma no Camboja e a outra em Islândia).

Quem tiver os dois pedaços no momento do realinhamento terá poderes ilimitados. E Lara corre contra o tempo para evitar que a sociedade secreta, Os Illuminati tenham este poder que usarão para destruir o mundo.

O roteiro é bastante fraco e os efeitos especiais são razoáveis para época. E sinceramente apenas o que salva no filme é a presença de Angelina Jolie. Lembrando que o futuro James Bond, Daniel Craig, estava atuando aqui (como Alex West).

Lara Croft Tomb Raider: A Origem da Vida – 2003

Desta vez nossa heroína precisa encontrar a mítica caixa de pandora, que conta a lenda guarda todos os males do mundo. Ela está escondida num lugar chamado Origem da Vida, que fica no continente africano.

Nessa jornada ela terá que enfrentar o dr. Jonathan Reiss (Ciarán Hinds), um cientista que também está atrás do objeto (para vende-la como arma do juízo final).

Apesar de ter mais sequência de ação do que seu anterior. Infelizmente temos os mesmos erros também e a produção decepciona por causa disso. Se quiser assistir aos dois veja por sua conta e risco, pois não valem a perda de tempo.

Lara Croft merece uma adaptação que haja realmente de acordo com que os fãs fazem no jogo. Confira na galeria abaixo algumas imagens da bela aventureira.

E também relembre o primeiro Musas de Tinta da heroína aqui.

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Herói

INDIANA JONES AND THE KINGDOM OF THE CRYSTAL SKULL

Indiana Jones

É a síntese de um herói que possui vida dupla. Durante o dia leciona como professor, mas nas horas de folga deixa o terno pra trás.  E depois se veste  com seu famoso e inseparável chapéu, junto com chicote e revolver para nos envolver em suas aventuras atrás do passado de civilizações antigas.

Uma curiosidade é que o chapéu do herói ao qual podemos considerar uma parte de suma importância em sua representação (como fosse parte de sua alma). É produzido aqui no Brasil pela empresa Curry Chapéus, que existe desde 1920.

Um dos produtores era cliente da empresa, mas eles só souberam que seu acessório foi parar no filme quando estreou Os Caçadores da Arca Perdida no cinema (fazendo mais sucesso desde então). Atualmente a empresa comercializa o chapéu vendido com o nome do personagem.

Um fato que vale lembrar  que o papel de Indy foi originalmente destinado para Tom Selleck, mas o ator teve que desistir (é que na época havia assinado o contrato para fazer a série Magnum). Outros dois atores estavam cogitados também para o papel Nick Nolte e Peter Coyote, mas graças a Deus ficou com Harrison Ford.

O ator também tem outro personagem clássico na carreira o mercenário espacial Han Solo, da franquia Star Wars.

Bom, dizem que Indiana Jones teve uma grande inspiração nas aventuras de Tintim, de Hergé. Eu prefiro ir mais além a influência do personagem veio dos livros pulp e dos serials dos anos 30 e 40.

O herói é descendente direto do ZorroDoc Savage, Jim das Selvas, Flash Gordon e outros aventureiros clássicos. Eram heróis perfeitos que combatiam soldados nazistas, criaturas de outros planetas e salvavam mocinhas indefesas.

Basta conferir também belas imagens de lugares exóticos, cenas de luta aonde o enquadramento faz parecer que você está participando dela e principalmente resolver diversas questões usando a parte mais importante do corpo humano o cérebro (e quando não dá certo resolve com os punhos mesmo).

A parte interessante é que a saga de Indiana Jones reinventou este tipo de aventureiro, pois ele não é um homem perfeito como seus predecessores. A grande diferença era que Tarzan e cia. eram do tipo invencíveis (destemidos e sempre se davam bem no final).

Enquanto com Indy tudo mudava de figura apanhou diversas vezes de seus inimigos, levava tapas no rosto dados pela mocinha e principalmente tinha medo de cobras.

Só o que sempre chamou mais minha atenção era sua vida dupla de professor e arqueólogo nas horas vagas. Seja fugindo de armadilhas mortais ou roubando relíquias arqueológicas com a desculpa de entrega-las pra algum museu (que eu me divertia).

Antes de assistir a Caveira de Cristal estava pensando que seria apenas mais do mesmo, porque qual seria a novidade numa franquia consolidada há anos atrás?

E claro que não apresentaram algo de diferente do que já estamos acostumados e adoramos assistir. Afinal de contas é Indiana Jones não precisa mudar nada, mas o fato interessante é sobre a tal caveira.

Esta história de caveira de cristal remonta até ao século passado. Há pessoas que acreditam que sejam de alguma civilização antiga, outras que foram feitas por extraterrestres  e outros acreditam que podem curar doenças (o que é verdade não sei, mas na ficção temos algumas histórias sobre estas caveiras).

Isto acabou me lembrando, “A Casa do Espanto 2”, que conta a história de Jesse (Ary Gross). Ele recebeu a mansão como herança e volta pra casa que seus pais foram assassinados. Junto com Jesse está sua namorada Kate (Lar Par Lincoln) e seu melhor amigo Charlie (Jonathan Stark).

Aventura só começa quando desenterram o seu tataravô que foi um fora-da-lei no velho oeste, pois buscavam um tesouro escondido. Pra surpresa de todos ele estava vivo de posse de uma caveira de cristal asteca que proporciona imortalidade.

Deste momento em diante temos muita confusão quando surgem mortos-vivos, feiticeiros e zumbis que também querem se apossar da caveira. E se não me falha a memória a casa possui portais para outras realidades (é um filme muito doido).

Voltando, Henri Jones Júnior, nasceu na Escócia, em 1° de julho de 1889. Quando criança decidiu adotar, o nome “Indiana”, que era o mesmo de seu cachorro (apenas por detestar ser conhecido como Júnior).

Seu gosto por aventura vem de família, pois seu pai também é um arqueólogo que levou o filho desde cedo em suas viagens.

A Série

Aproveitando o auge do sucesso da saga cinematográfica tivemos a série, O Jovem Indiana Jones, produzida pela  Rede ABC (entre 1992 a 1996).

Criação de George Lucas e nela temos a infância e juventude do nosso herói narradas por ele mesmo. Só que mais velho com 93 anos de idade (interpretado pelo ator George Hall).

A ideia surgiu durante A Última Cruzada, pois há uma sequência que temos River Phoenix como um jovem Indy. Então o autor desenvolveu todo histórico do personagem, partindo de seu nascimento, passando pela infância até a fase adulta (nos filmes estrelados por Harrison Ford).

Na parte da infância que acontece pelos 10 anos idade quem fez foi o ator Corey Carrier. Enquanto na adolescência, entre 16 e 21 anos, temos a vez de Sean Patrick Flanery, como curiosidade neste período Indy adotou o nome de Henry Defense (lutando na 1° Guerra Mundial).

A série tinha uma previsão de mostrar 70 episódios e infelizmente só tiveram 28, pois ABC cancelou a produção.

Filmes Clássicos

Indiana Jones e os Caçadores da Arca Perdida – 1981

A história acontece, em 1936. E nosso herói arqueólogo está numa busca desenfreada  contra  os nazistas atrás da arca da aliança. Na Bíblia diz que Moisés guardou os dez mandamentos dentro dela e seus poderes são incomensuráveis. Não poderia deixar de comentar que a cena inesquecível é aquela do templo em que Indy escapa de ser esmagado de uma pedra enorme (um clássico).

Indiana Jones e o Templo da Perdição – 1984

Indy foge da China de avião e ao cair na Índia decide ajudar as pessoas dum vilarejo cujas crianças foram escravizadas. O nível de adrenalina continua ao máximo, no entanto o tom ficou mais sombrio. Destaco as comidas exóticas, besouros, sopa de  olhos, carne de cobras e o pior de todos cérebro de macaco (legal qualquer dia eu provo!).

Indiana Jones e a Última Cruzada – 1989

Desta vez o ator River Phoenix interpreta um jovem Indy e ficamos sabendo como surgiram suas marcas registradas (seu nome, chapéu e o chicote). Voltando  a ter os nazistas como vilões principais que queria obter o Santo Graal, cálice que foi usado por Jesus Cristo na última ceia.

A parte engraçada são as discussões entre filho e pai Dr. Henri Jones, vivido pelo ex-James Bond, Sean Connery. A cena em que o Dr. Jones espanta os pássaros na praia se não me engano tem algo semelhante num 007 feito por ele (só não lembro qual).

Indy é forçado a encontrar o Santo Graal quando um nazista atira em seu pai. E nosso herói precisa encarar armadilhas mortais para salvá-lo, pois o tempo é curto. Usando o diário do Dr. Jones Indy enfrenta o Hálito de Deus, a Palavra de Deus e o Caminho de Deus (cada uma contendo um enigma mais difícil e muito diferente).

E pra piorar no final quando consegue passar por todas as armadilhas ainda precisa encontrar o cálice sagrado em meio a diversos outros (se escolher o errado era morte na certa).

O carisma de Harrison Ford quando fez, Indiana Jones, ajudou a redefinir os filmes de ação durante os anos 80. George Lucas e Steven Spielberg deram a definição de algo que não existia antes (a expressão  “blockbuster”).

Indiana Jones é um herói que o realismo fantástico em que vive nos fascina e faz querer estar ao seu lado curtindo as mesmas aventuras. Só pra fechar, Indiana Jones serviu de inspiração pro surgimento da belíssima Lara Croft.

Veja na galeria abaixo algumas imagens que consegui do nosso querido aventureiro.

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Super Séries

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A Ilha da Fantasia

A série foi produzida por Aaron Speling e Leonard Goldberg durando de 1978 a 1984 (num total de 157 episódios).

E nela temos o misterioso Sr. Roarke (Ricardo Montalban) que tinha o incrível poder de fazer nossos sonhos tornarem-se realidade.

Eu gostaria de passar minhas férias num lugar como este, mas sinceramente se eu fosse nunca mais pensaria em voltar.

Seu auxiliar era o pequeno Tattoo (Hervé Vilechaize) lembro que sempre ficava tocando um sino e gritando: “Olha o avião! Olha o avião…”.

Então o Sr. Roarke aparecia no cais para saudar os convidados depois explicava pro Tattoo como seria a fantasia de cada hóspede. Para descansar na ilha uma pessoa deveria desembolsar a quantia irrisória de apenas 50 mil dólares (eu consigo fácil-fácil esta grana).

A parte interessante é que em cada episódio tínhamos duas histórias acontecendo e normalmente os desejos sempre terminavam de uma forma diferente do que a pessoa imaginava (tirando uma lição de vida pra quando fossem embora).

Nunca foi explicado porque o Sr. Roarke tinha o poder de  fazer sonho virar realidade, mas a série conseguia me fazer viajar naqueles momentos (uma vez até sonhei que estava na ilha).

O ator Ricardo Montalban  interpretou outro personagem que tornou-se mito pros trekkers, o vilão Khan de Star Trek, série clássica. Benedict Cumberbatch caracterizou Khan de uma maneira tão singular que não consegui ver nele um vilão (apenas o aspecto humano de como eu enfrentaria aquela situação).

E Hervé Vilechaize deu muito trabalho pra James Bond, pois fez Nick Nack como auxiliar do Francisco Scaramanga, em 007 contra O Homem da Pistola de Ouro (o baixinho é muito nojento neste filme).

Muitos episódios tiveram a presença de atores conhecidos como Dick York e Dick Sargent, ambos fizeram James, marido de Samantha em A Feiticeira. E também Roddy McDowell, Sammy Davis Jr., Julie Newmar, Adam West entre vários outros.

A atriz Wendy Schaal interpretava Julie, a afilhada do Sr. Roarke e Lawrence (Christopher Hewett) que substituiu Tattoo na última temporada.

Uma história trágica e triste acompanhou a vida de nosso querido Tattoo, pois devido aos fato de seus órgãos internos crescerem igual ao de uma pessoal normal ( causando-lhe muitas dores). Infelizmente não aguentando mais o sofrimento Hervé Vilechaise se suicidou em 1993, mas antes escreveu um bilhete e gravou uma fita exibindo uma mensagem de despedida (o ator deixará saudade).

A Ilha da Fantasia foi exibida pela Rede Globo na década de 80 durante a noite.  E algum tempo depois a Rede Manchete reexibiu a série de madrugada.

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Desenho Antigo

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Danger Mouse

O desenho era bastante simples, pois na abertura já sabíamos como seria a ação. Havia um narrador que ajudava nossa introdução na aventura sempre contando tudo que acontecia.

E principalmente deixando um gancho para o próximo episódio (tipo Batman de 1968).

O herói inglês é um ratinho branco com um tapa-olho que  lembra Nick Fury da Marvel, mas é uma obvia imitação do agente James Bond.

Danger Mouse foi criado por Cosgrove em parceria com a Hall Productions Ilimited em 1981 (nós assistimos por aqui o paladino da justiça na Rede Record).

O herói trabalhava para o governo inglês recendo ordens do Coronel K. que lhe enviava para suas missões, mas não agia sozinho porque tinha um auxiliar muito medroso e atrapalhado chamado Ernesto Penaforte.

Danger Mouse tinha um esconderijo secreto que ficava numa caixa de correio localizada na Baker Street, em Londres. E  toda vez que saia para alguma missão usava um carro amarelo super equipado (igual ao James Bond).

A parte engraçada era que os países que apareciam na animação eram fotos de alguns monumentos históricos (dando uma noção que o herói protegia todo mundo).

As missões de Danger Mouse  eram para combater vilões de várias partes do mundo, mas seu maior inimigo era o Barão Silas Costa Verde, um sapo gordo e sinistro que era auxiliado pelo abutre Stiletto e sua gangue.

Mais de vez em quando apreciam outros malfeitores como Conde Duckula, o alien JJ Quark, o mexicano El Loco, o compositor Wufgang Bah entre outros.

Danger Mouse teve ao todo 90 episódios com duração de 20 minutos, mas era dividido em duas partes. A animação durou até 1990 e deixará saudades por seu humor inteligente e sarcástico.

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Artista

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J. Scott Campbell

Ele é um dos mais importantes artistas surgido durante a década de 1990.

J. Scott Campbell tornou-se célebre ao ilustrar as duas equipes Gen 13 e Danger Girl que contam histórias daquilo que mais gostamos.

Em Gen 13 temos mutantes adolescentes aprontando em diversas situações e em Danger Girl temos um grupo de espiãs de elite muito sensuais travando batalhas contra o mal bem ao estilo James Bond.

Tendo transitado pela Marvel, DC e Image seu trabalho com mais destaque é com Fairy Tales Fantasies que o consagrou por demonstrar de forma bastante caliente as personagens dos contos de fadas.

Simplesmente de uma maneira natural nós somos conduzidos a contemplar sua arte fantástica, pois é no detalhe das curvas sensuais de nossas musas que o artista imprime sua sofisticação.

Só sei que depois de ver o trabalho de J. Scott Campbell é impossível conseguir esquecer sua arte maravilhosa.

Confira na galeria abaixo algumas imagens que garimpei:

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Crítica

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007- Operação Skyfall

Nestes 50 anos de história do agente secreto mais famoso de todos os tempos Skyfall demonstrou ser um filme mais psicológico do que de ação realmente.

É claro que as cenas de ação desenfreada aonde a adrenalina corre solta continuam lá como uma marca registrada da franquia, porém neste longa há algo muitíssimo diferente.

Logo no início temos uma perseguição de motos pelos telhados de Istambul (Salve Jorge, novela brasileira da autora Glória Perez que acontece nesta cidade), mas apesar da bela voz de Adele na música tema  eu não gostei desta abertura ficou obscura demais. Ficou claro que ela está conectada com o resto da trama mais pra mim estava muito estranha.

A missão de James Bond (Daniel Craig) era interceptar um agente inimigo que está com os nomes de todos os agentes do Serviço Secreto Britânico. E durante esta missão “M” (Judi Dench) manda atirar no inimigo, mas é Bond quem leva o tiro “supostamente” morrendo.

Enquanto “M” é cordialmente (pra não dizer encostada contra a parede) convidada a se aposentar por Gareth Mallory (Ralph Fiennes).

Após sua quase morte James não está mais tão apto para voltar ao batente, porém no filme não é mostrado por quanto tempo ficou ausente. Ficou parecendo um erro de edição, mas seu retorno foi uma necessidade própria. Deixando entender que ele poderia ter largado pra sempre o Serviço Secreto se fosse de sua vontade.

O vilão Rauol Silva, de Javier Bardem estava num misto de Lex Luthor com Coringa. Do Coringa havia um sorriso estranho e a inteligência de Luthor o deixava sempre um passo a frente de tudo.

Silva era um agente do MI-6 anterior a chegada de Bond. Demorou bastante ele aparecer mais suas ações eram orquestradas desde o início do filme.

Silva é inteligente, insano, sagaz e age de maneira totalmente assustadora. Ele é um gênio da informática suas intenções são sádicas, sinistras e imprevisíveis.

Um dos temas de Skyfall é o uso da tecnologia como uma arma para o mal em prol dos próprios interesses sendo isso que Silva faz com maestria.

A parte interessante é a presença de velhos conhecidos nossos como o “novo” Agente Q, pois é um rapaz realmente jovem que fala dos gadgets como a caneta explosiva numa conversa com Bond entre o antigo e o atual.

Aliás isto ocorre quase que durante boa parte do longa conectando Skyfall com os filmes antigos do agente secreto falando pelas entrelinhas que com o tempo tudo muda.

Outra homenagem aos primeiros filmes de 007 é a aparição do fantástico e clássico carro Aston Martin DB5 sendo usado  numa fuga por Bond e “M” e a inclusão também de uma nova e belíssima versão da Senhorita Moneypenny (Naomi Harris).

Não sabemos se Daniel Craig estará no próximo longa do agente 007, pois há a todo momento nota-se que Bond diz estar ficando velho para as missões.

Skyfall consegue mais uma vez renovar a franquia mesclando de forma eficaz o antigo e  atual disto não tenho dúvidas. Eu adorei esta volta ás origens que assisti durante o filme sendo uma bela homenagem aos 50 anos do agente secreto James Bond.

Eu quase ia me esquecendo Bond é o nome de uma família na Escócia e não uma designação para quem tem permissão para matar como quem usa o número 007. Não sei se isso é bom ou ruim ou desvirtua muito o conceito do agente, mas do meu ponto de vista achei interessante. Skyfall fechou um ciclo e veremos o que o futuro nos trará.

Até a próxima missão…

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