Crítica

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Battleship – Batalha dos Mares

Demorou mais consegui ver este filme e infelizmente eis uma prova de que não devemos confiar apenas no trailer que vemos.

Logo de início somos apresentados ao rebelde  Alex Hoper (Taylor Kitsh de Speed Racer: O Filme) como um fanfarrão afoito a responsabilidades ou seja o herói que não se descobriu ainda (já tínhamos visto este tipo de atitude em Star Trek, não é?)

É interessante notar que os jogos olímpicos navais tem o nome de Rimpac aonde todas as confederações mundiais competem. É um torneio acirrado ficando evidente uma rixa entre o Japão e os Estados Unidos.

Foi bom notar que Rihanna além de cantar consegue atuar muito bem sua personagem (Sargento Raikes) foi uma surpresa pra mim e uma das melhores do filme. Gostei também do excelente ator  Liam Nelson e seu almirante Shane que ficou na medida certa.

Há algum tempo a humanidade principalmente os cientistas sempre fizeram a pergunta será que nós seres humanos estamos sozinhos no universo ?

Eu particularmente acredito que não, pois há várias galáxias lá fora no espaço e creio que haja não só apenas um planeta mais vários com condições similares ao nosso ou seja propenso a existir vida.

Os livros, a TV e os filmes de ficção sempre exploraram o filão de vida extraterrestre sendo em sua maioria seres bonzinhos que desejam nos ajudar  ou serem ajudados por nós (caso do clássico E.T. de Steven Spielberg) ou mais sinistro como na série  V- Visitantes  na qual demonstravam serem uma coisa que não eram.

Até mesmo em nossos queridos gibis os kriptonianos são vistos como uma raça conquistadora e somente Kal-El por ter crescido aqui na Terra teve um pensamento diferente do normal em seus iguais.

Bom, neste longa a raça alienígena “The Regent” deseja telefonar pra casa (“ET telefone minha casa!”) e se conseguirem nós estaríamos fadados a ser uma raça extinta. O filme te engana começando lento e aos poucos vai assumindo proporções catastróficas.

Battleship deixa em aberto uma verdade assustadora, pois se uma raça alienígena bélica viesse realmente tomar conta de nosso Planeta Azul todos os nossos esforços seriam em vão. Uma tecnologia avançada num nível que nós não conhecemos seria catastrófico para a raça humana.

É bom que estes tipos de histórias continuem apenas no campo de ficção. A trilha sonora é repleta de rock n’ roll ainda mais quando o grande encouraçado Missouri volta a ação.

Trazendo a velha guarda da Marinha junto consigo é aonde temos uma prova de que as pessoas na terceira idade ainda são capazes de fazer muita coisa importante.  Também é a parte onde as cenas mais improváveis acontecem e mesmo assim não deixam de serem boas.

Sinceramente quando vi o trailer pensei que o filme seria bem melhor, mas ficou parecendo algo do tipo Sessão da Tarde. Destes que estão passando atualmente fraco, chato e sem graça nenhuma.

Há tanto lugar comum que acho que só os fãs do jogo podem realmente gostar deste filme. A única pergunta que Battleship me fez pensar é o que aconteceria se a humanidade encontrasse realmente com uma raça alienígena?

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