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Cosplay Girl

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Nesta impressionante galeria abaixo você irá encontrar as melhores modelos cosplayers desfilando vestidas dos personagens que mais gostamos.

Contemple Mulher-Maravilha, Supergirl, Aquawoman, Amy Wong, Chun-Li, Lara Croft, Lola Bunny entre várias outras.

Há também versões femininas de Lanterna Verde, Robin, Flash, Capitão Frio, Speed Racer, Coringa e mais alguns

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Cosplay Girl

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Miss Marte

A Caçadora de Marte é uma heroína muito poderosa, mas o que realmente despertou meu interesse nela é a sua simpatia (e seu modo leve de vivenciar aqueles momentos tão simples do cotidiano).

Confira na galeria abaixo algumas modelos cosplayers que homenageiam não apenas Miss Marte, mas também temos: Supergirl, Batgirl, Mulher Maravilha, Poderosa, Zatanna, Artemis, Lanterna Verde entre várias outras.

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Batman: Através dos Tempos

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Batman: O cavaleiro das Trevas 2

A primeira minissérie foi tão revolucionária pro mundo das HQs que chamou até atenção da mídia que não era especializada no assunto (jornal e TV).

Então quinze anos depois quando anunciaram a continuação era como se uma bomba estremecesse tudo novamente e pipocaram os mais variados comentários. Os fãs aguardavam ansiosamente pelo que presumíamos ser outro sucesso arrasador.

Lembro que na época criticaram muito Lynn Varley pelas cores computadorizadas. Eu considero até um trabalho criativo, mas a primeira versão foi tão marcante e influente, tanto pra mim quanto pra milhares de outras pessoas, que comparações é que não iriam faltar.

Na história somente três anos haviam se passado desde que Batman “morreu” (aparentemente tudo estava calmo e em paz).

O governo fez as pessoas acreditarem que o mundo tornou-se um lugar melhor, mas em contrapartida retirou todos os direitos da população. E o Morcegão aguardou o momento de retornar mostrando que ainda há muita sujeira e imperfeições no mundo.

Bruce readquiriu a forma e esteve treinando bastante nesse tempo. Podemos notar que Batman age gostando do que está fazendo e isto é impressionante, pois trata-se de um homem de 63 anos de idade (algo que não é pra qualquer um).

Logo no inicio vemos Jimmy Olsen reclamando na TV do presidente Rickard (um fantoche digital de Lex Luthor). Notamos que a preocupação em criticar a política norte-americana ainda continua sendo a principal linha narrativa da HQ.

O mundo vive sob um estado fascista e totalitário disfarçado, mas o velho Olsen pergunta pelo sumiço dos heróis.

Numa cena um homem luta no mar contra um enorme monstro e ficamos sabendo que trata-se de Ray Palmer, vulgo Eléktron, que estava confinado numa Placa de Petri.

Carol Kelley cresceu deixando o manto de Robin e assumindo a alcunha de Moça-Gato (foi ela quem salvou o diminuto herói que ficou preso por 2 anos).

Então numa instalação de fornecimento elétrica é invadida pela Moça-Gato, Eléktron, e os Batboys, os novos agentes do Morcegóide, pra salvar o Flash (Barry Allen).

O velocista ao notar que estava livre revela que iriam matar Íris, porém Carol diz que ela está bem. Há uma conspiração  governamental que prendeu os heróis usando seus entes queridos como barganha.

O Homem-Borracha é tão magnífico quanto louco quando sai de seu confinamento (trazendo de novo aquela velha discussão sobre quem é melhor Dibny ou O’Brien).

O gibi preocupa-se em mostrar o retorno das lendas da Liga da Justiça, só que em suas versões da terceira idade, pois temos Superman, Lanterna Verde, Homem-Elástico, Questão, Arqueiro Verde, Homem-Borracha, Capitão Marvel, numa versão mais velha que lembra o Tio Dudley e Mulher Maravilha (que não envelheceu nada).

Aqui temos o motivo do Azulão ter virado escoteiro do governo na primeira versão (não foi por livre e espontânea vontade como imaginávamos).

Kal-El está sendo chantageado por seus maiores arqui-inimigos, Lex Luthor e Brainiac, que estão de posse da cidade engarrafada de Kandor, um clássico na mitologia do herói.

São milhões de vidas kriptonianas sendo ameaçadas de morte e é por isso que ele agiu daquela maneira.

Sem sombra de dúvidas o que ficou realmente marcante pra mim nestas edições foram as cenas de sexo protagonizadas por Kal e Diana.  O negócio estava tão eletrizante que provocou terremoto, maremoto e outros problemas climáticos inimagináveis ao redor da Terra.

Outra coisa marcante foi Lara, a nova Supergirl, filha deles que esteve escondida com Diana em Themyscira. Ela tem as características de ambos, pois é tão poderosa quanto Kal e uma personalidade marcante de guerreira de Diana.

Houve dois momentos que realmente cheguei a ficar assustado um foi com Sartúnia aquela menina que podia prever o futuro e a segunda foi com as revelações  de Dick Grayson que trouxe a tona todas aquelas acusações de homossexualidade sempre perseguem os personagens (sinistro).

Em Batman: O Cavaleiro das Trevas 2, a arte de Frank Miller teve um declínio enorme nestas edições ficando mais estilizada, fluida e caricatural (de uma maneira bastante exacerbada). Todo mundo tem o direito de errar na vida até mesmo Frank Miller (não é atoa que choveram reclamações).

Só que o roteiro ataca além da politica que é algo óbvio, fala da exposição feminina na TV (exemplo das  Supergatas). Se não me engano, a notícia nua, foi algo que havia na TV gringa onde repórteres ficavam sem roupa pra dar noticias (pena que essa moda não fez sucesso por aqui). O artista critica até o próprio mercado americano dos quadrinhos.

Encontramos também  referências a vários personagens como Batmirim, E. Neuman (da Mad), pessoas reais como Elvis Presley ou o Papa João Paulo II.

O uniforme que o Super está usando é o da versão de cinema feita pelo Fleischer Studios, em 1941.

O Batmóvel também é uma versão do Studebaker da década de 40 (que tinha rosto e asas de morcego) entre outras peculiaridades.

Se na saga original havia uma violência levada mais pro sentido psicológico. Nesta o contexto é totalmente diferente, pois as lendas morrem de jeito trágico e a violência é brutal.

O embate de Bruce contra Kal na Batcaverna é muito superior do que havíamos visto antes, pois temos a presença do Flash, Arqueiro Verde e Eléktron deixando o Homem do Amanhã em frangalhos (lá no fundo do poço como nunca tínhamos presenciado antes).

O que me empolgou foi a sequencia final quando Lex esmurra com vontade Batman “pensando” que havia triunfado. Bruce demonstra porque é o melhor estrategista da Liga (é fantástico!).

Geralmente as pessoas falam tão mal desta HQ apenas, porque se prendem demais a saga original, mas devemos vê-la como algo á parte. É claro que se ficarmos apenas comparando não poderemos nunca apreciá-la (da maneira como se deve).

Frank Miller consegue fazer algo ímpar com tanta informação mostrada em cada edição ou em cada cena, mas obviamente a intenção da história é um retorno as origens do que é ser um herói. Resgatando esta imagem dos personagens que gostamos (e como sua presença é importante pro mundo).

Batman: O Cavaleiro das Trevas 2

Roteiro & arte: Frank Miller

Cores: Lynn Varley

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Artista

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Ebas

Eric Basaldua começou a trabalhar na Top Cow, em 2000. E sua arte chama atenção, pois nos fascina ao representar nossas personagens preferidas de um modo muito, muito  sexy.

Geralmente são olhares lânguidos, posições sugestivas, roupas provocantes e uma dose extra grande de sensualidade.

Confira na galeria abaixo o excelente trabalho de Ebas com: Feiticeira Escarlate, Mulher Maravilha, Witchblade, Psylocke, Aspen, Poderosa, Supergirl, Jean Grey entre várias outras

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Meu Texto

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As Eternas Crise da DC- Parte final

Ponto de Ignição

HQ

Como não li Crise Final e estava sem nenhum interesse pra acompanhar pulo pra história seguinte.

Foi a saga responsável por recolocar a DC Comics no topo das vendas no mercado americano em 2011. A mais complicada de todas as crises, pois temos vários desdobramentos de personagens principais e secundários nesta nova realidade.

Se em alguns aspectos Ponto de Ignição ficou razoavelmente boa em outros virou um fiasco total pra mim. Estamos tão acostumados a ver o Superman inspirando heroísmo que até fiquei puto com esta versão apalermada e raquítica vista aqui.

Ponto de Ignição: Especial 1, começa com a perda trágica da família de Traci, uma adolescente que tem poderes de magia e que também sabe que esta realidade está errada (não sei quem ela é em nosso universo ou se foi criada pra edição).

Boa parte da Europa encontra-se embaixo d’água e a guerra entre amazonas e atlantes pode exterminar toda raça humana. O pior de tudo é que Traci deverá lutar contra o próprio pai para evitar a catástrofe iminente.

A HQ é dividida pela vida de três personagens Traci 13, Abin Sur sendo a única vez em que mostraram a vida particular dele e, principalmente, como uma simples mudança no contexto altera todo o rumo da  história que conhecemos.

E Hal Jordan que mesmo sem os poderes do anel energético continua agindo como herói (provando que algumas coisas não podem ser modificadas nunca). Fiquei bolado na abordagem de Jordan como um kamikaze suicida, mas não teve jeito mesmo.

A arte de Eduardo Francisco é agradável sem exageros e já comentei que não gosto desta saga.

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Em Ponto de Ignição: Especial 2, Traci se teleporta pelo mundo seja ajudando Mutano (África), libertando Circe, aprendendo a se virar com Nat Irons (Brasil), conhecendo Guy Gardner (Austrália) ou lidando com desígnios divinos com Jason Todd (Gotham) continua tentando deter o pai e convocando heróis pelo caminho (sem sucesso).

Enquanto, Lois Lane fugindo das amazonas é salva por Penny Black, uma ex-oficial da Marinha e integrante da resistência (no que sobrou da Europa).

A HQ varia com a arte fraca de Gianluca Gigliotta e a totalmente estranha de Gene Há, porém todos os roteiros são regulares.

Receitas Heroicas explora o soldado Neil Harris que virou cobaia do exercito. Num projeto comandado por Sam Lane. Mais conhecido como Espécime Zero foi tratado como um animal diversas vezes transformando num ser superpoderoso e praticamente sem emoção nenhuma (seu corpo foi enxertado com o DNA do Apocalypse).

É aqui que vemos Kal-El raquítico e franzino privado de ficar no Sol e sem a influência dos Kent. Nota-se como são parte importante na vida de Kal e o confinamento deixou sua mente confusa.

A parte estranha é que Sam Lane, que sempre detestou o kriptoniano na continuidade normal, tratava-o como filho (de forma diferente com a qual havia feito com o Espécime Zero).

A história termina com a morte de Lois e Superman assumindo sua condição de herói e infelizmente não comprei a edição final.

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A minissérie em 5 partes com arte de Andy Kubert e roteiro de Geoff Johns tratou da trama principal (e nela temos Barry Allen que morreu heroicamente salvando o universo).

O velocista voltou, mas pra mim era melhor que continuasse morto, pois não aguento mais este negócio doido de morrer e voltar (ficou entediante).

Barry Allen investiga a morte do Garoto-Elástico (uma identidade heroica antiga de Jimmy Olsen se não me engano nos anos 50). A presença do Perseguidor Implacável, um motociclista vindo de uma Terra Paralela (uma versão de Barry).

Ele veio ao nosso mundo para impedir que uma anomalia temporal destruísse tudo que existe, mas pensava que Bart, o Kid Flash fosse quem procurava. Mais na verdade o Flash Reverso (Eobard Twayne) era quem provocou tudo, pois descobriu um modo de roubar a energia da Fonte de Aceleração (local de onde vem os poderes da maioria dos velocistas da DC).

Seu ódio em destruir o Flash é tão grande que transforma a vida dele jogando-o numa realidade totalmente diferente da que conhecemos e prova disso está no fato do vilão ter assassinado a mãe do herói.

Seu desejo inconsciente de salvá-la é que provoca toda mudança na realidade que conhecemos. Então neste mundo Barry se encontra privado de seus poderes, sua mãe esta viva e Iris namora outro cara.

Pra piorar há uma guerra rolando entre Atlântida e as amazonas enquanto Bruce Wayne foi quem morreu no Beco do Crime e seu pai assumiu o manto do morcego (Martha ficou louca virando uma versão do Coringa).

Foi angustiante ver Barry tentando ter seus poderes de volta, mas parecia ser o único jeito de consertar tudo.

Toda a realidade ficou mudada  e como se não bastasse a cabeça de Barry vai ganhando informações sobre as variáveis desta realidade causando diversas dores.

Houveram diversas mudanças como o Capitão Marvel que virou Capitão Trovão sendo que seis adolescentes se transformam no herói e Cyborgue é visto como escoteiro do governo e representando o ideal heroico do Superman.

A inclusão de outros personagens me chamou a atenção como Penny Black (a heroína Britânia), Mulher-Elemental que parece ser maluca. E Frankstein e os Agentes da Sombra, os monstros da década de 50 virando combatentes na surdina, mas algo assim já havia sido feito com Hellboy.

Na época não gostei de Ponto de Ignição e continuo não gostando, mas sei que mudanças editorias sempre existiram e vão continuar acontecendo.

A renovação trouxe heróis mais uma vez renovados e o sucesso da empreitada segurou as vendas por algum tempo. Eu sabia que 52 edições nunca iriam se segurar por muito tempo são muitas equipes criativas rolando e o mercado é competitivo demais.

O saldo positivo foi o recomeço do Superman que misturou a Era de Ouro com um conceito renovado pro século XXI que culminou num aumento de suas vendas. Um Batman envolvido numa trama de arrepiar os cabelos e a Liga da Justiça também recomeçando vistos com descrédito pela população.

Vamos ver o quanto este novo universo irá durar?

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Animação

A grande diferença é que incluíram a LJA, pois no gibi temos apenas Barry atuando na outra realidade (sinceramente foi apenas pra chamar atenção).

Apesar da animação conseguir condensar bastante as edições só quem leu poderá entender direito o que rola na história.

Começa com o menino Barry Allen e sua mãe que lhe ensina uma lição sobre a vida. Sua morte trágica faz com que o herói deseje mudar o passado. A situação fica braba quando a galeria dos vilões ataca o museu do Flash (faltando apenas o Flautista e o Trapaceiro).

No design dos personagens tanto os heróis quanto os vilões são altos e magros ficando num  estilo de anime. Então visto assim temos várias cenas de sangue, tiros e mortes (a violência é muito grande, mas dentro do contexto).

Pra se ter uma noção Diana mata Steve Trevor e Aquaman acaba com Lex Luthor, algo impensável na continuidade normal, nem na HQ temos algo parecido (apenas sugerido).

Quando Barry troca de realidade tem a morte do Garoto-Elástico, uma das bizarras transformações de Jimmy Olsen a procura de superpoderes (acho que já comentei isto antes?).

A luta de Batman no alto do prédio contra a vilã Ioiô é muito rápida e impactante. Como no gibi Barry confronta seus conhecimentos com o que se lembra e entra na Batcaverna. Sendo massacrado por Thomas que sobreviveu ao assalto enquanto Bruce morreu.

O enredo principal se divide entre Barry restabelecer o mundo no qual conhece e também tentar acabar com a guerra entre Aquaman e Mulher Maravilha.

Atlantis e Themyscira tratavam de um acordo de relações comerciais, mas Aquaman e Diana viraram amantes. Mera viu tudo partindo pra vingança, mas Diana pra se defender matou a rainha atlante e usou sua tiara como troféu (fato que fez surgir a guerra entre as nações míticas).

Eu não sou nenhum fã da HQ, justamente por ser parecida demais com “O Que Aconteceria Se?”, da Marvel Comics (mais seu sucesso é inegável e aprecio a trama principal por causa de Barry e só).

A animação não enrola mostrando ação no momento certo e a guerra final entre atlantes e amazonas é magnifica.

Deixaram de lado, Bart Allen, que usa a identidade heroica de Kid Flash e Patty Spivott que assume o uniforme do Perseguidor Implacável, mas a falta dos personagens não influiu em nada na história toda.

Liga da Justiça: Ponto de Ignição é uma das melhores animações feitas pela DC, pois conseguiram trabalhar de uma maneira mais aceitável a saga e de uma forma que pudéssemos entender facilmente.

Espero que tenham gostado desta pequena retrospectiva de algumas crises da editora e até a próxima viagem (confira aqui o gibi anterior).

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HQ

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Grandes Clássicos DC n° 12

Odisséia Cósmica

Já na introdução temos um ótimo texto de Robert Greenberger desfilando seu conhecimento do UDC (explicando desde o surgimento do kriptoniano até sagas anteriores que culminaram nesta edição).

Esta não é uma das minhas sagas preferidas, mas o roteiro de Jim Starlin é muito peculiar. Desenvolvendo uma catástrofe intergaláctica que mistura ciência e  magia de forma impressionante (como se fossem ambas uma coisa só).

Como o próprio nome diz Odisséia Cósmica traz os heróis espaciais da editora mais precisamente focando nos alienígenas que vivem aqui como: Superman, Ajax, Estelar e Adam Strange (também considerado um alienígena em Rann).

Além dos personagens da magia Senhor Destino e Etrigan, que estava separado de Jason Blood, lembrando que isto já havia acontecido com Bruce e o Hulk (sinistro!).

Nisto podemos notar a diversidade de heróis que são convocados pra salvar o universo. É claro que Superman e Batman estavam na lista, porém no período pós-Crise não eram mais amiguinhos como se via antigamente (ficaram diferentes tanto no M.O  quanto em personalidades).

A trama inicia com as tropas de Darkseid invadindo a Terra (sei que não é nenhuma novidade mais vamos lá). A invasão em Gotham é rechaçada por Superman e Magtron (no desenho o cara deu um tapa no bumbum da Mulher-Maravilha, sortudo!).

Os heróis vão embora e sem saber um integrante da tropa inimiga fica perdido na cidade do Morcegóide. Então devido ao sumiço de algumas pessoas descobrimos que  estavam sendo devoradas e convocado por Gordon o Homem-Morcego intervém. A luta entre eles é brutal, mas o herói consegue com muito custo se safar.

Logo somo levados pro Sistema Alfa Centauro e num tubo de explosão Metron em sua Poltrona Mobius está catatônico. Metron é um dos seres mais inteligentes do Universo DC que pode atravessar tranquilamente as barreiras entre os universos(algo que pode ser feito por quem tem inteligência nível 12, infelizmente pra mim não dá!).

Ele é muito parecido com o Vigia da Marvel mais a grande diferença é que Metron geralmente age ajudando os heróis (enquanto o outro fica mais de voyeur observando tudo).

O principal objetivo de Darkseid é conseguir a tal Equação Antivida que lhe traria poderes além de qualquer compreensão para então poder aniquilar todo o universo.

Quando o deus sombrio encontra uma ameaça grande demais até pra ele mesmo precisa deixar seu “orgulho” de lado e pedir ajuda aos heróis.

Na Casa Branca os heróis são convidados a irem pra Nova Gênese, lar dos personagens do Quarto Mundo, de Jack Kirby como: Pai Celestial, Metron, Orion, Magtron e Forrageador entre vários outros.

A arte de Mike Mignola é caricata, com rostos angulares,  expressões angustiantes e recheada de sombras (fato que ajuda a dar densidade ao que lemos). Pena que Estelar a única presença feminina na trama não ficou muito sensual sob seu trabalho.

Fora isso a HQ tem um acontecimento histórico e catastrófico, pois John Stewart fazendo dupla com Ajax não conseguiu destruir a Bomba do Juízo Final (que estava revestida de amarelo).

Em sua completa arrogância em acreditar apenas no poder do anel deixou o Caçador de Marte pra trás e acabou detonando o artefato destruindo o planeta Xanshi inteiro (pra se ter uma noção até Ajax chamou-o de idiota).

Por isso antigamente eu não gostava do herói, porém tudo mudou quando vi sua atuação na animação da Liga.

Outro fato interessante é que o Superman agiu como dupla de Orion, o deus arrogante exterminou vários thanagarianos que estava sendo controlados pelo Espectro Antivida.

Seu discurso de guerreiro que eram apenas mortes necessárias deixou o Super  tão bolado com ele que deu um porradão na cara do Orion (uma das poucas ocasiões em que podemos ver o kriptoniano desta forma).

O pior de tudo é saber que para nosso universo sobreviver tínhamos que confiar em Darkseid (qualquer um sabe que não se pode cogitar pensar nisso). Só que vê-lo sendo derrotado pelo Morcegão não têm preço.

Odisséia Cósmica não é uma das minhas HQs preferidas, mas sua trama é bem construída e desenvolvida no aspecto humano dos personagens. Mostrando suas escolhas, motivações e consequências e isto a torna uma boa pedida pra dar aquela folheada.

HQ: Grandes Clássicos DC n° 12 – Odisséia Cósmica

Editora: Panini Comics/DC Comics

Mês/Ano: Novembro/2007

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crise infinita

As Eternas Crises da DC – Parte 6

Crise Infinita

Pra comentar sobre esta crise devemos nos lembrar de Contagem Regressiva nela soubemos que Donna Troy e Jason Todd deveriam ter ficado mortos definitivamente. Não é nenhuma novidade que os heróis morrem e voltam do túmulo como se  trocassem de roupa, pois tal acontecimento tornou-se corriqueiro.

Bom, na trama eles são  tratados  como anomalias temporais, pois com a volta do Multiverso também havia vários Monitores (cada um tomando conta de sua Terra). Os Monitores viraram um tipo de Vigia do universo DC. Eles faziam reuniões e decidiram que as anomalias deveriam ser exterminadas.

Havia algo  de errado “novamente” no universo e somente o cientista Eléktron poderia ajudar. O diminuto herói estava sumido após sua esposa ter enlouquecido e assassinado a adorável  Sue Dibny (numa das histórias mais inteligente e dinâmica que já pude ler).

O quarteto formado por Donna, Jason, Kyle Rayner e o Monitor renegado Bob viajam pelo Multiverso procurando o Pequeno Polegar (eu quis dizer Eléktron). O subtítulo era justamente “A Busca por Ray Palmer” das diversas Terras encontradas pelos viajantes me interessou uma em que Zod era o Superman e  Eléktron era uma moça muito inteligente de apenas 18 anos (acho que era isso não me recordo direito).

Eu confesso que até cheguei a comprar algumas edições, mas parei na oitava.  A  história ficou fraca e estavam enrolando demais para poder acompanhar até o final.

A parte interessante foi os Monitores se rebelarem para tentar evitar a crise que viria e como vilões tínhamos a Sociedade do Crime da Terra-3 (que também morrem e voltam no universo).

Então Crise Infinita está conectada a Crise de Identidade, pois a Trindade não confia mais um no outro. E também a Crise nas Infinitas Terras, pois foram mexer naquela colossal tragédia que merecia ter ficado no passado (pra não aporrinhar mais a paciência de ninguém).

A HQ já começa sombria com Bruce, Kal e Diana discutindo nos destroços da base na Lua.  Bruce disse para Kal-El que não inspirava ninguém desde que havia morrido (deixando o Azulão sem graça).

O assunto mais chocante foi a Mulher Maravilha assassinar  Maxwell Lord para salvar o Super de seu controle mental. O Irmão-Olho satélite que Batman construiu para catalogar todos os superseres para ter um plano de ataque contra eles (mostrou a cena para o mundo inteiro).

A conclusão é que tal fato abalou a confiança da população nos heróis e a Liga foi dissolvida.

Uma nova crise se anunciava com a Sociedade Secreta atacando de forma implacável os Combatentes da Liberdade que ao invadirem um galpão são quase todos exterminados.

O primeiro a morrer foi Condor Negro, logo depois Bomba Humana mata o Dr. Polaris, mas morre pelas mãos de Bizarro n° 1 e o Exterminador mata friamente  a Lady  Fantasma (as lutas são brutais).

E a Trindade mesmo a contragosto terá que se reunir para enfrentar os problemas que estariam por vir.

O impactante neste roteiro de Geoff Johns é explorar bem esta nova crise só que existencial da maneira como os heróis enxergam o que acontecia ao seu redor e sua impotência pro mundo.

Pena que a arte de Phil Jimenez não ajudou, pois ficou uma porcaria. O corpo de alguns heróis estava desproporcional o maior exemplo era a Poderosa (ela estava pouco feminina e musculosa ao extremo).

O enredo é sombrio, pois a Trindade não confia mais um no outro e com a Liga  dissolvida os vilões fazem o que bem entenderem. A violência absurda e a falta de esperança é a premissa desta HQ refletindo isto ao longo da narrativa.

A presença do Super-Homem e Lois Lane originais, Lex Luthor da Terra-3 e Superboy Primordial conectando Crise Infinita a clássica Crise nas Infinitas Terras.

O Super-Homem cansado de assistir os heróis deste mundo se destruírem e não seguir seu ideal de honra, coragem e lealdade (ficou frustrado pelo seu sacrifício ter sido em vão).

O Pirata Psíquico explorou os medos da Poderosa fazendo suas “memórias” perdidas voltarem. Na verdade os roteiristas haviam feito uma bagunça com a continuidade da heroína e resolveram limpar tudo na HQ “DC Apresenta n° 1 – SJA: Arquivos Confidenciais”.

Na HQ  Superman, n° 52 Ligação com Crise Infinita temos com arte de Jerry Ordway e Dan Jurgens aqui temos a origem de Kal-L, Lois Lane da Terra-2, Alexander Luthor da Terra-3 e Superboy Primordial.

Infelizmente a Lois original já estava debilitada e morrendo deixando Kal-L desesperado para salva-la (caindo na historinha mentirosa de Lex). Ele tenta recrutar Bruce na caverna mais o Morcego recusa.

Bom, Lex Luthor da Terra-3 apresentou ser o mesmo safado que não presta da nossa Terra e secretamente manipulou o Superboy Primordial num plano para criar uma Terra perfeita.

Superboy Primordial se mordia de inveja de Conner Kent, pois ele havia perdido tudo para salvar o universo. E estava confinado na seca sabe como é hormônios em ebulição (subiu pra cabeça e acabou ficando louco).

Na edição seguinte temos  Superman está é sua Vida (dividida em três partes). Na primeira parte temos Kal-L o Super-Homem original que se casa com a Lois da Terra 2 e enfrenta o nazismo na Segunda Guerra Mundial junto a Sociedade da Justiça.

Na segunda Kal-El durante a reformulação de John Byrne, sua morte na batalha contra Apocalypse e  um momento  que aconteceu em Crise de Identidade (um fato do passado exilando o Doutor Luz na Zona Fantasma).

Quando aprendemos aspectos primordiais das versões do herói. É na terceira parte que conclui com a luta  entre ambos na renascida Terra 2.  Seus socos são tão poderosos que reverberam pelo Multiverso (podemos ver diversas versões da briga entre os dois). Mais quando chega o fim não tem jeito e Lois morre de velhice ao lado do Super-Homem (tocante).

O Luthor da Terra-3 estava disfarçado de LL da nossa Terra manipulando toda a Sociedade Secreta dos Super-Vilões para que sua Terra Perfeita viesse a existir (conseguiu utilizando corpos de heróis e vilões para energizar a carcaça vazia do Anti-Monitor).

Pra piorar o cachorro louco do Superboy Primordial atacou Conner Kent numa das lutas mais bestiais que já vimos envolvendo “todos” os Titãs que já atuaram na equipe. Pra ter uma noção o Primordial é muito mais poderoso do que nosso Superman (baseado na versão da Era de Prata).

A destruição é tão grande que mesmo a Patrulha do Destino e a Sociedade da Justiça que também vieram ajudar não conseguiram deter o insano rapaz (como consequência Primordial assassinou  vários heróis).

Até que Bart, Wally e Joel Ciclone afastam Primordial daqui prendendo-o na força de aceleração (só que não deu certo). Wally parecia que iria morrer como aconteceu com Barry, mas ele e sua família sumiram sendo transportados para outro lugar.

A Mulher-Maravilha original desce  do Olimpo pra chamar atenção de Diana e dar-lhe um propósito. No qual nunca havia tido em sua vida (ser ela mesma).

Eu odiei Crise Infinita pelo fato que Primordial mesmo enfraquecido assassinou Kal-L em Mogo. É quando vemos nosso Super esculachando o guri e tentando dificuldades para derrota-lo (vociferando qual o verdeiro significado de ser um “Superman”).

Outra coisa ruim é ter que ficar lendo diversas revistas para entender o enredo principal. Você fica perdido de tantos desdobramentos de personagens que a história fica até diluída e confusa (poderia ter ficado bem melhor se não fosse olho grande em ser caça-níquel).

As capas de George Pérez estavam ótimas, mas a confusão de artista no miolo da série ficou ruim demais pela inconstância (eu preferia que somente Ivan Reis fosse o artista principal).

O único saldo positivo desta série foi termos um novo Besouro Azul Jaime Reyes (que participou do desenho Batman: Os Bravos e Destemidos).

Ao final desta saga tivemos Um Ano Depois, na qual a Trindade volta as suas atividades heroicas após este tempo. Enquanto a série 52 mostra o que esteve acontecendo nesse período.

Confira a quinta parte aqui.

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