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Trindade

Marvel Comics ganha um imenso terreno sobre a DC por ter criado um universo de heróis com problemas que nos aproximam deles. Sendo que a Distinta Concorrente tem heróis que se assemelham a deuses. Tudo bem isto é um fato, pois não temos como negar.

Há pouco tempo atrás estavam cogitando um filme da Mulher Maravilha, mas não conseguiram  prosseguir com este intento, mas porquê se a guerreira amazona é uma das personagens mais clássicas dos quadrinhos?

Por mais que Diana seja muito badalada não têm arcos de histórias que sejam totalmente relevantes para irem pra telona. Tanto é que o seriado com  Adriane Palicki naufragou antes de ir pra telinha.

Infelizmente a heroína não está sendo bem aproveitada da forma como deveria  ser, pois Diana merecia algo que fosse a altura do ícone que representa para milhares de fãs.

Vejamos o caso do Superman é um herói que se sustenta por si só, pois o kriptoniano têm vários arcos de histórias alguns bons e outros irrelevantes.

Mas Kal-El é um sucesso absoluto em qualquer mídia que o apresentem, porém a Mulher Maravilha já não consegue este status.

Diana só teve grande relevância no seriado da década de 1970 com Lynda Carter me diga depois disso algo que seja de suma importância sobre a personagem? A reformulação pós-Crise não conta.

Outro caso é Batman quantas vezes o Morcegão já foi reinventado? E ainda continua interessante em todas as suas abordagens. Mesmo que algumas pessoas digam que o Morcego de Chris Nolan não seja exatamente o das HQs sua bilheteria foi recompensada com êxito, pois o herói consegue abrir este precedente.

A Princesa de Themyscira esbarra no medo dos produtores de um longa encabeçado por uma personagem feminina não irá render bilheteria para pagar os custos de sua produção. Temos um grande exemplo disso em   Elektra, de Rob Bowman (2005) que foi um fracasso retumbante.

Não adianta nós fãs virmos com uma visão romantizada que querem mostrar o herói na tela, porque na verdade não é deste modo. Há  uma grande soma de dinheiro envolvida por detrás disso que exige retorno é assim que funciona este tipo de indústria.

Por mim eu quero ver um filme da Mulher Maravilha desde que seja coerente com a personagem, mas sinceramente duvido que sejam capazes de fazer algo nesse sentido.

Só pra citar a Marvel inseriu a Viúva Negra no filme dos Vingadores sendo que a Natasha nunca foi uma heroína de grande expressão na editora.

No entanto podemos notar que estava bem caracterizada e ,talvez por conta da atuação da Scarlett Johansson, até mereça um filme só para ela, então me responda o que é preciso para termos um filme da Mulher Maravilha?

A Casa das Ideias ganha de lavada da DC por ousar com seus personagens. A grande verdade é que Superman, Batman e Liga da Justiça seguram as vendas da DC Comics enquanto que na Marvel temos vários heróis que conseguem manter a editora no topo.

Eu tenho medo do que a DC irá fazer neste suposto filme da Liga da Justiça, porque se não houver um bom planejamento e uma ótima direção vamos ter algo para odiar por um longo tempo.

Trindade é composta por Superman, Batman e Mulher Maravilha nesta HQ é mostrado o primeiro encontro entre os maiores ícones da Distinta Concorrente.

É interessante notar que sua união é por causa de um forte senso de justiça, consideração por seus pensamentos e uma grande amizade forjada pelos heróis ao longo dos anos.

Confira nesta galeria algumas imagens da Trindade que consegui.

1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12 13 Darwyn Cook 1 darwyn cook 2 Dave Bullock ed benes J. Scott Campbell Jim Lee 1 Jim Lee 2 Jim Lee 3 Jim Lee 4 Jim Lee 5 michael turner rafael albuquerque Steve Rude wallpaper 7.2 wallpaper0 wallpaper1 wallpaper2 wallpaper3 wallpaper4 wallpaper5 wallpaper6 wallpaper7.1 wallpaper7

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Superman: Através dos Tempos

Smallville: As Aventuras do Superboy – Tom Welling – (2001 a 2011)

Confesso que no início eu nem ligava muito pra série, mas um colega de trabalho me alertou pra Smallville e quando assisti fiquei viciado naquele formato de Clark usar os poderes e ao mesmo tempo ter que esconde-los ( pra mim isto era incrível).

Então quando me acostumei eu ficava empolgado já com a música-tema, Save Me, da banda francesa Remy Zero que tocou em todas as temporadas.

O grande trunfo desta série é que pegaram parte dos elementos originais do mito e deram uma modernizada no conteúdo como se tudo acontecesse no século XXI.

Engana-se quem nunca parou para ver, porque perdeu a oportunidade de assistir a melhor renovação feita sobre o mito até aquele momento.

Todo nós sabemos quem é Superman, mas pouca vezes nos gibis sua vida em Smallville foi tão bem esmiuçada. Na série temos a  vida de Clark Kent (Tom Welling), um típico adolescente do Kansas sendo contada (com a exceção dos superpoderes, é claro!).

Dizem as lendas que a intenção era fazer um programa sobre a adolescência de Bruce Wayne antes de tornar-se o Homem-Morcego, mas o projeto foi cancelado por causa de que havia algo semelhante pro herói na telona.

Os roteiristas Alfred Gough e Milles Millar desenvolveram as aventuras baseadas na juventude de Clark em Smallville.

Deixaram de lado a intenção de mostrar o Azulão de uniforme voando e se concentraram no aspecto de mostrar a vida de Clark passando pela adolescência até a fase adulta. Tivemos toda a influência pela descoberta de seus poderes e como resolve usa-los a maneira que vão se desenvolvendo.

Eles recuperaram um conceito antigo que havia nos gibis da Era de Prata, período que durou de 1956 a 1970. Diferente do conceito que Superman nunca foi Superboy criado por John Byrne durante a reformulação em meados da década de 1980 (quando o Superboy já voava pelos céus de Smallville).

Trazendo desta época a amizade que havia entre Lex Luthor e Clark Kent em Pequenópolis (a cidade foi chamada assim aqui no Brasil por muitos anos).

A inimizade entre os dois surgiu depois que um experimento científico de Lex deu errado e responsabilizou o Superboy por ter ficado careca.

Bom, consta ainda neste período aparições tanto de Lois Lane quanto do Arqueiro Verde e também do Aquaman em Smallville (acontecimentos aproveitados depois pelos roteiristas).

Smallville começou tímida, mas com a sequencia de temporadas os redatores acrescentaram personagens bastante conhecidos nossos como: Impulso, Aquaman, Canário Negro, Sociedade da Justiça, Arqueiro Verde,  Legião dos Super-Heróis, Zan e Jayna  e principalmente a lindíssima Supergirl (Laura Vandervoort)  entre tantos outros que fez a série crescer exponencialmente.

Enriquecendo a trama e mostrando que uma adaptação de HQ é viável na telinha desde que seja trabalhada de forma correta.

A melhor parte foi explorar de maneira ímpar os coadjuvantes, pois era muito difícil deixar de simpatizar com Martha e Jonathan Kent (eles conseguiram moldar a personalidade de Clark para torna-lo o herói que todos admiram).

Em contra partida aquele amor e carinho que Clark teve vimos seu antagonista Lex Luthor (Michael Rosenbaum) brigar diversas vezes com seu pai Lionel Luthor.

Divergências estas que beiram a loucura de tão estranhas, mas tinha um grande significado no passado da família Luthor.

Então temos um LL inteligente, cínico e dissimulado sempre tramando na surdina e querendo tomar para si Lana Lang (Kristin Kreuk) de seu suposto melhor amigo (era algo assustador ver isso).

Aliás a mudança na etnia tanto de Lana Lang quanto na de Pete Ross (Sam Jones III) foi algo marcante, pois os fãs chiaram muito. Pra mim desde que seja feito de uma forma que não estrague tudo fica válido.

A série inseriu dois personagens que não existiam nos gibis Chloe Sullivan (a bela Allison Mack), uma amiga de Clark que inicialmente curtia uma paixão secreta por ele.

E Lionel Luthor (John Glover), o ator havia trabalhado antes na franquia do Batman como Jason Wodrue, nos quadrinhos é o vilão Homem-Florônico.

Outro grande mérito que Smallville teve foram as participações especiais de diversos atores que ao longo dos anos trabalharam no universo do Superman (cinema e TV).

Desde Christopher Reeve, o Superman mais carismático das telonas que interpretou o Dr. Virgil Swann, Terence Stamp (o eterno General Zod), Margot Kidder (a Lois Lane do cinema), Marc McClure (o Jimmy Olsen do cinema).

Também tivemos, Helen Slater (a Supergirl do cinema), Dean Cain (o Superman da TV), Teri Hatcher (a Lois Lane da TV) e Annette O’Toole que interpreta Martha Kent também participou como Lana Lang no filme de 1983.

Uma curiosidade é que Lynda Carter, a eterna Mulher-Maravilha do seriado televisivo que não tinha nada haver com o herói ( ganhou uma merecida homenagem também participando da série).

O sucesso da série é inegável, porque foram utilizados os melhores efeitos especiais que eram os mais modernos naquela época conseguindo transmitir toda ambientação que podiam realizar.

Durante os anos que esteve no ar ganhou diversos prêmios televisivos como Emmy Awards e Teen Choice Awards, mas acabou influenciando diversos spin-offs indo desde uma seriado do Aquaman que ficou apenas no piloto (também gerando livros, HQs, discos e outras quinquilharias pra vender).

A série durou longas dez temporadas, pois o nível dos efeitos especiais estavam ficando cada vez mais caros. E por causa da sua extensa jornada com altos e baixos,  a audiência estava diminuindo.

Apesar do episódio final emocionante que teve cena de voo, trilha sonora de John Williams e diversas cenas em homenagem ao filme de 1978. O clímax foi frustrado pelo orçamento apertado da série.

Depois de esperar 10 anos para ver Tom Welling com o icônico uniforme azul, os fãs tiveram que se contentar com tomadas distantes, um modelo em computação gráfica e closes no rosto do ator, que nunca chegou a colocar a vestimenta.

 Smallville mesmo não conseguindo agradar a gregos e troianos é de longe a melhor versão feita pra telinha com o Superman, um fato que conseguiu dar mais longevidade ao mito do Último Filho de Krypton que já teve tantas releituras na cultura pop.

Fonte de Pesquisa: Mundo dos Super-Heróis.

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