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Musas de Tinta

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Xena: A Princesa Guerreira

Musas de Tinta abre um novo precedente em comentar uma heroína vinda de uma série televisiva. Como havia comentado sobre “algumas versões” de Hércules agora é a vez da única personagem que pode rivalizar com ele (tanto que fez um sucesso enorme na época).

Logo na introdução já mostrava que era totalmente radical demonstrando um mundo violento que ansiava por alguém de coragem que lutasse pelos inocentes.

Dizem as lendas que Lucy Lawless ganhou o papel título porque Vanessa Angel ( da versão televisiva de Mulher Nota Mil) ficou doente.

Ela já havia participado algumas vezes antes da série do filho de Zeus caracterizada como Lyla esposa de Deric, o centauro (se não me falha a memória havia um certo preconceito entre humanos e centauros). Em Hércules e as Amazonas fez Lysia uma poderosa guerreira (não foi á toa que mereceu ganhar o estrelato).

A série tem como locação a Nova Zelândia durando entre 1995 a 2001. Na história temos as aventuras de Xena uma ex-assassina que a fim de compensar seus pecados sombrios. Tenta se redimir ajudando os inocentes e lutando contra toda injustiça e malfeitores que encontra em sua jornada.

Pra mim era impossível ver Xena (Lucy Lawless) e não pensar na Mulher-Maravilha, pois se conseguiam fazer algo tão semelhante assim.  Ambas são guerreiras e heroínas de mitologia com personalidade forte e marcante. Então porque é tão difícil termos alguma adaptação decente sobre Diana (ou seja na telona ou na TV)?

Os produtores de Hollywood como sempre deixam a desejar e nós fãs ficamos com a insatisfação de não podermos apreciar nossos personagens.

Surgindo como spin-off de Hércules (Kevin Sorbo) foi uma série muito melhor do que a do fortão, pois Xena lutava de uma maneira mais violenta e espetacular. Eram lutas aonde demonstravam sua agressividade era o que eu mais apreciava.

Aí está uma grande diferença entre as duas séries o comportamento totalmente dispare entre os seus personagens principais, pois enquanto Hércules geralmente era um tipo de apaziguador (usando a força somente em último caso). Em contrapartida Xena brigava e lutava mostrando ser também uma ótima estrategista (e isto chamava minha atenção).

Será que “talvez” houve intencionalmente uma inversão de papéis mostrando uma mulher com personalidade forte enquanto o homem era mais suave?

É claro que a beleza de Lucy Lawless ao lado de Renee O’Connor (Gabrielle) ajudavam pra gente assistir as aventuras e isto eu não posso negar.

Lucy Lawless participou de Arquivo X (só não me lembro de qual episódio específico), mas ela era um tipo de supersoldado se não me engano.

Enquanto na série do filho de Zeus havia Salmoneus (Robert Trebor) um mercador que sempre tenta tirar proveito de qualquer situação.

Na Princesa temos Joxer (Ted Raimi) que era o contraponto dentro da série. Tinha toda postura de grande guerreiro, mas era um covarde de marca maior (totalmente atrapalhado dificultando a vida das heroínas). E até ajudando em outras ocasiões (só que sua participação é sempre engraçada mostrando ser a parte frágil da personalidade feminina na equipe).

Lembrando que o ator Ted Raimi aparece na franquia do Homem-Aranha de Sam Raimi. Interpretando Hoffman um pobre trabalhador pisoteado por J. J. Jameson (J. K. Simons).

Como o título diz Xena era uma guerreira demonstrando suas habilidades de combate sempre que necessário. Além de utilizar artes marciais valia-se também do “Toque de Xena” ao pressionar no pescoço pontos vitais para retirar confissões de seus inimigos (alguém se lembra que o Sr. Spock faz algo muito parecido?). E sua arma incrível chakram, um disco de metal afiado que usava para enfrentar ou se defender.

Apesar de já ter tido um affair com Hércules podemos notar que Xena tinha também uma relação amorosa com Gabrielle (fato que a tornou ícone do público GLS).

As cenas são  bastante sutis, mas definem bem uma relação repleta de carinho, afeição e companheirismo. Quando Xena esteve presa no Oriente quem lhe demonstrou um novo caminho a seguir foi Lao Ma ensinando-a a ter valores que antes nunca haviam passado por sua cabeça.

Apesar de ter conhecido o amor com sua mestra (na época sua mente ainda estava ocupada com outros pensamentos) foi apenas com Gabrielle que tal sentimento veio realmente se fortalecer.

Gabrielle surgiu inicialmente como uma escriba pensando em narrar os feitos de Xena. Nesse período era um tanto desajeitada, mas com o tempo sua personalidade foi se aprimorando até tornar-se uma guerreira (sua primeira arma é um cajado).

Xena era uma mulher sexualmente livre indo pra cama com quem lhe conviesse (um aspecto até libertador na forma de mostrar a imagem feminina na TV).

Deitando-se até com seu inimigo o deus Ares vivido pelo saudoso ator Kevin Tod Smith (que infelizmente faleceu de forma trágica). Há suposições que Ares “talvez” seja seu pai então é explicada sua incrível força física sendo ela possivelmente uma semi-deusa.

Por que provavelmente ele deve ter se disfarçado para possuir  a mãe de Xena. Mais vale lembrar que na mitologia Zeus já havia se disfarçado várias vezes para deitar-se com mulheres sejam elas mortais ou deusas.

Então aqui também temos uma “suposição” que demonstra uma relação de incesto (um verdadeiro tabu em nossa sociedade), porém algo comum  nos relatos mitológicos e até na sociedade antiga grega.

Fora isso Ares sempre queria destruir Hércules por causa da atenção dada por Zeus, pois eles eram meio-irmão ( lembrando simplesmente a relação Thor e Loki).

A heroína era uma fiel seguidora do deus da guerra  que durante este tempo agia friamente em prol da ganância e destruição, mas depois ficamos sabendo que Ares estava apaixonado por ela. Querendo a princípio subjuga-la para provar seu poder divino já que Xena demonstrava ser uma mulher incomparável e assim ficaram vários episódios nesta disputa. Até que conseguiu provar a sinceridade de seus sentimentos.

A pior arqui-inimiga da heroína  era Callisto (Hudson Leick) que vivia consumida por um eterno desejo de vingança. No período em que a heroína ainda era uma mercenária seu exército destruiu a vila onde Callisto morava quando criança (perdendo toda sua família).

Callixto prova ser tão boa em combate quanto Xena treinando arduamente com a única intenção de derrota-la. Suas atitudes são de uma psicopata, pois recrutou um exército para “matar” usando o nome de seu desafeto.  Callisto é a demonstração de como seria Xena se Hércules não a tivesse ajudado a mudar seu modo de vida.

As lutas entre as duas são brutais e apesar de sua equivalência em poder de luta pendem “quase” como vitórias de Callisto (deixando Xena exausta e a beira da morte).

Um episódio que gosto é o Crepúsculo dos Deuses no qual Xena precisa salvar sua filha Eva de ser morta pelo habitantes do Olimpo. Há uma intenção de mostrar o cristianismo pelos ensinamentos de Eli. Eva tornou-se uma guerreira cruel chamada Lívia e para salva-la da ira dos deuses Xena ganha o poder de mata-los  (foram cenas impressionantes e memoráveis).

Isto também veio consolidar o que havia sido feito em Hércules aonde temos vários elementos de mitologias antigas de períodos históricos diversos como pessoas ou mitos agindo ao mesmo tempo dentro da série.

Tal intenção foi uma boa sacada em alguns momentos e ruim em outros, pois acabaram perdendo o rumo das coisas. Apesar de não se ater apenas a mitologia grega tivemos, nórdica, chinesa e até cristianismo (a salvação pelo perdão e o amor). Há até reencarnação acontecendo com Xena e Gabrielle que acordam no futuro (situado nos anos 90 é claro) quando descobrem que há fãs de Xena e Gabrielle e que as histórias não aconteceram daquela maneira.

Se por um lado foi algo interessante acabou por jogar fora boa parte do divertimento que havia na série. Eu preferia que se mantivessem nos tempos antigos. Só pra constar os fãs de Xena se intitulam de xenites (não sei explicar por qual motivo).

Confira na galeria abaixo algumas imagens de Xena: A Princesa do Poder

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Herói

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Hércules

Os gregos antigos acreditavam que havia deuses e espíritos em toda parte e ao longo dos séculos foram incorporando essa crença contando histórias de geração a geração.

Se inicialmente tudo era contado de forma oral é fascinante notar que  tais relatos chegaram até a época atual graças ao escritores  Hesíodo, Virgílio e Homero os mestres neste assunto.

Com o advento do cinema vários personagens já foram adaptados para a telona entre eles Robin Hood, Tarzan, Zorro, Superman, Batman entre vários outros que habitavam apenas o imaginário popular nas revistas.

E não poderia faltar uma adaptação do maior e mais popular personagem mitológico de todos Hércules.

Ele é o herói da mitologia grega que mais teve adaptações ao longo dos anos e sua principal característica é sua incrível força física. Dizem as lendas que também serviu de inspiração para a criação do Superman.

Na versão mitológica Hércules é filho de Alcmena com Zeus (que havia se disfarçado do seu marido Anfitrião para poder tê-la em seus braços). Aliás Zeus não cansava de atrair a ira da deusa Hera (sua esposa e irmã) por sua total infidelidade ao deitar-se com várias deusas e meras mortais.

Então Hércules nasceu semideus (metade humano e metade deus) e desde pequeno no berço já demonstrou sua força quando Hera enviou duas serpentes para mata-lo. Enquanto seu irmão chorava assustado ele aperta o pescoço delas até sufocarem.

O herói cresceu sendo instruído em lutas, pugilismo, a conduzir carros e a manusear o arco e a flecha. Sua representação mais comum é vestindo uma pele de leão (matou o animal para salvar alguns pastores) e portando uma clava. Mesmo sendo um campeão ele também utilizava trapaças e truques sujos quando achava necessário.

Hércules é conhecido por seu  temperamento esquentado, geralmente gosta de comer e beber e é um grande mulherengo. A ciumenta deusa Hera infligiu ataques de loucura nele e num destes rompantes o herói assassinou a esposa e os filhos.

Quando recobrou a lucidez e deu por si caiu num grande pesar indo para o Óraculo de Delfos aonde foi enviado para  seu feito mais famoso os dozes trabalhos.

Hércules é a personificação da virtude sua história é marcada por sofrimento, tragédias e redenção é o melhor relato de alguém que nunca existiu, mas seus feitos sobrevivem no imaginário popular.

Filmes

Há várias versões do herói, mas vou me ater apenas aquelas que conheço. Hércules na Conquista de Atlântida (1961) foi marcante pra mim pelo uso do stop motion (minha técnica de animação preferida é claro). Ao explorar terras distantes Hércules (Reg Park) encontra uma bela princesa presa as rochas prestes a ser sacrificada para um terrível monstro.

O herói derrota a criatura que é capaz de mudar de forma, pois transforma-se em leão, condor e um lagarto. Em gratidão por ter sido salva a princesa o leva ao seu lar no continente de Atlântida (local que enfrentam vários perigos ao pé de um vulcão).

Principalmente por causa das ameaças de sua própria mãe Hércules também precisa salvar todos os habitantes da cidade antes que sejam completamente destruídos.

Gosto demais da versão Hércules de 1983 com Lou Ferrigno (o Hulk da telinha), porque também havia o uso do stop motion.

Desta vez Hércules desce do Olimpo para deter feiticeiro Minos (William Berger) enfrentando  vários monstros e até lança um urso para o espaço formando a famosa constelação de “ursa maior”. Quando salva a princesa Cassiopeia de perigosos sequestradores seu coração é pego pela bela jovem.

Na sequencia tivemos As Aventuras Hércules quando deuses renegados roubam os raios de Zeus.  Sua missão é recupera-los de dentro de 7 monstros para assim poder manter o equilíbrio entre a Terra e a Lua.

Em 2005 Paul Telfer estrelou Hércules na história nos tempos antigos Zeus e Hera tinham uma grande rivalidade pela disputa de poder no Olimpo. E esta rivalidade chegou na Terra.

Alcmena (Elizabeth Perkins) era uma sacerdotisa de Hera enquanto seu marido Anfitrião (o ex-James Bond Timothy Dalton) um adorador de Zeus. Quando alguns parentes de Alcmena foram assassinados por piratas cretenses Anfitrião saiu para vinga-los. Só que sua esposa não queria que tal ato acontecesse, pois seu esposo cultuava Zeus.

Anfitrião sai vitorioso e faz alguns escravos, mas na praia Anteu (Tyler Mane) estupra Alcmena. Na verdade era Zeus disfarçado e ela também tem relações com seu marido.

Alcmena não queria ter um filho de Zeus querendo mata-lo, porém foi alertada pelo sábio Tirésias (Kim Coates) que nasceriam duas crianças. Quando nasceram ambos ao mesmo tempo. Duas harpias mostraram a ela qual era o filho do Olimpo sendo chamado de Hércules e o outro Íficles (Luke Ford).

Vemos toda trajetória do herói que foi rejeitado pela mãe desde seu nascimento, mas Anfitrião ensina-o a ser um guerreiro apoiando em todos os momentos até torna-se uma lenda. Os efeitos especiais são bons apesar de ter algumas mudanças na história mitológica dos livros.

 Disney

A animação trouxe algo inusitado em sua história, pois o herói nasceu filho de Zeus com Hera. Esta é a marca registrada da Disney  adaptar de uma forma que não seja fiel a original. Quando o bebê nasceu todos os deuses foram convidados para uma festa menos Hades, o deus do Submundo.

Tal acontecimento atraiu a inveja dele que planejou algo terrível para subjugar o Olimpo e tomar o trono de Zeus. Seus planos eram sempre executados por seus ajudantes amalucados e desastrados Fobos e Deimos (na mitologia ambos são filhos de Hades com Afrodite).

Hades manda que eles raptem o bebê indo para terra com uma poção (e assim torna-lo humano e ser morto). Só que antes de tomar a última gota o menino é encontrado por um fazendeiro e restou-lhe apenas sua incrível força física.

Quando cresce sua vida não é nada fácil, pois é visto como um destrambelhado perante todos á sua volta. Mais quando conhece seu verdadeiro pai e encontra um amigo no velho Phil é que verdadeira aventura começa.

Phil nos tempos áureos foi um grande treinador de heróis e viu em Hércules um motivo para retornar á glória. Só que no meio do caminho surgiu a bela Mégara (que inicialmente estava mancomunada com Hades).

Nosso passeio pela animação é muito melhor com a presença das musas que entre números musicais de gospel misturado com blues vão contando a história.

A parte interessante nesta versão são as decisões que Hércules precisa tomar. Se antes seu desejo era ascender aos céus precisou apenas confiar em sua “força interior” para alcançar seus objetivos. A animação é bem leve recheada de comédia, pois Hades é o melhor vilão que já vi.

Enquanto Mégara de todas as princesas Disney demonstrava ser diferente das personagens anteriores. Além de ser uma grande manipuladora era também extremamente sensual (deixando de lado a discussão de moça indefesa). Engraçado era notar que Pégasus morria de ciúmes quando Hércules se apaixonou fazendo de tudo para atrapalhar o romance com Mégara.

É uma das melhores animações de todas da Disney pela inovação que apresentou nos personagens. O sucesso foi tão grande que pouco tempo depois surgiu uma série animada na qual misturava mais ainda as histórias mitológicas com a inclusão de personagens como Ícaro e Cassandra.

Kevin Sorbo

A série televisiva com o ator é marcante por não mostrar precisamente algum fato mitológico como foi descrito séculos atrás, pois foi uma adaptação “livre” do herói.

Logo na abertura ficamos sabendo que Hera deseja de qualquer maneira destruí-lo utilizando de vários monstros, pois o herói é lembrança viva da infidelidade de Zeus.

Vemos  elementos de diferentes culturas como oriental, egípcia e até medieval. Hércules andava pela Grécia ao lado de seu amigo de batalha Iolaus (Michael Hurst) vivendo as mais diversas, loucas e incríveis aventuras.

Seja salvando aldeões de algum monstro, derrotando um ditador tirano ou enfrentando o deus da guerra Ares (Kevin Tod Smith). Em alguns episódios Hércules menciona sua mágoa com Zeus por ter sido um pai ausente,  mas sempre quando mais precisou ele vinha ao seu auxílio salvando sua vida ou restabelecendo sua incrível força física.

Eu particularmente adorava quando a exuberante deusa Afrodite (Alexandra Tydings) aparecia (era sempre engraçada e vestia-se de forma sensual). O sucesso da série do herói fez surgir também  Xena: A Princesa Guerreira que deixarei para um próximo post.

Desenho

O Poderoso Hércules

Era um desenho ambientado na Grécia Antiga produzido pela Trans-Lux Productions (a mesma de Speed Racer), em 1963. Hércules vivia no Monte Olimpo até que num dia disputou com seu amigo para saber quem era mais poderoso (vencendo várias lutas e provas).

Zeus concede-lhe como recompensa ir para a Terra, pois este era seu desejo já que havia muitos mortais precisando de ajuda. Infelizmente a vinda para cá faria o herói perder seus poderes divinos tornando-o um mero mortal.

A solução foi concentrar os poderes divinos num anel para que Hércules usasse nos momentos de maior dificuldade. Então o herói deixa o Monte Olimpo disposto a enfrentar o mal e viver algumas aventuras. Hércules passa a morar no Vale de Learien aonde enfrenta feiticeiros, monstros e deuses como Dédalus, Medusa, Máscara, Guilhermina e Elvira (que se transformava na doce Helena para enganá-lo).

Para utilizar seus poderes Hércules pegava o anel de seu cinturão colocando no dedo e erguendo ao céus (surgindo raios e faíscas ganhava força para combater seus inimigos). Ao final dos episódios saltando de alguma montanha ou correndo no horizonte tínhamos seu característico grito de guerra: “Olímpiaaaa”. Foi uma animação que marcou várias crianças que tiveram o prazer de assisti-la.

Marvel

Depois de trazer Thor da cultura germânica foi a vez de mostrar o herói da mitologia grega. Inicialmente foi mostrado que Encantor num ato de vingança escravizou o herói para atacar Os Vingadores. Hércules foi liberto pelo Gavião Arqueiro tornando-se amigo dele e de outros Vingadores.

Ainda mais que foi banido do Olympus por ter inadvertidamente saído sem permissão. Então durante o período em que ficou com os heróis tornou-se membro oficial da equipe. Quando ainda estava atuando como membro teve que voltar para Olympus para ajudar os deuses na luta contra o titã Typhon (permanecendo lá depois disto).

Hércules foi envolvido numa trama ardilosa de Ares para que houvesse uma guerra entre olimpianos e asgardianos, mas com a ajuda dos Vingadores conseguiu reverter a tramoia. Depois o herói vem pra Terra novamente unindo-se aos Campeões equipe formada por Anjo (Warren Worthington III), Homem de Gelo (Bob Drake), Viúva Negra (Natasha Romanov) e Motoqueiro Fantasma (Johnny Blaze). E também atuando em conjunto com Os Vingadores durante a crise que envolveu o vilão Korvac.

Na famosa história “Assédio da Mansão” o herói estava com Os Vingadores quando foram atacados pelo Barão Zemo e os Mestres do Terror. Ele se encontrava bêbado e drogado ignorando as ordens de Vespa (líder da equipe) atacando alguns dos Mestres do Terror e derrotando-os. Quando foi detido pelo Golias infelizmente também acabou mortalmente ferido por outros vilões entrando em coma.

Zeus recolheu seu filho ferido ao Olympus e deixou Os Vingadores presos no Hades pelos acontecimentos, mas ao se recuperar Hércules intercede pelos seus amigos demonstrando que estava errado. a decisão de Zeus foi proibi-lo de descer a Terra novamente fato que não aconteceu.

A grande sacada de Stan Lee foi que foi aproveitar-se do sucesso de Thor deu certo novamente com a incursão do mito de Hércules que mesmo sendo jogado ao segundo escalão ainda é um dos melhores personagens da Casa de Ideias.

Confira na galeria abaixo algumas imagens de Hércules que garimpei na web

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Herói

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Capitão Marvel, O Mortal mais Poderoso da Terra

“Shazam!”

No rastro do sucesso do herói kriptoniano surgiram vários personagens e este é o mais clássico deles. Criado pelo escritor Bill Parker e pelo artista C.C. Beck surgiu na revista Whiz Comics #2 da editora Fawcett Comics, em 1940.

Como curiosidade a fisionomia do herói foi inspirada no ator Fred MacMurray.

Seu surgimento causou um abalo tremendo nas vendas do Superman. Superando-o e batendo a incrível marca de um milhão de cópias vendidas todo mês. Este fato fez a National Periodical (atual Distinta Concorrente) correr atrás do prejuízo colocando a Fawcett na justiça.

A alegação de plágio foi ganha pela DC e o Capitão foi deixado no limbo durante anos.

O julgamento pra mim foi equivocado, pois o Superman é um alienígena que ganha superpoderes aqui na Terra.  Enquanto o Capitão Marvel é um garoto que nasceu aqui recebendo seus poderes do Mago Shazam.

Talvez o fato dos personagens serem parecidos com os olhos semicerrados tenha levado a decisão jurídica pender pro lado da DC.

Na história numa noite o órfão Billy Batson vendia jornais quando uma figura misteriosa pede que o garoto o siga até a estação. O rapaz sendo guiado até  um trem-fantasma é levado até uma galeria abandonada.

Chegando lá o homem desaparece e deixa Billy diante do Mago Shazam. E então o mago egípcio conta que vem combatendo o mal há muitos séculos e precisa descansar e procura um sucessor que possua um bom coração.

O mago diz que este alguém é Billy ensinando ao rapaz que basta apenas gritar seu nome a palavra mágica “Shazam”. Ao fazer isto o rapaz transforma-se num adulto superpoderoso.

Os poderes do Capitão Marvel são derivados de cinco deuses e um personagem bíblico: Salomão (sabedoria), Hércules (força), Atlas (vigor), Zeus (poder), Aquiles (coragem) e Mercúrio (velocidade).

Depois de um longo período sumido o personagem voltou numa Terra Paralela da DC a Terra-S no período pré-Crise e durante a conclusão de Crise nas Infinitas Terras foi dito que nunca houve um Multiverso fato que foi mudado recentemente.

Há pouco tempo atrás houve um boato na web que haveria um filme com o herói e que Dwayne “The Rock” Johnson iria interpretá-lo mais ficou tudo nisso mesmo.

A primeira personificação real do Capitão foi feita por Tom Tyler nos antigas matinês de cinema, de 1941. Era Adventures of Captain Marvel (que no Brasil recebeu o nome de O Homem de Aço) ironicamente apelido do nosso herói kriptoniano.

A imaginação dos produtores de efeitos especiais era rústica mais incrível, pois quando o Capitão voava era um boneco esticado levado numa linha para dar esta impressão.

Eu lembro da antiga série televisiva do herói chamada Shazam! Aonde Billy Batson (Michael Gray)  ao lado de Mentor (LêsTreymane)  viajavam por lugares diferentes. Quando alguém precisava de ajuda Billy gritava: “Shazam!” e mudava para Capitão Marvel.

A série da Filmation contava com baixo orçamento e os efeitos eram fraquíssimos mais eu gostava mesmo assim. Eu ficava bobo quando Billy falava com os deuses  dizendo: “oh deuses fortes e sábios…” e eles apareciam dentro do furgão para lhe dar conselhos sempre que necessitava.

Uma coisa que eu nunca tinha prestado atenção antes é que foram dois atores que interpretaram o Capitão Marvel nesta série: Jackson Bostwick e John Davey.  Mesmo com lição de moral no final (característica básica das produções da Filmation) e aqueles efeitos especiais capengas gosto até hoje desta versão televisiva do personagem.

E agora deu pra notar que nos quadrinhos o Capitão Marvel é uma versão adulta de Billy Batson, mas na série eles não se parecem em absolutamente “nada” (antigamente era assim temos que aceitar).

A Filmation também nos deu uma série animada do Capitão Marvel aonde tínhamos Billy, Mary Batson e Freddy Freeman morando junto com o Tio Dooley e o tigre falante Tony.

A origem dos personagens é igual a dos gibis e nela podemos ver alguns vilões clássicos como Adão Negro, Dr. Silvana e Sr. Cérebro. A produção também não era uma das melhores da empresa. E infelizmente  teve apenas 13 episódios.

Só pra constar no infame “Legends of Superheroes”, uma produção horrível na qual tentaram mostrar os Super Amigos na telinha, em 1979. Tivemos o ator Garret Craig interpretando o Capitão Marvel.

Lutas

O Capitão Fraldinha é o único personagem que “quase” pode vencer o Homem de Aço numa briga. Enquanto o Capitão têm seus poderes derivados da magia. O Homem de Aço além de ser vulnerável a kriptonita é também a magia que pode lhe causar danos terríveis.

Ambos os heróis vem se confrontando há décadas nos gibis. E vou comentar apenas aqueles que pude ver.  Um deles foi  O Reino do Amanhã aonde num futuro apocalíptico heróis violentos liderados por Magog vivem destruindo tudo sem se importar com os seres humanos.

O Superman já envelhecido sai de sue exílio e acaba enfrentando um Capitão Marvel que sofreu lavagem cerebral de Lex Luthor. A briga entre os dois é o clímax da HQ com arte de Alex Ross.

E o Capitão para se libertar da influência de Lex salva os heróis de uma explosão nuclear se sacrificando bravamente.

A outra foi na série animada Liga da Justiça: Sem Limites no episódio “Embate”, mostrando quando o Capitão foi convidado a participar da Liga. Lex construiu LexorCity um conjunto habitacional movido a kriptonita.

Superman não gosta nada disso ao ouvir que tudo pode explodir, mas não contava com a presença de Billy Batson que transforma-se no Capitão Marvel tentando resolver a situação com calma. Lex Luthor manipulou a ambos deixando Kal mais nervoso  é quando a luta entre os heróis acontece. Ao final o Capitão Marvel na Torre esculacha os 7 magníficos e deixa infelizmente a Liga da Justiça pra sempre.

O Retorno do Capitão Marvel

Quando a Distinta  Concorrente  comprou os direitos do herói o nome Capitão Marvel já estava sendo usado pela Marvel Comics e então mudaram para Shazam! Somente nas capas e continuaram chamando de Capitão Marvel no miolo das edições.

O herói teve uma participação importante durante a minissérie Lendas no pós-Crise e também participou da Liga da Justiça Internacional (mais conhecida como Liga da Justiça cômica) de Keith Giffen e J. M. DeMatteis aonde a equipe tinha sedes  em vários países para uma melhor vigilância ao redor do mundo.

Em 1987 o Capitão teve um retcon Shazam! The New Beginning contando com roteiro de Roy Thomas e arte de Tom Mandrake trazendo algumas alterações, roteiros modernos e personagens clássicos como: Mago Shazam, Doutor Silvana, Tio Dudley e Adão Negro.

Mais o melhor trabalho surgiu em 1994 na Graphic Novel: Shazam! A Origem do Capitão Marvel,  aonde temos  arte e roteiro de Jerry Ordway.

Misturando o verdadeiro surgimento do Capitão Marvel pela Fawcett Comics e conectando com vários elementos diferentes. Aonde temos até uma origem para o vilão Adão Negro. É uma das adaptações que tornou o personagem mais interessante para a atualidade.

Tanto que ao final de Zero Hora mais uma das eternas crises da DC todas as edições foram reiniciadas começando do zero. E Shazam! foi uma delas que durou apenas de 1995 até 1999.

Em Shazam: Poder da Esperança, de 2000. Temos o roteiro de Paul Dini e arte de Alex Ross mostrando um olhar mais humano sobre os heróis da LJA. O Capitão Marvel tem a missão de levar as crianças de um hospital com doença em estado terminal a esperança de algo melhor.

É nesta história emocionante que toca em algo muito especial no fundo de nossa alma. Mostrando, porque Billy Batson foi escolhido para tornar-se o Capitão Marvel.

O herói também participou da série animada Batman: Os Bravos e Destemidos em alguns episódios. E teve também um DC Showcase  no qual Billy é entrevistado por Clark Kent e Adão Negro volta do espaço.

É uma animação  com um nível excelente recontando as origens do personagem pena que foi de pouca duração, pois infelizmente deixou um gosto de quero mais.

Atualmente, no período dos Novos 52, o herói está usando um capuz e seu nome agora é somente Shazam.

Confira algumas imagens do Capitão Marvel que garimpei na web

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