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Os Melhores do Mundo # 9

Quando terminou o sucesso da Liga cômica (em 1997) tivemos um outro recomeço da equipe com o gibi “Os Melhores do Mundo”. Logo os heróis Superman, Batman, Mulher-Maravilha, Lanterna Verde (Kyle Rayner), Aquaman e Flash (Wally West) tornaram-se os sete magníficos.

Desta vez Grant Morrison trazia roteiros que brincavam com a nossa imaginação (aliado ao estilo diferente de Howard Porter).  Tivemos uma história intitulada simplesmente de “Eles!”.

Desta vez  havia um grupo de super-heróis (na verdade eram marcianos brancos disfarçados) chamavam-se de Hyperclan vagaram pelo universo desde que seu planeta natal fora destruído.

O Hyperclan era composto por Protex (líder da equipe), Primaid, Armek, Zenturion, E-Mortal, Zum (velocista), Tronix e Fluxus (metamorfo)

Gradualmente fomo descobrindo suas intenções, pois planejavam dominar a Terra destruindo a Liga.

Primeiro devolveram as esperança para todos ao redor do mundo e depois meticulosamente atacaram a LJA. Destruindo o Satélite (abrindo precedente para que surgisse a Torre de Vigilância na Lua).

A humanidade estava odiando a Liga. E a opinião pública havia sido conquistada pelo Hyperclan, pois víamos as noticias da TV sendo mostradas a todo instante.

Haviam depositado falsas esperanças nas pessoas ao demonstrarem fatos magníficos (como desertos ganhando vida e cidadelas surgindo do nada). E principalmente executando supercriminosos pra todos verem.

Aliás na cena de execução podemos notar alguns personagens conhecidos da Marvel como Bishop (mostrando Wolverine já executado) e o vilão Doutor Destino para ser o próximo a morrer.

O confronto foi inevitável, mas logo de primeira o Hyperclan ganhava terreno. Derrubando e derrotando cada membro da LJA.  A grande virada e sacada do roteirista foi ninguém menos que… Batman.

Os vilões só não contavam com a astúcia do Homem Morcego. Simplesmente por que ele era apenas “um humano sem poderes”. Uma  HQ inteligente e uma das mais interessantes de todas da equipe que consegui ler.

HQ: Os Melhores do Mundo n° 9

Editora: Abril

Ano: 1998

Argumento: Grant Morrison

Arte: Howard Porter

Arte-Final: John Dell

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Herói

 

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Liga da Justiça da América

A equipe mais famosa dos gibis e querida dos fãs. Surgiu na edição The Brave and The Bold #28, em fevereiro de 1960 (no evento que ficou conhecido como a Era de Prata). Em outubro do mesmo ano a equipe ganhou um título próprio.

Por falar em Era de Prata devo justificar um erro largamente comentado por várias pessoas, pois afirmam que Barry Allen é o precursor deste momento. Mais na verdade o herói que marca o início é o Caçador de Marte, em 1955.

A LJA não teria a importância que tem hoje se não fosse o surgimento 20 anos antes da Sociedade da Justiça.  A Liga é simplesmente composta por alguns heróis da Sociedade da Justiça redefinidos para aquele período.

Então temos o Flash II (Barry Allen) – uma versão remodelada do Flash I (Joel Ciclone), o Lanterna Verde II (Hall Jordan) – uma versão científica do Lanterna Verde (Allan Scott) e Eléktron (Ray Palmer) – uma versão do herói Átomo (Al Pratt).

Uma curiosidade é que no desenho antigo dos anos 60 Eléktron era chamado de Átomo (igual ao herói original).

Os integrantes da primeira formação eram: Super-Homem (Kal-El), Batman (Bruce Wayne), Lanterna Verde (Hal Jordan), Mulher- Maravilha (Diana Prince), Aquaman (Arthur Curry), Flash (Barry Allen) e Ajax (J’onn J’onzz).

Estes são os mais emblemáticos, porém o caso mais importante foi do Super-Homem. O original chamava-se Kal-L e o renovado Kal-El. Kal-L existia na Terra 2 aonde estava a SJA e todos os heróis da Era de Ouro da editora.

E a Terra 1 com o Super-Homem da LJA e todo panteão que veio dos anos 1960 com isto deu-se início um novo momento nos quadrinhos da DC: as Terras Paralelas.

Aonde heróis consagrados habitavam outras Terras, mas existindo de forma diferente da qual conhecemos.

Foi um conceito bem explorado que acabou virando um monstro de continuidade e eclodiu na Crise nas Infinitas Terras  e por mim poderia ter parado  nesta crise, porque o que veio depois serviu apenas para confundir ainda mais a nossa cabeça.

Outra personagem que teve algumas enrolações foi a Mulher Maravilha que foi membro da SJ. Mais dizem também que a Rainha Hipólita “viajou” ao passado sendo a MM daquela época (algo bastante complexo devo dizer).

Porém nota-se em algumas HQs que foi realmente a Diana Prince original (da Terra-2). A integrante da equipe causando uma confusão de continuidade enorme na cabeça dos fãs.

Na primeira história os heróis se reúnem para combater um grupo de alienígenas. A intenção deles era fazer do planeta Terra seu campo de batalha. E então  decidirem quem reinaria em seu planeta natal. Eram alienígenas com corpos feitos de madeira, pedra, mercúrio, cristal, fogo e um pássaro amarelo.

Os heróis cada um respectivamente foram lutando contra os invasores e tiveram que se reunir numa batalha final para vencê-los definitivamente. Deste momento em diante decidiram formar uma equipe para combater qualquer perigo alienígena surgindo a Liga da Justiça da América.

Depois da Crise (nas Infinitas Terras) devido a reformulação Batman, Super-Homem e Mulher-Maravilha não participaram da formação da equipe.  No pós-Crise enquanto os melhores do mundo divergiam em suas formas de combater o crime.

A Mulher-Maravilha tinha vindo ao mundo do patriarcado somente durante Lendas (então ela não havia surgido na HQ da Liga nos anos 60).

No lugar de Diana incluíram a Canário Negro (Dinah Lance) que também foi reformulada naquele período.

Em 1998, na edição Os Melhores do Mundo # 21 temos Liga Justiça: Ano Um (que guardo com carinho em minha coleção). Com arte de Barry Kitson e argumento de Mark Waid e Bryan Augustyn.

Temos a origem da LJA sendo recontada. A parte interessante nesta renovação foi ver o início do relacionamento (difícil entre eles), mostrando uma ótica mais intimista, valorizando a personalidade de cada um. Ficamos sabendo como se formou a amizade, confiança e liderança na equipe (são edições para qualquer fã ler e apreciar).

Bom, quando comentamos sobre desenho da Liga geralmente pra nós mais velhos vem a memória os Super Amigos, mas a Filmation também mostrou uma versão.

A equipe era composta por Superman, Aquaman, Lanterna Verde, Gavião Negro e Átomo (na verdade era o Eléktron). Infelizmente não havia nenhuma presença feminina pra dar uma graça (não sei por qual motivo).

É claro que se comparada aos dias de hoje é bem fraca, mas é um clássico do gênero. Em 2008 a Warner Home Video lançou um DVD intitulado DC Superheroes: The Filmation Adventures num conjunto de 2 DVDs (contendo 18 episódios). Vale a pena e eu gostaria de ter.

Em 2001 tivemos a Liga da Justiça de Bruce Timm mostrando a melhor caracterização do grupo até a atualidade. E geralmente quando falamos da última versão animada somente BT é lembrado.

Mais também não devemos esquecer de Paul Dini o grande roteirista que ajudou a consolidar o sucesso da franquia.

A melhor parte foi o respeito pela personalidade dos heróis aonde reapresentaram origens melhores que nos gibis (caso da Poderosa e Apocalypse). A trilha sonora é bastante marcante e inesquecível (heroica mesmo).

Apesar da arte estilizada de BT, Liga da Justiça conta com roteiros enxutos que não são feitos para crianças, pois infelizmente aqui no Brasil. Todo e qualquer desenho é rotulado como “infantil” (sinceramente eu não consigo entender isto).

Outro fato interessante foi mostrar vários personagens do UDC (alguns conhecidos e outros que estavam no limbo). Algo que foi posteriormente reaproveitado em Batman: Os Bravos e Destemidos.

Fora alguns episódios memoráveis a melhor coisa na animação foi o respeito na forma como representou a equipe. Liga da Justiça é um prato cheio para os fãs de longa data e uma chance pros novatos conhecerem melhor nossos super-heróis.

A equipe já teve inúmeras formações e uma de suas fases mais conceituadas foi de 1970 (uma época querida pelos fãs mais antigos conhecida como “fase Satélite”).

Período em que Super-Homem agia como seu porta-voz e Batman o estrategista de campo. A equipe lutava contra invasões alienígenas, magos superpoderosos e fez viagens interdimensionais através do Multiverso.

Outro fato marcante eram as constantes discussões entre  Arqueiro Verde e Gavião Negro e as constantes reclamações de Nuclear quando ia fazer plantão no monitor.

Depois desta época áurea a equipe amargou baixas vendas com a “Liga Detroit” nos anos 80 (período pré-Crise). Composta por Ajax, Homem-Elástico (Ralph  Dibny), Zatanna, Gládio (Henry Hank Heywood III), Vibro (Paco Ramone), Vixen (Mari Jiwe Macabe), e Cigana (Cindy Reynolds).

A equipe não fez o devido sucesso que a versão anterior e terminou sendo derrotada e em Lendas pelo vilão Enxofre (seu término marcou a ascensão da Liga Cômica). Numa excelente fase (no pós-Crise) comandada por Keith Giffen , Kevin Maguire e J. M. DeMatteis.

O foco da narrativa era o relacionamento dos heróis (deixando de lado os supervilões ou investigações de crimes) e a inovação foi pegar a maioria dos heróis ditos assim de segundo escalão.

Bom, a parte mais engraçada era ver Gladiador Dourado e Besouro Azul zoando tudo. Eles brilharam constantemente formando uma dupla impagável. Acentuaram a personalidade do “cabeça de cuia” Guy Gardner (alguém que todos “adoravam” odiar).

Foi marcante o momento em que Batman nocauteou Guy com “apenas um soco” (fato que foi muito comentado pelo resto do grupo). E quando ele recebeu uma pancada na cabeça abitolou de vez virando “frufru”.

Billy Batson não tinha um comportamento adulto quando se transformava em Capitão Marvel (recebendo o apelido carinhoso de “Capitão Fraldinha”).

A equipe era formada por diversos heróis: Batman, Capitão Marvel, Besouro Azul, Gladiador Dourado, Canário Negro, Ajax, Doutora Luz, Guy Gardner, Senhor Milagre, Oberon e Senhor Destino.

Mais ao longo das publicações tivemos Soviete Supremo, Fogo, Gelo, Capitão Átomo entre outros. Quando a equipe foi comandada por Maxwell Lord  (seu porta-voz) a equipe começou a trabalhar para ONU tendo sedes em vários países (embaixadas).

A mais divertida era Liga Antártida com membros que ninguém queria por perto. Como o impagável Lanterna Verde G’nort (seu jeito ingênuo lembrava demais o Pateta). Uma das melhores épocas da equipe.

Quando terminou este sucesso (em 1997) tivemos um outro recomeço da equipe com o gibi “Os Melhores do Mundo”. Logo os heróis Superman, Batman, Mulher-Maravilha, Lanterna Verde (Kyle Rayner), Aquaman e Flash (Wally West) tornaram-se os sete magníficos.

Desta vez Grant Morrison trazia roteiros que brincavam com a nossa imaginação (aliado ao estilo diferente de Howard Potter).  Os heróis estavam na Torre de Vigilância na Lua lembrando a fase de 1970. Esta época ficou marcada pelo contexto clássico com algo diferente.

A inclusão de Kyle Rayner (um Lanterna Verde inexperiente que queria demonstrar seu valor),  Wally West (consolidando seu posto de Flash) ou mostrando uma guerra contra o céu (inclusão do anjo Zauriel) e o enigmático Aztek (Curt Falconer).

Ou ainda outros personagens como Grande Barda, Scott Free (Senhor Milagre), o irascível Orion, Oráculo (Barbara Gordon), Connor Hawke (Arqueiro Verde II), Caçadora (Helena Bertinelli) que fora expulsa da Liga (algo aproveitado na animação),  o inteligente Aço (John Henry Irons) e o engraçadíssimo Homem-Borracha (El O’Brien).

Na  quinta  temporada de Smallville tivemos uma formação juvenil da Liga ( que foi bastante comentada) na época.

A equipe era composta por Impulso (Kyle Garner), a versão adolescente do velocista Flash (nos gibis). Aquaman (Alan Ritchson), Ciborgue (Lee Thompson Young) e Arqueiro Verde (Justin Hartley).

A LJA tem diversos outros arcos importantes de histórias e assim que puder estarei comentando alguns.

Confira na galeria abaixo imagens da Liga da Justiça

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Crítica

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Batman Lego: O Filme – Super-Heróis se Unem

Logo na abertura temos uma introdução tanto na música tema quanto ao símbolo do filme de Tim Burton, de 1989. Eu já havia visto a capa deste DVD  na locadora, mas nunca quis pegar pra assistir.

Foi meu pai quem trouxe para meu filho e depois desta introdução. Notei que na direção estava Jon Burton (talvez seja algum parente do outro diretor) então, parei pra poder dar uma espiadinha. Pra dizer a verdade eu pensei que não iria gostar desta animação (ainda bem que me enganei).

A parte realmente boa é que puseram os dubladores da animação da Liga da Justiça sendo que as vozes são velhas conhecidas nossas. Fiquei boquiaberto com a grandiosidade dos cenários que ficaram perfeitos (dando uma veracidade as cenas).

Tenho que afirmar que Batman Lego é voltado pro público infantil introduzindo-os no universo dos heróis, mas nós marmanjos podemos nos deliciar com sua abordagem leve e clássica do bem contra o mal.

A animação é excelente buscando nos mínimos detalhes explorar as sutilezas entre as diferenças de personalidade dos personagens.

Bruce Wayne é um filantropo, Batman age de maneira rápida (sendo um tanto rabugento), enquanto  Robin comporta-se num misto de Burt Ward com Chris O’Donnel (reagindo como um menino mesmo)suas falas são as mais engraçadas.

O Superman aparece precedido de um estrondo no ar junto com sua música tema, de 1978. E tem aquele ar de escoteiro bonzinho que quer ajudar a “todos”, porém Lex Luthor detesta tanto Bruce Wayne quanto ao kriptoniano.

Na história quando Lex tenta se candidatar a presidência precisa retirar Batman e Superman do caminho para conseguir seu intento. Quando o Coringa está preso no Asilo Arkham (que aparece como na versão do game) vemos Clark Kent num boletim televisivo (lembrando que o herói também trabalhou na TV  durante os anos 1970).

E então Lex ajuda o Palhaço do Crime a escapar usando o Desconstrutor (arma que desmonta objetos pretos brilhantes) libertando também alguns vilões. É uma das melhores cenas aonde vemos todos os vilões com carros e motos tentando fugir do Asilo.

Descobri que o dublador do Charada é o mesmo do Patolino em O Show dos Looney Tunes. No momento em que os vilões tentam fugir do Arkham (todos possuem algum veículo), mas são perseguidos pelo Morcegão. A intenção é vender os carros e outras bugingangas que aparecem mais eu gostei de tudo.

Quando Batman pega a kriptonita vemos o Sr. C usando o Desconstrutor e desmontando o Batmóvel (uma versão do filme de Tim Burton) deixando o herói com cara de bobo. Só que o Morcego não sabia que levava consigo uma falsa kriptonita.

Então vemos Lex e Coringa encontrarem a Batcaverna e ao sair dela descobrem que fica sob a Mansão Wayne, mas nem desconfiam que Batman e Bruce Wayne possam ser a mesma pessoa.

E isso pegou mal, pois Lex é um dos vilões mais inteligentes do UDC. Era só juntar 1+1 que daria pra elucidar a identidade secreta do Morcegóide. Talvez o roteirista não quisesse levar pra este ponto mais pra mim foi um furo tremendo.

Uma coisa interessante foi quando mostrava o prédio da Lexcorp após a destruição da Batcaverna. A câmera vai andando pelas dependências da empresa e esbarra no rosto de um funcionário.

E na parte em que os melhores do mundo falam com a recepcionista ela parece Kitty Kowalski (Parker Posey do filme de 2006). Quando Superman e Batman estão no elevador a música ambiente é o tema do Homem de Amanhã no que ele diz que conhece e o Morcego fala: “eu não escuto música”.

Logo outro funcionário sobe perguntando sobre o resultado de um jogo o Superman responde e o Batman diz: “eu não acompanho esporte.”  Então o que Batman faz nos momentos de folga? Será que nunca relaxa?

Outro fato que chamou minha atenção foi a versão da LJA que dá nome ao título Super-Heróis se Unem. O Lanterna Verde (Hal Jordan) segura o anel na mão e o Avião Invisível da Guerreira Amazona é feito de Lego transparente ficou muito maneiro.

Perto da conclusão Lex e Coringa usam um mecha robô, mas são derrotados quando toda a Liga entra em ação. Ajax fica monitorando o satélite (dizendo até algumas piadas) e a versão desta Liga está conectada a nova formação (mostrada nos Novos 52).

Bom, no final temos o vilão Brainiac demonstrando que esta aventura “talvez” possa ter uma sequência. E pra dizer a verdade seria uma ideia sensacional. Aconselho pra quem é fã assistir, pois é uma diversão garantida.

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Batman: Através dos Tempos

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Super Amigos (ABC-TV/Hanna-Barbera, 1973)

“Enquanto isso na Sala de Justiça…”

Super Amigos  a serie estreou em 8 de setembro de 1973 contando com o design do lendário Alex Toth e reunindo Batman, Robin, Super-Homem, Mulher-Maravilha e Aquaman. Os heróis eram auxiliados por dois adolescentes aspirantes a heróis, Marvin e Wendy (sobrinha de Bruce Wayne), além da mascote, Cão Maravilha.

Os três não tinham superpoderes  e o que geralmente acontecia era que os heróis entravam em ação para salva-los de alguma encrenca.

Os heróis de plantão em frente ao monitor gigante da Sala de Justiça recebiam algum comunicado de socorro ao redor do mundo e seguiam para combater o mal.

Além de mudar o nome de Liga da Justiça tornado-se Super Amigos (Super Friends no original) a adaptação sofreu algumas restrições em relação as HQs retirando a maior parte da violência que normalmente se vê, pois o produto era destinado ao público infantil.

Mais pra mim esta primeira versão não era muito interessante, porque a segunda versão ficou bem melhor contando com a entrada dos Super Gêmeos personagens criados diretamente para a série televisiva.

Zan e Jayna são dois irmãos alienígenas com superpoderes, pois enquanto Zan podia se transformar em qualquer coisa ligada á água em contra partida sua irmã Jayna transformava-se em qualquer tipo de animal.

Eles juntavam suas mãos dizendo: “super gêmeos ativar!” Confesso que brinquei várias vezes com minha irmã falando isso (nostalgia pura).

Fora a dupla ainda tínhamos o macaco espacial de estimação Gleek que sempre aprontava, mas em alguns episódios ajudou bastante quando precisava.

Além dos irmãos tivemos outros personagens que foram criados exclusivamente para representar outras comunidades americanas: Vulcão Negro, um afro-americano com poderes elétricos(inspirado no herói dos quadrinhos Raio Negro) ; Samurai, um asiático que comandava tufões e Chefe Apache, um indígena que podia aumentar seu tamanho.

Em Liga da Justiça Sem Limites  houve uma nova versão deste heróis só que mudaram o nome para Ultimen, mas notamos que são baseados nos clássicos Super Amigos. No episódio “Ultimato”, a equipe  os Ultimen foi criada pelo Projeto Cadmus para eles poderem ter poder de fogo contra a Liga da Justiça.

Inicialmente estes novos heróis acabaram chamando a atenção da população vendendo milhares de action figures tornando-os muito populares.

Depois ficamos sabendo que suas memórias são falsas (implantadas) e que os heróis devido a uma falha genética acabaram descobrindo que iriam morrer.

Num outro episódio dezenas de clones  dos Ultimen são enviados para destruir a Torre da Liga comandados pela Poderosa (que foi chamada de Galatea na animação) que dá uma surra enorme na Supergirl, mas acaba sendo derrotada.

Bom, uma coisa que não dava pra mim aceitar na época dos Super Amigos era quando os heróis eram presos e derrotados.

Tipo Superman pode ficar fraco quando está diante á kriptonita  e a Mulher Maravilha também perde seus poderes quando está envolvida com seu próprio Laço Mágico, mas o Batman ficar inutilizado sem seu Cinto de Utilidades pra mim era inadmissível.

Bastava usar a arma mais importante que ele tinha o cérebro, mas as coisas não eram feitas assim na animação. Fato que foi mudado em Liga da Justiça (ainda bem).

Super Amigos durou até 1985 quando chegou ao ar sua última temporada e desta vez inserindo dois novos personagens. Um era o Cyborgue dos Novos Titãs, pois a equipe estava numa ótima fase neste período.

E o outro foi Tempestade (que foi chamado de Relâmpago por aqui) lembro que esta versão era mais parecida com os quadrinhos e um fato curioso era que o vilão Darkseid vivia perseguindo a Mulher-Maravilha para torná-la sua esposa.

A série animada também ficou marcada pelo lançamento das action figures de Super Powers da Kenner Toys, em 1980.  A parte interessante desta coleção era que os bonecos se mexiam quando alguma parte de seu corpo era pressionada.

E também ficou marcada em minha memória por ter uma versão da morte do Super-Homem (fato até então inédito pra mim). Um herói morrer era algo que eu não cogitaria de jeito nenhum que poderia acontecer, mas depois ao longo dos anos fui aprendendo sobre este fatídico acontecimento.

Batman como a maioria dos heróis da animação dos Super Amigos eram trabalhados de uma maneira bem diferente da que estamos acostumados a ver atualmente. Basta apenas comparar com a versão de Bruce Timm pra notarmos que  a diferença de qualidade é enorme.

Mais era o que as crianças assistiam na época,  no entanto podemos notar que muitos adultos ficam nostálgicos quando o assunto é Super Amigos (é o caso deste humilde escritor).

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Artista

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Joe Jusko

É um mestre naquilo que faz, pois sua arte demonstra um realismo fantástico ao contemplarmos seu trabalho. Esta bela pin-up da Mulher Maravilha acima é um bom exemplo disso.

Joe Jusko já teve o grande prazer de trabalhar em todas as editoras conhecidas: Marvel, DC, Malibu, Crusade, Wildstorm, Top Cow, Harris entre outras. Suas ilustrações mais famosas se encontram nas capas de Conan e Tarzan.

Mais podemos encontrar suas características marcantes e detalhadas em diversos outros heróis, heroínas e monstros.

Podemos perceber que cada cena de suas ilustrações  revelam algo fascinante para nós apreciarmos.

Confira na excelente  galeria abaixo sobre o que estou falando

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Imagens

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Trindade

Marvel Comics ganha um imenso terreno sobre a DC por ter criado um universo de heróis com problemas que nos aproximam deles. Sendo que a Distinta Concorrente tem heróis que se assemelham a deuses. Tudo bem isto é um fato, pois não temos como negar.

Há pouco tempo atrás estavam cogitando um filme da Mulher Maravilha, mas não conseguiram  prosseguir com este intento, mas porquê se a guerreira amazona é uma das personagens mais clássicas dos quadrinhos?

Por mais que Diana seja muito badalada não têm arcos de histórias que sejam totalmente relevantes para irem pra telona. Tanto é que o seriado com  Adriane Palicki naufragou antes de ir pra telinha.

Infelizmente a heroína não está sendo bem aproveitada da forma como deveria  ser, pois Diana merecia algo que fosse a altura do ícone que representa para milhares de fãs.

Vejamos o caso do Superman é um herói que se sustenta por si só, pois o kriptoniano têm vários arcos de histórias alguns bons e outros irrelevantes.

Mas Kal-El é um sucesso absoluto em qualquer mídia que o apresentem, porém a Mulher Maravilha já não consegue este status.

Diana só teve grande relevância no seriado da década de 1970 com Lynda Carter me diga depois disso algo que seja de suma importância sobre a personagem? A reformulação pós-Crise não conta.

Outro caso é Batman quantas vezes o Morcegão já foi reinventado? E ainda continua interessante em todas as suas abordagens. Mesmo que algumas pessoas digam que o Morcego de Chris Nolan não seja exatamente o das HQs sua bilheteria foi recompensada com êxito, pois o herói consegue abrir este precedente.

A Princesa de Themyscira esbarra no medo dos produtores de um longa encabeçado por uma personagem feminina não irá render bilheteria para pagar os custos de sua produção. Temos um grande exemplo disso em   Elektra, de Rob Bowman (2005) que foi um fracasso retumbante.

Não adianta nós fãs virmos com uma visão romantizada que querem mostrar o herói na tela, porque na verdade não é deste modo. Há  uma grande soma de dinheiro envolvida por detrás disso que exige retorno é assim que funciona este tipo de indústria.

Por mim eu quero ver um filme da Mulher Maravilha desde que seja coerente com a personagem, mas sinceramente duvido que sejam capazes de fazer algo nesse sentido.

Só pra citar a Marvel inseriu a Viúva Negra no filme dos Vingadores sendo que a Natasha nunca foi uma heroína de grande expressão na editora.

No entanto podemos notar que estava bem caracterizada e ,talvez por conta da atuação da Scarlett Johansson, até mereça um filme só para ela, então me responda o que é preciso para termos um filme da Mulher Maravilha?

A Casa das Ideias ganha de lavada da DC por ousar com seus personagens. A grande verdade é que Superman, Batman e Liga da Justiça seguram as vendas da DC Comics enquanto que na Marvel temos vários heróis que conseguem manter a editora no topo.

Eu tenho medo do que a DC irá fazer neste suposto filme da Liga da Justiça, porque se não houver um bom planejamento e uma ótima direção vamos ter algo para odiar por um longo tempo.

Trindade é composta por Superman, Batman e Mulher Maravilha nesta HQ é mostrado o primeiro encontro entre os maiores ícones da Distinta Concorrente.

É interessante notar que sua união é por causa de um forte senso de justiça, consideração por seus pensamentos e uma grande amizade forjada pelos heróis ao longo dos anos.

Confira nesta galeria algumas imagens da Trindade que consegui.

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Meu Texto

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Clark e Diana

Pra mim o fato mais absurdo  não é ver Superman e Mulher-Maravilha se beijando. Estranho é saber que Lois e Clark não estão mais juntos, pois são na verdade o casal mais famoso dos quadrinhos.

Lois Lane, com seus cabelos negros, seus olhos inteligentes e a incrível capacidade de se meter em encrencas para conseguir uma boa matéria sempre foi desde o início o par romântico do Homem do Amanhã.

Na versão original, de 1938, primeiro Lois conhece Clark Kent, para só depois ser salva pelo herói uniformizado, sem nem ao menos notar a semelhança entre ambos! Ainda assim, o rosto do Superman fica cravado em seu coração, fazendo com que dali em diante, ela seja num primeiro momento timidamente apaixonada pelo herói, para nos anos 50 deixar isso extravasar para quem quiser ouvir.

A forte temática do brilho do Superman ofuscar a presença de Clark Kent perante os olhos de Lois Lane sempre foi a parte mais interessante desta longa história de amor do meu ponto de vista.

Fora isso, Lois aparece em todos os desenhos animados do Superman, então estamos mais do que acostumados a vê-los juntos. Sinceramente Lois e Clark são como Romeu e Julieta, Popeye e Olívia, Fantasma e Diana, Paulo Goulart e Nicete Bruno inseparáveis.

O Clark e a Lois originais (que surgiram em 1938) e que eram casados morreram  durante a saga Crise Infinita (2006/07). Levando sua belíssima história de amor para a eternidade.

Será que têm sentido unir a Guerreira de Themyscira ao último kriptoniano?

Esse conceito de união dos personagens é algo muito antigo, tanto entre os fãs quanto entre os criadores, e se baseia na ideia lógica de que Superman é o herói mais poderoso do planeta, e a Mulher-Maravilha a maior super heroína foi algo como unir o útil ao agradável.

Em se falando no quesito de HQs esta não foi a primeira vez que os dois ficaram juntos. Ao longo dos anos em histórias da linha Elsewords (aonde já tiveram filhos e filhas), e até na cronologia oficial tal coisa já aconteceu diversas vezes.

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Clark e Diana muitos beijos

Este post surgiu justamente por causa desta HQ Super Powers # 16 (1990) Eu tenho em minha coleção e fiquei curioso pra saber se havia mais beijos entre os personagens. Qual não foi minha surpresa ao saber que havia alguns?

Surgido no período Pós-Crise (nas Infinitas Terras). O Super-Homem havia sido humanizado por John Byrne e a Mulher-Maravilha havia voltado as origens mitológicas por George Pérez.

Aqui temos o arquétipo dos personagens Superman (o menino da fazenda) e Mulher-Maravilha (a poderosa guerreira amazona) que tem um primeiro encontro atrapalhado por um grande desastre Darkseid tomou conta do Monte Olimpo e subjugou Hermes, o mensageiro dos deuses.

Relendo notei que essa edição não é tão importante pra mim. Fora o fato do beijo de Clark e Diana ali está consolidada uma grande amizade entre os dois.

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Outra HQ é a aclamada minissérie O Reino do Amanhã (1996) que conta um possível futuro negro para os heróis do UDC. Nesta história, Lois havia morrido e Clark estava vivendo solitário e amargurado em sua fazenda. Com o surgimento de Diana em sua vida puderam viver o romance no qual rendeu um filho apadrinhado por Bruce. Uma das HQs mais importantes que já pude ler e que merece estar na estante de qualquer fã de quadrinhos.

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Também da linha Elsewords tem Superman – A Última Chama, de 2001. Aonde um apocalíptico holocausto nuclear  devastou toda a terra.  Nesta realidade num mundo de feras mutantes e humanos deformados e selvagens.  Lois também havia morrido e após sair vagando pelo mundo Superman sem poderes reencontra antigos aliados e inimigos.

Vemos um casamento com Diana que depois gera um filho. E para continuar seguindo seus ideais, ele terá que enfrentar um de seus antigos aliados. A história é boa e ficou mais interessante por contar com a arte de Gil Kane (artista que ilustrou o Lanterna Verde Hal Jordan durante a Era de Prata).

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Em Batman: O Cavaleiro das Trevas 2, de 2002. É uma continuação de baixo nível da edição original, pois tudo que havia de genial em CT 1: roteiro, arte, coloração. Caiu por terra nesta minissérie os esforços de Miller de dar uma forma parecida com Sin City não agradou a maioria dos fãs da obra máxima de 1986 (eu sou um deles, é claro).

Mais aqui temos outra cena de beijo e uma filha chamada Lara. Lex Luthor e Brainiac são os vilões da vez e vemos os heróis do passado surgirem novamente.

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Superman Premium *3, de 2000. Temos uma grande história na qual a Mulher-Maravilha e Kal-El são jogados em meio a uma guerra entre Deuses para ajudar Thor contra os demônios. Ótima trama que foca o casamento de Clark Kent e Lois Lane. Será que o amor dos dois é tão grande a ponto de suportar mil anos? Desta vez Super-Homem se renderá aos encantos da deusa amazona? É só ler pra saber.

Em Para o Homem que tem Tudo, de 1985. Escrita por Alan Moore e desenhada por Dave Gibbons, a história narra um aniversário de Kal-El. Quando Batman, Mulher Maravilha e Jason Todd, o Robin, chegam à Fortaleza da Solidão para entregar-lhe seus presentes, encontram-no dominado pela “Clemência Negra”, uma planta alienígena que o induziu num transe alucinógeno. Temos  um envolvente enredo impactante e épico.

Esta HQ também foi mostrada de forma modificada sem o Robin na série animada da Liga da Justiça com o mesmo nome. Tanto a clássica HQ quanto o desenho são espetaculares. O beijo é uma bitoca rápida mais deixa no ar algo em suspenso.

Nestes Novos 52, a DC Comics resolveu mexer no status quo de todos os personagens. Dá pra perceber que o Superman voltou as origens da década de 30. Por esta abordagem levar pros primórdios do kriptoniano que estava solteiro. E tentar formar um novo par romântico com a Mulher Maravilha.

Notamos que nenhuma vez foi abordado  ou mencionado algum tipo de relacionamento amoroso entre Lois e Clark. Numa página já famosa, fica comprovado o envolvimento de  Lois com outro homem. Ainda mais os personagens neste novo universo são  mais jovens, se conhecem a menos tempo e até certos limites, os criadores terão liberdade para criar novos caminhos para as histórias.

Acredito que o romance entre Superman e Mulher Maravilha  poderá  ser temporário, mas quero ver seus desdobramentos e repercussão entre os fãs. E quem sabe futuramente talvez vejamos o casal Lois e Clark juntos novamente?

bruce e diana

Só pra terminar vale lembrar que há pouco tempo atrás Diana teve um romance com Bruce. Fato que achei bem mais interessante diga-se de passagem.

Neste relacionamento o  Morcegão se sentia muito intimidado com a Amazona e até teve repercussão no desenho da Liga da Justiça (no episódio da porca maravilha).

Aqui está uma galeria de beijos do Super com a Diana que encontrei na web só pra mostrar que não é algo totalmente novo assim

Fonte de Inspiração: Quadrinhossauro.

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Superman: Através dos Tempos

Liga da Justiça e Liga da Justiça Sem Limites (2001 a 2006)

O excelente desenho  serviu pra atualizar o icônico Super Amigos, que marcou as gerações de crianças dos anos 70 aos 80.

Depois de realizar com sucesso as séries do Batman, Superman e Batman do Futuro chegou a vez da Liga da Justiça, a equipe mais famosa dos gibis ser renovada pro DC Animated Universe.

Nesta formação temos: Superman (Kal- El), Batman (Bruce Wayne), Lanterna Verde (John Stewart), Caçador de Marte (J’onn J’onzz), Mulher-Maravilha (Diana Prince), Mulher-Gavião (Shayera Hol) e Flash (Wally West).

O Superman é o líder da equipe, mas Batman age como segundo em comando liderando as ações de campo. O Caçador de Marte geralmente fica na Torre de Vigilância administrando as ações do grupo  e dividindo quem irá pra qual missão.

Esta adaptação deixou os roteiros infantilizados que havia na versão dos Super Amigos e priorizou nos relacionamentos que havia entre os integrantes principais da equipe.

A parte interessante é que cada um deles teve uma personalidade bastante definida. O Caçador de Marte serviu como canalizador pra que a Liga fosse forjada convocando mentalmente cada um deles pra se unirem e derrotar uma grande ameaça pra toda humanidade.

Tanto o Superman quanto o Batman estavam acostumados a agirem sozinhos e também atuarem em conjunto quando fosse necessário, pois eles já se conheciam devido a série do Azulão, de 1996. A Mulher-Maravilha estava recém saída de Themyscira (ou Ilha Paraíso) e rompeu com sua mãe para vir ao mundo do patriarcado.

A Mulher-Gavião é uma exímia guerreira feroz e espiã que estava infiltrada na Terra para saber tudo sobre os seres humanos (algo que só foi descoberto no final da primeira temporada). Ela formou um casal com John Stewart, o Lanterna Verde que foi escolhido pra atuar no lugar de Hal.

E o Flash foi mostrado como um mulherengo, muito paquerador que tinha sorte com as mulheres e também servia como alívio cômico no desenho. Essa foi a parte que ficou melhor no desenho, porque há relacionamentos amorosos acontecendo entre os heróis.

O Flash ganha um beijo da Giganta, Batman e Diana vivem uma relação de curta duração, John e Shayera também, mas depois terminam e John fica com a Mari (numa situação confusa e meio conflituosa por seu coração estar dividido).

A Canário Negro e o Arqueiro Verde mantem uma relação cheia de altos e baixos, até o Questão dá sorte de ficar com a bela Caçadora e por mais incrível que possa parecer até o Caçador de Marte encontra uma cara metade.

É claro que Liga da Justiça é recheado de cenas antológicas como a Supergirl e a Poderosa lutando, a Mulher-Maravilha descendo a porrada no Mongul ou o Flash retirando a armadura de Lex/Brainiac em supervelocidade ao redor do mundo.

Na parte de Sem Limites após a Liga vencer a invasão thanagariana a equipe decidiu recrutar novos aliados.

Eles vieram de diferentes períodos das edições nos gibis, pois temos: Canário Negro e de Aquaman (fundadores da equipe após Crise nas Infinitas Terras).

Alguns dos personagens que integraram a Liga da Justiça Internacional como o Gladiador Dourado, a heroína brasileira Fogo e o Soviete Supremo, sem mencionar os membros das diferentes formações da Sociedade da Justiça da América, desde o veterano Pantera até o contemporâneo Senhor Incrível e a adolescente Sideral.

E o governo americano vendo tanta ostentação de poder na Torre de Vigilância e com medo do que havia acontecido com os Lordes do Caos financiou secretamente Amanda Waller a criar uma forma que a humanidade se defendesse caso a Liga viesse a agir da mesma maneira.

Então ao mesmo tempo que a Liga precisava salvar o mundo e o universo das mais diversas ameaças ainda tinham que provar para o público que eles estavam lá pra nos proteger.

Aliás esta teoria da conspiração demonstrada no desenho é algo que até se encontra no mundo real, mas é preciso se ater aos fatos para que não vire algo muito fantasioso ou depreciativo.

No entanto nada é mais impactante do que ver o Superman realmente mostrando toda extensão de seu poder desferindo socos poderosos na  luta contra Darkseid (quando o vilão invade nosso planeta).

E pra nos deixar mais maravilhados Kal fica dizendo frases cheias de ironia e voando a fim de humilhar ainda mais o Senhor de Apokolips.

Na minha opinião Liga da Justiça é a melhor série animada feita com os heróis da DC e vale a pena reassistir toda vez que der vontade.

2 Comentários

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Artista

Jeff Chapman

 Sua arte é impressionante, porque demonstra fotos hiperalistas de um modo que eu nunca vi.
Fiquei totalmente babando ao me deparar com sua versão Mulher Maravilha, pois nunca tinha visto tão linda assim (somente a atriz da clássica série televisiva dos anos 70).
Confira na galeria abaixo a incrível arte de Jeff Chapman

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