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Cosplay Girl

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Nesta impressionante galeria abaixo você irá encontrar as melhores modelos cosplayers desfilando vestidas dos personagens que mais gostamos.

Contemple Mulher-Maravilha, Supergirl, Aquawoman, Amy Wong, Chun-Li, Lara Croft, Lola Bunny entre várias outras.

Há também versões femininas de Lanterna Verde, Robin, Flash, Capitão Frio, Speed Racer, Coringa e mais alguns

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Cosplay Girl

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Miss Marte

A Caçadora de Marte é uma heroína muito poderosa, mas o que realmente despertou meu interesse nela é a sua simpatia (e seu modo leve de vivenciar aqueles momentos tão simples do cotidiano).

Confira na galeria abaixo algumas modelos cosplayers que homenageiam não apenas Miss Marte, mas também temos: Supergirl, Batgirl, Mulher Maravilha, Poderosa, Zatanna, Artemis, Lanterna Verde entre várias outras.

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Artista

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Mitch Foust

É um mestre das mulheres fantásticas com feiticeiras, guerreiras e outros personagens místicos, mas também podemos notar em seu trabalho algumas de nossas personagens preferidas.

Apreciando sua arte constatei que o artista imprime sensualidade de uma maneira bastante simples transformando aos nossos olhos como se fosse algo natural.

Na galeria abaixo temos: Sonja, Vampirella, Supergirl, Vampira, Feiticeira Escarlate entre várias outras. E veja também o seu  maravilhoso Deviantart.

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Baroness

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Bergdis

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Batman: Através dos Tempos

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Batman: O cavaleiro das Trevas 2

A primeira minissérie foi tão revolucionária pro mundo das HQs que chamou até atenção da mídia que não era especializada no assunto (jornal e TV).

Então quinze anos depois quando anunciaram a continuação era como se uma bomba estremecesse tudo novamente e pipocaram os mais variados comentários. Os fãs aguardavam ansiosamente pelo que presumíamos ser outro sucesso arrasador.

Lembro que na época criticaram muito Lynn Varley pelas cores computadorizadas. Eu considero até um trabalho criativo, mas a primeira versão foi tão marcante e influente, tanto pra mim quanto pra milhares de outras pessoas, que comparações é que não iriam faltar.

Na história somente três anos haviam se passado desde que Batman “morreu” (aparentemente tudo estava calmo e em paz).

O governo fez as pessoas acreditarem que o mundo tornou-se um lugar melhor, mas em contrapartida retirou todos os direitos da população. E o Morcegão aguardou o momento de retornar mostrando que ainda há muita sujeira e imperfeições no mundo.

Bruce readquiriu a forma e esteve treinando bastante nesse tempo. Podemos notar que Batman age gostando do que está fazendo e isto é impressionante, pois trata-se de um homem de 63 anos de idade (algo que não é pra qualquer um).

Logo no inicio vemos Jimmy Olsen reclamando na TV do presidente Rickard (um fantoche digital de Lex Luthor). Notamos que a preocupação em criticar a política norte-americana ainda continua sendo a principal linha narrativa da HQ.

O mundo vive sob um estado fascista e totalitário disfarçado, mas o velho Olsen pergunta pelo sumiço dos heróis.

Numa cena um homem luta no mar contra um enorme monstro e ficamos sabendo que trata-se de Ray Palmer, vulgo Eléktron, que estava confinado numa Placa de Petri.

Carol Kelley cresceu deixando o manto de Robin e assumindo a alcunha de Moça-Gato (foi ela quem salvou o diminuto herói que ficou preso por 2 anos).

Então numa instalação de fornecimento elétrica é invadida pela Moça-Gato, Eléktron, e os Batboys, os novos agentes do Morcegóide, pra salvar o Flash (Barry Allen).

O velocista ao notar que estava livre revela que iriam matar Íris, porém Carol diz que ela está bem. Há uma conspiração  governamental que prendeu os heróis usando seus entes queridos como barganha.

O Homem-Borracha é tão magnífico quanto louco quando sai de seu confinamento (trazendo de novo aquela velha discussão sobre quem é melhor Dibny ou O’Brien).

O gibi preocupa-se em mostrar o retorno das lendas da Liga da Justiça, só que em suas versões da terceira idade, pois temos Superman, Lanterna Verde, Homem-Elástico, Questão, Arqueiro Verde, Homem-Borracha, Capitão Marvel, numa versão mais velha que lembra o Tio Dudley e Mulher Maravilha (que não envelheceu nada).

Aqui temos o motivo do Azulão ter virado escoteiro do governo na primeira versão (não foi por livre e espontânea vontade como imaginávamos).

Kal-El está sendo chantageado por seus maiores arqui-inimigos, Lex Luthor e Brainiac, que estão de posse da cidade engarrafada de Kandor, um clássico na mitologia do herói.

São milhões de vidas kriptonianas sendo ameaçadas de morte e é por isso que ele agiu daquela maneira.

Sem sombra de dúvidas o que ficou realmente marcante pra mim nestas edições foram as cenas de sexo protagonizadas por Kal e Diana.  O negócio estava tão eletrizante que provocou terremoto, maremoto e outros problemas climáticos inimagináveis ao redor da Terra.

Outra coisa marcante foi Lara, a nova Supergirl, filha deles que esteve escondida com Diana em Themyscira. Ela tem as características de ambos, pois é tão poderosa quanto Kal e uma personalidade marcante de guerreira de Diana.

Houve dois momentos que realmente cheguei a ficar assustado um foi com Sartúnia aquela menina que podia prever o futuro e a segunda foi com as revelações  de Dick Grayson que trouxe a tona todas aquelas acusações de homossexualidade sempre perseguem os personagens (sinistro).

Em Batman: O Cavaleiro das Trevas 2, a arte de Frank Miller teve um declínio enorme nestas edições ficando mais estilizada, fluida e caricatural (de uma maneira bastante exacerbada). Todo mundo tem o direito de errar na vida até mesmo Frank Miller (não é atoa que choveram reclamações).

Só que o roteiro ataca além da politica que é algo óbvio, fala da exposição feminina na TV (exemplo das  Supergatas). Se não me engano, a notícia nua, foi algo que havia na TV gringa onde repórteres ficavam sem roupa pra dar noticias (pena que essa moda não fez sucesso por aqui). O artista critica até o próprio mercado americano dos quadrinhos.

Encontramos também  referências a vários personagens como Batmirim, E. Neuman (da Mad), pessoas reais como Elvis Presley ou o Papa João Paulo II.

O uniforme que o Super está usando é o da versão de cinema feita pelo Fleischer Studios, em 1941.

O Batmóvel também é uma versão do Studebaker da década de 40 (que tinha rosto e asas de morcego) entre outras peculiaridades.

Se na saga original havia uma violência levada mais pro sentido psicológico. Nesta o contexto é totalmente diferente, pois as lendas morrem de jeito trágico e a violência é brutal.

O embate de Bruce contra Kal na Batcaverna é muito superior do que havíamos visto antes, pois temos a presença do Flash, Arqueiro Verde e Eléktron deixando o Homem do Amanhã em frangalhos (lá no fundo do poço como nunca tínhamos presenciado antes).

O que me empolgou foi a sequencia final quando Lex esmurra com vontade Batman “pensando” que havia triunfado. Bruce demonstra porque é o melhor estrategista da Liga (é fantástico!).

Geralmente as pessoas falam tão mal desta HQ apenas, porque se prendem demais a saga original, mas devemos vê-la como algo á parte. É claro que se ficarmos apenas comparando não poderemos nunca apreciá-la (da maneira como se deve).

Frank Miller consegue fazer algo ímpar com tanta informação mostrada em cada edição ou em cada cena, mas obviamente a intenção da história é um retorno as origens do que é ser um herói. Resgatando esta imagem dos personagens que gostamos (e como sua presença é importante pro mundo).

Batman: O Cavaleiro das Trevas 2

Roteiro & arte: Frank Miller

Cores: Lynn Varley

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Artista

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Ebas

Eric Basaldua começou a trabalhar na Top Cow, em 2000. E sua arte chama atenção, pois nos fascina ao representar nossas personagens preferidas de um modo muito, muito  sexy.

Geralmente são olhares lânguidos, posições sugestivas, roupas provocantes e uma dose extra grande de sensualidade.

Confira na galeria abaixo o excelente trabalho de Ebas com: Feiticeira Escarlate, Mulher Maravilha, Witchblade, Psylocke, Aspen, Poderosa, Supergirl, Jean Grey entre várias outras

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Musas de Tinta

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Poderosa

Power Girl foi criada pelo roteirista Gerry Conway e surgiu na edição All-Star Comics # 58, de 1976.

A heroína é simplesmente a Supergirl de uma Terra Paralela. Como sabemos a  Terra-2 é o universo onde habitam as versões originais dos heróis da DC Comics (na versão pré-crise).

O nome da Poderosa é Karen Zor-L e foi enviada ainda bebê  para a Terra assim como aconteceu com seu primo Kal-L. A nave de Kara era muito mais lenta que a do Superman original e por isso demorou muito tempo para chegar até aqui.

Nesse intervalo a garota cresceu dentro da nave num ambiente de realidade virtual. Enquanto isso o Superman  tornou-se um grande herói e quando a nave de Kara chegou ela já estava na fase adulta.

Quando conheceu seu primo ela foi adotada por ele e Lois como se fosse filha do casal. Depois foi treinada pela Sociedade da Justiça tornando-se conhecida como Poderosa e atuando no grupo.

Nesta versão ela e a Caçadora (Helena Wayne) eram novatas na equipe e tornaram-se muito amigas desde então.

Depois adotou o nome civil de Karen Starr e a Sociedade da Justiça lhe ensinou técnicas de computação. Agindo de posse deste conhecimento fundou sua própria empresa de computadores a StarrWare. Ela também foi membro da Corporação Infinito (equipe composta por filhos e protegidos da SJA), porém não atuou muito tempo nela.

Quando a editora fez a limpeza exterminando boa parte do passado de seus personagens (Crise nas Infinitas Terras, em 1986). A Poderosa sobreviveu por estar no início dos Tempos lutando contra a ameaça cósmica denominada Anti-Monitor.

O saldo da saga era que das diversas Terras  que haviam antes restaram somente cinco que estavam se destruindo e foram reunidas numa só. Neste processo alguns heróis de outros universos tiveram suas histórias recontadas mais a heroína não teve esta sorte.

A Poderosa é um poço só de contradição, pois além de ser a única sobrevivente de um universo que deixou de existir. Somente ela  se lembrava da Terra-2 e de seu primo (o grande herói que influenciou todo resto).

Ela amargou algumas histórias ruins ao longo dos anos. A primeira foi logo no Pós-Crise em DC Especial n° 8 – Poderosa, em 1991.

Nesta edição reescreveram sua origem, pois ao confrontar o vilão Garn Daanuth ficou sabendo  que era neta do Mago Árion de Atlântida. Um personagem místico que conheci durante a Crise e que depois sumiu da continuidade (deve ter sido num passe de mágica). Esta história não passou de uma grande mentira, pois ficou ruim demais. E ainda bem que foi esquecida da continuidade da heroína.

Durante a saga Zero Hora ela estava grávida e o bebê nasceu rapidamente tudo passou de um artifício do Mago Árion (que forçou uma gravidez mística) para gerar um bisneto que derrotasse seu inimigo o demônio Scarabus como dizia uma antiga profecia atlante. Atualmente não é dito mais nada sobre o tal filho fato super estranho (felizmente sumiram com esta bizarrice).

Na HQ DC Apresenta # 1- SJA Arquivos Confidenciais, de 2005. Aonde temos uma ligação com Crise Infinita recontando a origem da personagem com roteiro de Geoff Johns e arte de Amanda Conner.

Em “Alucinações Poderosas”, o Dr. Meia-Noite realiza testes com a heroína e ela acaba relembrando da origem contada pelo Mago Árion, em 1991. Após salvar um garoto que fixou o olhar no seu decote ela (só pra variar um pouco).

Ela é atacada pelo por Garn Daanuth novamente, mas nesta edição Poderosa consegue readquirir todas as memórias de seu passado graças a intervenção do vilão Pirata Psíquico (que durante a Crise ficou mais louco do que já era).

SJA Arquivos Confidencias abre o caminho para outros desdobramentos em Crise Infinita, pois Lex Luthor, da Terra-3 é quem estava manipulando o Pirata Psíquico.

A parte interessante é que o roteirista Geoff Johns consegue brincar com o famoso decote da personagem (muito comentado pelos fãs). E consegue realmente mostrar um panorama do que foi abordado sobre a Poderosa durante as décadas.

Numa cena a Poderosa procura a Caçadora e a salva de ser morta pelo vilão Plasmus. E desabafa tudo que vem acontecendo com ela tentando readquirir a velha amizade do passado, mas Helena diz que as duas nunca se deram antes.

A HQ é uma salada misturando tudo aquilo que já foi erroneamente dito sobre a heroína para tentar arrumar e dar um novo sentido para sua vida.

A arte de Amanda Conner transmite um ar de leveza para uma história que até poderia ter sido considerada chata se não fosse o conhecimento do roteirista sobre a continuidade da heroína.

No episódio da série animada da Liga da Justiça temos “Tenebrosa Simetria” a origem da Poderosa foi simplificada, pois foi transformada num clone malvado da Garota de Aço.

Neste episódio a Supergirl tem constantes pesadelos na qual virou uma assassina fria e cruel. Pedindo ajuda encontra apoio no Arqueiro Verde e Questão e juntos desvendam uma conspiração governamental que domina o mundo há bastante tempo.

Se não me engano é uma das primeiras aparições do Projeto Cadmus em Liga da Justiça Sem Limites.

Então descobrimos que Galatea é um clone da prima do Superman que foi alterada geneticamente para ser mais forte. Eu achei que ficou bem melhor do que a explicação clássica, pois estava mais plausível (e a luta entre as duas é o ápice do episódio).

Nestas constantes mudanças de continuidade do UDC a Poderosa tinha tudo pra ficar no limbo, pois a grosso modo surgiu como uma cópia deslavada da Supergirl.

Porém por mais incrível que possa parecer isto nunca aconteceu a heroína. Suponho que talvez seja por sua atitude forte e carisma junto aos fãs. E mesmo com algumas mudanças ruins em sua origem a Poderosa continua sendo uma das melhores personagens femininas da DC Comics.

Confira nesta galeria abaixo algumas imagens da Poderosa que garimpei na web

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Cosplay Girl

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Supergirl

A Última Filha de Krypton é na verdade mais velha que seu primo, pois ela ainda o viu quando era bebê. Mais o foguete que trouxe a adolescente para a Terra manteve ela em animação suspensa.

E ao chegar aqui os papéis se inverteram, porque Kal-El tornou-se nesse meio tempo um adulto (deixando-a muito confusa).

Geralmente retratam a Supergirl  como uma menina que precisa encontrar seu lugar num mundo aonde não conhece nada, pois são  costumes diferentes, uma nova língua e novas pessoas. Mais aos poucos Kara consegue aprender, se adaptar e vamos acompanhado esta sua caminhada numa tentativa de obter uma vida normal.

Infelizmente esta fórmula já foi utilizada dezenas de vezes e eu não entendo porque não conseguem fazer um rumo melhor e diferente para ela.

Podemos notar que ao longo das décadas a heroína teve várias versões umas interessantes enquanto outras foram uma verdadeira porcaria. Eu torço para que desta vez tenhamos algo digno da Moça de A

Confira na galeria algumas modelos cosplayers que homenageiam nossa heroína.

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