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Superman: Através dos Tempos

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Superman – Bob Holiday – 1966

Dos vários atores que já interpretaram o herói este eu não conhecia. E para reparar este erro pesquisei rapidamente na internet. Pena que infelizmente não havia muita coisa.

Ele foi o protagonista da peça “É um pássaro, é um avião … é o Super-Homem!”, de 1966 que estreou na Broadway e teve 129 apresentações.

Foi um musical bem humorado, onde Superman passa por várias sessões com um psiquiatra, que diagnosticou um complexo de inferioridade enorme no super-herói.

O ator e cantor Bob Holiday nasceu em 1933, e realizaria ainda várias apresentações relacionadas ao ídolo dos quadrinhos.

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Artista

John Byrne

Ele é o meu artista favorito de todos, pois foi com seu estilo dinâmico que comecei a ler o kriptoniano. Eu tinha 12 para 13 anos quando saiu a reformulação do Homem do Amanhã após a maxissérie Crise nas Infinitas Terras.

A edição Super-Homem  n° 38 trazia “Sob os Raios da Aurora Verde” com argumento e arte de Jonh Byrne e arte final de Dick Giordano, recontando a origem do maior de todos os super-heróis.

Já na primeira edição fomos apresentados a um planeta Krypton frio e científico, bem diferente do que era conhecido pelos leitores até então, com uma sociedade fechada e isolada. Conhecemos Jor-El e Lara (os pais biológicos de Kal-El) e o dilema de enviar seu filho, ainda um embrião pra a Terra. Na época achei muito impactante e passei a usar a mesada que meu pai me dava pra comprar todo mês uma revista do Super-Homem.

O Super de Byrne era totalmente diferente, pois não voava atravessando a barreira do tempo e também não era nenhum gênio científico.

Essas mudanças vieram com a afirmação que Kal era o único sobrevivente de Krypton e foram um sucesso tremendo. Além do fato que havia sumido com o Superboy e a Supergirl deixando milhares de fãs atônitos.

A releitura de Byrne foi tão profunda que mexeu no status quo da relação que havia entre o Azulão e o Homem-Morcego. Se antes eles eram amigos com a mudança divergiam na maneira de combater o crime.

Havia até uma desconfiança mútua que lentamente foram modificando através dos anos.

Lois Lane continuava atrás do Super-Homem, mas para ter matérias exclusivas sobre o herói. E foi um momento marcante quando Clark surgiu do nada com a “Reportagem do Século”, deixando-a com muita raiva dele por um bom tempo.

Na concepção do artista Lex Luthor não eram ais aquele cientista do mal, tipo o que havia no desenho dos Super Amigos. Ele tornou-se um executivo de sucesso que mantinha negócios escusos por debaixo dos panos (melhor impossível).

O legado de Byrne foi criar a vilã Magpie e tornar o Azulão mais aceitável, pois se antes era tido como um “deus” durante a revitalização foi transformado num herói mais “humano”.

Logo me tornei fã de Byrne, pois passei a acompanhar seu trabalho na Marvel com o Quarteto Fantástico aonde o grupo tinha aventuras por vários cenários diferentes: dos confins do espaço sideral ao centro da Terra; do mundo dos sonhos; á Zona Negativa; do passado ao futuro.

 Mulher-Hulk  aonde suas aventuras solo eram marcadas pela comédia, com um tratamento diferenciado no qual Jennifer Walters sabia ser uma personagem de quadrinhos e ficar se comunicando com os leitores o tempo todo, bem como com o próprio Byrne. Sua forma de apresentar a heróina engraçada e ao mesmo tempo sensual foi uma das melhores coisas que já pude ler.

Sem esquecer de Namor que ganhou a  primeira revista solo em décadas e Byrne explorou o personagem de um modo diferente: atuando como um empresário em prol da preservação dos mares. Outro bom trabalho sem o merecido sucesso.

Também tive o privilégio de ler o Gigante Esmeralda. Byrne definiu que o Hulk surgiu cinza e só depois tornou-se verde (assumindo um problema de colorização na primeira edição da revista do monstro, em 1962), criou os Caça-Hulks, separou Bruce Banner do Golias Esmeralda algo que acarretou um enorme problemas para os dois e casou o cientista com a velha namorada Betty Ross. E ainda pôs o monstro em fúria cega e assassina contra todos os Vingadores.

John Byrne é o melhor artista dos anos 1980 seu maior talento consiste em transformar para melhor qualquer personagem em que põe as mãos. Com o acréscimo dos anos fui adotando outros artistas ao rol dos meus preferidos, mas Byrne terá um lugar cativo pra mim eternamente.

Confira na galeria abaixo alguns trabalhos de John Byrne que garimpei na web

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Imagens

Super-Homem

Você já deve ter visto esta clássica  imagem acima, não é? Mais pra quem não conhece, ela é a mais emblemática da maxissérie Crise nas Infinitas Terras, que redefiniu o UDC na década de 1980.

No entanto esta não é única, pois a imagem original surgiu em Space Adventures #24 (julho de 1958).

Podemos constatar que ao longo dos anos surgiram várias versões homenageando a edição com os personagens: John Carter, Surfista Prateado, Lois Lane, Batman, Hulk, Nuclear, Star Wars entre outros

Veja na galeria de imagens abaixo sobre o que estou comentando

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Superman: Através dos Tempos


Super-Homem: A Série Animada – 1996

Após reinventar com sucesso a mitologia do Batman e transformá-lo em algo inesquecível a equipe criativa de Bruce Timm. Teve a imensa tarefa de atualizar o maior de todos os super-heróis.

A cena de abertura vinha montada com vários episódios costurados e a música incidental é maravilhosa destacando aquele clima de heroísmo e dando uma curiosidade pro que viria a seguir.

Superman: A Série Animada conseguiu misturar o estilo clássico que ficou consagrado pela excelente versão de Max Fleischer (pra mim uma das melhores já feitas com o Azulão de todos os tempos). E recriar algo novo, pois podemos dizer que as aventuras não se situam nos anos 40.

Outra diferença entre as aventuras do Homem-Morcego e as que vemos no kriptoniano é a mudança do tom das cores. Enquanto a primeira evocava o lado sombrio, detetivesco e dando um tom de realidade característico do Morcegão.

Por outro lado há mais brilho tanto em Metropólis, nos cenários, composição dos personagens e no aspecto geral da série bastante colorida.

Para nos conectar com a tragédia de Krypton o primeiro episódio nos mostra as últimas horas de vida no planeta. Temos a descoberta de Jor-El, a renúncia do Conselho em acreditar na sua descoberta, a traição de Brainiac e o principal a decisão de salvar o pequeno Kal-El.

É claro que a destruição do planeta já havíamos visto antes no filme de 1978, mas a forma como foi mostrada com mais ênfase na relação familiar. E pra piorar Jor-El e Lara tendo que tomar aquela grande decisão, é muito triste.

A viagem de Kal-El pra Terra e a descoberta de seus poderes como algo que não queria é simplesmente muito complicado, porque ele ansiava ter uma vida normal. Mesmo de forma rápida temos uma apresentação dos personagens da vida simples em Smallville (como Lana Lang e Peter Ross).

Jonathan e Martha formam aquele casal consciente da educação e formação moral de importância crucial na vida de Clark Kent (sendo sempre seu porto seguro para desabafar e conversar). Isto mostra que mesmo tão poderoso ainda há um homem por detrás daquele ser tão imponente.

Ver o Super-Homem voando sempre foi o que mais gostei nesta versão, porque é como se fosse algo suave mais simples e ao mesmo tempo poderoso.

A personalidade tanto de Clark quanto de Super-Homem foi o que fizeram de melhor nesta série. Clark não possui aquele trejeito abobalhado que se tornou comum há algum tempo atrás, pois é um repórter obstinado que corre atrás da matéria que deseja.

Enquanto o Super-Homem não se tornou aquele escoteiro bobão tipo bom moço mudando para alguém de atitude forte e com um toque misterioso (na maioria das vezes saindo sem falar nada).

A vida de Clark Kent em Metrópolis teve um maior destaque  tanto como repórter investigativo ou  possível interesse amoroso pra Lois Lane que mesmo ainda interessada no Homem do Amanhã não ficava atrás dele o tempo todo.

Conseguiram também mostrar mais do Perry White como um editor exigente que bota sua equipe atrás das matérias e Jimmy Olsen largou aquela infame gravata borboleta para ter uma aparência mais condizente com um jovem.

O principal arqui-inimigo é Lex Luthor evocando a versão feita por John Byrne, mas surgem outros como o supercomputador Brainiac (que também veio de Krypton).

Na verdade o vilão veio do planeta Colu, porém simplificaram e deram objetividade para o ódio que havia entre Jor-El e o robô transferindo para Kal.

Aqui temos uma variedade de vilões ao longo dos episódios como Metallo, um dos poucos que conseguem fazer frente pro herói com aquele coração de kriptonita. E o Parasita também é outro que dá muita dor de cabeça roubando energia do Azulão.

Ainda tivemos Darkseid infernizando o Super sempre que podia, Livewire que surgiu na série e depois foi incluída na continuidade (se não me engano com Volcana também foi assim), o Homem dos Brinquedos, um lunático muito estranho e Lobo que encheu a paciência num episódio duplo.

Pra não dizer que somente o Super era o único herói nesta versão tivemos participações do Sr. Destino, Lanterna Verde (Kyle Rayner), Aquaman, Batman até rolou um lance com Lois Lane que descobriu a identidade do Morcegão.

Com o Flash teve aquela história de saber quem é o homem mais rápido do mundo algo que já acontece há décadas nos gbis. E também participações tanto do Aço quanto da Supergirl.

Se não me engano uma versão futurista deste Azulão participou de alguns episódios de Batman do Futuro (a série terminou em 2000 num total de 65 episódios).

Super-Homem: A Série Animada foi a melhor adaptação do herói feita até aquele momento que abriu caminho para a chegada da impressionante Liga da Justiça.

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Superman: Através dos Tempos

Super-Homem – Ruby-Spears – 1988

O desenho foi ao ar pela Rede CBS e foi produzido pela Ruby-Spears Productions.

A intenção era coincidir com o aniversário de 50 anos do Homem de Aço. Na mesma época o seriado live-action do Superboy também estreava na telinha.

A produtora é bastante conhecida por diversos outros desenhos que marcaram a criançada dos anos 70 e 80 (como esse humilde comentarista). Desenhos como Thundarr, O Bárbaro, Buggy, a jato, Homem Elástico, Mr. T, Alvin e os Esquilos, de 1983.

Podemos notar que a abertura homenageia tanto a versão de George Reeves, quanto do Christopher Reeve com a trilha sonora de John Williams (um pouco modificada).

A parte interessante fica por ter como referência a reformulação do herói feita por John Byrne, pois temos Lex Luthor usando anel de kriptonita, um magnata corrupto igualzinho ao dos gibis. Infelizmente o vilão não podia ser preso (por falta de provas).

Lex tinha um relacionamento amoroso com Jessica Morganberry, a personagem foi criada pro desenho e sua inspiração veio da Senhorita Tessmacher do filme, de 1978.

A versão da Ruby-Spears apresentou outros vilões como Cybron, um cyborg futurista (parecido com Brainiac), o Caçador, uma fera criada pelo General Zod para exterminar o Azulão e Morpheus, um cientista que conseguiu a façanha de retirar os poderes do herói.

Outros coadjuvantes importantes das histórias do kriptoniano também marcaram presença como Perry White, Jimmy Olsen e Lois Lane.

Definitivamente o que me marcou nesta versão foi o Álbum de Família do Superman, no qual  ficávamos sabendo sobre a vida de Clark (desde criança até virar adulto).

Como curiosidade o artista Gil Kane foi quem fez o design desta versão e também Marv Wolfman participou da produção.

Pra fechar o episódio mais lembrado desta versão é aventura que o Super-Homem uniu forças com a Mulher-Maravilha para frustrar os planos de uma feiticeira que dominou a Ilha Paraíso.






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Super-Homem – O Homem de Aço (The Man of Steel) John Byrne – 1986 

Pra mim na época não fazia ideia da dimensão da importância desta HQ, mas gostei da arte de John Byrne e todo mês passei a comprar um gibi do Super-Homem. Antes disso meu primeiro contato com o Super nos quadrinhos foi numa HQ aonde ele era dividido em dois por um casal de feiticeiros se não me engano com arte de Gil Kane.

John Byrne é um grande escritor e desenhista, na época um dos mais prolíferos contadores de histórias (e ainda tinha como arte-finalista Dick Giordano).

Byrne sempre teve a fama de fazer mudanças radicais nos personagens que punha as mãos e com o Super não foi diferente. Apesar de descartar a existência do Superboy e da Supermoça e outros personagens da mítica do herói. 

Foi com Byrne surgiu a afirmação de que “Superman nunca foi Superboy”, pois em sua versão Clark Kent vestiu o uniforme somente quando adulto.

Algo complicado pra mim que começava minha carreira de leitor nesta época, porque logo depois de Crise nas Infinitas Terras (uma série bombástica aonde conheci vários heróis), comecei com este renovado Superman.

Nesta época eu já conhecia um pouco do Super Pré-Crise, que podia voar ultrapassando a barreira do tempo, ficar sem respirar no espaço por um longo período entre outras coisas clássicas e conhecia o Superboy também.

O Superman Pré-Crise era praticamente um deus e Byrne humanizou o kriptoniano tornando-o mais aceitável. Foi com a influência do Superman de Chris Reeve e do Super de John Byrne que passei a me tornar um fã de quadrinhos e hoje em dia tenho orgulho.

Ao final da maxi-série Crise nas Infinitas Terras, todo o Universo DC, agora “condensado” em uma só Terra (antes haviam várias delas), foi totalmente reformulado, alterando origens e as recontando para uma nova geração de leitores.

A edição já começa em Krypton com Jor-El descobrindo o motivo que levou a sociedade kriptoniana a entrar em colapso. Então Lara e ele acabam constatando a terrível verdade e tendo como único recurso enviar Kal-El para o longínquo planeta Terra (Lara estava horrizada).

Enquanto o planeta exlpode o foguete do pequeno Kal-El singra pelo espaço (logo há um lapso de tempo).

É quando vemos Jonathan contar pro Clark que foi encontrado num foguete e o rapaz fica atônito com a revelação.

Outra parte importante é que a medida que Clark ia crescendo seus poderes ao mesmo tempo iam se desenvolvendo.

Nesta época Smallville ainda era conhecida por Pequenópolis (aqui no Brasil).

Martha fez o traje, enquanto Jonathan inventou o visual nerd do novo Clark Kent.

O primeiro encontro com Lois Lane foi na comemoração do aniversário  da cidade de Metrópolis. Houve um acidente durante a apresentação do ônibus espacial e como Clark estava na multidão agiu de impulso (ele fica encantado com Lois e o sentimento é recíproco).

Lois Lane tenta uma entrevista com o Superman, mas é Clark quem começa a trabalhar no jornal Planeta Diário. Há até uma certa inveja de Lois por causa desta matéria sempre lembrando-o que roubou dela.

Como curiosidade é aqui que adotam o nome original da jornalista, pois no pré-Crise seu nome era Miriam Lane.

Lex Luthor é o maior empresário e o homem mais poderoso de Metrópolis. Até o surgimento do Homem de Aço na cidade deixando o careca furioso de tanta raiva.

Lex tenta transformar o Azulão em seu empregado e põe a nata da cidade como refém numa situação de risco de propósito (apenas pra chamar a atenção do herói). O empresário é preso, mas logo em seguida sai da cadeia começando seu ódio para destruir de qualquer maneira o Super-Homem.

O cientista Doutor Teng clona o Azulão e a experiência sai pela culatra e temos como resultado temos uma nova versão pro vilão Bizarro,um clone mal feito do herói. Ao usar algumas lembranças de Clark, Bizarro vai atrás de Lois e o confronto de ambos faz retornar a visão de Lucy Lane, irmã de Lois.

O primeiro encontro de Batman e Superman aonde resolvem um caso no museu (aparecimento da vilã Magpie). Os Melhores do Mundo estabelecem um respeito mútuo, algo bastante diferente da amizade que existia no período Pré-Crise.

E por último o Super-Homem descobre sua herança kriptoniana (sendo através de um holograma que Jor-El lhe revela a verdade). Tudo faz parte de suas lembranças, pois ao decidir deixar Pequenópolis contou toda a verdade pra Lana (que sonhava casar com ele).

 O grande êxito da passagem do artista pelas páginas do Azulão. Foi reconstruir seu status quo de uma maneira que tornasse o Homem de Aço mais acessível pra geração de leitores que a editora queria angariar.

Foi assim que em 1986,John Byrne  recriou a mitologia do Superman para uma nova DC e, logo depois criou uma nova série mensal (Superman) que durou até 2006, com 226 números publicados.

Alguns elementos desta reformulação tornaram a ser alterados com o passar dos anos, principalmente na mini-série O Legado das Estrelas, que recontou mais uma vez a origem do herói.

Mas a grande maioria dos leitores adotaram a versão de John Byrne como a oficial, considerada por muitos, a melhor reformulação do herói produzida até hoje.

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Super-Homem – Super Amigos (Hanna-Barbera)

“Mais tarde na Sala de Justiça…”

Foi a produção da Hanna-Barbera que teve a maior duração televisiva exatamente de 1973 até 1985.

Na primeira versão de 1973 tínhamos: Mulher-Maravilha, Robin, Batman, Aquaman e Super-Homem. A equipe era auxiliada pelos aspirantes a heróis Marvin e Wendy, uma sobrinha de Bruce Wayne e também pelo Cão Maravilha (cópia descarada do Scooby-Doo).

Os adolescentes não tinham nenhum superpoder e sempre os  heróis tiravam eles de alguma encrenca. Geralmente cada episódio mostrava um herói de plantão no monitor da Sala de Justiça para atender um chamado e agir quando fosse necessário.

O desenho foi inspirado na Liga da Justiça dos gibis, mas tiveram que mudar o nome para Super Amigos (a fim de evitar disputas judiciais).  E principalmente como era destinado ao público infantil retiraram boa parte da violência que existia nos quadrinhos.

Super Amigos contava com o design do famoso artista Alex Toth que ficou consagrado também pelos desenhos: Space Ghost, Os Herculóides e Jonny Quest.

Esta versão do Azulão apesar de ser muitíssimo forte gritava sempre: “Santa Escócia” e nunca podia estar perto de uma kriptonita, pois poderia morrer (infelizmente era assim).

Quando a primeira versão foi cancelada a emissora repetia Super Amigos numa forma editada com o sucesso da audiência fizeram uma nova versão da equipe. Resultando em The All-New Super Friends Hour desta vez os adolescentes saíram para dar a vez pros Super Gêmeos: Zan e Jayna e seu engraçado macaco de estimação Gleek (outra cópia do Blip, de Space Ghost).

A formação também mudou, pois havia outros integrantes como: Lanterna Verde, Homem-Águia (ou seja Gavião Negro), Mulher-Águia (Mulher Gavião), Rima e Átomo (Eléktron).

Só que os  melhores heróis foram criados para integrar a diversidade étnica dos EUA e fazer um “tipo politicamente correto” com a inclusão do japonês Samurai, o afro-americano Vulcão Negro e o índio Chefe Apache (personagens que eu adorava quando moleque).

Alias está aí uma coisa bastante interessante, porque esses personagens clássicos foram homenageados no desenho da Liga da Justiça, de Bruce Timm.  Os Ultimen, foram criado por Maxwell Lord para evitar os possíveis excessos da Liga da Justiça.

Compõe o grupo Wind Dragon (baseado no Samurai), Grande Sombra (baseado no Chefe Apache), Downpour (baseado no Zan), Shifter( baseada na Jayna), Juice (baseado no Vulcão Negro).

No episódio Injustiça para todos há também uma homenagem pro Super Gêmeos em forma de estátua.

Continuando, em 1978 tivemos o clássico O Desafio dos Super Amigos, no original The Challenge of Super Friends.

Desta vez também estavam na equipe: Anel Energético (Lanterna Verde), Relâmpago (Flash), El Dourado e Arqueiro Verde.

Tiveram a grande ideia de retirar os Super Gêmeos para dar ênfase a uma equipe com os piores inimigos da Liga nos gibis.

A Legião do Mal era comandada pelo careca do Lex Luthor, no entanto a parte mais interessante é que sua base parecia o capacete do Darth Vader e ficava escondida num pântano.

Na equipe dos vilões ainda tínhamos: Bizarro, Sinestro, Capitão Frio, Brainiac, Giganta, Solomon Grundy, Cheetah, Grodd, Espantalho, Homem-Brinquedo e Arraia Negra (quando tudo dava errado eles sempre fugiam pra arquitetar outra maldade).

Em 1985 veio última versão intitulada apenas de Super Amigos e pra mim é a melhor de todas, pois se aproximou mais ainda do que havia nos gibis. Super Powers Team: Galactic Guardians mantinha o Lanterna Verde e Flash fixos na equipe.

A grande diferença estava pelo surgimento de dois heróis que faziam um relativo sucesso nos quadrinhos da época. Um era o Cyborgue dos Novos Titãs e Tempestade (na verdade Nuclear).

Pra quem assiste atualmente os Super Amigos é recheado de furos como as fraquezas dos heróis, as falas totalmente infantis, mostrar sons no espaço e outros como falar no que vai fazer para depois fazer exatamente aquilo.

Mais fez a felicidade de muito marmanjo que se lembra com nostalgia quando vê algum vídeo no Youtube.


 

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