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Mulher Elétrica e Garota Dínamo

Electra Woman and Dyna Girl foi criada por Joe Ruby e Ken Spears e teve produção de Sid e Marty Krofft.

A série fazia parte do programa “The Krofft Supershow”. E foi apresentada pela Rede ABC ente 11 de setembro de 19976 a 2 de setembro de 1977 (tendo apenas 16 episódios).

Apesar de negarem podemos notar as semelhanças que havia entre este seriado e o famoso Batman & Robin.

Só pra citar um herói adulto com parceiro adolescente; celebridades como vilões convidados; quartel general escondido no subterrâneo; usar o símbolo do herói como transição de cena; o assistente usando exclamações com santa-isso-santa-aquilo entre outras pérolas.

A única diferença é que tínhamos duas belas garotas agindo como heroínas fora isso era uma cópia deslavada e ponto final.

Bom na série Lori (Deidre Hall) e Juddy (Judy Strangis) trabalhavam como repórteres na revista “Newsmaker” e se transformavam assim que algum vilão surgia na cidade.

Graças ao seu assistente Frank (Norman Alden) elas tinham a sua disposição diversas quinquilharias tecnológicas, como por exemplo o Crimescópio e desvendavam os crimes capturando todos os vilões.

Cada episódio era dividido em duas partes sempre terminando num clifhanger como “conseguirá as nossas heroínas escaparem desta terrível armadilha?” (algo tipo Batman). A intenção óbvia era que os telespectadores ficassem interessados em saber como terminaria aquela situação.

O problema maior foi que a produção era fraquíssima com efeitos especiais ruins. Já que usavam pinturas e desenhos para substituir cenários reais e paisagens.

E o figurino era pior ainda, pois havia uniformes com cores vibrantes e vilões de perucas coloridas (traduzindo um show de horrores).

Não posso esquecer da Electra-Base local aonde estava o laboratório de Frank e também do CrimeScope, um  poderoso computador que estava conectado a tudo que acontecia no mundo.

Havia também o Electramovél, uma versão do Batmóvel, que possuía a forma de uma pequena nave espacial.

Mulher Elétrica e Garota Dínamo combatiam com bastante inteligência os vilões: Sorcerer, Glitter Rock, Ali Baba, Spider Lady, Pharaoh e a Empress of Evil.

Por aqui a série estreou em 1978 na TV Record e depois voltou a ser exibida pela TVS, atual SBT, de 1982 a 1984.

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Guerra, Sombra e Água Fresca

Hogan’s Heroes foi uma série produzida, pela Paramount Television, entre 17 de setembro de 1965 a 4 de julho de 1971 (indo ao ar pela Rede CBS rendendo um total de 168 episódios).

Dizem as lendas que originalmente iria ser uma paródia ao sistema penitenciário americano, mas tiveram que mudar o ambiente quando a CBS não conseguiu atrair o interesse dos anunciantes.

O motivo é que se negaram a patrocinar uma prisão aonde os prisioneiros eram mais inteligentes que a polícia.

A série parodiava a 2° Guerra Mundial de forma bem engraçada, pois um grupo de prisioneiros de um campo de concentração que tinham a liderança do coronel Hobert Hogan (Bob Krane), que era bastante perspicaz, realizando missões que enganavam de várias maneiras seus captores nazistas.

Presos no Campo 13 Hogan e sua turma ajudavam os prisioneiros aliados a fugirem da Alemanha e  mantinham na surdina uma rede de operações de sabotagem dentro do próprio campo de concentração.

Entre os comandados de Hogan estavam: os sargentos James Kinc (Ivan Dixon) e Andrew Carter (Larry Hovis), e também os soldados Louis LeBeau (Robert Clary) e Peter Newkirk (Richard Dawnson).

O Campo 13 era liderado pelo Coronel Klink que andava com um monóculo ridículo no rosto os aliados davam um jeito pra manterem ele no cargo (para que não fizesse nenhum registro de fugas).

E recebia ajuda do seu auxiliar direto o rechonchudo Sargento Schultz que sempre repetia: “Eu não escutar nada, não ver nada.” Na verdade o sargento sabia das armações, mas ficava na dele pra ganhar alguma coisa por fora.

A parte interessante era ver o alojamento que se transformava na sala de operações dos aliados, havia um equipamento de escuta disfarçado de chaleira e também túneis subterrâneos debaixo das camas.

Não poderia deixar de comentar sobre as belas secretárias do comandante Klink Helga (Cynthia Lynn) e Hilda (Sigrid Valdis) belas mulheres que enfeitavam o ambiente (elas davam informações confidencias ao Hogan e foram suas namoradas).

Guerra, Sombra e Água Fresca ousou ao subverter um tema muito pesado da história da humanidade transformando-o numa sátira leve, despretensiosa e muito inteligente.

Só que pouco tempo depois houve uma fatalidade com o ator Bob Crane (Coronel Hogan), pois ele foi assassinado. Conhecido por ser um tremendo mulherengo a possível causa de sua morte deve ter sido pelo envolvimento com alguma mulher (no popular foi morto por um corno traído).

Infelizmente até hoje o crime não teve solução, mas em 2001 seu filho lançou um livro. E nele contém imagens de seu pai com várias mulheres praticando orgia (ô, louco meu!).

Confira a galeria abaixo algumas séries que marcaram os anos 80

A Feiticeira a-bela-e-a-fera a-extraterrestre a-gata-e-o-rato agente-86 aguia_de_fogo

a-ilha-da-fantasia alf-o-eteimoso ark_2 arnold as-aventuras-de-BJ as-panteras As-Supergatas automan banana-splits benson caras-e-caretas casal20 THE LONE RANGER, Clayton Moore and Jay Silverheels chapolin chaves chips Daktari daniel-boone esquadrao-classe-a familia-do-re-mi farofino flipper fuga nas estrelas galactica Nicholas Hammond Poses As Peter Parker, 'The Amazing Spiderman' Homem-de-6-milhões-de-dólares jeannie Joe_90 jornada-nas-estrelas kung-fu macgyver magnum manimal miami-vice missão-impossivel W70 69 mulher eletrica e garota dínamo mulher_maravilha Mulher-Bionica na mira do tira o_gordo_e_o_magro O_Homem_do_Fundo_do_Mar o-barco-do-amor o-elo-perdido o-incrível-hulk o-menino-e-o-gigante Os batutinhas os monstros os-três-patetas os-waltons Perdidos no espaço Poderosa ìsis Primo_Cruzado punky, a levada da breca rin-tin-tin shazam sitio-do-picapau-amarelo super heroi americano superman-george-reeves super-maquina super-vicky swat Previews November LoTG ad.indd thunderbirds tiro-certo Trovao-Azul tunel do tempo viagem-ao-fundo-do-mar

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Xerife Lobo

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A Feiticeira

O nome original é Bewitched e foi ao ar em 13 de setembro de 1964, pela Rede ABC, nos Estados Unidos.

A série contava a história do casal James e Samantha tudo seria bem comum se não houvesse algo inusitado, pois Samantha (ou Sam para os íntimos) era uma bruxa que decidiu viver entre nós meros mortais.

O principal charme de A Feiticeira era a forma como Sam fazia uso de seus poderes “balançando” o nariz. A verdade era que Elizabeth Montgomery  mexia com a boca dando esta impressão que ficou marcante para todos que assistiam a série.

Na história o publicitário James Stephens levava  uma vida normal trabalhando com Larry Tate (David White) na agência “McMann & Tate”, até casar-se com Samantha ( Elizabeth Montgomery) e descobrir que ela possuía dons mágicos. Mais James preferiu ignorá-los e impôs que Sam vivesse como uma pessoa normal (e exigindo assim que jamais usasse seus poderes para ajuda-lo com seus problemas).

Sam até que tentava mais quando James não estava vendo fazia uso dos seus poderes para consertar ou arrumar alguma coisa.

A parte mais engraçada era justamente ver a família de Sam, que não aceitava que ela vivesse como uma simples mortal, fazendo aparições na casa da família.

Os problemas geralmente aconteciam quando os parentes de Sam iam visita-la principalmente com sua mãe Endora (Agnes Mooread). Ela é a sogra que ninguém gostaria de ter, pois era uma verdadeira “bruxa” e não digo apenas no sentido literal.

Endora além de não ter aceitado o casamento da filha. Era chata, resmungona e mal-humorada (causando grandes problemas para James). A bruxa má foi casada com Maurice (pai de Sam) que sempre aparecia fazendo citações de algum autor do passado.

Eu me divertia muito com a Tia Clara (Marion Lorne), uma bruxa bem idosa, mas  com boas intenções que sempre errava nos encantamentos. E também com o Tio Arthur (Paul Lynde) que adorava fazer bastante palhaçada.

Samantha tinha uma prima muito doida e bastante sensual, a Serena, que na verdade era própria  Elizabeth Montgomery quem a interpretava.

Apesar destes parentes totalmente loucos ainda tínhamos o Doutor Bombay (Bernard Fox), o médico bruxo da família. E eu quase ia me esquecendo dos vizinhos, o Sr. Abner Gravitz, um aposentado meio desligado que só ficava assistindo TV ou lendo jornal e sua esposa Gladys, uma terrível fofoqueira que ficava bisbilhotando a vida dos seus vizinhos.

A Sra. Gladys sofria no meio das confusões, pois devido a sempre ficar tomando conta da vida alheia presenciava algo estranho, mas não sabia o que tinha visto (chamando sempre seu marido para ver também).

Sam e James tiveram dois filhos Tabatha, que possuía poderes mágicos como sua mãe e Adam que nasceu mortal igual ao pai.

Só pra constar, James foi interpretado por dois atores. Dick York durante as cinco primeiras temporadas e Dick Sargent nas três últimas.

A Feiticeira ficará guardada na minha lembrança, porque Sam era uma esposa dedicada e carinhosa que tinha poderes mágicos. E  mesmo com seus parentes amalucados haviam momentos divertidos que faziam-nos acreditar que “magia” podia realmente existir.

2

Em 2005 tivemos um remake, A Feiticeira: O Filme, com direção de Nora  Ephron. Nele temos a bela Nicole Kidman interpretando Isabel Bigelow, uma feiticeira que decide mudar da casa de seu pai mulherengo (Michael Caine) e viver como uma pessoa normal sem poderes, em San Fernando (Califórnia).

Tudo ia muito bem até ela conhecer Jack Wyatt (Will Ferrell), um astro de cinema que estava decadente. E como não estava suportando mais isso, teve uma grande inspiração para voltar ao topo, fazer o remake da famosa série dos anos 60 A Feiticeira(faltava apenas uma atriz).

Ao encontrar Isabel por um acaso ficou tão encantado com ela e a convidou para fazer o papel de Sam. E aproveitando-se de sua influência no estúdio queria que a série girasse em torno dele (para brilhar mais que a atriz principal).

O filme é uma forte crítica ao ego de vários artistas e também a esta mania que Hollywood tem de remexer no passado. Pegar velhas fórmulas que fizeram sucesso para poder então apresenta-las para um novo público. É óbvio que é apenas pra ganhar uns dólares, pois a maioria dos remakes fica bem abaixo do material original.

A parte mais interessante mesmo em A Feiticeira: O Filme é que rende momentos inesquecíveis somente quando fazem as cenas da antiga série, pois mesmo Nicole Kidman estando excelente. Will Ferrell ficou muito chato, totalmente abaixo, do que vemos em seus outros filmes.

É um filme mediano tipo Sessão da Tarde que pode ser visto uma única vez que já está muito bom.

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Desenho Antigo

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Batfino

A animação surgiu como uma paródia da famosa série televisiva do Homem-Morcego criada por Hal Seeger em 1967.

Como sua produção foi feita as pressas seus cenários eram reutilizados de maneira econômica (repetindo várias cenas idênticas ao longo dos episódios). Um fato comum em várias produções antigas.

Lembro que na introdução as balas perfuravam uma parede formado o nome do herói.

Desta vez temos o morcego Batfino que tinha Karatê como seu fiel ajudante (um grandalhão mestre nas artes marciais).

A marca registrada do herói era seu sonar-radar que auxiliava bastante na luta contra o crime ao emitir um BEEP! BEEP! Que ia e voltava mostrando a localização dos vilões.

Engraçado era que os vilões podiam ver o beep e ficavam muito assustados quando descobriam que o herói estava em sua cola.

Batfino ainda  usava sua capa como um escudo á prova de balas dizendo seu famoso bordão: “suas balas não me atingem,  minhas asas são como uma couraça de aço.”

E elas também agiam como asas livrando-o da morte ou de vários outros perigos.

Estranho era notar que apesar de dizer isto o herói trazia uma lata de removedor de manchas para mantê-las sempre brilhando.

Karatê além de ser bom de briga era o motorista do Batilac – um automóvel cor-de-rosa (com asas de morcego) que a dupla usava para se locomover. Dizem as lendas que no motor havia um plutônio thermo-nuclear (ao qual Karatê se referia como uma bomba).

O desenho contou com 100 episódios de 5 minutos de duração que acabou gerando um grande sucesso na época.

O Chefe era seu consultor (uma espécie de Jim Gordon)  informando a dupla de recentes crimes na cidade através de uma ligação de vídeo direto para a caverna do herói.

A dupla tinha em seu maior arqui-inimigo o vilão Hugo-A-Go-Go que sempre aparecia em seu laboratório (criando algo para derrotar o herói) e então dominar o mundo.

Além de conseguir fugir todas as vezes que era preso Hugo pra fazer alguma tramóia no episódio seguinte  (ainda conversava com o narrador). Havia também Ernie Orelhudo que como o nome já diz tinha orelhas grandes dando-lhe a capacidade de ouvir combinações de cofres.

Ultra-Sônico que ao passar pela cidade com seu avião quebrava todas as vidraças para depois vender os vidros como peças de reposição e Fatman que estranhamente assaltava clubes para gordos.

Como era uma cópia deslavada de Batman o herói se via preso numa situação fatal. Enquanto a ação parava o narrador perguntava algo importante será que o herói escaparia daquela enrascada?

Durante os anos 1980 o nostálgico desenho foi visto por aqui quando era exibido pela Rede Record.

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