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Cosplay Girl

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Sonho Americano

Shannon Carter é a heroína que dedicou-se arduamente para se transformar numa combatente. Sua intenção era honrar seu maior ídolo o Capitão América.

Ela conseguiu aperfeiçoar tão bem seu corpo que tornou-se líder do A-Next um supergrupo da Terra-982.

Contemple na galeria abaixo algumas modelos cosplayers que não só homenageiam Sonho Americano, mas também outros personagens em versões femininas.

Temos Darth Vader, Tartarugas Ninjas, Freddy Krueger, Lanterna Verde, Justiceiro, Indiana Jones, Homem de Ferro entre vários outros

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Falando Sobre

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Filmes da Liga

Na web estamos cansados de ver comentários e suposições sobre o futuro filme da LJA. Talvez tenhamos algo para 2015 (sendo pouco provável ainda).

Como fã gostaria que o roteiro fosse bem planejado, pois estão situando o UDC num mundo “praticamente” real. E além de que David S. Goyer (que provou ter um bom conhecimento sobre os melhores do mundo). Ainda Temos Paul Dini, Mark Waid e Brad Meltzer que também poderiam trabalhar neste possível roteiro.

Então como o futuro é bastante improvável vamos olhar para o passado não tão recente. Estou falando sobre os dois desastres que a Distinta Concorrente fez em live- action.

Bom, Legends of the Superheroes feito em 1979 pela rede americana NBC em parceria com a Hanna-Barbera.  Foi um especial de TV em duas partes com alguns personagens da editora (inspirado no grande sucesso dos Super Amigos).

Na equipe temos o Capitão Marvel, Caçadora, Batman e Robin, Canário Negro, Flash Lanterna Verde e Gavião Negro. Enquanto nos vilões tínhamos Solomon Grundy, Mordru, Dr. Silvana, Giganta, Charada, Mago do Clima e Sinestro.

A única parte boa era rever Adam West, Burt Ward e Frank Gorshin interpretando os personagens que os consagraram, pois além do baixo orçamento (os cenários eram piores ainda).

Numa das histórias os heróis foram recrutados por Ciclone Escarlate (herói aposentado criado para o filme) que queria impedir o vilão Dr. Silvana explodisse uma bomba que acabaria com o mundo.

Mais bizarro ainda era Mordru que inventou uma poção que retiraria os poderes da Liga, mas sei lá por qual motivo os vilões também a tomam (situação bastante bizarra).

Fora outras cenas lisérgicas como o Capitão Marvel ver um consultório se materializar na sua frente (e deitar no divã) onde o Charada é o psiquiatra disfarçado. E o Lanterna Verde se consultar com uma cigana ( Sinestro também disfarçado).

Sinceramente não vale a pena comentar o segundo episódio é ruim de dar dó.

Liga-da-Justiça-Filme-TV

Outra bola fora foi o infame filme da LJA (em 1997) que surgiu inicialmente como um piloto para série de TV.  Algo que já foi mostrado diversas vezes pelo SBT (e o pior como se fosse alguma novidade).

Nesta versão temos Ajax, Lanterna Verde (Guy Gardner), Fogo, Gelo,  Flash (Barry Allen), mas que se parece com Wally West e Átomo (Ray Palmer).

O filme é muito ruim e destoa muito do que conhecemos, mas foi baseado na fase cômica (Liga da Justiça Internacional).  Desta vez temos a heroína brasileira Fogo (Michelle Hurd) sendo uma atriz que tenta sorte vestindo umas roupas ridículas, a Gelo (Kimberly Oja) que é uma meteorologista, o Flash (Ken Johnston) que não tem nenhuma autoconfiança, Lanterna Verde ( Matthew Settle) sendo o Guy, mas que transformou-se  numa mistura de Hal Jordan e Kyle Rayner (tudo junto e misturado).

Átomo (Jon Kassir) é o cientista inteligente da turma que na verdade é mais conhecido como Eléktron. Eis aqui um fato curioso o Átomo (Al Pratt) é o herói da Sociedade da Justiça da América.

E quem vemos é Ray Palmer que foi sua segunda versão que nos gibis nós conhecemos como Eléktron.

O personagem foi traduzido como Átomo aqui no Brasil ou foi uma falta de atenção dos tradutores ou alguém que conhecia o herói apenas por este nome.

E ainda temos  Ajax (David Ogden Stiers) o herói telepata e transmorfo que reúne a equipe para combater o vilão Dr. Eno (Miguel Ferrer) que mais parece uma versão do Mago do Clima.

Infelizmente os uniformes são ruins, os efeitos especiais são piores ainda e não veja de maneira nenhuma, porque vai ser uma decepção do início ao fim. A DC depois do estrondoso sucesso do longa dos Vingadores está querendo a todo custo lançar a sua versão pras telonas da LJA, mas o grande problema do meu ponto de vista é o planejamento para tal projeto.

Estamos cansados de saber que a Casa de Ideias trabalhou meticulosamente para que Vingadores desse certo e tenho medo que a Distinta Concorrente ponha os pés pelas mãos fazendo uma adaptação que deixará um hiato de mais alguns anos sem nada nas telonas.

Eu gostaria mesmo que isso não aconteça, pois Superman: O Homem de Aço provou que este novo caminho pode ser consolidado. Na verdade inicialmente o filme será o ponta pé inicial para que haja uma futura Liga e veremos como vai ser o novo capítulo desta novela enrolada.

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HQ

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Os Melhores do Mundo # 9

Quando terminou o sucesso da Liga cômica (em 1997) tivemos um outro recomeço da equipe com o gibi “Os Melhores do Mundo”. Logo os heróis Superman, Batman, Mulher-Maravilha, Lanterna Verde (Kyle Rayner), Aquaman e Flash (Wally West) tornaram-se os sete magníficos.

Desta vez Grant Morrison trazia roteiros que brincavam com a nossa imaginação (aliado ao estilo diferente de Howard Porter).  Tivemos uma história intitulada simplesmente de “Eles!”.

Desta vez  havia um grupo de super-heróis (na verdade eram marcianos brancos disfarçados) chamavam-se de Hyperclan vagaram pelo universo desde que seu planeta natal fora destruído.

O Hyperclan era composto por Protex (líder da equipe), Primaid, Armek, Zenturion, E-Mortal, Zum (velocista), Tronix e Fluxus (metamorfo)

Gradualmente fomo descobrindo suas intenções, pois planejavam dominar a Terra destruindo a Liga.

Primeiro devolveram as esperança para todos ao redor do mundo e depois meticulosamente atacaram a LJA. Destruindo o Satélite (abrindo precedente para que surgisse a Torre de Vigilância na Lua).

A humanidade estava odiando a Liga. E a opinião pública havia sido conquistada pelo Hyperclan, pois víamos as noticias da TV sendo mostradas a todo instante.

Haviam depositado falsas esperanças nas pessoas ao demonstrarem fatos magníficos (como desertos ganhando vida e cidadelas surgindo do nada). E principalmente executando supercriminosos pra todos verem.

Aliás na cena de execução podemos notar alguns personagens conhecidos da Marvel como Bishop (mostrando Wolverine já executado) e o vilão Doutor Destino para ser o próximo a morrer.

O confronto foi inevitável, mas logo de primeira o Hyperclan ganhava terreno. Derrubando e derrotando cada membro da LJA.  A grande virada e sacada do roteirista foi ninguém menos que… Batman.

Os vilões só não contavam com a astúcia do Homem Morcego. Simplesmente por que ele era apenas “um humano sem poderes”. Uma  HQ inteligente e uma das mais interessantes de todas da equipe que consegui ler.

HQ: Os Melhores do Mundo n° 9

Editora: Abril

Ano: 1998

Argumento: Grant Morrison

Arte: Howard Porter

Arte-Final: John Dell

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Herói

 

 alex-ross

Liga da Justiça da América

A equipe mais famosa dos gibis e querida dos fãs. Surgiu na edição The Brave and The Bold #28, em fevereiro de 1960 (no evento que ficou conhecido como a Era de Prata). Em outubro do mesmo ano a equipe ganhou um título próprio.

Por falar em Era de Prata devo justificar um erro largamente comentado por várias pessoas, pois afirmam que Barry Allen é o precursor deste momento. Mais na verdade o herói que marca o início é o Caçador de Marte, em 1955.

A LJA não teria a importância que tem hoje se não fosse o surgimento 20 anos antes da Sociedade da Justiça.  A Liga é simplesmente composta por alguns heróis da Sociedade da Justiça redefinidos para aquele período.

Então temos o Flash II (Barry Allen) – uma versão remodelada do Flash I (Joel Ciclone), o Lanterna Verde II (Hall Jordan) – uma versão científica do Lanterna Verde (Allan Scott) e Eléktron (Ray Palmer) – uma versão do herói Átomo (Al Pratt).

Uma curiosidade é que no desenho antigo dos anos 60 Eléktron era chamado de Átomo (igual ao herói original).

Os integrantes da primeira formação eram: Super-Homem (Kal-El), Batman (Bruce Wayne), Lanterna Verde (Hal Jordan), Mulher- Maravilha (Diana Prince), Aquaman (Arthur Curry), Flash (Barry Allen) e Ajax (J’onn J’onzz).

Estes são os mais emblemáticos, porém o caso mais importante foi do Super-Homem. O original chamava-se Kal-L e o renovado Kal-El. Kal-L existia na Terra 2 aonde estava a SJA e todos os heróis da Era de Ouro da editora.

E a Terra 1 com o Super-Homem da LJA e todo panteão que veio dos anos 1960 com isto deu-se início um novo momento nos quadrinhos da DC: as Terras Paralelas.

Aonde heróis consagrados habitavam outras Terras, mas existindo de forma diferente da qual conhecemos.

Foi um conceito bem explorado que acabou virando um monstro de continuidade e eclodiu na Crise nas Infinitas Terras  e por mim poderia ter parado  nesta crise, porque o que veio depois serviu apenas para confundir ainda mais a nossa cabeça.

Outra personagem que teve algumas enrolações foi a Mulher Maravilha que foi membro da SJ. Mais dizem também que a Rainha Hipólita “viajou” ao passado sendo a MM daquela época (algo bastante complexo devo dizer).

Porém nota-se em algumas HQs que foi realmente a Diana Prince original (da Terra-2). A integrante da equipe causando uma confusão de continuidade enorme na cabeça dos fãs.

Na primeira história os heróis se reúnem para combater um grupo de alienígenas. A intenção deles era fazer do planeta Terra seu campo de batalha. E então  decidirem quem reinaria em seu planeta natal. Eram alienígenas com corpos feitos de madeira, pedra, mercúrio, cristal, fogo e um pássaro amarelo.

Os heróis cada um respectivamente foram lutando contra os invasores e tiveram que se reunir numa batalha final para vencê-los definitivamente. Deste momento em diante decidiram formar uma equipe para combater qualquer perigo alienígena surgindo a Liga da Justiça da América.

Depois da Crise (nas Infinitas Terras) devido a reformulação Batman, Super-Homem e Mulher-Maravilha não participaram da formação da equipe.  No pós-Crise enquanto os melhores do mundo divergiam em suas formas de combater o crime.

A Mulher-Maravilha tinha vindo ao mundo do patriarcado somente durante Lendas (então ela não havia surgido na HQ da Liga nos anos 60).

No lugar de Diana incluíram a Canário Negro (Dinah Lance) que também foi reformulada naquele período.

Em 1998, na edição Os Melhores do Mundo # 21 temos Liga Justiça: Ano Um (que guardo com carinho em minha coleção). Com arte de Barry Kitson e argumento de Mark Waid e Bryan Augustyn.

Temos a origem da LJA sendo recontada. A parte interessante nesta renovação foi ver o início do relacionamento (difícil entre eles), mostrando uma ótica mais intimista, valorizando a personalidade de cada um. Ficamos sabendo como se formou a amizade, confiança e liderança na equipe (são edições para qualquer fã ler e apreciar).

Bom, quando comentamos sobre desenho da Liga geralmente pra nós mais velhos vem a memória os Super Amigos, mas a Filmation também mostrou uma versão.

A equipe era composta por Superman, Aquaman, Lanterna Verde, Gavião Negro e Átomo (na verdade era o Eléktron). Infelizmente não havia nenhuma presença feminina pra dar uma graça (não sei por qual motivo).

É claro que se comparada aos dias de hoje é bem fraca, mas é um clássico do gênero. Em 2008 a Warner Home Video lançou um DVD intitulado DC Superheroes: The Filmation Adventures num conjunto de 2 DVDs (contendo 18 episódios). Vale a pena e eu gostaria de ter.

Em 2001 tivemos a Liga da Justiça de Bruce Timm mostrando a melhor caracterização do grupo até a atualidade. E geralmente quando falamos da última versão animada somente BT é lembrado.

Mais também não devemos esquecer de Paul Dini o grande roteirista que ajudou a consolidar o sucesso da franquia.

A melhor parte foi o respeito pela personalidade dos heróis aonde reapresentaram origens melhores que nos gibis (caso da Poderosa e Apocalypse). A trilha sonora é bastante marcante e inesquecível (heroica mesmo).

Apesar da arte estilizada de BT, Liga da Justiça conta com roteiros enxutos que não são feitos para crianças, pois infelizmente aqui no Brasil. Todo e qualquer desenho é rotulado como “infantil” (sinceramente eu não consigo entender isto).

Outro fato interessante foi mostrar vários personagens do UDC (alguns conhecidos e outros que estavam no limbo). Algo que foi posteriormente reaproveitado em Batman: Os Bravos e Destemidos.

Fora alguns episódios memoráveis a melhor coisa na animação foi o respeito na forma como representou a equipe. Liga da Justiça é um prato cheio para os fãs de longa data e uma chance pros novatos conhecerem melhor nossos super-heróis.

A equipe já teve inúmeras formações e uma de suas fases mais conceituadas foi de 1970 (uma época querida pelos fãs mais antigos conhecida como “fase Satélite”).

Período em que Super-Homem agia como seu porta-voz e Batman o estrategista de campo. A equipe lutava contra invasões alienígenas, magos superpoderosos e fez viagens interdimensionais através do Multiverso.

Outro fato marcante eram as constantes discussões entre  Arqueiro Verde e Gavião Negro e as constantes reclamações de Nuclear quando ia fazer plantão no monitor.

Depois desta época áurea a equipe amargou baixas vendas com a “Liga Detroit” nos anos 80 (período pré-Crise). Composta por Ajax, Homem-Elástico (Ralph  Dibny), Zatanna, Gládio (Henry Hank Heywood III), Vibro (Paco Ramone), Vixen (Mari Jiwe Macabe), e Cigana (Cindy Reynolds).

A equipe não fez o devido sucesso que a versão anterior e terminou sendo derrotada e em Lendas pelo vilão Enxofre (seu término marcou a ascensão da Liga Cômica). Numa excelente fase (no pós-Crise) comandada por Keith Giffen , Kevin Maguire e J. M. DeMatteis.

O foco da narrativa era o relacionamento dos heróis (deixando de lado os supervilões ou investigações de crimes) e a inovação foi pegar a maioria dos heróis ditos assim de segundo escalão.

Bom, a parte mais engraçada era ver Gladiador Dourado e Besouro Azul zoando tudo. Eles brilharam constantemente formando uma dupla impagável. Acentuaram a personalidade do “cabeça de cuia” Guy Gardner (alguém que todos “adoravam” odiar).

Foi marcante o momento em que Batman nocauteou Guy com “apenas um soco” (fato que foi muito comentado pelo resto do grupo). E quando ele recebeu uma pancada na cabeça abitolou de vez virando “frufru”.

Billy Batson não tinha um comportamento adulto quando se transformava em Capitão Marvel (recebendo o apelido carinhoso de “Capitão Fraldinha”).

A equipe era formada por diversos heróis: Batman, Capitão Marvel, Besouro Azul, Gladiador Dourado, Canário Negro, Ajax, Doutora Luz, Guy Gardner, Senhor Milagre, Oberon e Senhor Destino.

Mais ao longo das publicações tivemos Soviete Supremo, Fogo, Gelo, Capitão Átomo entre outros. Quando a equipe foi comandada por Maxwell Lord  (seu porta-voz) a equipe começou a trabalhar para ONU tendo sedes em vários países (embaixadas).

A mais divertida era Liga Antártida com membros que ninguém queria por perto. Como o impagável Lanterna Verde G’nort (seu jeito ingênuo lembrava demais o Pateta). Uma das melhores épocas da equipe.

Quando terminou este sucesso (em 1997) tivemos um outro recomeço da equipe com o gibi “Os Melhores do Mundo”. Logo os heróis Superman, Batman, Mulher-Maravilha, Lanterna Verde (Kyle Rayner), Aquaman e Flash (Wally West) tornaram-se os sete magníficos.

Desta vez Grant Morrison trazia roteiros que brincavam com a nossa imaginação (aliado ao estilo diferente de Howard Potter).  Os heróis estavam na Torre de Vigilância na Lua lembrando a fase de 1970. Esta época ficou marcada pelo contexto clássico com algo diferente.

A inclusão de Kyle Rayner (um Lanterna Verde inexperiente que queria demonstrar seu valor),  Wally West (consolidando seu posto de Flash) ou mostrando uma guerra contra o céu (inclusão do anjo Zauriel) e o enigmático Aztek (Curt Falconer).

Ou ainda outros personagens como Grande Barda, Scott Free (Senhor Milagre), o irascível Orion, Oráculo (Barbara Gordon), Connor Hawke (Arqueiro Verde II), Caçadora (Helena Bertinelli) que fora expulsa da Liga (algo aproveitado na animação),  o inteligente Aço (John Henry Irons) e o engraçadíssimo Homem-Borracha (El O’Brien).

Na  quinta  temporada de Smallville tivemos uma formação juvenil da Liga ( que foi bastante comentada) na época.

A equipe era composta por Impulso (Kyle Garner), a versão adolescente do velocista Flash (nos gibis). Aquaman (Alan Ritchson), Ciborgue (Lee Thompson Young) e Arqueiro Verde (Justin Hartley).

A LJA tem diversos outros arcos importantes de histórias e assim que puder estarei comentando alguns.

Confira na galeria abaixo imagens da Liga da Justiça

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Crítica

Mark-Wahlberg-Ted

Ted

O filme foi dirigido por Seth MacFarlane (que criou a animação Family Guy).

É uma fábula moderna e sinceramente ao ver o trailer achei que seria bastante chato. Mais ao vê-lo me surpreendi ao notar as referências que Johnny (Mark Whalberg) demonstrou ter.

John Bennett é um garoto que infelizmente não tem nenhum amigo e na noite de natal faz um desejo inusitado para uma estrela cadente.

Johnny deseja de todo coração que seu ursinho Ted ganhe vida e isto realmente acontece deixando seus pais inicialmente assustados.

Ted vira uma celebridade indo a tudo quanto é programa de televisão, mas a fama vai embora. E isto me chamou atenção na trama (como o sucesso repentino altera a vida das pessoas drasticamente).

A parte interessante é que Ted se inicia em 1985 (a década de 1980 é minha época preferida), pois no quarto de Johnny vemos um pôster de Indiana Jones na parede.

E por falar em referências é algo que não falta neste filme, pois temos Flash Gordon com uma participação muito doida do ator Sam J. Jones .

Também há outras que eu não poderia deixar de comentar, pois quando toca o celular de Lori (Mila Kunis) ouvimos a Marcha Imperial (tema de Darth Vader em Star Wars).

E quando o celular de John toca ouvimos a música-tema da Super Máquina ( nem preciso dizer que eu adorei demais).

E ainda temos algumas participações especiais como da cantora Norah Jones e do ator Ryan Reinolds (Lanterna Verde).  Ou ainda citações como da antiga série Carro Comando ou  ao ator Corey Feldman (que trabalhou no filme Garotos Perdidos e Os Goonies). E ainda Alf, O Eteimoso ou Susan Boyle entre várias outros.

Ted é uma alusão tanto aos atores que principalmente fizeram sucesso na década de 1980 (sejam eles infantis ou não) que estão atualmente decadentes.

Eu até achava que Mark Whalberg estava num filme que poderia desperdiçar seu talento, mas o roteiro bem construído mostrou que valeu a pena.

Na história Ted têm um comportamento inicial fofo e com ao passar dos anos torna-se sujo e desbocado (falando palavrões). Depois de 27 anos Ted e John ainda  continuam amigos e moram juntos.

Só que há o relacionamento com Lori (que já está já está na hora de subir para outro patamar). Lori tem um ótimo emprego, mas foi convencida por suas amigas a dar um ultimato para John (ou ela ou Ted).

John infelizmente é imaturo, mas acaba enraizando a culpa disto tudo no comportamento irresponsável e vulgar de Ted. Enquanto isso Lori sofre com inúmeras cantadas de seu chefe.

Quando Lori rompe com John é que vemos como será difícil para ambos desatar os longos anos de amizade que tiveram. No final das contas a culpa de tudo era só de John, pois Ted é apenas um urso de pelúcia.

Mais além da beleza de Mila Kunis também tivemos a da atriz Laura Vandervoort que “quase” passou despercebida neste longa. Para lembrar ela interpretou a Supergirl em Smallville.

Ted não é um daqueles filmes inesquecíveis para sempre, mas faz alegria de nós nerds de plantão (por causa de suas referências bem exploradas).

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Wallpapers

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Liga da Justiça

O maior supergrupo dos gibis não está conseguindo ter um filme na telona como nós fãs desejamos ver. Há muito boato e especulações sobre um possível lançamento para 2015, mas eu acho pouco provável.

David S. Goyer provou estar  atento aos personagens trazendo-os de uma maneira mais realista para o cinema. Isto tanto pode ser um empecilho ou algo diferente.

Existem pessoas que não gostam da forma como Chris Nolan mostra os heróis. E eu gostei da maneira como nos foi apresentado (os tempos mudaram e precisamos acompanhar as modificações).

Alguns criticaram o colorido dos Vingadores. Particularmente não vi nada de errado, porém retifico que a  DC Comics deve planejar direito o roteiro para termos um bom entretenimento (e eles lucro é lógico).

Após a saga Ponto de Ignição tivemos um UDC renovado e a Liga da Justiça teve uma nova abordagem com a inclusão do herói Victor Stone (Ciborgue).

Sinceramente não consigo aceitar o Vic como integrante do grupo, pois pra mim sempre verei ele  como um Titã.

As histórias ficaram boas numa das edições inicias o Lanterna Verde disse: “Batman? Cê existe mesmo?” Um cara que tem um anel energético capaz de construir qualquer coisa que vier a mente. Pensa que o Morcegão é uma lenda urbana (brincadeira).

Os heróis se uniram pra deter uma ameça  que não poderiam vencer sozinhos (alô, Vingadores) o déspota espacial Darkseid.

A parte mais interessante é que os heróis não se conheciam, eram perseguidos pelas autoridades e havia conflitos entre eles.

Mostraram algo básico, mas eu fiquei impressionado mesmo foi com a Mulher Maravilha. Sua atitude guerreira demonstrando força e se impondo chamou minha atenção. Vamos ver o que o futuro nos reserva pra essa nova equipe.

Confira na galeria abaixo alguns wallpapers da Liga da Justiça

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Meu Texto

zero-hour

As Eternas Crises da DC –Parte 3

Zero Hora

O grande êxito da Crise foi pavimentar o caminho para uma renovação dos heróis da editora, certo?

Não, errado, porque pouco tempo depois os roteiristas tiveram que confrontar uma outra crise a extensa continuidade contra a nova. Porque se determinados super-heróis estavam se conhecendo pela primeira vez.

Não poderia parecer  que já haviam tido aventuras anteriormente e desta bagunça  a solução foi fazer mais uma catástrofe para abalar as estruturas do universo de “novo”.

Então, Zero Hora foi uma minissérie em cinco partes que começava no n°4 numa contagem regressiva. O primeiro problema demonstrando que algo não estava bem foi uma jovem Batmoça sendo questionada por um Batman perplexo, porque não estava na cadeira de rodas.

E até um jovem Robin (Dick Grayson) espreitava das sombras tudo que acontecia naquele momento. Visto que na saga o Menino-Prodígio naquele momento era Tim Drake.

Nisso ficamos sabendo que a Crise original não havia acabado totalmente. Logo anomalias constantes no fluxo temporal vinham surgindo como a aparição de múltiplos Gaviões Negros sendo uma outra prova deste problema. Aliás o Gavião Negro é um herói com diversas reinterpretações ao longo dos anos. E nesta HQ isto foi mostrado numa cena aonde haviam várias versões do personagem enfrentando Vandal Savage.

Zero Hora também marca a volta de dois dos maiores ícones da editora: Super-Homem  (na fase cabeluda após  A Morte e o Retorno) e Batman que teve sua espinha quebrada por Bane durante A Queda do Morcego.

Durante esta saga foi descoberto que Extemporâneo (que parecia ser o principal vilão). Era apenas um peão no tabuleiro, pois o pior vilão desta história era um amigo conhecido nosso.

Infelizmente, Hal Jordan o maior Lanterna Verde de todos estava por trás da Crise que acontecia no universo. Fato que detestei é claro, mas Hal estava abalado pela perda de Coast City (sua cidade protetora). Desde que o Superman Cyborgue havia destruído a mando de Mongul matando milhões de pessoas na cidade.

Bom, isto ocorreu na HQ “Crepúsculo Esmeralda” aonde  Hal ensandecido pela dor havia destruído toda a Tropa dos Lanternas Verdes matando amigos como Killowog entre vários outros e pegando todos os anéis que conseguia obter. Em Oa acaba enfrentando Sinestro liberto da bateria central pelos guardiões para detê-lo numa luta ferrenha.

Mais Hal mata a Sinestro também conseguindo um poder ilimitado. Nesta HQ temos a ascenção de Kyle Rainer como um novo Lanterna Verde que ganha seu anel de Ganthet. Isto havia sido o prelúdio para o vilão de Zero Hora.

Tempus e Os Homens Lineares desempenham um importante papel durante a saga transportando os heróis pelas épocas. Aonde ficamos conhecendo o Ponto de Fuga (base dos Homens Lineares) um local fora do fluxo do tempo.

Agindo como Parallax (Hal) tenta recriar o universo á sua maneira autoproclamando-se um deus, mas é impedido pelos heróis. A pior decisão coube a Oliver Queen que num ato de extremo desespero  lança uma de suas flechas em Hal. Matando seu eterno amigo e irmão fato que lhe causou depois um enorme pesar.

Uma coisa estranha foi o bebê que a Poderosa gerou, pois hoje em dia nada é falado sobre ele. Suponho que também seja um meta-humano, mas achei isto fora demais do contexto.

Outra coisa estranha foi saber que Guy Gardner (o nosso querido Lanterna Verde “esquentadinho”) era na verdade um descendente de uma raça alienígena do planeta Vuldar.

O qual eu nunca havia lido nada antes e que o herói podia moldar e criar  armas com seu corpo (fato sinistro até mesmo pro cabeça de cuia). Foi por esta época que Guy virou dono de bar o famoso Warrior’s e quando surgia alguma ameaça é claro que ele partia pra detonar alguém.

O saldo de Zero Hora foi ter visto todas as versões do Gavião Negro reunidas num só transformando-o num personagem renovado. Infelizmente alguns integrantes da SJA morreram durante a batalha contra Extemporâneo enquanto outros ficaram com a idade que realmente tinham.

Outro que mudou foi Eléktron depois de uma descarga cronal voltando a ser adolescente e o pior de tudo Hal morrendo como um vilão, blargh!!! A edição n° 0 tinha na contra capa uma linha temporal mostrando o UDC desde o Big-Bang até o futuro longínquo da Legião dos Super-Heróis.

Zero Hora teve ramificações nas edições de linha da editora como por exemplo em Batman n° 19 aonde o Robin (Dick Grayson) mostrando seu lado detetivesco atuando numa aventura ao lado de Tim Drake. Ou em Superboy n° 22 quando o Superboy clássico volta do século XXX e luta contra sua versão criada após a Morte do Superman.

Com o final da saga tivemos novamente um novo universo reformulado. E a DC aproveitou este momento para lançar suas HQs do zero. Quando tivemos edições do Super-Homem, Shazam!, Superboy, Batman e Batman Vigilantes de Gotham.

Fato que foi reaproveitado posteriormente após a saga Ponto de Ignição  (Flashpoint no original) aonde também encontramos mais um novo  UDC  com seus personagens recomeçando suas carreiras.

Relembre  da segunda e primeira parte aqui.

HQ: Zero Hora

Editora: Abril Jovem

Arte e Argumento: Dan Jurgens

Arte-final: Jerry Ordway

Ano: 1996.

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Crítica

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Batman Lego: O Filme – Super-Heróis se Unem

Logo na abertura temos uma introdução tanto na música tema quanto ao símbolo do filme de Tim Burton, de 1989. Eu já havia visto a capa deste DVD  na locadora, mas nunca quis pegar pra assistir.

Foi meu pai quem trouxe para meu filho e depois desta introdução. Notei que na direção estava Jon Burton (talvez seja algum parente do outro diretor) então, parei pra poder dar uma espiadinha. Pra dizer a verdade eu pensei que não iria gostar desta animação (ainda bem que me enganei).

A parte realmente boa é que puseram os dubladores da animação da Liga da Justiça sendo que as vozes são velhas conhecidas nossas. Fiquei boquiaberto com a grandiosidade dos cenários que ficaram perfeitos (dando uma veracidade as cenas).

Tenho que afirmar que Batman Lego é voltado pro público infantil introduzindo-os no universo dos heróis, mas nós marmanjos podemos nos deliciar com sua abordagem leve e clássica do bem contra o mal.

A animação é excelente buscando nos mínimos detalhes explorar as sutilezas entre as diferenças de personalidade dos personagens.

Bruce Wayne é um filantropo, Batman age de maneira rápida (sendo um tanto rabugento), enquanto  Robin comporta-se num misto de Burt Ward com Chris O’Donnel (reagindo como um menino mesmo)suas falas são as mais engraçadas.

O Superman aparece precedido de um estrondo no ar junto com sua música tema, de 1978. E tem aquele ar de escoteiro bonzinho que quer ajudar a “todos”, porém Lex Luthor detesta tanto Bruce Wayne quanto ao kriptoniano.

Na história quando Lex tenta se candidatar a presidência precisa retirar Batman e Superman do caminho para conseguir seu intento. Quando o Coringa está preso no Asilo Arkham (que aparece como na versão do game) vemos Clark Kent num boletim televisivo (lembrando que o herói também trabalhou na TV  durante os anos 1970).

E então Lex ajuda o Palhaço do Crime a escapar usando o Desconstrutor (arma que desmonta objetos pretos brilhantes) libertando também alguns vilões. É uma das melhores cenas aonde vemos todos os vilões com carros e motos tentando fugir do Asilo.

Descobri que o dublador do Charada é o mesmo do Patolino em O Show dos Looney Tunes. No momento em que os vilões tentam fugir do Arkham (todos possuem algum veículo), mas são perseguidos pelo Morcegão. A intenção é vender os carros e outras bugingangas que aparecem mais eu gostei de tudo.

Quando Batman pega a kriptonita vemos o Sr. C usando o Desconstrutor e desmontando o Batmóvel (uma versão do filme de Tim Burton) deixando o herói com cara de bobo. Só que o Morcego não sabia que levava consigo uma falsa kriptonita.

Então vemos Lex e Coringa encontrarem a Batcaverna e ao sair dela descobrem que fica sob a Mansão Wayne, mas nem desconfiam que Batman e Bruce Wayne possam ser a mesma pessoa.

E isso pegou mal, pois Lex é um dos vilões mais inteligentes do UDC. Era só juntar 1+1 que daria pra elucidar a identidade secreta do Morcegóide. Talvez o roteirista não quisesse levar pra este ponto mais pra mim foi um furo tremendo.

Uma coisa interessante foi quando mostrava o prédio da Lexcorp após a destruição da Batcaverna. A câmera vai andando pelas dependências da empresa e esbarra no rosto de um funcionário.

E na parte em que os melhores do mundo falam com a recepcionista ela parece Kitty Kowalski (Parker Posey do filme de 2006). Quando Superman e Batman estão no elevador a música ambiente é o tema do Homem de Amanhã no que ele diz que conhece e o Morcego fala: “eu não escuto música”.

Logo outro funcionário sobe perguntando sobre o resultado de um jogo o Superman responde e o Batman diz: “eu não acompanho esporte.”  Então o que Batman faz nos momentos de folga? Será que nunca relaxa?

Outro fato que chamou minha atenção foi a versão da LJA que dá nome ao título Super-Heróis se Unem. O Lanterna Verde (Hal Jordan) segura o anel na mão e o Avião Invisível da Guerreira Amazona é feito de Lego transparente ficou muito maneiro.

Perto da conclusão Lex e Coringa usam um mecha robô, mas são derrotados quando toda a Liga entra em ação. Ajax fica monitorando o satélite (dizendo até algumas piadas) e a versão desta Liga está conectada a nova formação (mostrada nos Novos 52).

Bom, no final temos o vilão Brainiac demonstrando que esta aventura “talvez” possa ter uma sequência. E pra dizer a verdade seria uma ideia sensacional. Aconselho pra quem é fã assistir, pois é uma diversão garantida.

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HQ

SJA n°2

Sociedade da Justiça n° 2- Batalhas Perdidas

Confesso que a história Bilhete Azul não me empolgou em nada. Magog é um personagem que saiu da clássica HQ O Reino do Amanhã e por mim poderia ter continuado lá. Mais os roteiristas adoram mexer na continuidade de tudo na DC e trouxeram este suposto herói para esta época ou uma versão sei lá não gosto deste cara mesmo.

Só que ele estava tentando deter o diretor de um a prisão para criminosos inteligentes que funcionava de fachada para venda de alta tecnologia.

Temos a SJA divida em duas o Esquadrão da Justiça liderado pela Poderosa e a Sociedade com a maioria dos membros antigos e alguns novatos. E como Magog não consegue se expressar direito sem esmurrar alguém causou uma confusão enorme no meio de tudo. O enredo é fraco e não gostei do artista.

A história seguinte Pátria foi mais interessante pra mim, porque logo no início vemos um Sr. Incrível envelhecido contando de suas memórias o dia em que a SJA foi derrotada.

O QG do grupo ficava em Happy Harbor, o local foi o primeiro quartel-general da Liga da Justiça original. Bom, na animação Justiça Jovem os heróis que formam uma equipe que também tinha sua sede neste lugar.

Sendo sempre supervisionados pelo Tornado Vermelho e suas missões eram escolhidas por ninguém menos que o próprio Batman. Sua aventuras continham boas doses de aventura, ação, humor e namoro adolescente. É uma pena que também a cancelaram.

Bom, nesta história que a cada início muda de título a Sociedade foi minuciosamente estudada e atacada. Sendo que o herói mais forte e nobre deles sucumbiu o Lanterna Verde original, Alan Scott.

Antes disto, Liberty Belle já havia sido abordada logo cedo pela velocista inimiga Baronesa Blitzkrieg  sendo posta fora de ação. O Capitão Nazista lidera uma equipe de vilões o Quarto Reich.

Todos com nomes que inspirados no nazismo. É importante lembrar que o Capitão Nazista é um inimigo do Capitão Marvel (herói que farei um post futuramente, ok!).

O Quarto Reich usou uma máquina chamada o Mecanismo da Escuridão que era energizada com o poder do herói Manto Negro (filho de Alan Scott). Infelizmente todos os heróis da Terra sem exceção de nenhum sucumbiram ante o vasto poder deste maquinário.

Nosso maior combatente o Superman foi quem mais sofreu, pois privado de seus incríveis poderes virou apenas um a pessoa comum. Mais exatamente quase 20 anos no futuro o mundo é comandado pelos nazistas, porém o Sr. Incrível junto a versões envelhecidas de alguns super-heróis preparam uma última e arriscada ofensiva.

Vários heróis morreram nesta batalha Superman, Batman Oliver e Dinah, no entanto o Sr. Incrível consegue voltar no tempo e avisar a equipe do futuro ataque que sofreria mudando para melhor o que poderia acontecer.

Esta não é uma daquelas histórias que poderiam figurar entre as melhores de todos os tempos mais seu roteiro é bem coeso tendo a arte de Jesús Merino que consegui captar tudo que precisava nos mostrar de algo tão surpreendente.

HQ: Sociedade da Justiça n° 2

Editora: Panini Comics

Mês/Ano: Junho de 2011

Artista: Jesús Merino

Roteiro: Bill Willingham

Arte-Final: Jesse Delperdang

 

 

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Superman: Através dos Tempos

Liga da Justiça e Liga da Justiça Sem Limites (2001 a 2006)

Depois de realizar com sucesso as séries do Batman, Superman e Batman do Futuro chegou a vez da dupla de animadores Bruce Timm e Paul Dini trabalharem na Liga da Justiça, a equipe mais famosa dos gibis renovada pro DC Animated Universe.

Nesta formação temos: Superman (Kal- El), Batman (Bruce Wayne), Lanterna Verde (John Stewart), Caçador de Marte (J’onn J’onzz), Mulher-Maravilha (Diana Prince), Mulher-Gavião (Shayera Hol) e Flash (Wally West).

O Superman é o líder da equipe, mas Batman age como segundo em comando liderando as ações de campo. O Caçador de Marte geralmente fica na Torre de Vigilância administrando as ações do grupo  e dividindo quem irá pra qual missão.

Esta adaptação deixou os roteiros infantilizados que havia na versão dos Super Amigos e priorizou nos relacionamentos que havia entre os integrantes principais da equipe.

A parte interessante é que cada um deles teve uma personalidade bastante definida. O Caçador de Marte serviu como canalizador pra que a Liga fosse forjada convocando mentalmente cada um deles pra se unirem e derrotar uma grande ameaça pra toda humanidade.

Tanto o Superman quanto o Batman estavam acostumados a agirem sozinhos e também atuarem em conjunto quando fosse necessário, pois eles já se conheciam devido a série do Azulão, de 1996. A Mulher-Maravilha estava recém saída de Themyscira (ou Ilha Paraíso) e rompeu com sua mãe para vir ao mundo do patriarcado.

A Mulher-Gavião é uma exímia guerreira feroz e espiã que estava infiltrada na Terra para saber tudo sobre os seres humanos (algo que só foi descoberto no final da primeira temporada). Ela formou um casal com John Stewart, o Lanterna Verde que foi escolhido pra atuar no lugar de Hal.

E o Flash foi mostrado como um mulherengo, muito paquerador que tinha sorte com as mulheres e também servia como alívio cômico no desenho. Essa foi a parte que ficou melhor no desenho, porque há relacionamentos amorosos acontecendo entre os heróis.

O Flash ganha um beijo da Giganta, Batman e Diana vivem uma relação de curta duração, John e Shayera também, mas depois terminam e John fica com a Mari (numa situação confusa e meio conflituosa por seu coração estar dividido).

A Canário Negro e o Arqueiro Verde mantem uma relação cheia de altos e baixos, até o Questão dá sorte de ficar com a bela Caçadora e por mais incrível que possa parecer até o Caçador de Marte encontra uma cara metade.

É claro que Liga da Justiça é recheado de cenas antológicas como a Supergirl e a Poderosa lutando, a Mulher-Maravilha descendo a porrada no Mongul ou o Flash retirando a armadura de Lex/Brainiac em supervelocidade ao redor do mundo.

Na parte de Sem Limites após a Liga vencer a invasão thanagariana a equipe decidiu recrutar novos aliados.

Eles vieram de diferentes períodos das edições nos gibis, pois temos: Canário Negro e de Aquaman (fundadores da equipe após Crise nas Infinitas Terras).

Alguns dos personagens que integraram a Liga da Justiça Internacional como o Gladiador Dourado, a heroína brasileira Fogo e o Soviete Supremo, sem mencionar os membros das diferentes formações da Sociedade da Justiça da América, desde o veterano Pantera até o contemporâneo Senhor Incrível e a adolescente Sideral.

E o governo americano vendo tanta ostentação de poder na Torre de Vigilância e com medo do que havia acontecido com os Lordes do Caos financiou secretamente Amanda Waller a criar uma forma que a humanidade se defendesse caso a Liga viesse a agir da mesma maneira.

Então ao mesmo tempo que a Liga precisava salvar o mundo e o universo das mais diversas ameaças ainda tinham que provar para o público que eles estavam lá pra nos proteger.

Aliás esta teoria da conspiração demonstrada no desenho é algo que até se encontra no mundo real, mas é preciso se ater aos fatos para que não vire algo muito fantasioso ou depreciativo.

No entanto nada é mais impactante do que ver o Superman realmente mostrando toda extensão de seu poder desferindo socos poderosos na  luta contra Darkseid (quando o vilão invade nosso planeta).

E pra nos deixar mais maravilhados Kal fica dizendo frases cheias de ironia e voando a fim de humilhar ainda mais o Senhor de Apokolips.

Na minha opinião Liga da Justiça é a melhor série animada feita com os heróis da DC e vale a pena reassistir toda vez que der vontade.

Fonte de Pesquisa: Wikipédia.

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