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Crítica

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Batman Lego: O Filme – Super-Heróis se Unem

Logo na abertura temos uma introdução tanto na música tema quanto ao símbolo do filme de Tim Burton, de 1989. Eu já havia visto a capa deste DVD  na locadora, mas nunca quis pegar pra assistir.

Foi meu pai quem trouxe para meu filho e depois desta introdução. Notei que na direção estava Jon Burton (talvez seja algum parente do outro diretor) então, parei pra poder dar uma espiadinha. Pra dizer a verdade eu pensei que não iria gostar desta animação (ainda bem que me enganei).

A parte realmente boa é que puseram os dubladores da animação da Liga da Justiça sendo que as vozes são velhas conhecidas nossas. Fiquei boquiaberto com a grandiosidade dos cenários que ficaram perfeitos (dando uma veracidade as cenas).

Tenho que afirmar que Batman Lego é voltado pro público infantil introduzindo-os no universo dos heróis, mas nós marmanjos podemos nos deliciar com sua abordagem leve e clássica do bem contra o mal.

A animação é excelente buscando nos mínimos detalhes explorar as sutilezas entre as diferenças de personalidade dos personagens.

Bruce Wayne é um filantropo, Batman age de maneira rápida (sendo um tanto rabugento), enquanto  Robin comporta-se num misto de Burt Ward com Chris O’Donnel (reagindo como um menino mesmo)suas falas são as mais engraçadas.

O Superman aparece precedido de um estrondo no ar junto com sua música tema, de 1978. E tem aquele ar de escoteiro bonzinho que quer ajudar a “todos”, porém Lex Luthor detesta tanto Bruce Wayne quanto ao kriptoniano.

Na história quando Lex tenta se candidatar a presidência precisa retirar Batman e Superman do caminho para conseguir seu intento. Quando o Coringa está preso no Asilo Arkham (que aparece como na versão do game) vemos Clark Kent num boletim televisivo (lembrando que o herói também trabalhou na TV  durante os anos 1970).

E então Lex ajuda o Palhaço do Crime a escapar usando o Desconstrutor (arma que desmonta objetos pretos brilhantes) libertando também alguns vilões. É uma das melhores cenas aonde vemos todos os vilões com carros e motos tentando fugir do Asilo.

Descobri que o dublador do Charada é o mesmo do Patolino em O Show dos Looney Tunes. No momento em que os vilões tentam fugir do Arkham (todos possuem algum veículo), mas são perseguidos pelo Morcegão. A intenção é vender os carros e outras bugingangas que aparecem mais eu gostei de tudo.

Quando Batman pega a kriptonita vemos o Sr. C usando o Desconstrutor e desmontando o Batmóvel (uma versão do filme de Tim Burton) deixando o herói com cara de bobo. Só que o Morcego não sabia que levava consigo uma falsa kriptonita.

Então vemos Lex e Coringa encontrarem a Batcaverna e ao sair dela descobrem que fica sob a Mansão Wayne, mas nem desconfiam que Batman e Bruce Wayne possam ser a mesma pessoa.

E isso pegou mal, pois Lex é um dos vilões mais inteligentes do UDC. Era só juntar 1+1 que daria pra elucidar a identidade secreta do Morcegóide. Talvez o roteirista não quisesse levar pra este ponto mais pra mim foi um furo tremendo.

Uma coisa interessante foi quando mostrava o prédio da Lexcorp após a destruição da Batcaverna. A câmera vai andando pelas dependências da empresa e esbarra no rosto de um funcionário.

E na parte em que os melhores do mundo falam com a recepcionista ela parece Kitty Kowalski (Parker Posey do filme de 2006). Quando Superman e Batman estão no elevador a música ambiente é o tema do Homem de Amanhã no que ele diz que conhece e o Morcego fala: “eu não escuto música”.

Logo outro funcionário sobe perguntando sobre o resultado de um jogo o Superman responde e o Batman diz: “eu não acompanho esporte.”  Então o que Batman faz nos momentos de folga? Será que nunca relaxa?

Outro fato que chamou minha atenção foi a versão da LJA que dá nome ao título Super-Heróis se Unem. O Lanterna Verde (Hal Jordan) segura o anel na mão e o Avião Invisível da Guerreira Amazona é feito de Lego transparente ficou muito maneiro.

Perto da conclusão Lex e Coringa usam um mecha robô, mas são derrotados quando toda a Liga entra em ação. Ajax fica monitorando o satélite (dizendo até algumas piadas) e a versão desta Liga está conectada a nova formação (mostrada nos Novos 52).

Bom, no final temos o vilão Brainiac demonstrando que esta aventura “talvez” possa ter uma sequência. E pra dizer a verdade seria uma ideia sensacional. Aconselho pra quem é fã assistir, pois é uma diversão garantida.

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Imagens

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Lady Fantasma

É uma das heroínas mais antigas dos gibis e já foi chamada por aqui de Mulher Fantasma.

Dizem as lendas que até a Espectral também teve alguma influência da Phantom Lady.

Lady Fantasma já integrou as equipes Comando Invencível (All-Star Squadron) e Combatentes da Liberdade.

Um detalhe importante é que surgiu na década de 40 sob a influência do estilo “good girl” que consistia em mostrar garotas voluptuosas expondo seu corpo em poses sensuais ou em alguma situação perigosa.

Sandra Knight surgiu na antiga editora Quality Comics, foi criada pelo Eisner & Iger Studio, com arte de Arthur Peddy aparecendo pela primeria vez na edição Police Comics # 1 , em 1941.

Sandra é uma socialite filha do senador Henry Knight ambos eram testemunhas de um complô que aconteceu em Maryland. Ao anoitecer transformava-se em heroína, no entanto não há nenhuma explicação pra sua origem.

A parte mais incrível era que seu uniforme consistia apenas num maiô com capa, sem máscara alguma (e mesmo assim não era reconhecida).

Lady Fantasma foi atrás dos malfeitores usando como arma uma lanterna de luz negra que cegava seus adversários (artifício também utilizado em seu “Fantomóvel”).

Seu noivo, Donald Borden, um agente do Departamento de Estado dos EUA ajudava-a algumas vezes.

Suas aventuras como todas daquele período eram muito inocentes, mas houve uma mudança, em 1943.

A heroína migrou de editora, porque a Eisner & Iger Studio cedeu os direitos de publicação pra Fox Feature Syndicate, em 1949.

Foi através do artista Matt Baker que a heroína ficou mais sensual, pois seu uniforme havia sido redesenhado mudando pras cores vermelho e azul, mostrando um decote generoso e acrescentando uma saia curta.

Historicamente falando, Matt Baker foi um dos poucos desenhistas afro-americanos daquela época.

Conseguiu despertar o interesse da molecada, pois geralmente suas pin-ups mostravam Lady Fantasma num estilo sexual de Bondage estimulando o sadomasoquismo de submissão (tipo acorrentada ou amarrada).

No entanto essa versão dela também não durou muito infelizmente devido a sensualidade da heroína e de vários outros acontecimentos daquela época o Dr. Frederic Wertham denunciou os quadrinhos afirmando que moralmente afetava as crianças corrompendo-as (e transformando-as em deliquentes).

Essa versão da heroína terminou em 1949 sendo substituída por “My Love Secret”, um título de romance (o gênero heroico já não fazia mais tanto sucesso assim).

Em 1954, os direitos de publicação da Lady Fantasma foram adquiridos pela Ajax-Farrell Publications.  Seu traje foi até redesenhado pra que não chamasse tanta atenção, mas não teve jeito. A heroína já estava marcada como uma personagem sexy.

Em, 1956 a Distinta Concorrente havia adquirido os direitos de publicação dos personagens da Quality. Só que levou 17 anos pra relançarem a personagem fato que aconteceu na edição Justice League of America # 107, de 1973.

A heroína era integrante dos Combatentes da Liberdade (Freedom Fighters), um grupo inicialmente formado por: Tio Sam, Bomba Humana, Pequeno Polegar e Ray.

Depois ao longo dos anos acrescentaram mais alguns como: Flamejante, Capuz Invisível, Magno, Miss América (Joan Dale), Torpedo Vermelho, Max Mercúrio entre vários outros.

Nessa versão os Combatentes viviam na Terra-X, numa realidade aonde os Estados Unidos haviam perdido a Segunda Guerra Mundial pra Alemanha Nazista.

Desta vez, na origem de Sandra Knigth ficamos sabendo que havia frustrado o assassinato de seu pai. Desenvolvendo uma afinidade pela aventura e combate ao crime. Ela encontrou um projetor de raios de luz negra projetado pelo Professor Davis que tinha enviado pro seu pai adotando a arma.

Após a reformulação da Crise dos anos 80, Sandra Knight teve sua origem recontada passando a ser prima do herói Starman (Ted Knigth) e vivendo na cidade de Opal City.

O seu famoso raio de luz negra foi projetado pelo Dr. Abraham Davis, um refugiado da Europa durante a Segunda Guerra. Ela lhe arranjou um laboratório pra que pudesse terminar sua pesquisa.

Ficamos sabendo que Sandra foi uma agente secreta da inteligência (durante a Guerra Fria). E que algum tempo depois se casou com Iron Munro, outro ex-membro do Comando Invencível.

Após diversas missões, Sandra ficou grávia, mas seu arqui-inimigo Barão Blitzkrieg (sequestrou e matou seu bebê). Quando escapou da Polônia, a heroína decidiu largar aquela vida pedindo ajuda de seu amigo Roy Lincoln que a ajudou na fundação da Universidade Notre Dame Des Ombres.

Sua intenção era ter mais contatos de inteligência e encontrar seu bebê, mas obviamente não conseguiu. Décadas depois, Sandra virou diretora da universidade transformando o lugar num centro de treinamento pra espiãs femininas.

A Lady Fantasma original não tinha poderes sendo apenas uma atleta formidável. No entanto em sua origem na DC além da habilidade citada também ganhou poderes envolvendo invisibilidade (e intangibilidade).

Só pra constar no desenho Batman: Os Bravos e Destemidos há uma homenagem pra heroína e pra sua equipe (que foi feita no epísódio Cry Freedom Fighters).

Delilah “Dee” Tyler

É a segunda Lady Fantasma que surgiu na edição Action Comics # 636, de 1989. Delilah foi treinada por Sandra Knigth a heroína original (herdando até seu equipamento).

Além de seu extenso treinamento Delilah teve ajuda de sua colega de quarto Marie Saloppe que também agiu como Lady Fantasma (Action Comics Weekly # 639).

Delilah nunca teve título próprio apenas tendo participação em edições do Starman e do Flash.

Mais essa versão da heroína integrou a formação dos Combatentes da Liberdade de 1999.

Infelizmente, durante a Saga Crise Infinita tanto Delilah, quanto Bomba Humana e Condor Negro foram brutalmente assassinados pela Sociedade Secreta dos Super Vilões.

Os Combatentes estavam investigando um local quando sofreram uma emboscada. Cheetah deixou Tyler muito ferida, porém pra piorar depois foi empalada pelo Exterminador.

Só pra constare, durante A Noite Mais Densa, Delilah foi reanimada como membro dos Lanternas Negros.

Stormy Knight

É a terceira Lady Fantasma que surgiu na edição Crisis Aftermath: The Battle for Blüdhaven, em 2006. Depois foi incluida numa nova formação dos Combatentes da Liberdade (também do mesmo ano citado acima).

Nessa aventura, Stormy Knigth surge como um dos metahumanos que protegem Blüdhaven.

Em sua história, Stormy é filha de um senador americano, mas não há nenhuma conexão com as outras heroínas que a precederam.

A grande diferença é que essa versão da heroína entende muito de física quântica, mas age de maneira frívola pra não demonstrar tanto sua inteligência.

Quando seu pai senador foi assassinado trataram de substituí-lo por um andróide que secretamente estava agindo pro Shade. O vilão queria sua própria equipe de meta-humanos pra consquistar os EUA.

Após a morte do senador, Stormy virou alcoolatra sendo levada por seus amigos de equipe pra reabilitação.

Stormy Knigth também possui os mesmops poderes que suas vers~eos anteriores. Incluindo ficar invisível, intangível e ilusionismo. A grande diefrença é seu intelecto a nível de gênio e também poderes de teletransporte.

Stormy integrou por um curto perído de tempo as Aves de Rapina, mas saiu indo procurar um emprego aonde pudesse se sentir melhor.

Jennifer Knigth

É a quarta heroína a usar o uniforme de Lady Fantasma, surgindo em Phantom Lady # 1, de 2012.

Essa versão veio após a Saga Ponto de Ignição, pois a editora queria trazer personagens conhecidos mais inteiramente novos.

Jennifer viu seus pais serem assassinados na noite de natal (pela família mafiosa Bloody Benders).

O pai dela era um repórter do Planeta Diário que estava trabalhando num dossiê relatando todas as falcatruas da família mafiosa, mas sua casa foi incendiada( restando apenas ela). Como nada foi comprovado contra eles na Justiça, Jennifer jurou se vingar.

Ao se tornar adulta decidiu virar jornalista e determinada resolveu expor os podres da máfia. Sua influência era grande sendo liderada por Cyrus filho de Robert Bender.

Suas intenções foram descobertas e Jennifer decide procurar ajuda do seu amigo,  Dane Maxwell, um gênio científico.

É através dele que consegue um traje especial que lhe permite ficar invisível e manipular sombras tornando-se a Lady Fantasma.

Dane Maxwell virou parceiro dela, pois podia se transformar no Pequeno Polegar.

Como as editora cancelou diversas revistas dos Novos 52 eu não sei o que foi feito da heroína.

Só pra fechar a Lady Fantasma teve várias versões criada por outras editoras ao longo dos anos.

Em 1970 pela AC Comics havia utiliado o nome de Phantom Lady, mas devido a ameaça da DC Comics. Seu nome foi mudado pra Blue Bulleteer (Laura Wright) que depois ficou como Nigthveil. Ela é integrante da FemForce, uma das primeiras equipes de heroínas formada apenas por mulheres.

Em 1990, Alan Moore criou The Cobweb (Laurel Lakeland), uma heroína que não tinha poderes inspirada na Lady original.

Ainda nos anos 90, surgiu Shadow Lady (Veronica Prescott) pela editora Big Bang Comics. Também com trajes e poderes inspirados na heroína original.

 

Contemple na galeria abaixo algumas imagens da Lady Fantasma que garimpei na web

 

 

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Herói

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Capitão Marvel, O Mortal mais Poderoso da Terra

“Shazam!”

No rastro do sucesso do herói kriptoniano surgiram vários personagens e este é o mais clássico deles. Criado pelo escritor Bill Parker e pelo artista C.C. Beck surgiu na revista Whiz Comics #2 da editora Fawcett Comics, em 1940.

Como curiosidade a fisionomia do herói foi inspirada no ator Fred MacMurray.

Seu surgimento causou um abalo tremendo nas vendas do Superman. Superando-o e batendo a incrível marca de um milhão de cópias vendidas todo mês. Este fato fez a National Periodical (atual Distinta Concorrente) correr atrás do prejuízo colocando a Fawcett na justiça.

A alegação de plágio foi ganha pela DC e o Capitão foi deixado no limbo durante anos.

O julgamento pra mim foi equivocado, pois o Superman é um alienígena que ganha superpoderes aqui na Terra.  Enquanto o Capitão Marvel é um garoto que nasceu aqui recebendo seus poderes do Mago Shazam.

Talvez o fato dos personagens serem parecidos com os olhos semicerrados tenha levado a decisão jurídica pender pro lado da DC.

Na história numa noite o órfão Billy Batson vendia jornais quando uma figura misteriosa pede que o garoto o siga até a estação. O rapaz sendo guiado até  um trem-fantasma é levado até uma galeria abandonada.

Chegando lá o homem desaparece e deixa Billy diante do Mago Shazam. E então o mago egípcio conta que vem combatendo o mal há muitos séculos e precisa descansar e procura um sucessor que possua um bom coração.

O mago diz que este alguém é Billy ensinando ao rapaz que basta apenas gritar seu nome a palavra mágica “Shazam”. Ao fazer isto o rapaz transforma-se num adulto superpoderoso.

Os poderes do Capitão Marvel são derivados de cinco deuses e um personagem bíblico: Salomão (sabedoria), Hércules (força), Atlas (vigor), Zeus (poder), Aquiles (coragem) e Mercúrio (velocidade).

Depois de um longo período sumido o personagem voltou numa Terra Paralela da DC a Terra-S no período pré-Crise e durante a conclusão de Crise nas Infinitas Terras foi dito que nunca houve um Multiverso fato que foi mudado recentemente.

Há pouco tempo atrás houve um boato na web que haveria um filme com o herói e que Dwayne “The Rock” Johnson iria interpretá-lo mais ficou tudo nisso mesmo.

A primeira personificação real do Capitão foi feita por Tom Tyler nos antigas matinês de cinema, de 1941. Era Adventures of Captain Marvel (que no Brasil recebeu o nome de O Homem de Aço) ironicamente apelido do nosso herói kriptoniano.

A imaginação dos produtores de efeitos especiais era rústica mais incrível, pois quando o Capitão voava era um boneco esticado levado numa linha para dar esta impressão.

Eu lembro da antiga série televisiva do herói chamada Shazam! Aonde Billy Batson (Michael Gray)  ao lado de Mentor (LêsTreymane)  viajavam por lugares diferentes. Quando alguém precisava de ajuda Billy gritava: “Shazam!” e mudava para Capitão Marvel.

A série da Filmation contava com baixo orçamento e os efeitos eram fraquíssimos mais eu gostava mesmo assim. Eu ficava bobo quando Billy falava com os deuses  dizendo: “oh deuses fortes e sábios…” e eles apareciam dentro do furgão para lhe dar conselhos sempre que necessitava.

Uma coisa que eu nunca tinha prestado atenção antes é que foram dois atores que interpretaram o Capitão Marvel nesta série: Jackson Bostwick e John Davey.  Mesmo com lição de moral no final (característica básica das produções da Filmation) e aqueles efeitos especiais capengas gosto até hoje desta versão televisiva do personagem.

E agora deu pra notar que nos quadrinhos o Capitão Marvel é uma versão adulta de Billy Batson, mas na série eles não se parecem em absolutamente “nada” (antigamente era assim temos que aceitar).

A Filmation também nos deu uma série animada do Capitão Marvel aonde tínhamos Billy, Mary Batson e Freddy Freeman morando junto com o Tio Dooley e o tigre falante Tony.

A origem dos personagens é igual a dos gibis e nela podemos ver alguns vilões clássicos como Adão Negro, Dr. Silvana e Sr. Cérebro. A produção também não era uma das melhores da empresa. E infelizmente  teve apenas 13 episódios.

Só pra constar no infame “Legends of Superheroes”, uma produção horrível na qual tentaram mostrar os Super Amigos na telinha, em 1979. Tivemos o ator Garret Craig interpretando o Capitão Marvel.

Lutas

O Capitão Fraldinha é o único personagem que “quase” pode vencer o Homem de Aço numa briga. Enquanto o Capitão têm seus poderes derivados da magia. O Homem de Aço além de ser vulnerável a kriptonita é também a magia que pode lhe causar danos terríveis.

Ambos os heróis vem se confrontando há décadas nos gibis. E vou comentar apenas aqueles que pude ver.  Um deles foi  O Reino do Amanhã aonde num futuro apocalíptico heróis violentos liderados por Magog vivem destruindo tudo sem se importar com os seres humanos.

O Superman já envelhecido sai de sue exílio e acaba enfrentando um Capitão Marvel que sofreu lavagem cerebral de Lex Luthor. A briga entre os dois é o clímax da HQ com arte de Alex Ross.

E o Capitão para se libertar da influência de Lex salva os heróis de uma explosão nuclear se sacrificando bravamente.

A outra foi na série animada Liga da Justiça: Sem Limites no episódio “Embate”, mostrando quando o Capitão foi convidado a participar da Liga. Lex construiu LexorCity um conjunto habitacional movido a kriptonita.

Superman não gosta nada disso ao ouvir que tudo pode explodir, mas não contava com a presença de Billy Batson que transforma-se no Capitão Marvel tentando resolver a situação com calma. Lex Luthor manipulou a ambos deixando Kal mais nervoso  é quando a luta entre os heróis acontece. Ao final o Capitão Marvel na Torre esculacha os 7 magníficos e deixa infelizmente a Liga da Justiça pra sempre.

O Retorno do Capitão Marvel

Quando a Distinta  Concorrente  comprou os direitos do herói o nome Capitão Marvel já estava sendo usado pela Marvel Comics e então mudaram para Shazam! Somente nas capas e continuaram chamando de Capitão Marvel no miolo das edições.

O herói teve uma participação importante durante a minissérie Lendas no pós-Crise e também participou da Liga da Justiça Internacional (mais conhecida como Liga da Justiça cômica) de Keith Giffen e J. M. DeMatteis aonde a equipe tinha sedes  em vários países para uma melhor vigilância ao redor do mundo.

Em 1987 o Capitão teve um retcon Shazam! The New Beginning contando com roteiro de Roy Thomas e arte de Tom Mandrake trazendo algumas alterações, roteiros modernos e personagens clássicos como: Mago Shazam, Doutor Silvana, Tio Dudley e Adão Negro.

Mais o melhor trabalho surgiu em 1994 na Graphic Novel: Shazam! A Origem do Capitão Marvel,  aonde temos  arte e roteiro de Jerry Ordway.

Misturando o verdadeiro surgimento do Capitão Marvel pela Fawcett Comics e conectando com vários elementos diferentes. Aonde temos até uma origem para o vilão Adão Negro. É uma das adaptações que tornou o personagem mais interessante para a atualidade.

Tanto que ao final de Zero Hora mais uma das eternas crises da DC todas as edições foram reiniciadas começando do zero. E Shazam! foi uma delas que durou apenas de 1995 até 1999.

Em Shazam: Poder da Esperança, de 2000. Temos o roteiro de Paul Dini e arte de Alex Ross mostrando um olhar mais humano sobre os heróis da LJA. O Capitão Marvel tem a missão de levar as crianças de um hospital com doença em estado terminal a esperança de algo melhor.

É nesta história emocionante que toca em algo muito especial no fundo de nossa alma. Mostrando, porque Billy Batson foi escolhido para tornar-se o Capitão Marvel.

O herói também participou da série animada Batman: Os Bravos e Destemidos em alguns episódios. E teve também um DC Showcase  no qual Billy é entrevistado por Clark Kent e Adão Negro volta do espaço.

É uma animação  com um nível excelente recontando as origens do personagem pena que foi de pouca duração, pois infelizmente deixou um gosto de quero mais.

Atualmente, no período dos Novos 52, o herói está usando um capuz e seu nome agora é somente Shazam.

Confira algumas imagens do Capitão Marvel que garimpei na web

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HQ

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Superman n° 9

Em, Segredos & Mentiras, contamos com a arte do grande Dan Jurgens a história não me animou nem um pouco. Victor Barnes um blogueiro sensacionalista “diz” saber qual a identidade secreta do Homem de Aço.

É aquela velha máxima mostrada, pois o maior trunfo do herói é parecer que não se esconde por trás de um alter ego. Mais além da vilã da vez a personagem Angústia nota-se que Lois Lane ficou com a pulga atrás da orelha sobre este assunto.

Ficou um suspense quanto qual era a carga do submarino russo e futuramente descobriremos. Confesso que de todas as edições que venho acompanhando esta foi a história que menos gostei.

Em, Uma Garota no Mundo, a Supergirl temos a arte do mestre George Pérez. E após derrotar as Arrasa-Mundos na edição anterior que pra mim foi uma das melhores dela neste Novos 52.

Encontra uma “amiga” que a salva do exército, no entanto soa muito estranho a Supergirl desfilar com um uniforme igual ao do primo e o exercito sair atirando nela por nada á toa.

Shioban é mais conhecida como Banshee Prateada,  uma inimiga de Kal-El que conheci nos anos 80. Parecia que Shioban assim como Kara estava procurando um lugar no mundo e suponho que nesta versão elas serão amigas. Estou curioso para ler mais sobre isto.

Calvin Ellis

O que mais gostei nesta edição foi  A Maldição do Superman com arte de Gene Há e roteiro de Grant Morrison. Só pra citar logo no título há uma maldição pros atores que envergam o manto do herói que não conseguem decolar na carreira ou morrem de maneira trágica assim como aconteceu com George Reeves e depois Christopher Reeve.

 Se a lenda é verdadeira ou não eu não posso afirmar, mas que todos os atores não fazem  sucesso depois de interpretar o azulão isto já me parece um fato verídico. Simplesmente  tanto Dean Cain  quanto Brandon Routh andam mal das pernas desde que protagonizaram algo referente ao Azulão.

Bom, voltando desta vez temos uma Terra Paralela aonde o Superman é negro, presidente dos EUA e suas feições pra mim lembram o Barack Obama.

O mais interessante nesta versão é que Krypton parece um tipo de África e além de Jor-El e Lara serem negros ainda temos os pais adotivos de Calvin Ellis, vulgo Kalel/Superman também negros. Como sempre Grant Morrison sabe muito bem explorar o universo ficcional da DC inserindo de forma magistral o Multiverso e tudo que possa existir nele.

As mudanças no status quo que conhecemos ficaram ótimas, pois está tudo lá. Desta vez Clark, Lois e Jimmy idealizaram o Superman num tipo de máquina que solidifica pensamentos aonde há citações de Nietzsche e Bernard Shaw. Este herói pode-se dizer que foi o Superman original, de 1938.

Infelizmente venderam a máquina para uma grande corporação e notaram que estavam sendo enganados. Qualquer tipo de alusão á triste realidade que aconteceu a Jerry Siegel e Joe Shuster não é mera coincidência. Há também versões robóticas do Presidente Ellis, uma Mulher Maravilha afro-descedente e LJA formada por quase todos os integrantes negros e uma versão da Zona Fantasma.

E por incrível que pareça um comentário sobre as pessoas no mundo real usarem a camisa do Superman. Nesta curta e primorosa história foram explorados diversos elementos da mitologia do kriptoniano e eu adorei cada pedaço dela. Quero ver como será na próxima edição.

HQ: Superman n° 9

Editora: Panini Comics

Mês/Ano: fevereiro de 2013

Artista da capa: Ivan Reis

 

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Meu Texto

Eu não Quero ver um filme da Liga

Há algumas décadas atrás eu era um DCnauta convicto, mas depois de algum tempo virei fã de quadrinhos em geral. Se tiver um roteiro interessante e um artista convincente pra mim está valendo.

Depois do estrondoso sucesso dos Vingadores a DC parece que acordou de sua letargia e há boatos na rede sobre um longa da LJA. Parecem estar querendo correr mais rápido do que o Flash para chegar ao seu intento.

A Marvel trabalhou um universo unificado nos cinemas igual ao das HQs, por que desde 2008 já vinham com esse aspecto. Sem contar com a Marvel Studios uma divisão voltada somente para filmes. O sucesso veio com êxito? Sim, mas com algo minuciosamente pensado para dar certo.

Acho que o maior sonho de todo fã de HQs é ver um filme da Liga, mas que esteja á altura dos heróis. Porque não dá pra fazer algo igual ao Vingadores de jeito nenhum.

Avaliando de verdade os dois blockbusters  são maravilhosos, mas em aspectos diferentíssimos em Batman: O Cavaleiro das Trevas Ressurge  temos a epopeia trágica de BW e de como isso influenciou a vida de toda uma cidade.

E nos Vingadores os atores estão tão á vontade em seus papéis que parece até que disseram: “-Vamos brincar de super-heróis.” E surgiu um filme de ação recheado de comédia.

Sendo que conseguiram um feito incrível e, sinceramente, é muito mais difícil adaptar vários heróis do que um só, pois são níveis de atuação e roteiro divergentes.

Eu não quero ver um filme da Liga feito apenas porque a Casa de Ideias obteve uma exorbitante bilheteria. Estamos vivendo uma época em que os filmes de quadrinhos estão arrecadando bem, mas um roteiro enxuto, um diretor que seja competente e goste dos personagens, aliado a bons atores tornam tudo mais interessante.

Se realmente houver uma possibilidade do filme da Liga que haja num universo DC conectado, pois mesmo que não apareça: Star City, Central City, Coast City, mas que pelo menos tenha algo mencionando tipo: um jornal, uma notícia na TV ou algum comentário de pessoas nas ruas.

Pra uma adaptação decente terão que  trazer algo tipo “Novos 52!”, que sinceramente não gosto, mas recolocou a editora em alta. Ou quem sabe chamar Bruce Timm como consultor visto que a animação da Liga tem vários méritos por conta de sua dedicação e conhecimento sobre os personagens.

Além disso há roteiristas que conhecem e sabem trabalhar com a Liga da Justiça como: Mark Waid , Jim Krueger ou Brad Meltezer.

Aliás espero que a Warner Bros., não atrapalhe tentando trazer uma temática infantil, e então, assim classifica-lo como PG-13, pois não deve ser por este prisma.

Mesmo a franquia de Nolan tendo sido excelente a personalidade do Morcegão terá que mudar para trabalhar em equipe e principalmente haverá uma cobrança dos fãs por causa do enorme sucesso de interpretação do Chris Bale. O que acarretará em certamente chamar um outro ator para fazer Batman.

Infelizmente a DC terá que se preparar para as comparações da Liga frente aos Vingadores que  não serão poucas. Como fã quero um filme da Liga da Justiça tendo as características dos personagens mostradas e respeitadas. É isso que eu e mais milhares de fãs desejam assistir futuramente.

Em 2013 teremos O Homem de Aço que já vai esbarrar nas continuações de Thor: O Mundo Sombrio e Homem de Ferro 3 que com certeza prepararão o caminho para Vingadores 2.

Vai ficar muito ruim de bilheteria pro Azulão. E para trazê-lo de volta á glória precisam esquecer o estigma de Chris Reeve, pois a adaptação de Donner é memorável e insuperável.

A DC  deve deixá-la no passado e tentar uma nova perspectiva.

E, então, assim apanhar fãs desta nova geração, mas com algo tendo um universo DC direcionado para a atualidade. E daí seguir para o alto e avante como deve ser.

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