Arquivo da tag: TV Record

Desenho Antigo

genio-maluco

O Gênio Maluco

Seu nome original é Hakushon Daimaou (algo como Gênio Atchim) e foi criado por Tatsuo Yoshida (o mesmo de Speed Racer). Sendo produzido pela Tatsunoko Productions entre 1969 e 1970. Indo ao ar no Japão pela TV Fuji, num total de 52 episódios.

Este é um dos maiores clássicos da década de 1980, pois seus personagens são muito engraçados e divertidos (suas aventuras podem ser bizarras ou ridículas, mas valem a pena).

Na verdade eu nem sabia na época que este desenho era um anime fato que me fez apreciá-lo ainda mais. O Gênio Maluco conta as aventuras de Zeca, um garotinho que teve a sorte ou  quem sabe azar de encontrar uma velha garrafa em seu sótão.

Como tudo estava muito empoeirado Zeca espirrou sobre ela então para sua surpresa surgiu um gênio gorducho que se chamava Bob para “satisfazer” todos os seus desejos (seu bordão era: “alguém espirrou aqui estou”).

Bob adorava bolinhos de carne e vivia junto com sua mulher e filha na garrafa. A parte interessante é que havia também uma forma para chama-las. Quando alguém boceja era pra chamar a sua filha Geniazinha e para sua esposa era quando alguém soluçava.

Essa família era muito desastrada e uma das situações mais absurdamente engraçadas era quando havia ao mesmo tempo pessoas espirando, soluçando ou bocejando perto da garrafa, pois tínhamos um entrai deles muito divertido.

Os problemas geralmente aconteciam quando Bob tentava ajudar Zeca a conquistar sua amada Júlia, mas como o gênio era muito atrapalhado. Tudo dava errado e ambos tinham que fugir do raivoso Buldogue.

O Buldogue fazia coleção de shorts rasgados e se divertia demais por morder as pessoas (principalmente o Zeca).

Lembro que ligando as cenas aparecia um boneco estranho baixinho, bigodudo e de chapéu vermelho que sempre perguntava: “o que está acontecendo?”.

Eu adorava Gênio Maluco, porque sua história era simples não tinha nada de mirabolante. E se compararmos com as animações atuais era bastante tosca mais divertia pelas situações absurdas que mostrava.

No Brasil o anime foi apresentado primeiro pela TV Record e mais tarde no SBT e depois pela Rede Globo. Durante os anos 90 recebeu uma redublagem que ficou péssima e também teve seu nome mudado para Bob, O Gênio.

Fonte de Pesquisa: Wikipédia.

Deixe um comentário

Arquivado em Desenho Antigo

Heróis Nipônicos

menino-bionico

O Menino Biônico

Criado pelo lendário Osamu Tezuka Jetter Mars (nome em inglês do anime) foi inspirado em outro anime clássico Astroboy. Além de também ser de Tezuka, Astroboy foi a primeira animação mostrando o estilo de aventura na televisão japonesa (seu sucesso originou a indústria de animação japonesa).

O anime original de Astroboy  nunca foi exibido em terra brazilis fato que foi mudado longos anos depois ao surgir na telinha uma versão mais moderna.  Quando foi veiculada pela TV Globinho no ano 2000 (e no excelente  filme de 2009).

O Menino Biônico foi exibido por aqui pela TV Record no início dos anos 80 dividindo espaço com Candy, Candy e Sawamu. Dizem as lendas que a intenção de Tezuka era  produzir uma versão colorida de Astroboy, mas não foi possível devido a crise de falência que seu estúdio enfrentava. Infelizmente alguns de seus personagens ficaram com problemas quanto a direitos autorais.

A solução foi criar um novo personagem que foi produzido pela Mushi Productions mesmo estando naquela situação. Surgiu então Jetta Marusu indo ao ar pela TV Fuji, em 1977. Como curiosidade o Menino Biônico é idêntico ao Astroboy, pois foi redesenhado para ficar com um aspecto ligeiramente “diferente” (boa parte de sua história é idêntica ao Astroboy).

Outro fato interessante é que o anime não teve um mangá produzido anteriormente sendo criado diretamente para televisão.

Na história ele foi criado por dois cientistas o Professor Yan que lhe concedeu grandes capacidades de combate e sua mente artificial foi criada pelo Doutor Sopa que lhe deu uma inteligência além do normal e um coração “quase” humano. O Dr. Sopa além de ser amigo de Yan também era seu maior rival.

O herói tinha super-força, resistência além do normal e poder de voo (combatendo as mais incríveis ameaças). Geralmente Marte tinha que escolher como usar seus poderes ou para fins destrutivos ou pacíficos.

O professor também criou outros dois androides Milly que possuía sentimentos humanos (e sofria profundamente por não se sentir uma humana completa). A parte que eu mais gostava era quando ela ensinava ao nosso herói alguma coisa útil ou importante. Além disso Milly tinha a habilidade de reparar robôs e máquinas destruídas.

Nosso herói tinha um irmãozinho, Melki, um engraçado bebê-robô que também exibia uma enorme força física.

O Menino Biônico a cada situação aprendia os conhecimentos e até sentimentos humanos demonstrando inicialmente ser desastrado. Mais com o passar do tempo consegue corrigir suas falhas e entender os seus limites.

A grande sacada dos animes de robôs era justamente essa personagens que detinham características humanas que nos conectam diretamente as aventuras.

Mesmo sendo um robô, o Menino Biônico tinha todas as características de uma criança normal (cheio de curiosidades e brincadeiras).

Algum tempo depois foi vendido uma pipoquinha doce na qual  o personagem estava ilustrado na embalagem.

No Japão o Menino Biônico não fez muito sucesso, mas ao ser exibido em outros países é lembrado e reverenciado por muitas pessoas (como o saudosista que escreveu este comentário).

Fonte de Pesquisa: Wikipédia e InfanTV.

Deixe um comentário

Arquivado em Heróis Nipônicos