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Batman: Adam West and Burt Ward – (1966)

A impagável série teve como maior inspiração uma vertente cômica que beirava diversas vezes o surreal, mas mesmo assim não desmereço o seu inestimável crédito de ter elevado o status do Homem-Morcego a ídolo mundial.

Grande parte do seu charme não vinha somente do jeito bonachão de Adam West interpretar nosso herói, mas também do jeito engraçado e jovial com que Robin  (Burt Ward) encarava tudo que acontecia.

Mais pra mim quando era moleque o melhor mesmo da série era ver desfilando as belas e estonteantes Yvonne Craig e Lee Meriweter com seus uniformes de Batgirl e Mulher-Gato sendo estas sim simplesmente inesquecíveis.

Gostando alguns fãs ou não a saudosa série de 1966 já faz parte da história do Morcegão e nos faz viajar para um mundo aonde combater os vilões era muito mais simples, definido e divertido do que vemos em algumas HQs atualmente.

Confira na galeria abaixo algumas imagens que consegui na web:

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Batman: Através dos Tempos

adam west and burt ward

Batman & RobinAdam West and Burt Ward -1966 a 1968

A série do Homem-Morcego pode ser definida como ame-a ou deixe-a, pois há diversas pessoas que odeiam esta adaptação do herói. Eu adoro até hoje, pois confesso que sou um nostálgico de coração.

Geralmente leio  comentários ruins sobre este saudoso seriado, mas não vejo desta forma. É justamente por sua roupagem cômica e por estar na longínqua década de 1960 (uma época de grandes mudanças culturais e experimentações), que considero uma das melhores adaptações do Batman até aquele momento.

A série têm o mérito de popularizar ainda mais o Cruzado Embuçado, pois mesmo com recursos tecnológicos fracos e cenários paupérrimos o fato crucial é que fizeram um seriado com o que tinham na época.

Eles conseguiram construir uma série que deu ao Morcegão o status de ícone pop. E somente isso é o que se pode dizer que foi importante.

Lembro que logo na abertura tinha uma animação ao estilo de Dick Sprang com a Dupla Dinâmica sorridente aonde tinha as onomatopéias (Pow, Soc e Crash!), cores fortes, enquadramentos tortos e fortes traços do movimento Pop Art.

Havia diversas  participações especiais de celebridades como Sammy Davis Jr., Jerry Lewis, Joan Collins, Dick Clark, Liberace, Don Ho entre outros  que prestigiaram o seriado aparecendo nos episódios.

Quando os heróis escalavam o prédio pela batcorda  as capas eram puxadas por um fio para ficarem retas. E na verdade estavam andando inclinados no chão que foi caracterizado para ficar parecendo um prédio.

E em cada final de episódio havia um gancho aonde os heróis estavam á beira da morte nos incentivando a continuar vendo o próximo para saciar a curiosidade sobre qual seria o desfecho da Dupla Dinâmica.

Parece até que assisti ontem um episódio da série de tanta recordação boa que tenho.

A coisa mais nostálgica deste seriado era a Tia Harriet (Madge Blake) uma adorável e simpática senhora que não sabia da identidade secreta de Bruce e Dick. Harriet foi criada por Bill Finger e Sheldon Moldoff e surgiu no quadrinhos apenas para afastar a suposta homossexualidade dos personagens fomentada pelo livro “A Sedução do Inocente”, de Frederick Wertham.

Aliás até Alfred Pennyworth (Alan Napier) migrou para o seriado, pois na época era considerado morto nos quadrinhos. Porém com o sucesso da série ressuscitaram o personagem das HQs.

Estranho era constatar que o Comissário Gordon tinha uma linha direta com a Batcaverna e nas HQs que li não havia nada disto. Desde pequeno lembro que não gostava do Robin com aquela expressão: santa-não-sei-o-que pra lá e pra cá a todo momento.

Ainda mais depois de um episódio em que a Mulher-Gato ia beijar o Morcegão e o Garoto-Prodígio atrapalhou o romance. Mas  Burt Ward sofreu para poder interpretá-lo dizem as lendas que o ator sofria diversos acidentes, porque não tinha duble nas cenas de ação.

Outro fato curioso é que ele foi perseguido pela Liga da Decência, grupo que cuidava da censura na TV, por ser bem dotado e aquilo ficava aparecendo pelo uniforme. Uma das soluções que arranjaram foi dar remédios pro rapaz para resolver o problema só que não surtiu efeito nenhum.

E para acabar de vez com a perseguição decidiram filmar o Robin apenas da cintura pra cima nos episódios seguintes, coitado!

A série também introduziu um dos maiores sonhos de consumo de todo fã ao redor do mundo e também deste que vos escreve o Ford Impala customizado que virou o Batmóvel movido por uma turbina de foguete. O Batmóvel de 1966 é dos carros do mundo de ficção mais lindos e sensacionais que conheço.

Rei Tut

Vilões

Os vilões do Morcegão nesta série são os mais escabrosos possíveis, pois temos o Rei Tut (William Omoha MacElroy) que na verdade era um professor de egiptologia que ao cair uma pedra em sua cabeça pensava ser a reencarnação do tal rei.

Outro vilão surreal era o Face Falsa que foi criado por Bill Finger, em 1958.   Aonde especulavam que quem  estava por trás da máscara era Frank Sinatra, Cary Grant ou Sammy Davis Jr.  tudo mentira, pois quem atuava era Malachi Throne (que interpretou o Commodore José Mendez em Star Trek, a série clássica). Diga-se de passagem um episódio muito bom.

O Cabeça de Ovo (Vicent Price) um dos homens mais inteligentes do mundo que possuía um grande ego. Vivia falando sobre si mesmo e do seu brilhantismo e pretendia escrever um livro intitulado “Como ser o melhor criminoso do mundo“.

E ainda haviam os vilões mais conhecidos como o Coringa, de Cesar Romero que mais parecia  um palhaço do que um maluco psicótico como estamos  acostumados a vê-lo atualmente. O Pinguim interpretado pelo saudoso Burguess Meredith aonde dizia Quack, Quack, Quack com seu guarda-chuva  pra cada tipo de coisa. E que ficou marcado anos depois como treinador do Rocky Balboa no filme de 1974.

Neste seriado gosto dos vilões clássicos: Coringa, Pinguim, Charada e Mulher-Gato, pois são os melhores o resto são nonsense demais pro meu gosto, pois nunca achava graça neles.

Na verdade a melhor parte deste batseriado não é ver Batman e Robin esmurrando os bandidos ou fugindo das armadilhas que os vilões aprontavam. E sim ver desfilando de malha colante a linda Yvonne Craig a Batgirl e a sensualíssima Mulher- Gato de Julie Newmar.

Figuras femininas que povoam a mente de milhares de fãs tanto masculinos  como femininos, porque notamos  diversas modelos cosplayers que nos eventos  dão o ar de sua graça vestidas destas personagens.

Bom, ao longo dos anos estamos assistindo diversas releituras do Batman e Superman atualizando-os para a sociedade da época mantendo os mitos renovados.

Diga-se que ambos os heróis tinham um rígido código moral durante a Era de Ouro que até matavam seus oponentes. As atitudes violentas de Batman não são obras da mente criativa de Frank Miller, pois em várias HQs do Homem-Morcego original era visto portando arma de fogo. Fato que foi drasticamente mudado algum tempo depois.

Hoje em dia prezam a vida humana acima até da deles próprios. Não existe nada mais impactante do que isto. Eu vou ficar velho e os heróis continuaram sendo imortais mantendo acessa a chama nos corações dos fãs eternamente.

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HQ

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Mulher Gato: Cidade Eterna

Tim Sale é o renomado artista de Batman: Vitória Sombria e Batman: O Longo Dia das Bruxas. Esta história dá continuidade as referidas HQs elucidando o enorme hiato que ficou nelas.

A Mulher Gato vive entre a dualidade de ser  adversária e amante do Homem Morcego. Indo numa misteriosa viagem para Itália, Selina tenta desvendar os segredos da família mafiosa Falcone.

Eu já tinha visto vários artistas usando seu estilo para representar a ladra felina, mas Tim Sale consegue impor uma sensualidade natural, lânguida e envolvente que  a deixou linda demais.

Selina é rápida, intrigante e mortal mesmo com a máfia estando em seu encalço. O personagem Christopher Castelo, conhecido como Loiro, é o melhor assassino de toda Itália.

Porém envolve-se numa roleta russa de emoções com Selina salvando-a em alguns momentos até sabermos quais são suas verdadeiras intenções.

A trama nos envolve por não existir ninguém realmente bonzinho ou super-herói querendo salvar o dia. É tudo entre as cores cinza e preto não há nuances para escolher.

Selina Kyle desfila sua beleza pela Itália a procura de sua identidade para tentar descobrir quem é seu pai e sua mãe. Tudo indica para a família Falcone, mas a Mulher Gato é perseguida pela máfia.

O embate contra a Mulher-Leopardo  no Coliseu de Roma evoca a luta entre os gladiadores. Uma luta que parece até ideológica sobre quem merece usar a alcunha de felina.

Edward Nigma serve como contraponto tentando com suas charadas desviar o foco de Selina para o assunto que foi tratar. O Charada é responsável pelos momentos mais engraçados da revista.

A verdade é que Jeph Loeb consegue em alguns momentos desviar nossa atenção da trama principal mostrando histórias paralelas como a invasão dos vilões de Ghotam City na Itália. Deu pra notar que houve um grande interesse para que Selina não soubesse de sua verdadeira origem, mas a pergunta principal é por quê?

A arte de Tim Sale é primorosamente fantástica repleta de cores que acabam ajudando na expressão dos sentimentos dos personagens agindo em sintonia com a história e nos deixando ao final com uma imensa vontade  de querer ler mais.

A cada passagem de página desta HQ um mundo bem retratado e magnífico se abre diante de nossos olhos. Vale a pena conferir o trabalho desta dupla.

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Cospaly Girl

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Mulher Gato

Além de ser linda e inacreditavelmente sexy a Mulher Gato consegue não apenas retirar as riquezas dos cofres dos poderosos de Gotham City, mas também deixar louco um tal de Homem-Morcego.

Selina Kyle age de maneira sensual roubando nossa atenção e trancafia-nos como se fossemos um de seus troféus numa estante escondida  aonde só ela sabe a localização.

E apesar de tudo isso prossegue  atiçando não somente a nossa grande imaginação, mas tomando conta de nossos corações eternamente.

Confira nesta galeria modelos cosplayer vestidas de Mulher Gato e ainda temos de quebra Hera Venenosa, Arlequina, Gata Negra, Batman e Batgirl.

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Musas de Tinta

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Mulher-Gato

Selina Kyle é uma linda mulher, sensual e sexy. Além disso tudo é uma ladra extremamente  habilidosa.

Catwoman foi criada pelos mestres Bob Kane e Bill Finger surgindo pela primeira vez na edição Batman # 1, em 1940.

Na distante Era de Ouro, Selina Kyle tinha uma personalidade bastante introvertida, pois era uma aeromoça que após sobreviver a um acidente de avião sofreu de amnésia. Sendo exatamente isso que despertou seu lado mais sexy e fazendo surgir The Cat, uma mulher sensual, praticamente “sem inibições”.

Só pra constar nessa época a vilã era conhecida dessa forma e algum tempo depois mudaram pra Mulher-Gato.

Essa versão com dupla personalidade de nossa ladra preferida foi abordada durante esse período várias vezes.

Então, a Mulher-Gato sempre agia manipulando a todos os homens que ousam passar pelo seu caminho, principalmente, um certo Homem-Morcego.

Enquanto o herói ás vezes mandava-a pra cadeia e outras pensava apenas em reabilita-la.

Na famosa edição Batman: Ano Um, de Frank Miller. Tivemos aquela versão muito discutida, porque mostrava, Selina retratada como uma garota de programa.

Sua origem havia sido recontada como uma prostituta que após ter sido abusada por um cafetão foi parar num hospital. E o herói Pantera lhe treinou para se defender, lutar e depois ela assume seu codinome de Mulher-Gato como criminosa.

Ainda bem que depois da complicada saga Zero Hora esse passado de nossa vilã foi jogado ralo abaixo.

Atualmente a relação entre eles é como uma enorme montanha russa que fica variando entre amor e ódio.

Durante a Saga Silêncio eles ficaram muito próximos fato que culminou na revelação da identidade secreta do Morcegão, mas a diferença entre os dois acabou rapidamente com o relacionamento.

Neste reboot da DC Selina e Bruce tiveram tórridas cenas de sexo mostradas nos quadrinhos demonstrando que esse sobe e desce dos dois perdurará por um longo tempo.

Um fato curioso é que eles foram casados na Terra 2 (uma Terra Paralela, do Universo DC Pré-Crise) e tiveram até uma filha Helena Wayne, que foi a heroína Caçadora.

No passado várias atrizes brilharam e conquistaram vários fãs ao interpretar a nossa ladra.

A primeira foi a atriz Julie Newmar no seriado dos anos 60 que demonstrava sensualidade de uma forma tão encantadora que era impossível não gostar dela.

A segunda foi a ex-Miss América Lee Meriwether que atuou no longa metragem do Homem-Morcego.

A cantora Eartha Kitt também nos presenteou ao mostrar-se como a vilã, mas sua interpretação na época não tinha agradado aos fãs (eu gostei bastante!).

Depois esperamos algumas décadas para que a Mulher-Gato retornasse para nos seduzir e tivemos a ótima atuação de Michelle Pfeiffer. Apesar de sua origem ter sido modificada. Ela conseguia misturar perversão com sensualidade de uma maneira arrebatadora, cruel e também inesquecível.

No início da década de 90 tivemos o inesquecível desenho Batman: A Série Animada comandada por Bruce Timm e Paul Dini. A série animada surgiu logo após o longa Batman – O Retorno e tivemos uma ladra muito sedutora e loira como no filme.

Eu não poderia esquecer de minha querida e belíssima Halle Berry que apesar de demonstrar ser bastante sexy (infelizmente sua versão foi uma porcaria terrível).

No péssimo seriado Birds of Prey, Selina foi interpretada pela atriz Maggie Baird e nossa musa surge apenas em flashbacks. Nessa versão mostraram a Mulher-Gato como uma meta-humana que infelizmente foi assassinada por ordem do Coringa.

A atriz Ashley Scott interpreta Helena Kyle, ela é filha da Selina com Bruce tornando-se a heroína Caçadora.

E por último temos Anne Hathaway interpretando muito bem a personagem, porém o mais interessante em Batman: O Cavaleiro das Trevas Ressurge é que em nenhum momento Selina é chamada de Mulher Gato.

Nolan demonstrou que os vilões não se autodenominam, pois são as pessoas que põe os nomes neles.

Independente disso Selina Kyle é uma das personagens mais fascinantes do mundo dos quadrinhos, porque ela pode até agir como bad girl mais sua personalidade dúbia á torna muito interessante para mim.

Confira nesta galeria alguma imagens da nossa musa

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Musas de Tinta

Hera Venenosa

É uma das vilãs mais encantadoras e absurdamente sexy da mitologia do Morcegão.

Poison Ivy foi criada por Robert Kanigher e Sheldon Moldoff surgindo pela primeira vez na edição Batman # 181, em 1966.

Em sua origem a Dra. Pamela Lillian Isley foi seduzida  e enganada por Jason Wodrue acabou cometendo um roubo, mas depois ele envenenou-a.

Só que ao invés de morrer seu corpo desenvolveu imunidade a todo e qualquer tipo de veneno (fungos, vírus e bactérias também). Como era uma botânica resolveu começar sua carreira criminosa usando plantas venenosas como arma letal.

Depois de algum tempo, a vilã criava monstros vegetais para usar em seus crimes.

Hera Venosa é uma mulher fria, demonstrando um estranho desequilíbrio emocional, também é implacavelmente violenta e uma assassina perigosa.

A vilã pode controlar qualquer tipo de planta tanto acelerar quanto desacelerar o crescimentos delas.

Hera possui um tipo de conexão mística com as plantas através da força conhecida como o verde.

Além disso devido a seus conhecimentos também desenvolve toxinas, venenos, armadilhas entre outras coisas que utiliza contra seus inimigos.

A parte mais fascinante é o seu poder de expelir feromônios do amor que usa em seu bel-prazer em homens e mulheres (e ainda possui um beijo venenoso enloquecedor que pode matar).

Ficou famoso na web e também entre os leitores o seu relacionamento com a doida da Arlequina.

É curioso notar que Hera sente uma atração doentia pelo Homem-Morcego que mistura igualmente ódio e amor.

O famoso trio as Sereias de Gotham formado pela Mulher-Gato, Arlequina e Hera Venenosa já se aliou diversas vezes por interesses em comum.

A nossa vilã sensual surgiu pela primeira vez fora dos gibis no episódio  “Pretty Poison”, na série animada do Morcegão nos anos 90.

Na telona a atriz Uma Thurman interpretou a Hera Venonosa de uma maneira enlouquecedora naquele infame filme Batman & Robin (1997).

Nesta versão Pamela era uma botânica que estava trabalhando pra Wayne Entreprises num projeto de preservação na América do Sul.

A interpretação sexy de Thurman foi a melhor coisa mostrada naquele filme ruim. Infelizmente aquele Bane idiota foi uma das piores coisas que fizeram com o personagem.

No excelente desenho Justiça Jovem também temos uma aparição de nossa vilã. Foi durante o episódio “Revelations” (como integrante da Liga da Injustiça).

Só pra fechar, Hera Venonosa já conseguiu controlar até o Superman, colocando uma espécie de pó de Kriptonita nos lábios. Se eu fosse o Batman não iria resistir?

Confira na galeria abaixo algumas imagens da Hera Venosa uma sensual e perigosa vilã.

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Fonte: Flogão e Wikipédia.

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Batman: Através dos Tempos

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A Sombra do Morcego

O Homem-Morcego é um dos personagens mais queridos da DC. Por ser um ícone da cultura pop e dos quadrinhos Batman teve várias releituras e isso o mantém vivo em nossos corações. Acredito que apenas por Bruce um ser humano comum ir utilizando astúcia, dedução e a capacidade de influenciar a mente de outros seja seu grande ás na manga.

O que um crime brutal pode fazer a mente de um garoto de 8 anos? A vingança pode corroer sua alma ou ser um aditivo para algo maior?

Geralmente vemos um Batman sombrio, obsessivo e movido pela vingança, mas a questão principal é que Bruce Wayne faz de tudo para que haja um mundo aonde um garoto não perca seus pais de maneira trágica como ele perdeu. Pra mim o fato de usar esta tragédia como aditivo para ajudar quem precisa torna-o um grande herói.

Batman e Superman são diferentes em seu modo de agir e se comportar, pois Superman mesmo sendo um alienígena entre nós fica á vontade convivendo com as pessoas. Mais Bruce Wayne não relaxa e dificilmente deixa alguém entrar em sua vida com medo de perde-lo. Por várias vezes já pensei em como seria a vida de Bruce  se ele não tivesse perdido os pais e sinceramente (pra nossa infelicidade), talvez não existiria um Batman.

Outra questão é quem existe de verdade? O Batman é uma extensão de Bruce Wayne para poder agir livremente? Ou Batman é quem realmente existe e Bruce Wayne seja apenas sua máscara? Estas e mais outras questões tornam o Morcego fascinante, pois mesmo com toda esta pressão psicológica ele age pelo bem dos inocentes, lutando contra o mal e agindo pelas sombras.

Há algum tempo atrás os fãs norte-americanos decidiram pela morte de Jason Todd, o segundo Robin. E analisando o personagem vemos que na época foi um baque que quase destruiu o Morcego, mas pra mim a única pessoa que é de suma importância na vida pessoal de Bruce Wayne/Batman é Alfred Pennyworth.

Alfred é o único elo entre a família perdida de Bruce.  Além de conselheiro é praticamente um enfermeiro particular costurando Batman sempre quando necessário e auxiliando mesmo com suas frases sarcásticas. Alfred ainda ajuda a solucionar casos, inventa desculpas para Batman poder agir. E do meu ponto de vista é  praticamente um pai de Bruce apoiando-o em quase todos os momentos.

Detective Comics 27

O Batman (original) –

Seu surgimento veio na esteira do sucesso do Super-Homem que estava vendendo muito bem na época. Então, Vin Sullivan, editor da National Periodical (atual DC Comics) encomendou mais heróis pra vender.

A primeira história do Cruzado Embuçado foi publicada em Detective Comics # 27, em 1939. O Morcegão foi criado por Bob Kane e Bill Finger que antigamente não levava crédito pela co-autoria do herói.

Quando a dupla de artistas tiveram a incumbência de criar o Homem-Morcego tiveram como influência as aventuras e o uniforme do Zorro misturando a inteligência de Sherlock Holmes.

Dizem as lendas que o Morcegão também teve influência do Sombra (Lamont Cranston) e do The Bat (Dawson Clade), de 1934.

Como curiosidade ainda lá nos anos 40, Batman foi publicado aqui no Brasil. Na revista O Lobinho, mas sua identidade secreta foi trocada pra Bruno Miller e Gotham City virou Riacho Doce, vai entender!

Na história quando Thomas e Martha Wayne estavam voltando, com seu pequeno filho Bruce Wayne de uma sessão de cinema (estrelando Tyrone Power como Zorro) . Foram abordados por um ladrão armado (Joe Chill) que queria o colar de Martha.

Instintivamente na intenção de proteger sua família, Thomas reagiu e foi assassinado friamente, Martha com medo pediu socorro e morreu também. Tudo isso diante dos olhos do menino que transtornado pela perda jurou vingança devotando toda sua vida combater o crime.

Como a família Wayne era bastante rica, Bruce ao longo dos anos dedicou todo seu tempo estudando química, física, biologia, artes marciais e preparando seu corpo fisicamente para seu maior intento.

E ainda aprendeu algumas técnicas teatrais como disfarces, fugas e ventriloquismo, mas soube  que só isso não seria o suficiente.

Numa cena clássica temos Bruce sentado num quarto divagando que faltava-lhe um disfarce que fosse realmente sombrio e assustador. E como num presságio é exatamente neste momento que um morcego entra pela janela dando a ideia do uniforme e nome de Bat-Man.

Alguns podem até estranhar, mas o Morcegão original tinha um hífen como sinal gráfico (algo que foi abolido pouco tempo depois).

Outro fato interessante é que o herói que de forma invejável já teve várias namoradas em seu currículo tinha um interesse amoroso logo no inicio de suas histórias.

Seu nome é Julie Madison e foi sua primeira namorada. A personagem era uma modelo e atriz e foi noiva de BW, mas ela nunca soube de sua identidade secreta.

Eles se conheceram na universidade e começaram a namorar. Chegaram até a ficar noivos, porém quando Julie soube que Bruce nunca largaria o jeito de playboy irresponsável desistiu do relacionamento.

Julie tornou-se uma grande atriz em Hollywood adotando o nome de Portia Storme (uma referência a Shakespeare).

O Bat-Man original não era mais irascível e obstinado do que vemos atualmente. E pra quem pensa que a maneira como o Morcego foi demonstrado na HQ O Cavaleiro das Trevas (Frank Miller, em 1986) tenha sido alguma novidade.

Está erroneamente enganado, pois deve-se analisar que esta história foi apenas uma volta as origens de 1939.

Um fato interessante é que este Batman original encontra-se na Terra-2 e de uma forma diferente seu mordomo não é o Alfred que conhecemos. O nome dele era Alfred Beagle que trabalhou para BW ajudando com seus dons de detetive.

O Morcego da Era de Ouro foi um membro-fundador da Sociedade da Justiça da América, nos anos 1940.

A Mulher-Gato foi parceira dele e acabaram se casando tempos depois. E também foi dessa união que surgiu Helena Wayne que viria a se tornar a Caçadora.

Durante alguns anos ainda tivemos algumas histórias do personagem original, mas nos anos 70 tudo veio mudar. Quando Selina morreu, Bruce aposentou o manto e a capa.

Tendo que voltar a vestir quando um criminoso (Bill Jensen) ganhou poderes místicos e assim derrotando toda a SJA. Ele e Batman brigaram, porém a máscara do herói rasgou-se revelando sua identidade. Ao ver que Bruce Wayne era Batman ele enlouqueceu de vez (Bruce foi o Comissário de Polícia que prendeu Bill Jensen mandando-o pra cadeia).

A luta foi ferrenha até que a raiva fez Jensen se descontrolar provocando uma explosão que matou a ambos. Diante de um acontecimento  tão pesaroso o Senhor Destino fez todos esquecerem que Batman/Bruce Wayne eram a mesma pessoa, pois somente seus familiares e amigos mais íntimos continuavam a ter  recordações sobre isto.

Fazendo todo resto acreditar que ambos haviam morrido ao mesmo tempo. Esta é uma das poucas mortes de heróis que realmente fazem sentido, porque hoje em dia virou algo sem atrativo algum pra mim.

Só pra fechar, Bob Kane criou o desenho animado O Gato Corajoso e o Rato Minuto (Courageous Cat and Minute Mouse). Uma paródia bastante óbvia sobre a Dupla Dinâmica, os heróis usavam o Catmobile e foram exibidos na telinha durante os anos 60.

Foram produzidos a grande quantidade de 130 episódios indo ao ar até 1962.

Fonte: Mundo dos Super-Heróis e Batman Magazine.

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