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Crítica

planes

Aviões

O universo de Carros se expandiu, então o que vemos na tela não é mais nenhuma novidade.

Infelizmente já vimos tal situação com Relâmpago McQueen, pois estão repetindo apenas mais do mesmo (uma corrida feita por um personagem simpático que almeja mais do que é).

E pra dizer a verdade esta história de avião que precisa superar o medo já foi feita antes.

Basta assistir ao clássico Alô Amigos feito em 1943, aonde alguns artistas da Disney percorrem a América do Sul mostrando trajes e características de alguns países.

Na animação temos 4 segmentos muito bem trabalhados no primeiro o Pato Donald visita o Lago Titicaca, que fica na fronteira do Peru com  Bolívia, em sua aventura conhece os nativos e tem problemas com uma lhama.

No segundo é a vez de Pedro um simpático aviãozinho que parte do Chile em sua primeira viagem enfrentando o assustador Monte Aconcágua (e ainda passando por uma terrível tempestade para pegar uma correspondência área).

Com Pedro era de onde eu havia visto esta história de avião tendo que superar o medo pra chegar aonde deseja.

No terceiro Pateta está em Buenos Aires usando trajes típicos dos pampas argentinos numa aventura muito engraçada.

E no terceiro, temos novamente o Pato Donald, que viaja pra cá, isto é, no Rio de Janeiro conhecendo alguns pontos turísticos da capital (como Copacabana). É aonde temos duas coisas muito importante a primeira aparição do Zé Carioca ensinando o pato a sambar com belas e lindas imagens de fundo.

E a segunda delas tudo embalado ao som de Aquarela do Brasil e Tico-Tico no Fubá (duas canções famosas e clássicas do repertório nacional).

Eu ia comentar só sobre Pedro, mas Alô Amigos é sensacional e vale a pena ser visto pelos detalhes sobre os lugares que a equipe técnica da Disney visitou.

Voltando, Dusty é um avião pulverizador que trabalha numa plantação de milho na pequena cidade de Propwash Juction que fica praticando manobras acrobáticas em seu tempo livre (sonhando em se tornar um piloto de corrida).

A única coisa realmente inusitada é que Dusty tem muito medo de altura. É algo super estranho um avião ter medo de voar por grandes altitudes (mais deixa pra lá!).

Até que auxiliado por Skkiper Riley consegue entrar no famoso Rally Asas pelo Mundo que vai de Nova Iorque até a Islândia (mostrando cenas de voo são sensacionais).

Infelizmente o roteiro peca por não apresentar nada de novo já que fala de conquistar um sonho e persistir para lutar por aquilo em que se acredita.

Os personagens secundários são todos simpáticos justamente pra ajudar a criançada a se divertir (e também a vender camisas, brinquedos e outras quinquilharias).

O avião Carolina tem a dublagem da cantora Ivete Sangalo, mas a presença do seu sotaque baiano ficou chato demais (destoando do que víamos na tela).

Se quiser assistir algo diferente não veja Aviões, pois as coincidências com Carros são enormes demais (e para apreciar melhor aventura temos que deixar isto de lado).

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Memória Brasil

fofão

TV Fofão

O personagem Fofão foi criado  pelo artista plástico Orival Pessini e surgiu no saudoso programa infantil Balão Mágico, em 1983. Nosso querido amigo é um extraterrestre vindo do planeta Fofolândia.

Ele fez tanto sucesso entre a criançada que após acabar o programa Balão Mágico (Rede Globo) ganhou seu próprio programa na TV Bandeirantes (1986 a 1989).

No início ele não falava apenas emitia alguns sons que Simony traduzia e só depois ganhou voz engraçada (que aliás lembrava demais o Pateta, da Disney).

Quando terminou o programa da Globo o Fofão fazia muito sucesso rendendo até um boneco que infelizmente teve a má fama de ser amaldiçoado, porque havia uma lâmina dentro dele. Minha irmã teve um e eu não vi nada do que diziam na época.

Talvez porque fosse muito parecido com Chuck da famosa série cinematográfica Brinquedo Assassino aonde tínhamos um boneco que ganhava vida após um ritual vodu. E este sim era mais assustador e geralmente quando assistia  eu ficava com pena do garoto Andy, pois o criminoso desejava a qualquer custo transferir sua alma para o corpo dele. Lembro que o terceiro foi o melhor de todos pra mim.

Voltando, o programa contava com o patrocínio da Dizioli (“o lanche do Fofão”) e tinha o mesmo formato da maioria dos infantis com apresentação de desenhos e esquetes humorísticos. Uma curiosidade é que Sandra Annenberg, atualmente uma famosa jornalista que também esteve no elenco do programa.

Em 1989  nosso amigo estreou na telonas com Fofão e a Nave Sem Rumo. Na história uma  perigosa microcélula que contém um importante segredo é implantada no nariz de nosso amigo. Algo capaz de transferir pessoas para uma outra dimensão do universo.

Então vilões alienígenas invadem e dominam a nave da Fofolândia para conseguir roubar a tal microcélula sequestrando o Fofão e duas crianças. Fofão e suas “apatralhadas” criam uma enorme confusão que acabam por deixar a nave desgovernada. Numa rota de colisão contra um asteroide é uma aventura de ação e efeitos especiais que hoje em dia estão defasados servindo apenas para os fãs mais nostálgicos.

Fofão é um personagem que vai ficar marcado pra sempre na minha história, pois fez minha vida mais feliz e divertida.

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Falando Sobre

3 mosqueteiros

Os Três Mosqueteiros

“Um por todos e todos por um.”

Honra, amizade, lealdade além de coragem são as características básicas dos Mosqueteiros que sempre chamaram minha atenção.

Os Três Mosqueteiros surgiram no livro do escritor Alexandre Dumas e suas aventuras ocorrem no século XVII durante o reinado de Luís XIII, na França.

D’Artagnan é um jovem  intrépido que deseja ser Mosqueteiro que pertencem a guarda de elite do palácio. Sendo responsáveis em defender o reino e a rainha de uma intriga perpretada pelo Cardeal Richelieu.

A Inglaterra e a França vivem de uma relação diplomática muito delicada e então Richelieu quer se aproveitar de tal fato. Só que D’Artagnan conhece Constance uma acompanhante da rainha e a pedido da moça entra de cabeça na história para ajuda-la.

Então temos Athos, Porthos e Aramis os mosqueteiros mais famosos e condecorados de toda França que se unem a D’Artagnan pra salvar a Rainha Anne e evitar uma guerra entre a França e a Inglaterra.

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Os Três Mosqueteiros – 2011

Visto por cima somos introduzidos no filme com a representação de um mapa da Europa no século XVII. Aonde uma maquete demonstra todo cenário político da época.

Os Três Mosqueteiros Athos (Matthew MacFadyen), Porthos (Ray Stevenson) e Aramis (Luke Evans) desempenham  uma habilidade específica funcionando como grupo de ataque e infiltração. Eles ainda continuam famosos mais não se encontram bem de situação financeira (parece até uma analogia a crise financeira atual).

Aramis é um ex-padre que ficou parecido com o Batman em seu M.O., Athos é ultra apaixonado por Milady interpretada pela linda Milla Jovovich e Porthos é o mais forte e engraçado de todos.

Esta adaptação deu uma modificada no status quo da história, mas manteve a intriga e traição da trama original.

Há algumas mentiras escabrosas como Milady ser mais rápida que as balas no corredor e a entrada dela no salão secreto pra roubar o colar da rainha. Os fios esticados parecem laser.

Ficou interessante e incrível, mas a maior mentira de todas foi a licença poética dada aos navios voadores. D’ Artagnan é um jovem, corajoso de origem humilde que sai da zona rural da França com o sonho de ir pra capital e tornar-se um Mosqueteiro como seu pai foi.

O Capitão Rochefort (Mads Mikkelsen) pertence a guarda pessoal do Cardeal Richelieu (Christopher Waltz) que é um homem cínico, cruel e impiedoso que se esconde por trás da Igreja. O elenco está totalmente perfeito tanto na interpretação do Cardeal quanto do Buckingham (Orlando Bloom quase não o reconheci).

O pobre Jussac sofre nas mãos de D’artagnan, pois o rapaz é bastante habilidoso no manuseio da espada.

Eu não gostei da atuação do Freddie Fox (Rei Luís XIII), pois ficou afetado demais quando na verdade ele era pra ser um tipo mimado. Fora isso as cenas de esgrima com as espadas ficaram belíssimas sendo a parte que mais gostei.

O filme consegue trazer o mito dos personagens para a nossa época atualizando-os para esta nova geração que vai ao cinema. No final fica que poderá haver uma sequência dada a sua grandiosidade.

Esta última adaptação me fez pensar nas outras que vieram antes vamos lembrar de algumas delas junto comigo?

douglas faibanks

Os Três Mosqueteiros – Douglas Fairbanks – 1921

O ator além de ter vivido  Zorro, Robin Hood e Robinson Crusoé  também fez diversos outros filmes contribuindo e muito para a história do cinema em sua era de ouro.  Sua forma de mostrar os heróis altivos, corajosos e intrépidos são sua marca registrada.

john wayne

Os Três Mosqueteiros – 1933

Nesta versão ligeiramente diferente os heróis atuam num tipo de Legião Estrangeira. Além de ser ambientada no Norte da África temos estrelando John Wayne como o Tenente Tom Wayne (representando D’Artagnan).

Na história o Tenente Wayne é acusado pelo assassinato do irmão de sua noiva  e promete pegar o verdadeiro assassino, um terroristas árabe e leva-lo a justiça.

1935

Os Três Mosqueteiros – 1935

Versão com Walter Abel e Ian Keith pela RKO Radio Pictures.

1948

Os  Três Mosqueteiros – 1948

Lançada pela Metro-Goldwyn-Mayer (famosa MGM) foi uma versão musical estrelada por Gene Kelly e Lana Turner.

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Mosquete, Mosquito e Moscardo – Yippee, Yappee and Yahooey – 1964

Mais uma versão canina para o clássico dos Três Mosqueteiros, de Alexandre Dumas. Nesta outra série animada da Hanna Barbera quando o diminuto Rei gritava: “Guardas! Guardas!”

Imediatamente entravam em ação seus leias defensores que anunciavam sua entrada num grito de guerra:  – Yappiii… (Mosquito).
– Yappetêê.. (Moscardo).
– Yappetequii… (Mosquete).

Garantindo toda confusão na corte. Mosquete, Mosquito e Moscardo defendiam o reino caçando unicórnios, lutando contra dragões, salvando belas princesas e é claro dando muita dor de cabeça para o Rei.

O desenho teve uma única temporada com 23 episódios no total.

THREE MUSKETEERS HANNA-BARBERA

Os Três Mosqueteiros – The Three Musketeers – 1968

Baseado no famoso romance de Alexandre Dumas surgiu esta versão criada pelos estúdios da Hanna Barbera. Para servir e proteger a Rainha Anne surgiam os espadachins mais corajosos de toda França.

Os mosqueteiros são soldados fiéis á Monarquia francesa o trio é formado por Athos, Porthos e Aramis, além do jovem e destemido D’Artagnan.

O nome mosqueteiro vem da arma utilizada pelos mesmos, um tipo de espingarda, chamada de mosquetão. Mas apesar do nome, eram famosos por sua habilidade com a espada.

A série animada teve uma temporada apresentando 18 episódios no total.

FILM THE FOUR MUSKETEERS (1974) OLIVER REED, RICHARD CHAMBERLAI

Os Três Mosqueterios – 1973

Aclamada como uma das melhores versões do livro tendo na direção Richard Lester  (mais conhecido por seu trabalho com os Beatles). Estrelando Richard Chamberlain Oliver Reed, Michael York, Frank Finlay, Rachel Welch,Faye Dunaway e Christopher Lee.

A história segue pela mesma trama D’Artagnan (Michael York) segue para Paris sonhando tornar-se um mosqueteiro. Quando é ridicularizado por causa de sua inexperiência por Rochefort (Christopher Lee). O Cardeal Richelieu (Charlton Heston) usa sua grande influência para governar a França através do rei.

D’Artagnan para mostrar seu valor acaba se desentendendo com os Três Mosqueteiros marcando um duelo a determinada hora com cada um deles. É quando todos juntos enfrentam  a guarda do cardeal que a amizade deles tem início.

Mas Richelieu trama um ardil para em que a rainha está apaixonada pelo Duque de Buckinham (Simon Ward) e então D’Artagnan e Os Três Mosqueteiros tentam impedir as tramóias do cardeal.

Como o filme havia sido feito em três horas tiveram que dividi-lo e em 1974 tivemos a continuação Os Quatro Mosqueteiros. Em 1989 todo o elenco e equipe voltaram para filmar O Regresso dos Três Mosqueteiros baseado numa versão que acontece 20 anos depois dos acontecimentos no livro de Alexandre Dumas.

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Os Três Mosqueteiros Trapalhões – 1980

Os Trapalhões povoaram a imaginação de várias crianças durante o período que estavam na telinha. Eu sou feliz por ter tido a chance de ver o Quarteto Fabuloso além de rir bastante com seus filmes  e me divertir com sua magia.

Mais eles também nos mostraram sua versão do clássico de Alexandre Dumas. Algo que encontrei escondido lá do fundo do baú.

Os Três Mosqueteiros (Dedé Santana, Mussum, Zacarias) trabalham na casa da Sra. Ana Rocha (Rosita Tomáz) e tem a difícil missão de ir na Foz do Iguaçu recuperar um colar de esmeraldas,com o qual a fábrica de Sr. Luís está em jogo, e Zé Galinha(Renato Aragão)um pobre que mora no galinheiro se oferece para ajudar.

Ao chegar na Foz do Iguaçu, encontram o bandido, mas ele vende o colar para um bandido em Manaus, já na Amazônia, Zé Galinha pega algumas pedras,encontram o bandido mas ele vendeu para outro bandido no Rio de Janeiro,onde encontram o bandido e finalmente recuperam o colar, e as pedras que Zé Galinha pegou eram, na verdade diamantes.

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D’Artagnan e Os Três Mosqueteiros – Wanwan Sanjushi  – 1983

Também baseada no livro esta versão é inesquecível para todas as crianças que puderam vê-la. É um anime que foi co-produzido pelos estúdios BRB Internacional S.A. da Espanha mais com realização da Nippon Animation do Japão .

música-tema deste desenho é algo que nunca esqueço, pois sei cantá-la do início até o fim é como se eu a tivesse visto ontem.

Neste desenho temos os mais variados tipos caninos como personagens como: pudlee, pastor-alemão, vira-lata, buldog entre outros animais como gatos e porcos.

Sendo extremamente fiel ao livro exceto pelos animais é claro esta saudosa  animação tem como enredo as tramóias de Richelieu e Milady, mas D’Artagnan unido aos Três Mosqueteiros corajosamente se aventura a lutar contra o vilão.

Mais não é apenas com a espada em punho que nosso herói queria viver, pois apaixonara-se perdidamente por Juliet que conquistou seu amor e seu coração. Além de conhecermos o universo de Alexandre Dumas o desenho era muito convincente em suas cenas de ação e inesquecível para quem teve o privilégio de assisti-lo.

O anime teve uma continuação em 1990 realizado pela BCN que se uniu com a produtora inglesa Thames Television.

Surgindo The Return of Dogtanian, uma continuação narrada 10 anos depois da série original. Nesta história D’Artagnan e Juliete estão casados e tiveram filhos que são versões miniaturas de seus pais.

Sinceramente não lembro se esta versão  foi veiculada por aqui no Brasil e descobri ela apenas pela pesquisa.

Vamos esperar pela continuação do diretor Paul W. S. Anderson e só então  saberemos pra  qual aventura Os Três Mosqueteiros irão nos levar.

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Os Três Mosqueteiros, da Disney – 1993

Desta vez  o  Cardeal Richelieu numa pérfida manobra sem o consentimento do Rei conseguiu dispersar todos mosqueteiros. Mais um intrépido D’Artagnan (Chris O’Donell) contraria as ordens do Cardeal se juntando aos Três Mosqueteiros Athos (Kiefer Shuterland), Porthos (Oliver Platt) e Aramis (Charlie Sheen) para tentar impedir seus planos.

Lembro que D’Artagnan se apaixonou pela linda e perigosa Condessa de Winter (Rebecca De Mornay) esta adaptação foi bem de bilheteria. Mais não é uma das minhas preferidas.

Podemos notar um jovem Kiefer Shuterland antes de se tornar o agente (Capitão América de verdade) Jack Bauer da excelente série anti-terrorismo 24 Horas e Charlie Sheen também antes de estrelar Dois Homens e Meio com seu impagável Charlie Harper.

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O Homem da Máscara de Ferro – 1998

O filme é recheado de estrelas, pois nele temos John Malkovitch, Jeremy Irons, Gerard Depardieu e Leonardo di Caprio. Desta vez o Rei Luís XIV é um homem cruel que manda para a masmorra o irmão gêmeo para poder ficar no trono.

Mais então o mosqueteiro Aramis (John Malkovitch) descobre o segredo e convence seus companheiros a resgatar o prisioneiro. A parte interessante é D’Artagnan que se recusa a ajudar os amigos nessa empreitada.

O filme foi um fracasso de crítica, mas conseguiu retirar na época os holofotes que estavam em Titanic.

Eu não gosto do Leonardo di Caprio, mas confesso que sua atuação dupla estava excelente e apesar do roteiro misturar os livros da mitologia criada por Alexandre Dumas eu gosto desta adaptação.  Não é um filme excelente ou um clássico eterno, mas vale como curiosidade sobre Os Três Mosqueteiros.

Aliás a versão do O Homem da Máscara de Ferro com o ator Richard Chamberlain é bem melhor e ainda temos outra mais recente O Conde de Monte Cristo com Jim Caviezel que também foi bastante superior.

Só para lembrar, antes de Brandon Routh voar por Metrópolis houve muitos boatos que Jim Caviezel na época famoso pela interpretação de Jesus Cristo iria interpretar o Homem do Amanhã.

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 Os Três Mosqueteiros, da Disney – 2004

Desta vez Mickey, Donald e Pateta são faxineiros desastrados do Palácio que sonham em virar mosqueteiros.

O Capitão é o maldoso Bafo da Onça que nomeia os três desastrados no intento de conseguir roubar o trono da princesa Minnie. Os três tem a chance de provar seu valor quando unem-se para frustrar o plano do vilão.

As animações da Disney tem como marca registrada a qualidade e esta não é exceção. O mais divertido são as músicas clássicas famosas que vemos temos Tchaikovsky, Strauss, Beethoveen que tornam tudo mais ágil e divertido.

Sinceramente dá uma tristeza quando o desenho acaba, pois vale a pena vê-lo.

 Fonte de Pesquisa: InfanTV, Wikipédia e TV Sinopse.

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Meu Texto

gilmar -tv colosso

A Televisão e Eu

Minhas recordações- parte 1

Quando estou em casa e se não estiver dormindo (que é na maioria das vezes), escrevendo pro blog, ouvindo alguma música (de preferência antiga anos 60, 70 ou 80) devo estar assistindo TV.

Hoje em dia está difícil para acompanhar algo na telinha aberta, pois são raros os programas que apresentam assuntos que sejam do meu interesse ( pra dizer a verdade eu não tenho TV a cabo). Alguns especialistas reclamam muito da vida na internet (vivemos cada vez mais próximos da “Matrix”), mas o que há de bom na telinha, seja sincero, hein?

Apesar de que gosto não se discute, até certo ponto, discordo com o que a mídia nos impinge goela abaixo. Me lembro que há pouco tempo atrás eu assistia ao Casseta e Planeta com os personagens Massaranduba e o Montanha e me divertia pra caramba, mas infelizmente o humorista Bussunda foi pra um patamar mais alto e parte do programa perdeu a graça pra mim.

Quando passava a TV Colosso eu já não era mais nenhum garotinho, mas aquele programa era tão maneiro que fiquei chateado quando acabou.

As novelas colossais: Os Vegetais não Mentem, Os Filhos da Cadela, e Inimigos para Sempre foram muito engraçadas. Isto pra não falar dos personagens como o Gilmar, Capachão, Acredite se puder e o tradicional final: “Atenção pessoal tá na hora de matar a fome…”

Me lembro pouco de o Globinho lá no início dos anos 80 com a apresentadora Paula Saldanha foi aonde eu assistia família Barbapapa (desenho que eu nem me lembrava mais) revi um pedaçono Youtube.

Na verdade até estranhei o desenho, mas faz parte da minha infância, meu amigo Jansen comentou sobre este desenho comigo há algum tempo atrás e eu não me lembrava. Minha mãe disse uma vez que eu gostava ( fazer o que, né?) todos fomos criança um dia (todos temos o direito de errar, não é?).

Minhas recordações- parte 2

Eu era “fissurado” em A Super Máquina uma das melhores séries dos anos 80, quem cresceu naquela época sabe do que estou falando, K.I.T.T um carro que fala. Bom hoje em dia já é normal carro com computador de bordo falar, mas naquele tempo não era.

Eu me divertia assistindo as aventuras de Michael Knight, meu pai comprou um K.I.T.T. de brinquedo pra mim. Foi um de fricção, mas eu queria o de controle remoto fiquei arrasado, porém brinquei pra caramba.

Até que quebrou uma roda do carro e minha mãe jogou fora sem eu saber, putz! Que raiva que me deu por conta disso.

Na TV Bandeirantes tinha Os Banana Splits, o grupo de atores fantasiados era formado por um cão Fleegle, o leão Drooper, o gorila Bingo e o elefante Snorky aonde em meio a trapalhadas e clipes musicais apresentavam os desenhos Cavaleiros das Arábias, Os Três Mosqueteiros e o seriado A Ilha do Perigo (este não me lembro mais).

E o Clube do Mickey aonde eu adorava o Pateta e suas trapalhadas com aqueles desenhos dos Jogos Olímpicos, no trânsito, construindo sua casa entre outros maneiros pra caramba. Eu viajava com o Pato Donald ele sempre foi um dos meus preferidos com seu temperamento estourado.

Apesar de gostar um pouquinho do Mickey, pois eu lia as HQs aonde ele bancava o detetive e o Pateta era uma versão do James Bond.

Tenho grandes lembranças do seriado O Incrível Hulk aonde David Bruce Banner(Bill Bixby- nos quadrinhos é Robert Bruce Banner) transformava-se no Hulk (Lou Ferrigno) quando perdia o controle em momentos de aflição, desespero, perigo e nervosismo.Era só os olhos dele começarem a esverdeare a transformação iniciava, pra mim foi sempre a melhor parte.

Banner sempre procurava de cidade em cidade uma cura pro monstro no qual se tornava, mas ajudou a todos que encontrava em seu caminho.

Era perseguido por um repórter chato. Terminava sempre sozinho na estrada pedindo carona com uma mochila nas costas e uma música melancólica marcante.

O filme O Incrível Hulk (2008) com Edward Norton é uma homenagem gratificante a quem teve coragem de encarar os personagens fazendo-nos acreditar em suas histórias. Bom está rolando na internet que haverá um novo seriado do Hulk para TV. A série deverá ir ao ar depois do lançamento do filme dos Vingadores.

 

Minhas recordações- parte 3

Um belo dia em 1985 iniciou um desenho que os habitantes de Thundera abandonavam o planeta em naves antes de seu planeta explodir. E uma delas ao pousar no Terceiro Mundo revelava um Lion-O adulto, mas com a responsabilidade que precisava amadurecer rapidamente. Em momentos de perigo ele empunha a Espada Justiceira e gritava: “Thunder, thunder, thundercats…hoooo!!!”

Os vilões eram o Mumm-ra uma múmia que vive numa pirâmide mística, mas que não consegue ver o próprio reflexo e os Mutantes que são muito atrapalhados. Ficava impressionado quando o Jaga aparecia e dava conselhos ao Lion-O. Tudo nesta animação arrebentava a Toca dos Gatos, o Thundertanke só o Snarf enchia o saco.

Recentemente houve o remake desta série em estilo anime e me parece estar ótima. Há chance de estar na grade de programação do SBT pra 2012 (Os Jovens Titãs também).

Ainda me recordo de Se Meu Bug Falasse que antes de tocar a buzina mágica era um ferro-velho caindo aos pedaços e depois ficava novinho e podia até falar. Quanto tempo tem isso? Eu sentava e perdia a noção do tempo até o programa terminar.


Danger Mouse é um agente secreto inglês ao estilo James Bond. Ele tinha um ajudante chamado Ernesto Penaforte e enfrentava o vilão Silas Costa-Verde esse eu gostaria de ter em dvd.

O desenho dos Jackson 5 tinha algumas de suas canções com um visual psicodélico, repleto de cores e formas. E o Michael Jackson tinha animais de estimação: Ray e Charles um casal de ratinhos e a cobra cor-de-rosa Rosie (essa eu não gostava). Sempre em clima de aventura Michael se metia em confusão e o resto dos irmãos ia ajudá-lo.

Minhas recordações-parte final

Jerry Lewis foi o maior comediante americano das décadas de 50 e 60. Junto com seu parceiro Dean Martin fizeram minha alegria na sessão da tarde nos anos 80. O Bagunceiro Arrumadinho, O Professor Aloprado, Artistas e Modelos, O Terror das Mulheres entre outros que não consigo lembrar o nome agora.

Uma das cenas de um filme do Jerry Lewis que mais me lembro foi que ele estava com uma mangueira aonde era levantado e empurrado pra todos os lados (só não me lembro de qual) eu me divertia pra caramba.

O desenho do Rei Arthur é um dos quais eu não consigo retirar da memória, é por causa dele que eu gosto tanto da lenda e tenha posto o nome do meu filho de Arthur.

Arthur filho de lady Igraine e do Rei Uther, após retirar a espada Excalibur da rocha luta contra tirania do Rei Levik em seu reino montando seu cavalo Pegassus ao lado dos “Cavaleiros da Távola Redonda”. É lá na década de 80 que estão algumas das séries, desenhos e filmes que mais gosto. Trazendo sonhos pra mente da criança que fui e cultura pro homem no qual me tornei.

A grande graça de ser criança é a imaginação poder voar pra bem longe (por qualquer motivo, brincadeira ou programa de TV). Mesmo depois de adulto tento manter este aspecto intacto comigo. Sentar e viajar no que me proponho assistir, pois assim faz valer a pena.

Fonte de pesquisa: InfanTV.

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