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Crítica

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Hotel Transilvânia

Sinceramente essa animação me lembrou muito  A Festa do Monstro Maluco, um inesquecível stop motion (“talvez” não deve ser uma simples coincidência).

Mavis é uma jovem vampira que ao completar 118 anos deseja conhecer o mundo exterior, pois ela viveu toda sua pós-vida presa num castelo desde que nasceu em 1898.

O Conde Drácula é um pai superprotetor que nunca deixou sua filha visitar o mundo ao seu redor. Por medo que os humanos a matassem assim como aconteceu com sua amada esposa há séculos atrás.

Então após este fatídico acontecimento o Conde criou o Hotel Transilvânia, um refúgio para todos os monstros clássicos que conhecemos tipo: Frankstein, Lobisomem, Múmia, Esqueleto, Bruxas e vários outros (é uma clara homenagem aos filmes de monstros da década de 50).

A confusão começa quando Jonathan, um cara totalmente sem noção acaba encontrando o Hotel por um acaso. E então o Conde tenta a qualquer custo escondê-lo dos outros monstros, porque seria um caos se soubessem que há um humano no santo refúgio deles.

A única solução que Drácula consegue encontrar é disfarçar Jonathan numa versão adolescente do Frankstein (tornando-o no organizador da festa de aniversário de sua filha).

Os produtores tiveram a excelente ideia de pegar carona na esteira do sucesso da saga Crepúsculo. Aonde temos uma humana que se apaixona por um vampiro e aqui acontece o contrário, pois é Mavis, uma vampira que se apaixona por Jonathan.

É justamente na tentativa equivocada de tentar afastar Jonathan de sua filha e também não deixar que os outros hóspedes descubram que o rapaz é um ser humano (que nasce uma improvável amizade entre o Conde Drácula e Jonathan).

A animação é muito divertida, porém achei estranho demais as iguarias que comem tipo: escorpiões, baratas, escaravelhos, minhocas entre outras bizarrices (é tudo muito nojento).

As piadas do Homem Invisível são muito engraçadas e a ninhada do Lobisomem é uma das coisas mais doidas que já vi, porque todos os meninos temem a única menina da turma.

A cena que mais gostei foi das mesas voadoras aonde o Conde e Jonathan se divertem pra valer.

Outro fato interessante é Quasímodo, vulgo Corcunda de Notre Dame, é o cozinheiro do Hotel sendo totalmente doido (seu assistente pessoal é um rato) e os Gárgulas são seus garçons.

Pra mim foi surreal o Festival de Monstros no qual o Conde  e seus amigos se revelaram pra todos como monstros de verdade. Os seres humanos aceitaram tudo numa boa (foi ruim de engolir essa parte) relevei porque a animação é boa demais.

A música de encerramento nos deixa com um gosto intenso de quero mais e animação pós crédito lembrou o clássico Laboratório de Dexter.

Podemos resumir as atitudes do Conde Drácula que todo pai e mãe tenta proteger seu filho dos problemas do mundo, mas o tempo passa e as crianças crescem.

Eu sei que é algo muito difícil mais devemos ensinar nossos filhos para que futuramente saibam tomar suas decisões é algo que nós como pais temos a obrigação de fazer (e façam seu caminho para aprender e conhecer a si mesmos nessa jornada).

Se você está a fim de diversão assista Hotel Transilvânia eu garanto que não irá se arrepender.

 

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Batman: Através dos Tempos

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Batman: O cavaleiro das Trevas 2

A primeira minissérie foi tão revolucionária pro mundo das HQs que chamou até atenção da mídia que não era especializada no assunto (jornal e TV).

Então quinze anos depois quando anunciaram a continuação era como se uma bomba estremecesse tudo novamente e pipocaram os mais variados comentários. Os fãs aguardavam ansiosamente pelo que presumíamos ser outro sucesso arrasador.

Lembro que na época criticaram muito Lynn Varley pelas cores computadorizadas. Eu considero até um trabalho criativo, mas a primeira versão foi tão marcante e influente, tanto pra mim quanto pra milhares de outras pessoas, que comparações é que não iriam faltar.

Na história somente três anos haviam se passado desde que Batman “morreu” (aparentemente tudo estava calmo e em paz).

O governo fez as pessoas acreditarem que o mundo tornou-se um lugar melhor, mas em contrapartida retirou todos os direitos da população. E o Morcegão aguardou o momento de retornar mostrando que ainda há muita sujeira e imperfeições no mundo.

Bruce readquiriu a forma e esteve treinando bastante nesse tempo. Podemos notar que Batman age gostando do que está fazendo e isto é impressionante, pois trata-se de um homem de 63 anos de idade (algo que não é pra qualquer um).

Logo no inicio vemos Jimmy Olsen reclamando na TV do presidente Rickard (um fantoche digital de Lex Luthor). Notamos que a preocupação em criticar a política norte-americana ainda continua sendo a principal linha narrativa da HQ.

O mundo vive sob um estado fascista e totalitário disfarçado, mas o velho Olsen pergunta pelo sumiço dos heróis.

Numa cena um homem luta no mar contra um enorme monstro e ficamos sabendo que trata-se de Ray Palmer, vulgo Eléktron, que estava confinado numa Placa de Petri.

Carol Kelley cresceu deixando o manto de Robin e assumindo a alcunha de Moça-Gato (foi ela quem salvou o diminuto herói que ficou preso por 2 anos).

Então numa instalação de fornecimento elétrica é invadida pela Moça-Gato, Eléktron, e os Batboys, os novos agentes do Morcegóide, pra salvar o Flash (Barry Allen).

O velocista ao notar que estava livre revela que iriam matar Íris, porém Carol diz que ela está bem. Há uma conspiração  governamental que prendeu os heróis usando seus entes queridos como barganha.

O Homem-Borracha é tão magnífico quanto louco quando sai de seu confinamento (trazendo de novo aquela velha discussão sobre quem é melhor Dibny ou O’Brien).

O gibi preocupa-se em mostrar o retorno das lendas da Liga da Justiça, só que em suas versões da terceira idade, pois temos Superman, Lanterna Verde, Homem-Elástico, Questão, Arqueiro Verde, Homem-Borracha, Capitão Marvel, numa versão mais velha que lembra o Tio Dudley e Mulher Maravilha (que não envelheceu nada).

Aqui temos o motivo do Azulão ter virado escoteiro do governo na primeira versão (não foi por livre e espontânea vontade como imaginávamos).

Kal-El está sendo chantageado por seus maiores arqui-inimigos, Lex Luthor e Brainiac, que estão de posse da cidade engarrafada de Kandor, um clássico na mitologia do herói.

São milhões de vidas kriptonianas sendo ameaçadas de morte e é por isso que ele agiu daquela maneira.

Sem sombra de dúvidas o que ficou realmente marcante pra mim nestas edições foram as cenas de sexo protagonizadas por Kal e Diana.  O negócio estava tão eletrizante que provocou terremoto, maremoto e outros problemas climáticos inimagináveis ao redor da Terra.

Outra coisa marcante foi Lara, a nova Supergirl, filha deles que esteve escondida com Diana em Themyscira. Ela tem as características de ambos, pois é tão poderosa quanto Kal e uma personalidade marcante de guerreira de Diana.

Houve dois momentos que realmente cheguei a ficar assustado um foi com Sartúnia aquela menina que podia prever o futuro e a segunda foi com as revelações  de Dick Grayson que trouxe a tona todas aquelas acusações de homossexualidade sempre perseguem os personagens (sinistro).

Em Batman: O Cavaleiro das Trevas 2, a arte de Frank Miller teve um declínio enorme nestas edições ficando mais estilizada, fluida e caricatural (de uma maneira bastante exacerbada). Todo mundo tem o direito de errar na vida até mesmo Frank Miller (não é atoa que choveram reclamações).

Só que o roteiro ataca além da politica que é algo óbvio, fala da exposição feminina na TV (exemplo das  Supergatas). Se não me engano, a notícia nua, foi algo que havia na TV gringa onde repórteres ficavam sem roupa pra dar noticias (pena que essa moda não fez sucesso por aqui). O artista critica até o próprio mercado americano dos quadrinhos.

Encontramos também  referências a vários personagens como Batmirim, E. Neuman (da Mad), pessoas reais como Elvis Presley ou o Papa João Paulo II.

O uniforme que o Super está usando é o da versão de cinema feita pelo Fleischer Studios, em 1941.

O Batmóvel também é uma versão do Studebaker da década de 40 (que tinha rosto e asas de morcego) entre outras peculiaridades.

Se na saga original havia uma violência levada mais pro sentido psicológico. Nesta o contexto é totalmente diferente, pois as lendas morrem de jeito trágico e a violência é brutal.

O embate de Bruce contra Kal na Batcaverna é muito superior do que havíamos visto antes, pois temos a presença do Flash, Arqueiro Verde e Eléktron deixando o Homem do Amanhã em frangalhos (lá no fundo do poço como nunca tínhamos presenciado antes).

O que me empolgou foi a sequencia final quando Lex esmurra com vontade Batman “pensando” que havia triunfado. Bruce demonstra porque é o melhor estrategista da Liga (é fantástico!).

Geralmente as pessoas falam tão mal desta HQ apenas, porque se prendem demais a saga original, mas devemos vê-la como algo á parte. É claro que se ficarmos apenas comparando não poderemos nunca apreciá-la (da maneira como se deve).

Frank Miller consegue fazer algo ímpar com tanta informação mostrada em cada edição ou em cada cena, mas obviamente a intenção da história é um retorno as origens do que é ser um herói. Resgatando esta imagem dos personagens que gostamos (e como sua presença é importante pro mundo).

Batman: O Cavaleiro das Trevas 2

Roteiro & arte: Frank Miller

Cores: Lynn Varley

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Meu Texto

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As Eternas Crise da DC- Parte final

Ponto de Ignição

HQ

Como não li Crise Final e estava sem nenhum interesse pra acompanhar pulo pra história seguinte.

Foi a saga responsável por recolocar a DC Comics no topo das vendas no mercado americano em 2011. A mais complicada de todas as crises, pois temos vários desdobramentos de personagens principais e secundários nesta nova realidade.

Se em alguns aspectos Ponto de Ignição ficou razoavelmente boa em outros virou um fiasco total pra mim. Estamos tão acostumados a ver o Superman inspirando heroísmo que até fiquei puto com esta versão apalermada e raquítica vista aqui.

Ponto de Ignição: Especial 1, começa com a perda trágica da família de Traci, uma adolescente que tem poderes de magia e que também sabe que esta realidade está errada (não sei quem ela é em nosso universo ou se foi criada pra edição).

Boa parte da Europa encontra-se embaixo d’água e a guerra entre amazonas e atlantes pode exterminar toda raça humana. O pior de tudo é que Traci deverá lutar contra o próprio pai para evitar a catástrofe iminente.

A HQ é dividida pela vida de três personagens Traci 13, Abin Sur sendo a única vez em que mostraram a vida particular dele e, principalmente, como uma simples mudança no contexto altera todo o rumo da  história que conhecemos.

E Hal Jordan que mesmo sem os poderes do anel energético continua agindo como herói (provando que algumas coisas não podem ser modificadas nunca). Fiquei bolado na abordagem de Jordan como um kamikaze suicida, mas não teve jeito mesmo.

A arte de Eduardo Francisco é agradável sem exageros e já comentei que não gosto desta saga.

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Em Ponto de Ignição: Especial 2, Traci se teleporta pelo mundo seja ajudando Mutano (África), libertando Circe, aprendendo a se virar com Nat Irons (Brasil), conhecendo Guy Gardner (Austrália) ou lidando com desígnios divinos com Jason Todd (Gotham) continua tentando deter o pai e convocando heróis pelo caminho (sem sucesso).

Enquanto, Lois Lane fugindo das amazonas é salva por Penny Black, uma ex-oficial da Marinha e integrante da resistência (no que sobrou da Europa).

A HQ varia com a arte fraca de Gianluca Gigliotta e a totalmente estranha de Gene Há, porém todos os roteiros são regulares.

Receitas Heroicas explora o soldado Neil Harris que virou cobaia do exercito. Num projeto comandado por Sam Lane. Mais conhecido como Espécime Zero foi tratado como um animal diversas vezes transformando num ser superpoderoso e praticamente sem emoção nenhuma (seu corpo foi enxertado com o DNA do Apocalypse).

É aqui que vemos Kal-El raquítico e franzino privado de ficar no Sol e sem a influência dos Kent. Nota-se como são parte importante na vida de Kal e o confinamento deixou sua mente confusa.

A parte estranha é que Sam Lane, que sempre detestou o kriptoniano na continuidade normal, tratava-o como filho (de forma diferente com a qual havia feito com o Espécime Zero).

A história termina com a morte de Lois e Superman assumindo sua condição de herói e infelizmente não comprei a edição final.

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A minissérie em 5 partes com arte de Andy Kubert e roteiro de Geoff Johns tratou da trama principal (e nela temos Barry Allen que morreu heroicamente salvando o universo).

O velocista voltou, mas pra mim era melhor que continuasse morto, pois não aguento mais este negócio doido de morrer e voltar (ficou entediante).

Barry Allen investiga a morte do Garoto-Elástico (uma identidade heroica antiga de Jimmy Olsen se não me engano nos anos 50). A presença do Perseguidor Implacável, um motociclista vindo de uma Terra Paralela (uma versão de Barry).

Ele veio ao nosso mundo para impedir que uma anomalia temporal destruísse tudo que existe, mas pensava que Bart, o Kid Flash fosse quem procurava. Mais na verdade o Flash Reverso (Eobard Twayne) era quem provocou tudo, pois descobriu um modo de roubar a energia da Fonte de Aceleração (local de onde vem os poderes da maioria dos velocistas da DC).

Seu ódio em destruir o Flash é tão grande que transforma a vida dele jogando-o numa realidade totalmente diferente da que conhecemos e prova disso está no fato do vilão ter assassinado a mãe do herói.

Seu desejo inconsciente de salvá-la é que provoca toda mudança na realidade que conhecemos. Então neste mundo Barry se encontra privado de seus poderes, sua mãe esta viva e Iris namora outro cara.

Pra piorar há uma guerra rolando entre Atlântida e as amazonas enquanto Bruce Wayne foi quem morreu no Beco do Crime e seu pai assumiu o manto do morcego (Martha ficou louca virando uma versão do Coringa).

Foi angustiante ver Barry tentando ter seus poderes de volta, mas parecia ser o único jeito de consertar tudo.

Toda a realidade ficou mudada  e como se não bastasse a cabeça de Barry vai ganhando informações sobre as variáveis desta realidade causando diversas dores.

Houveram diversas mudanças como o Capitão Marvel que virou Capitão Trovão sendo que seis adolescentes se transformam no herói e Cyborgue é visto como escoteiro do governo e representando o ideal heroico do Superman.

A inclusão de outros personagens me chamou a atenção como Penny Black (a heroína Britânia), Mulher-Elemental que parece ser maluca. E Frankstein e os Agentes da Sombra, os monstros da década de 50 virando combatentes na surdina, mas algo assim já havia sido feito com Hellboy.

Na época não gostei de Ponto de Ignição e continuo não gostando, mas sei que mudanças editorias sempre existiram e vão continuar acontecendo.

A renovação trouxe heróis mais uma vez renovados e o sucesso da empreitada segurou as vendas por algum tempo. Eu sabia que 52 edições nunca iriam se segurar por muito tempo são muitas equipes criativas rolando e o mercado é competitivo demais.

O saldo positivo foi o recomeço do Superman que misturou a Era de Ouro com um conceito renovado pro século XXI que culminou num aumento de suas vendas. Um Batman envolvido numa trama de arrepiar os cabelos e a Liga da Justiça também recomeçando vistos com descrédito pela população.

Vamos ver o quanto este novo universo irá durar?

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Animação

A grande diferença é que incluíram a LJA, pois no gibi temos apenas Barry atuando na outra realidade (sinceramente foi apenas pra chamar atenção).

Apesar da animação conseguir condensar bastante as edições só quem leu poderá entender direito o que rola na história.

Começa com o menino Barry Allen e sua mãe que lhe ensina uma lição sobre a vida. Sua morte trágica faz com que o herói deseje mudar o passado. A situação fica braba quando a galeria dos vilões ataca o museu do Flash (faltando apenas o Flautista e o Trapaceiro).

No design dos personagens tanto os heróis quanto os vilões são altos e magros ficando num  estilo de anime. Então visto assim temos várias cenas de sangue, tiros e mortes (a violência é muito grande, mas dentro do contexto).

Pra se ter uma noção Diana mata Steve Trevor e Aquaman acaba com Lex Luthor, algo impensável na continuidade normal, nem na HQ temos algo parecido (apenas sugerido).

Quando Barry troca de realidade tem a morte do Garoto-Elástico, uma das bizarras transformações de Jimmy Olsen a procura de superpoderes (acho que já comentei isto antes?).

A luta de Batman no alto do prédio contra a vilã Ioiô é muito rápida e impactante. Como no gibi Barry confronta seus conhecimentos com o que se lembra e entra na Batcaverna. Sendo massacrado por Thomas que sobreviveu ao assalto enquanto Bruce morreu.

O enredo principal se divide entre Barry restabelecer o mundo no qual conhece e também tentar acabar com a guerra entre Aquaman e Mulher Maravilha.

Atlantis e Themyscira tratavam de um acordo de relações comerciais, mas Aquaman e Diana viraram amantes. Mera viu tudo partindo pra vingança, mas Diana pra se defender matou a rainha atlante e usou sua tiara como troféu (fato que fez surgir a guerra entre as nações míticas).

Eu não sou nenhum fã da HQ, justamente por ser parecida demais com “O Que Aconteceria Se?”, da Marvel Comics (mais seu sucesso é inegável e aprecio a trama principal por causa de Barry e só).

A animação não enrola mostrando ação no momento certo e a guerra final entre atlantes e amazonas é magnifica.

Deixaram de lado, Bart Allen, que usa a identidade heroica de Kid Flash e Patty Spivott que assume o uniforme do Perseguidor Implacável, mas a falta dos personagens não influiu em nada na história toda.

Liga da Justiça: Ponto de Ignição é uma das melhores animações feitas pela DC, pois conseguiram trabalhar de uma maneira mais aceitável a saga e de uma forma que pudéssemos entender facilmente.

Espero que tenham gostado desta pequena retrospectiva de algumas crises da editora e até a próxima viagem (confira aqui o gibi anterior).

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Desenho Antigo

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Danger Mouse

O desenho era bastante simples, pois na abertura já sabíamos como seria a ação. Havia um narrador que ajudava nossa introdução na aventura sempre contando tudo que acontecia.

E principalmente deixando um gancho para o próximo episódio (tipo Batman de 1968).

O herói inglês é um ratinho branco com um tapa-olho que  lembra Nick Fury da Marvel, mas é uma obvia imitação do agente James Bond.

Danger Mouse foi criado por Cosgrove em parceria com a Hall Productions Ilimited em 1981 (nós assistimos por aqui o paladino da justiça na Rede Record).

O herói trabalhava para o governo inglês recendo ordens do Coronel K. que lhe enviava para suas missões, mas não agia sozinho porque tinha um auxiliar muito medroso e atrapalhado chamado Ernesto Penaforte.

Danger Mouse tinha um esconderijo secreto que ficava numa caixa de correio localizada na Baker Street, em Londres. E  toda vez que saia para alguma missão usava um carro amarelo super equipado (igual ao James Bond).

A parte engraçada era que os países que apareciam na animação eram fotos de alguns monumentos históricos (dando uma noção que o herói protegia todo mundo).

As missões de Danger Mouse  eram para combater vilões de várias partes do mundo, mas seu maior inimigo era o Barão Silas Costa Verde, um sapo gordo e sinistro que era auxiliado pelo abutre Stiletto e sua gangue.

Mais de vez em quando apreciam outros malfeitores como Conde Duckula, o alien JJ Quark, o mexicano El Loco, o compositor Wufgang Bah entre outros.

Danger Mouse teve ao todo 90 episódios com duração de 20 minutos, mas era dividido em duas partes. A animação durou até 1990 e deixará saudades por seu humor inteligente e sarcástico.

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HQ

lordes da justiça

Lordes da Justiça

Um Mundo Melhor

Neste episódio inicia com a LJA lutando contra Lex Luthor aonde o Morcegão descobriu suas antigas versões no que ficou estabelecido como uma “outra Terra”.

O Ajax deles contata nossos heróis dando uma rápida explicação da Crise nas Infinitas Terras enganando a Liga (da nossa realidade) levando-os para uma emboscada.

Nisso ficamos sabendo que no mundo dos Lordes da Justiça Lex Luthor, então presidente dos Estados Unidos assassinou friamente o Flash. Lembrando que o fato de Lex tornar-se presidente também aconteceu nos gibis durante os anos 2000.

Em retaliação o Superman após ser esculachado matou o vilão careca no Salão Oval e exatamente dois anos depois eles tomaram as rédeas do mundo. Podemos dizer que será um futuro alternativo aonde “talvez” estes acontecimentos possam vir á tona e não uma Terra Paralela como se acreditava antes.

O planeta ficou controlado, pois Kal-El tornou-se um controlador fascista.

Em, Superman: A Série Animada algo muito similar também aconteceu no episódio Admirável Metrópolis Nova quando numa realidade alternativa Lois morreu e Superman num uniforme negro é enganado por Lex Luthor que administra tudo com mãos de ferro.

Quando a Lois Lane de nosso mundo foi transportada para aquela realidade foi que o Homem de Aço acordou pro que estava acontecendo (foi um episódio memorável).

Voltando, no episódio todo o restante da Liga seguiu seu exemplo mudando seus uniformes ficando mais sombrios para demonstrar esta nova fase. A amizade que havia entre Hal e Barry é reeditada nesta versão animada, pois John Stewart sente falta de Wally.

Quando a nossa Liga ficou presa  na “outra realidade” o vilão Apocalypse surge destruindo toda a vida que encontra em seu caminho. Em alguns episódios mais á frente notamos que a explicação para a origem do monstro ficou melhor do que a dos quadrinhos.

Os Lordes da Justiça entram em nosso mundo por um beco (fato que me lembrou o filme Exterminador do Futuro). A luta dos Lordes contra Apocalypse é grandiosa e termina com Superman lobotomizando a criatura.

Não poderia deixar de lembrar que temos aqui uma síntese de tudo que Batman representa, pois Bruce quando luta contra ele mesmo na Batcaverna fala que deseja um mundo aonde uma criança não sofra o trauma que o tornou um herói sombrio (é simplesmente demais).

Dividido em duas partes e ramificações em outros episódios (quando o Questão descobre sobre tudo isso e Superman luta contra o Capitão Átomo) “Um Mundo Melhor” é uma das melhores aventuras das várias que existem na série animada.

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Mais uma coisa bastante interessante é que encontrei algo similar numa edição antiga da minha coleção. Em Super Powers n° 34, temos “A Mão do Destino”, com arte e argumentos de Dan Jurgens.

Neste gibi que se situa justamente após a morte do Homem do Amanhã. A Liga da Justiça estava enfraquecida, pois sofreu um massacre nas mãos do vilão Apocalypse. Encontramos a equipe nesta situação o Besouro Azul (Ted Kord) em coma, a Fogo  temporariamente sem seus poderes, o Gladiador Dourado perdeu seu traje que havia sido totalmente destruído e a Gelo havia saído do grupo.

Na história somos inicialmente apresentados a Safira-Estrela e ao Mago vilões que tentavam deter uma Liga da Justiça fascista que estava começando a controlar o mundo (podemos então notar que Um Mundo Melhor não surgiu por acaso).

Tudo começou com Eléktron que teve um sonho aonde seus amigos da fase Satélite estavam controlando o mundo. O vilão Doutor Destino se aproveitou deste sonho e forçou a se tornar realidade.

É uma história cheia de reviravoltas, porque os papéis foram invertidos enquanto a Liga age de forma severa. Os vilões se unem para tentar deter  a LJA, mas não conseguem triunfar.  Pra se ter uma ideia Ajax  quebrou o braço de Sinestro e executa friamente a Safira Estrela com uma rajada óptica.

O Falcão da Noite (era assim que o Gavião Negro era chamado aqui) é extremamente mais violento que o marciano, pois quebrou o nariz de Sinestro e mandou arrancar seus braços. Este gibi é tão bom que há espaço para as antigas discussões acaloradas que haviam entre o Arqueiro Verde e o Gavião Negro.

Outra coisa interessante foi que descobrimos a identidade do misterioso Bloodwynd (que na verdade era Ajax sendo dominado por aquela jóia em seu peito) isto foi mostrado em outra edição Batman e Liga da Justiça se não me falha a memória.

Também havia uma crise nesta história com aumento do desemprego e caos econômico como aconteceu na realidade, em 2008.

A parte mais interessante foi quando a Liga formada por Máxima, Guy Gardner (de posse de um anel amarelo), Mulher-Maravilha, Condor Negro (que quase morreu nas mãos do Falcão da Noite), Ray, Bloodwynd e Agente Liberdade acabam indo parar neste universo-sonho criado por Eléktron.

Parecia que tudo iria terminar mal, pois o Falcão exterminou friamente o Arqueiro Verde e o vilão Doutor Destino invadiu o QG da Liga tentando numa vingança insana assassinar Eléktron. É  umas das aventuras mais emocionantes que já tive o prazer de ler e guardo-a com carinho em minha coleção.

Lembrando que Super Powers foi uma coleção de action figures da empresa Kenner Toys dos anos 80. Sendo lançada aqui em terra brasilis durante o ano de 1985.

Eu era doido pra ter um bonequinho desta coleção, mas meu pai infelizmente nunca comprou pra mim. É justamente por este período que acontece a melhor e última versão dos Superamigos (Hanna-Barbera) aonde o vilão Darkseid tenta a qualquer custo sequestrar a Mulher-Maravilha, pois queria casar com ela.

São desenhos que ficaram marcados pela fidelidade que havia nos gibis que tempo bom (só nostalgia).

HQ: Super Powers n° 34

Título: Liga da Justiça da América versus Liga da Justiça da América

Argumento e arte: Dan Jurgens

Arte-final: Rick Burchett

Editora: Abril Jovem

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Imagens

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Game Girls

As musas que aparecem em cada jogo nos encantam desde quando Chun Li
deu o ar de sua presença em Street Fighter. Sendo logo seguida por Lara Croft em Tomb Raider então, podemos notar que os primeiros gráficos são bastante rudimentares.

No entanto foram ficando cada vez melhores a cada jogo unido ao avanço da tecnologia e nossas musas dos games também tornaram-se mais numerosas e totalmente sensuais.

Com o passar do tempo elas conquistaram milhares de fãs ao redor do mundo. E aqui nesta galeria você pode conferir algumas de nossas personagens preferidas

1 ada wong anna williams 2 artgerm 2 ashelia atrgerm 1 bayonetta cammy_white_by_silverlu christie monteiro christie-by-shunya-yamashita chunli_by_vandrell City_of_Heroes claire redfield cortana crimson viper by j-estacado diao chan doa_babes farah Felicia 2 Felicia 3 felicia 4 felicia_by_vandrell final_fight_roxy_by_vandrell ivy 1 Ivy 2 ivy_by_vandrell jade jill valentine joana dark kitana 1 kitana 2 kitana 3 kitana lady lara_croft_3_by_fabio41 lara_croft_by_nicobass lara_croft-classic-by_fabio41 lei fang lightining ling xiaoyu mai_shiranui midna mileena morrigan nariko nina williams princesa peach princesa zelda rayne regina rose_by_vandrell rubi malone sakura_by_vandrell samus aran sonya blade sonya-blade sophitia sophitia_by_vandrell soul_calibur_taki_by_vandrell taki Tifa 1 tifa 2 tifa by cedric polat tifa lockhart vandrell wallpaper 1 wallpaper 2 wallpaper 3 wallpaper 4 wallpaper 5 wallpaper 6 wallpaper 7 wallpaper 8 wallpaper 9 wallpaper 10 wallpaper 11 wallpaper 12 wallpaper 13 wallpaper christie monteiro wallpaper evelynn wallpaper jade wallpaper kitana wallpaper-Crimson_Viper_by_Manarama xianghua yuna

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Cosplay Girl

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Viúva Negra

Natasha Romanoff é a espiã mais perigosa do mundo capaz de esperar até o último momento para conseguir atingir seus objetivos.

É uma mulher consciente de si mesma e reconhece sua sensualidade natural usando-a como uma arma fatal que enlouque a todo homem que ousar entrar em seu caminho.

Confira na galeria abaixo começando pela musa Scarlett Johansson diversas outras modelos cosplayers que homenageiam nossa heroína.

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