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monstro do pântano-1982

Os Piores Filmes de HQ – Segunda Parte

Seria bom se pudéssemos esquecer todas as adaptações ruins que já assistimos, mas é justamente devido aos erros cometidos nelas que podemos nos alegrar com que vemos nas atuais.

Mesmo que não consigam agradar a gregos e troianos concluo que hoje em dia seja pelo menos no aspecto visual e “alguns” no roteiro que estamos podendo curtir a melhor  abordagem feita com nossos heróis.

O recente Superman: O Homem de Aço é uma prova disto, pois conseguiu mostrar a mitologia do herói num mundo crível e foi o melhor trabalho feito para ressuscitar o Azulão (bom, chega de enrolação e vamos lá).

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O Monstro do Pântano – 1982         

Este é um herói com uma história trágica bem ao estilo da Casa de Ideias. O Monstro do Pântano teve seu auge com a entrada de Alan Moore para escrever seus roteiros trazendo boas histórias com muitas mensagens filosóficas que marcaram e redefiniram a mitologia do personagem.

O filme foi dirigido por ninguém menos que Wes Craven, o grande mestre do terror. E foi uma porcaria terrível que tornou-se cult anos depois. Mas se prestarmos atenção todo filme que Craven dirige é ruim de dar dó. Somente as adaptações de seus livros dirigidos por outros diretores valem a pena conferir.

Alice Cable é uma pesquisadora que vai aos Pântanos da Louisiana para ajudar o cientista Alec Holland (Ray Wise) na fórmula biorrestauradora e descobrem que funciona. Só que neste meio tempo o vilão Dr. Anton Arcane junto a seus capangas invadem o laboratório para roubar a fórmula.

Fugindo com a fórmula Alec a vê explodir em suas mãos e desesperado corre para o Pântano.  Neste longa temos a adaptação clássica e fiel dos gibis aonde Alec Holland  foi transformado num monstro composto por material vegetal depois que uma explosão em seu laboratório derrubou alguns produtos químicos nele.

Voltando, a tramoia foi planejada por Damien Ridge, um colega de trabalho que queria mata-lo para ficar com sua esposa. Só que Alec  volta pra se vingar e proteger sua amada.

O roteiro segue na risca o que acontece nas HQs, mas os efeitos especiais são ruins de dar dor de barriga. E pra piorar o Monstro do Pântano parece uma versão de borracha imitando o seriado do Hulk, horrível!

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O Justiceiro – 1989

Dolph Lundgren é um ator de filmes de ação que conseguiu voltar ao auge trabalhando em Os Mercenários que teve a façanha de trazer para as telonas os antigos atores dos anos 80 dos filmes brucutu que tanto adoramos, principalmente, Chuck Norris, o eterno Braddock.

Lundgren estrelou em Os Mestres do Universo que trouxe o poderoso herói He-Man, o defensor de Etérnia para as telonas. Tivemos uma visão totalmente hilária do Esqueleto que não chegou a assustar ninguém, pois parecia demais com a versão animada. Lembro que na época a vilã Maligna esta sim estava interessante e me assustou muito mais que o vilão principal.

Infelizmente Dolph ainda protagonizou O Justiceiro que por si só é um filme que divide opiniões. Além da origem clássica sendo representada na morte da família por outro lado também é motivo de reclamação a ausência da caveira estilizada na roupa do anti-herói.

Sua falta de sucesso veio perante a dois motivos: um foi  definitivamente a repercussão do Batman, de Tim Burton (divisor de águas no modo como se adaptava filmes). E o segundo a excelente fase que o personagem tinha neste período nos gibis (desenhado por Frank Miller).

Na história Frank Castle era mais conhecido como, The Punisher, um vigilante procurado pela polícia, pois já havia matado muitos malfeitores. Quem estava no seu rastro era o detetive Jake Berkowitz (interpretado pelo sumido Louis Gossett Jr.) que vivia num misto de admiração e repulsa pelo que Castle estava fazendo.

O anti-herói se escondia nos esgotos numa guerra solitária contra o crime organizado. Algo totalmente diferente de sua versão nos gibis que usava um furgão equipado de armamentos com o auxilio do Microchip, um hacker que lhe fornecia tudo que precisava.

Voltando, a premissa básica estava toda lá, mas a adaptação contava com um baixo orçamento e Dolph Lundgren nunca teve boa fama como ator. Deixando isso de lado o filme tem várias cenas de ação ao estilo que tínhamos na época.

E se você estiver a fim de deixar seus neurônios descansarem e querendo se divertir um pouco. O filme vale a pena ser visto apenas para poder falar mal depois.

 Elektra-2005

Elektra – 2005

A excelente interpretação de Jennifer Garner no filme do Demolidor rendeu-lhe um longa somente para ela brilhar, mas infelizmente vemos uma péssima adaptação mamão com açúcar.

A atriz já vinha fazendo sucesso por sua brilhante atuação na série de espionagem Aliás – Codinome Perigo, em que interpretava a agente Sydney Bristow.

Na adaptação Elektra não entende porque voltou da morte ficando obcecada por seu renascimento. Após ser treinada na arte do ninjutsu sente-se tomada pela fúria na morte de seus pais.

Então ela foi incumbida da missão de assassinar Mark e Abby Miller que são respectivamente pai e filha (que estavam fugindo do Tentáculo). Porém houve uma mudança repentina durante a tentativa de assassinato e Elektra é forçada a tomar uma importante decisão (que pode salvar ou destruir sua alma).

Elektra descobre que estava agindo pro Tentáculo e resolve proteger a família.

Bom, o filme é horrível e da pior espécie não tendo nada do clima violento característico das HQs. A trama parte pro sobrenatural e a heroína resolve ficar “meiga e simpática” de repente, blarg!

A única coisa de diferente é a participação de Terence Stamp, o eterno General Zod (dos anos 80). Fazendo o papel de Stick, o velhinho que ensina ao Matt a desenvolver seus poderes nos quadrinhos e neste longa é o sensei de Elektra.

Mesmo com a presença de Jennifer Garner no filme recomendo a não ve-lo de maneira alguma, pois é pura perda de tempo (chega a ser muito pior do que Demolidor).

 aço-1997

Aço – 1997

O jogador de basquete Shaquile O’ neal protagoniza esta produção spin-off da franquia do Superman (em nenhum momento o kriptoniano é citado no longa).

Nos gibis John Henry Irons foi salvo pelo Super-Homem quando trabalhava em um prédio que estava em obras. E após sua morte nos anos 90 decidiu adotar uma armadura para combater o crime na ausência do protetor de Metrópolis.

Na verdade naquela época e se não me engano no gibi o Retorno do Super-Homem surgiram quatro heróis que usavam o símbolo do kriptoniano.

Três deles afirmaram pra Lois que eram o Azulão reencarnado: Superboy (um clone), o Superciborgue (um astronauta que virou vilão) e o Super de visor (que era o artefato kriptoniano que assumiu forma humana).

Lembro que Aço nunca afirmou ser o herói que retornou, pois sua intenção era só homenagear o homem que salvou sua vida.

No filme Irons desenvolveu pro governo americano um sofisticado armamento que podia neutralizar o inimigo sem mata-lo. Só que um acidente no momento em que a arma foi testada deixa paralítica sua colega Susan Sparks (Annabeth Gish). Ela ficou tipo a Oráculo pro universo do Morcegão.

Irons deixou de trabalhar pro governo após o fatídico acontecimento. Só que não foi culpa sua, pois Nathaniel Burke (Judd Nelson) sabotou o experimento.

Algum tempo depois Irons presencia um assalto a banco cuja a gangue utiliza seu armamento modificado. E devido a isso une-se a Sparks para criar seu traje de armadura e martelo para combater o crime.

Bom, naquela época (anos 90) Shaquille estava fazendo um sucesso tremendo e aparecia como cantor de rap e ator como podemos notar em: Blue Chips com Nick Nolte, Kaazam (no qual interpreta um gênio) e este filme.

Na verdade o jogador tem um carisma incontestável, porém as adaptações de quadrinhos ainda não tinham amadurecido o bastante (e o resultado que vemos na tela é muito decepcionante).

Sinceramente pode esquecer esta adaptação, pois se quiser assistir algo decente do Aço procure no desenho Superman: A Série Animada na qual  a origem do herói ficou bem melhor.

Por último devo lembrar que a atriz Annabeth Gish trabalhou em Arquivo X como a agente especial Monica Reyes (entrando na oitava temporada e ficando até o final).

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A Liga Extraordinária – 2003

Antes da adaptação cinematográfica os personagens mais famosos da literatura universal e principalmente do século XIX foram reunidos nos quadrinhos com roteiro de Alan Moore e arte de Kevin O’neill.

Sob a ótica de Moore os personagens são agentes secretos que tentam manter a paz na Inglaterra vitoriana (e nós temos o prazer de ler suas aventuras). É claro que foi um sucesso absoluto de vendas, pois aonde Alan Moore põe a cabeça pra pensar torna-se um marco na história da nona arte.

Bom, no filme estamos em 1899 e soldados alemães atacam o Banco Nacional da  Inglaterra roubando os mapas de Veneza feitos por Leonardo Da Vinci. Então pouco tempo depois soldados ingleses sequestram os melhores cientistas da Alemanha.

A situação se complica, pois os governantes de ambos os países negam que fizeram os ataques (e a tensão entre eles pode gerar a Primeira Guerra Mundial).

Para impedir que isso aconteça M. (Richard Roxburg), o diretor de uma agência secreta criada pelo governo decide reconvocar a Liga Extraordinária.  Uma equipe que reúne indivíduos com habilidades especiais que é formada em tempos de necessidade para salvar o mundo.

Então temos o caçador Allan Quatermain (Sean Connery), a vampira Mina Parker (Peta Wilson), o homem invisível Rodney Skinner (Tony Curan), o cientista com personalidade dupla Dr. Jekyll/Mr. Hide (Jason Flemyng), o imortal Dorian Gray (Stuart Townsend), Capitão Nemo (Naseeruddin Shah) e agente americano Tom Sawyer (Shane West).

O vilão da vez é O Fantasma, um gênio do crime que deseja conquistar o mundo (algo bem clichê), pois ele vendeu armas avançadas para ambos os lados simplesmente para fomentar a guerra e ficar rico no processo (mesmo que milhões de pessoas morram por causa disso). Então a missão da Liga Extraordinária é detê-lo.

Infelizmente  Sean Conery ficou parecendo um James Bond da terceira idade e pra piorar Mr. Hide  tornou-se também uma versão do Hulk quando transformado e o vilão Fantasma é ridículo, pois não consegue ser convincente.

Algo que me inquietou bastante foi o imortal Dorian Grey, pois se não fizessem nada com seu retrato seu rosto mantinha-se intacto.

O visual do filme é extraordinário (piadinha besta) lembrando o quadrinho, mas o roteiro ficou ao estilo Sessão da Tarde fraquíssimo. Na época disseram que a intromissão de Sean Connery no trabalho do diretor fez o filme naufragar (talvez fosse isso que tenha acontecido).

Dá pra assistir apenas uma vez para sabermos tudo o que não deve ser feito quando se trabalha numa adaptação com tantos personagens envolvidos na trama. Bom, logo estarei trazendo a terceira parte (comentem sobre o que vocês acharam).

Relembre aqui a primeira parte.

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Os Piores Filmes de HQ – Primeira Parte

Desde que Brian Singer adaptou com exatidão e sucesso Os X-Men para as telonas vivemos sob uma nova onda de filmes de quadrinhos. Seu novo apogeu se deu com Os Vingadores, Batman: O Cavaleiro da Trevas Ressurge e O Espetacular Homem-Aranha, pois suas bilheterias são uma prova incontestável disso.

Vingadores se iguala ao Superman, de Chris Reeve  por traduzir fielmente o colorido das HQs pras telas de cinema, pois agora as adaptações ganharam notoriedade e credibilidade. Tudo começou em 1978 quando Richard Donner fez um excelente trabalho com o kriptoniano. A partir deste filme os produtores tiveram um olhar diferente para os seres de capa, collant e cueca por sobre as calças.

Donner consegue nos fazer acreditar que um homem pode realmente voar e dali em diante houveram várias outras adaptações umas pouquíssimas boas e várias outras ruins.

Todo mundo fala sempre dos melhores filmes de quadrinhos que já assistiram, até mesmo eu já citei alguns, mas que tal lembrar dos piores? Não vou falar de todos mais apenas os quais me lembro. Então vamos a eles?

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Spawn – 1997

Quando fui assistir no cinema haviam somente 6 pessoas na sala de exibição contando comigo e o personagem estava no auge nos EUA. O longa contava com os efeitos especiais da Industrial Light and Magic tornando o visual espetacular e só.

Na HQ, Al Simmons é um agente da organização governamental A-6, que dedica sua vida á  bela namorada Wanda Blake e deseja ter ao lado dela um estilo de vida mais pacato. Na sua última missão, ele é traído e assassinado pelo líder da agência, Jason Wynn.

Mas Simmons, desejando estar de novo com Wanda, fez um pacto com o demônio Malebólgia e volta pra Terra cinco anos depois, sem saber que foi destacado pra liderar o exercito do Inferno com os poderes de Spawn.

Bom, pelo menos no período em que foi adaptado os efeitos especiais são de primeira, isto é inegável, Martin Sheen é o único ator de renome e representa bem o vilão Jason Wynn.  A perversa e bonita agente Priest (Melinda Clark) não existia nos quadrinhos sendo ela quem mata Al Simmons.

O único personagem que gostei foi Cogliostro (Nicol Williamson) um mendingo misterioso que ajuda Spawn a descobrir o que aconteceu a ele ensinando-o a usar seus poderes.

Suponho que Cogliostro (que nos quadrinhos parece ser imortal) já tenha sido um Spawn e conseguiu fugir desta sina. Só não sei como e quando, pois eu lia as revistas e nunca vi nada relevante sobre tal assunto.

Nos gibis,  Al é atormentado pelas memórias de sua antiga vida, mas precisa aprender a sobreviver sob sua condição atual. Acaba sendo acolhido pelos mendigos que nem ligam pro seu rosto deformado e protegendo-os por se tornar mais um dos excluídos.

Além do Spawn eu gostava bastante dos detetives Sam e Twitch que mais pareciam uma versão do Gordo e o Magro (Stan Laurel e Oliver Hardy). Sinceramente o filme é uma bomba e foi mal na bilheteria, porque simplesmente é uma perda de tempo assisti-lo.

Apesar de vermos as características do Spawn o roteiro é muito fraco e os efeitos especiais mesmo sendo legais não conseguiram segurar tanto assim nossa atenção e temos péssimos atores interpretando. Se você quiser ver é por sua conta e risco depois não diga que eu não te avisei.

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Demolidor – O Homem Sem Medo – 2003

Ben Affleck já foi muito criticado em Hollywood, mas conseguiu levar a estatueta do Oscar, 2013 com o filme Argo. E recentemente houve um boato sobre um filme da Liga da Justiça sendo dirigido por ele. Sinceramente ainda bem que não rolou, pois eu acho que seria um fiasco absoluto.

Não pela direção dele, mas porque a DC está querendo fazer a adaptação correndo sem preparar nada de consistente para vermos. Bom, mas vamos falar de um deslize que todo ator têm em sua carreira e o de Ben Affleck é Demolidor.

Condensando 40 anos de história do herói cego numa tacada só somos apresentados a trajetória trágica grega de Matt Murdock. Um menino que perdeu seu pai numa luta forjada e que também perdeu a visão ao ter material radioativo banhado em seu rosto.

Matt Murdock ficou sem sua visão, mas seus outros sentidos foram ampliados a níveis fora do comum. Apesar de ser muito querido pelos fãs de quadrinhos em geral o Demolidor nunca foi um herói top da Marvel, mas atingiu um certo auge durante a clássica Queda de Murdock e só.

Recentemente na web esteve rolando a notícia do gibi a Morte do Demolidor. Bom, já foram tantos heróis que já morreram e voltaram que eu detesto este assunto. A morte nos quadrinhos tornou-se algo corriqueiro e um grande caça níqueis.

Voltando, todo mundo chiou ao saber que Ben Affleck iria interpretar o personagem, pois sua má fama de canastrão e inexpressivo o precedia. Mais pra mim vi uma boa apresentação de Matt Murdock sendo muito bem caracterizado.

O universo do herói cego estava todo ali, mas o roteiro pecou pelo excesso. Aliás Jennifer Garner estava realmente linda como Elektra seu maior e melhor par romântico das HQs. E eu adoro a cena em que Matt “vê” o rosto de sua amada na chuva é muito poética.

A parte ruim é aquela câmara de imersão que Matt usa para dormir e ter dois vilões no seu pé o infame Mercenário (Collin Farel) e o desprezível Rei do Crime que ficou ótimo vivido pelo saudoso ator Michael Clark Duncan.

O fato é que Matt no mesmo filme conhece Elektra e a perde sendo morta pelo Mercenário numa cena igual das HQs, pois poderiam ter feito isso num segundo ou terceiro longa. É um bom filme do Demolidor com belas cenas de ação principalmente no final quando vemos o herói pulando por entre os prédios, mas o roteiro estragou tudo pecando pelo excesso.

E recentemente ainda teve todo este rebuliço na web, porque Affleck irá interpretar o Homem-Morcego. Eu sou contra e pra dizer a verdade se nós que assistimos e damos bilheteria não somos respeitados é porque eles estão apenas interessados em ganhar dinheiro (não sou nenhum inocente).

Sei que há uma grande indústria por trás dos filmes, mas pra mim fazer uma adaptação atualmente deve ir de encontro ao que os fãs querem (respeito como foi feito na trilogia de Chris Nolan).

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Geração X – 1996

Houve uma época anterior ao sucesso de X-Men aonde Geração X também fazia um grande estardalhaço nas HQs da Marvel então resolveram adaptar para a telinha. O filme conta com o diretor Jack Sholder, o mesmo do ótimo A Hora do Pesadelo 2: A Vingança de Freedy.

Na história temos as aventuras de um grupo de adolescentes com superpoderes, desenvolvidos por mutação (condição genética anormal que aparece na puberdade, causada pelo Fator X, localizado na glândula pienal do cérebro, como aparece explicado no filme).

Por não dominar suas habilidades, os garotos são recrutados para aprimorar seus poderes na escola Xavier, instituição criada pra receber apenas adolescentes especiais. Os escolhidos são Arlee (Suzanne Davis), que tem como alter ego Buff, garota com sérios problemas por achar seu corpo muito feio, devido as constantes transformações; Jubilation Lee (Heather McComb) como Jubileu, que emite fogos de artifícios por suas mãos.

Mondo (Bumper Robinson), com poder de assimilar qualquer tipo de material; Agnelo Espinosa (Agustin Rodriguez), ou Derme, que pode transformar a estrutura de seu corpo; Kurt Pastorius (Randall Slavin), ou Refrax, que emite possantes raios através dos olhos (lembrando muito um outro mutante famoso dos X-Men); e Monet (Amarilis), que supera, tudo e todos por sua inteligência.

E os males de ordem moral e intelectual que abalam os jovens heróis são sanados por dois adultos mutantes. Emma Frost (Finola Hughes), a Rainha Branca com fantásticos poderes telepáticos  e Sean Cassidy (Jeremy Hatchford),  mais conhecido no mundo mutante como Banshee, irlândes que usa como arma seu grito sônico.

O vilão é Russel Trask (Matt Frewer), um cientista louco e egomaníaco que ganha dinheiro preparando campanhas subliminares pra produtos que não são tão bons quanto parecem. Quando descobre que sua arquirrival Rainha Branca é a professora desta equipe, decide sequestrar um mutante pra usar em seus experimentos.

Geração X  é um filme que não consegue adaptar com precisão o grande sucesso que havia nos quadrinhos, porque os efeitos especiais são ruins e o roteiro é pior ainda.

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Superman 3 – 1983

A franquia do Azulão até que são filmes bem dirigidos, pois continuam o padrão iniciado com Richard Donner, mas os roteiros ficaram fraquíssimos.

Em Superman 3 temos a ilustre presença do saudoso Richard Pryor que foi um dos melhores comediantes da década de 1980. A história deste longa é toda ruim, pois há um vilão convincente Ross Webster (Robert Vaughn) que por azar ficou muito parecido com Lex Luthor.

Temos uma linda e sexy  assistente Lorelei Ambrosia (Pamela Stephenson) que obviamente era uma versão da Senhorita Teschmacher.

Nesta história temos Gus Gorman (Richard Pryor), um gênio da informática que não tem sorte na vida. Até conhecer o Sr. Webster que usa seu intelecto para construir um supercomputador para então destruir o Homem de Aço, mas nesse meio tempo por conta da exposição a kriptonita nosso herói se torna arrogante e egoísta.

E sinceramente foi incrível vermos o Super dividido em dois a personalidade ruim de Kal-El ficou aterrorizante aonde até seu uniforme estava mais escuro. E o embate psicológico entre  Superman e Clark Kent no ferro-velho é inesquecível pra mim.

Infelizmente este filme é muito ruim, mas vale a pena por causa da presença de Christopher Reeve (também da bela Lorelei Ambrosia e só).

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Superman 4: Em Busca da Paz – 1987

Após receber uma carta de um menino pedindo pra acabar com a guerra nuclear, Superman decide destruir as ogivas nucleares do mundo inteiro. Só que neste meio tempo nós temos o vilão careca, Lex Luthor de volta que consegue um fio de cabelo do herói.

Quando o Super joga as ogivas no sol acaba criando um  ser movido a energia solar praticamente similar a ele o Homem-Nuclear (Mark Pillow). A parte engraçada e sinistra era que toda vez que o Homem-Nuclear ficava no escuro desligava como se fosse um robô, blargh!

Esta história do Homem-Nuclear me lembrou quando John Byrne reintroduziu o Bizarro nas revistas do kriptoniano. Nela Lex  manda um cientista japonês replicar o herói, pois eles achavam que Kal era humano. O clone surge perfeito, mas depois muda tornando-se a criatura conhecida como Bizarro.

E dali em diante nasce o ódio de Luthor pelo Super-Homem por saber que ele não era humano é memorável.

Bom, voltando as cenas de destaque em Superman IV são as lutas contra o Homem-Nuclear e se há alguma outra coisa interessante não me lembro mais.

Gostou? Logo trarei a segunda parte.

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Tron: Uma Odisséia Eletrônica

Muito antes de nós sonharmos  que um dia poderia existir Matrix  que mostrava de forma incrível as aventuras de Neo pelo mundo virtual. Havia Tron: Uma Odisséia Eletrônica o filme é um expoente, porque marcou o uso de termos técnicos de informática na telona.

Algo bem á frente do seu tempo para a época, mas pra quem assiste com a visão dos filmes de tecnologia atual nota-se que Tron é  lento demais. A ação demora muito a acontecer, porém tornou-se cult por merecimento.

Suas imagens “digitais” que na verdade algumas delas não foram feitas no computador impressionam bastante. O filme é datado como década de 80 não tem como não prestar atenção a este fato, porque é uma parte inerente da trama.

Kevin Flynn (Jeff Bridges) é um programador e inventor de videogames muito proeminente que trabalhava na empresa Encom e foi despedido por Ed Dillinger (David Warner) que tomou seu lugar roubando suas ideias e ocupando o cargo que deveria ser seu (vice-presidente).

Flynn estava tentando hackear os arquivos da Encom querendo encontrar provas que incriminassem Dillinger. Através de um programa pirata chamado CLU, mas seu programa foi capturado pelo Master Control.

O Master Control é um programa que adapta todas as informações de qualquer outro software para sua memória tornando-se mais veloz e inteligente. O Master Control foi um programa criado por Dillinger para proteger a Encom, mas o programa transformou-se em uma inteligência artificial perigosa (com a intenção de invadir os servidores do Pentágono e controlar o mundo). E Dillinger acuado teve que ajudar MC nesta empreitada, pois caso contrário perderia seu cargo.

Kevin tinha dois amigos que ainda estavam trabalhando na Encom Alan Bradley (Bruce Boxleitner),  um programador que estava finalizando um software chamado Tron que iria analisar e controlar todos os processos do Master Control.

E a Dr. Loira Baines (Cindy Morgan) estava terminando um projeto que era uma máquina laser que transportava objetos do mundo material para o virtual.

Só que Dillinger havia cortado o acesso de todos os funcionários aos servidores da empresa. Fato que deixou Alan e Loira muito chateados indo procurar Flynn ajudando-o a invadir a empresa.

A loja do Flynn’s me lembrou a animação Detona Ralph, pois o Consertando Félix Jr. é um jogo que surgiu justamente na mesma época em que Tron acontece.

Quando Flynn estava hackeando os servidores da Encom foi detectado pelo Master Control que o capturou para a realidade virtual.

É neste momento que a aventura digital começa, pois há um mundo totalmente novo e diferente que vislumbramos. Repleto de luzes e formatos com tanques poligonais e motos que deixavam rastros de luz e principalmente uma arena aonde os programas tinham que lutar pela sua vida tipo gladiadores numa arena.

A parte interessante é que todos os personagens possuem um avatar no mundo virtual de Kevin é Clu um desbravador que sempre acredita no usuário. Enquanto Yori é de Lora também interpretada pela atriz Cindy Morgan. Já Alan é Tron que age como um nobre guerreiro típico da cavalaria medieval.

O Master Control tem a voz de Ed Dillinger que também interpreta o vilão Sark que domina como um ditador a “Grade”, o mundo virtual aonde a trama se desenrola. A missão de Clu, Tron, Lora e companhia é derrubar o tirano do poder.

Aqueles trajes florescentes unido ao estilo de luta antigo chamou minha atenção ainda mais quando um lutador tinha que lançar os discos para derrotar seu oponente (ser deletado é igual a morrer).

O que pude perceber é que mesmo num filme antigo com efeitos datados a aventura foi inovadora, mas Tron demorou a ser reconhecido justamente por causa de outro estrondoso sucesso E.T., O Extraterrestre que acabou ofuscando sua história.

Tron também equipara-se a Star Wars por terem históricos equivalentes, pois são filmes que abriram um precedente quando foram feitos.  Cada um mostrando seu ponto de vista e seguindo caminhos bem diferentes, porque Tron é uma viagem pelo mundo digital enquanto Star Wars uma saga espacial.

Pra quem quiser assistir Tron original vale apenas como conhecimento do mito.  Porque como já havia escrito antes é um filme lento, mas serve para entender melhor o que acontece na sequência.

legacy

Tron: O Legado

Esta história de remake pra mim parece ser uma falta de perspectiva dos roteiristas em criar algo inteiramente novo, mas como dizia o velho guerreiro: “nada se cria tudo se copia”. Se na aventura original os “efeitos visuais” foram inovadores desta vez tornaram-se inesquecíveis graças ao uso do CGI.

A história começa nos conectando ao filme anterior com Kevin Flynn (Jeff Bridges)  na década de 80 narrando para seu filho Sam suas aventuras na Grade (que ele transformou num jogo de grande sucesso chamado obviamente de Tron).

Logo é mostrado na tela vários televisores antigos noticiando o sumiço de Kevin. Um fato que  provocou uma grande mudança na direção da Encom. E também na vida de Sam que foi morar com seus avós algo que me lembrou Peter Parker (que teve que morar com seus tios).

Então devido a este  acontecimento temos um salto de 25 anos na história. E Sam Flynn (Garrett Hedlund) tornou-se um especialista em tecnologia (um hacker – termo que não existia na época do longa original). Um bad boy que usa sua inteligência para sabotar a Encom empresa que seu pai ajudou a consolidar no mercado.

Logo por influencia de seu tutor Alan Bradley (Bruce Boxleitner) que havia recebido uma mensagem em seu pager (não sei porque guardou algo tão jurássico).

Na verdade a mensagem fora enviada por Clu, pois como Kevin havia se escondido há muito tempo. O vilão fez um ardil para encontrar alguém do mundo real e traze-lo pra Grade a fim de que seu criador saia da toca.

Então Sam caindo nesta armadilha decide ir até a loja Flynn’s  que está toda empoeirada e quando entra toca no jukebox um grande sucesso da década de 80 do Jorney é Separate Ways (worlds apart) que se não me engano está relacionada ao sumiço de seu pai.

Confesso que fiquei nostálgico, pois me fez viajar a uma parte da minha vida que estava começando a conhecer e gostar de música. Voltando, Sam se encontra  diante de algo realmente extraordinário quando acidentalmente é transportado pro mesmo mundo cibernético que seu pai visitava anos atrás.

Perdido na Grade Sam se vê tendo que aprender a lutar por sua vida e também procurar seu pai a fim de algumas respostas (como seu aparente abandono).

Clu que fora um herói na versão original agora é o vilão da vez. Vemos que a tecnologia em CGI  visualmente melhorou em vários aspectos (já que o vilão é feito de forma digital) com o rosto que Jeff Bridges tinha há 20 e poucos anos atrás (é algo estranho mais depois nos acostumamos com essa peculiaridade).

Desta vez Clu deseja exterminar os ISOS que são basicamente organismos vivos dentro do sistema (só que ele os enxerga como um vírus). De forma incrível Clu levou sua diretriz básica de “perfeição” a níveis que chegam a loucura extrema (vendo a imperfeição que há em nós seres humanos).

Seu alvo é o disco de Kevin que durante anos estava vivendo recolhido como um guru Zen. Após saber que dentro dele há uma forma dos programas da Grade se materializarem no mundo real deseja consegui-lo de qualquer maneira (para invadir e conquistar o mundo de seu criador).

Clu conseguiu formatar as memórias de Tron transformando-o no guerreiro implacável conhecido como Rinzler que detona todos os programas que enfrenta na arena.

Além dos efeitos especiais terem ficado amplamente maiores temos a presença da personagem Quorra (a bela Olivia Wilde), ela também é um ISO que Flynn salvou de ser executada pelos guerreiros de Clu. Quorra ajuda Sam a compreender a Matrix (quer dizer a Grade) e a voltar para o mundo real já que o portal não irá demorar para se fechar (e só pode ser aberto de fora pra dentro).

Bom, pra mim foi estranho ver que  Castor (Michael Sheen), dono da boate Fim da Linha, era uma mistura de Chapeleiro Louco com Willy Wonka (a versão de Johnny Deep). Ele queria aparecer mais que os outros atores do filme ficando aparentemente risível.

Fora isso chamou minha atenção a excelente trilha sonora composta pelo duo francês Daft Punk (fato que há até participação especial).

O Legado transformou a odisseia original num nível nunca antes visto, mas infelizmente devido ao final inconsistente não haverá nenhuma continuação (deu a entender desta forma pra mim).

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Lanterna Verde – A Saga Esmeralda

Antes de Lanterna Verde Origem Secreta houveram três edições que ajudaram a definir e também  odiar o modo que víamos o herói.

Amanhecer Esmeralda

Logo após vermos a épica Crise nas Infinitas Terras chacoalhar e assassinar milhões de pessoas no UDC. No final todo o Multiverso da editora foi destruído restando apenas uma Terra (com novas histórias para serem contadas).

Seus personagens foram ganhando novas adaptações recomeçando do zero. Fato que possibilitou inúmeros leitores a acompanharem suas edições (eu sou um deles).  E aqui temos o cativante reinicio de Hal Jordan em Amanhecer Esmeralda de 1990.

Se em Showcase # 22 a famosa HQ original de 1959 (com arte de Gil Kane e roteiro de John Broome) que mostrava a introdução ao conceito do herói sendo bastante rápida. Desta vez no pós-Crise o desenrolar foi muito mais aprazível nos envolvendo realmente nos acontecimentos que o tornaram um dos maiores Lanterna Verdes de todos os tempos.

Destacando que se antes Hal foi mostrado como alguém destemido desta vez seu aspecto humano ao sentir medo foi o mote principal e também a capacidade de conseguir superar o próprio medo foi sua melhor abordagem.

Amanhecer Esmeralda destacou-se ao contar os primeiros passos do herói  utilizando o anel de poder, pois teve que aprender sozinho a usa-lo.

Hal havia atropelado um homem e seu amigo Andy (irmão de Carol Ferris) estava hospitalizado, mas havia um inimigo que estava perseguindo Abin Sur e decidiu ir atrás do novo Lanterna  destruindo a cadeia aonde tentava redimir sua culpa.

Legião é um ciborgue que usa a cor amarela e sua origem é de um ser  plasmático que reuniu mortos de um planeta que explodiu por culpa dos Guardiões (por isso persegue, caça e mata todo LV que encontra).

O herói quase morre esmagado mais de repente o anel expira sua carga de energia salvando-o por um triz.

Legião deixa um rastro de destruição por onde quer que vá procurando o LV, pois conseguia rastrear sua assinatura de energia. O vilão destruiu todos os lugares em que Hal apareceu uniformizado (matando todos que estavam no hospital incluindo seu amigo).

Como Hal ainda estava “verde” (no sentido de novato) não sabia ainda utilizar o anel direito e somente quando recarregou pode aprender que até que podia falar (usando suas informações a seu favor).

Então o herói decidiu partir pra vingança aprendendo tudo que podia sobre a ameaça que enfrentava.

Quando foi convocado para Oa, Hal recebeu um árduo treinamento com Kilowog (que não foi nada fácil) para poder tornar-se o guardião do setor espacial 2814. Na luta final temos a clássica entrada do herói na bateria central fato que se tornou histórico e algo recorrente algum tempo depois  (na animação da Liga John Stewart faz a mesma coisa).

O filme de Martin Campbell até adota um pouco desta HQ principalmente no trauma que Jordan apresenta sobre seu pai (só que ficou tudo muito diluído e foi mal aproveitado). Mais em Amanhecer Esmeralda temos a rara oportunidade de notar que Jordan não é uma pessoa perfeita.

Hal estava completamente no fundo do poço e sem esperanças para conseguir sair até que encontra em Abin Sur (um bote salva vidas pros problemas que vinha passando).

O  seu medo diante do que estava em sua frente era aparente, mas como sua vida ficou totalmente destruída. Decidiu aproveitar a sorte e usar o anel para encarar um novo futuro.

Amanhecer Esmeralda é a melhor história sobre Hal Jordan até aquele momento, pois diante dos problemas que encontrou conseguiu superar dando uma guinada radical em sua vida. E lançando uma nova perspectiva ao que já havia sido proposto sobre o Lanterna Verde.

Eu não sei porque deixaram a arte com Mark D. Bright, pois importância de Hal merecia alguém de renome maior. Seu estilo é simples e não consegue demonstrar toda carga dramática nas cenas que vimos.

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Amanhecer Esmeralda 2

Se na primeira parte a ação se concentrava apenas em mostrar como Jordan adquiriu  o anel e tornou-se um Lanterna Verde (nesta edição as coisas estão ligeiramente diferentes).

Hal deseja pagar seus erros diante a sociedade e se entrega as autoridades sem a ajuda de um advogado. O juiz que mandou trancafiar Jordan deveria existir aqui no Brasil, pois as leis quanto acidentes automobilísticos deveriam ser mais pesadas.

A História conta como foram os tumultuados 90 dias em que o herói esteve “preso”, pois além de encarar um dos ladrões que prendeu na edição anterior (foi reconhecido por causa de uma frase).

Só que teve mais, porque Hal ainda precisou conter uma rebelião no presídio, entrar numa briga para evitar um acordo comercial entre khundios, dominions e a cidadela (raças alienígenas que aparecem na saga Milênio).

Era pra ser um simples acordo diplomático, mas o almofadinha do Sinestro acabou transformando a situação numa briga fenomenal e ainda colocou a culpa em Hal.

E desta vez também temos a trama enfocando no término do treinamento de Hal quando os Guardiões escalaram Sinestro para instrui-lo.

Sinestro era o protetor do setor espacial 1417 e sem os anõezinhos azuis perceberem comandava com extrema firmeza. Era tão obsessivo que tudo deveria estar na mais perfeita ordem, pois sua cólera era radical.

Quando Sinestro convida Jordan a ir em Korugar (seu planeta natal). A situação fica muito pior.

Sua ausência culminou numa rebelião que estava sendo secretamente orquestrada por Katma Tui. A “bagunça” ocorrida no planeta chama atenção dos anões azuis que convocam “os punhos dos Guardiões” (robôs enviados pelos anões a fim de corrigir seus subordinados).

A ação ocorre em dois lugares com Hal se dividindo para “ficar” na prisão na Terra e viajando pelo espaço ao lado de Sinestro. Se em Korugar houve uma rebelião aqui também tivemos outra no presídio. E Guy Gardner fora usado de refém (aliás ele apareceu como assistente social e estava praticamente irreconhecível).

A edição é repleta de reviravoltas como a promoção de Katma Tui ao posto de LV, Guy mostrando o temperamento explosivo que lhe rendeu fama e Sinestro  caindo do pedestal pra virar o grande vilão que conhecemos.

O argumento de Keith Giffen não é maravilhoso (só que prende nossa atenção).  Infelizmente a arte de M. D. Bright é bastante ruim, mas a edição reúne elementos que se tornaram clássicos na história de Jordan.

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Crepúsculo Esmeralda

Essa história acontece logo após o Retorno do Super-Homem quando Coast City foi destruída por Mongul e o Superciborgue. O gibi até que começa bem com arte de Dan Jurgens onde temos o Super-Homem cabeludo em Gotham City, mas Bruce estava ausente e quem protegia a cidade era Azrael (durante a Queda do Morcego).

Bruce estava numa cruzada pessoal a fim de se recuperar dos problemas que Bane havia lhe causado (já que havia quebrado sua coluna). O clone cabeludo de Lex Luthor estava na cidade-motor  querendo pegar kriptonita e também usar a tecnologia alienígena do lugar para usa-la em Metrópolis.

Só que a presença de vários heróis estragou seus planos (nesta época a Super-Moça era apaixonada pelo vilão). A heroína era Matrix uma versão em protoplasma de Lana Lang oriunda da dimensão compacta da qual tornou-se sua única sobrevivente.

Quando todos foram embora Hal ficou consumido pela dor de não poder salvar sua cidade e aquelas pessoas que tanto amava. Tentando entender todo  seu passado recriou seu pai para confronta-lo sobre suas divergências (uma conversa franca e conflituosa).

Se por um lado Hal tentava entender o que acontece trazendo seu pai e sua mãe para dizer algo reconfortante. Por outro ao reconstruir totalmente a cidade sua ruína já estava mais do que evidente (remexendo em suas memórias até o anel se esgotar).

A ira de Hal era tão grande que decidiu voltar pra Oa recarregando seu anel numa projeção holográfica de um anão azul. O que vemos então é odioso, pois Hal enveredou numa cruzada insana em busca de poder para recriar o próprio universo.

Os Guardiões mandaram Lanternas para detê-lo, mas cada um que se opusesse em seu caminho era derrotado matando-os sem dó e nem piedade (e perdendo seus anéis). Um a um todos vão tombando e Hal derrota até Kilowog a cena é simples e rápida (nem parece que o grandão é tão poderoso como dizem).

Então os Guardiões num ato de puro desespero para derrotar o outrora mais poderoso LV da Tropa (lançam mão de sua última jogada).  Libertando Sinestro de sua prisão na Bateria Central e concedendo ao koruganiano um anel para enfrentar Jordan.

Sinistro deixa claro que não venceria Hal diante daquele monte de anéis e incita-o num declarado mano a mano. A luta entre os dois é brutal e acaba com Hal matando Sinestro (a cena é forte e poderia até ser chocante mais a arte ruim não ajuda em nada). A conclusão é que conseguiu novamente entrar na Bateria assumindo o poder de um “deus”.

Eu odeio o que fizeram com Hal, porque foi imperdoável jogarem no lixo toda sua glória de herói. Além de dizimarem toda a Tropa, destruiram seus amigos e transformaram-no num vilão que desejava mudar a catástrofe que ocorreu em Coast City.

E o pior é que não deram nenhuma  importância devida para essa catástrofe, pois só havia Dan Jurgens como artista de peso trabalhando na  edição. O restante eram todos de segundo escalão como Bill Willingham, Fred Haynes e Darryl Banks (quem são estes caras?).

O único saldo relativamente “positivo” desta palhaçada toda foi a ascensão de Kyle Rayner como último Lanterna Verde do universo que ganhou de Ganthet o seu anel (que afinal de contas acho bastante fraco também).

Crepúsculo Esmeralda foi umas das piores edições que já tive a infelicidade de ler na minha vida. Não só pelo que fizeram ao Hal, mas também pelos artistas ridículos que trabalharam na HQ.

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A Teoria da Conspiração

Quando assisti  Um Mundo Melhor fiquei perplexo com aquela Liga da Justiça fascista que controlava o mundo com mão de ferro. Sua contribuição foi  mostrar uma origem melhor para o monstro Apocalypse (numa batalha grandiosa contra o Superman).

Todos pensávamos que seria uma realidade alternativa que “talvez” não viesse acontecer, mas a verdade era que os acontecimentos estavam sendo secretamente manipulados por “alguém” para que aquela realidade viesse ser a nossa.

Então mais a frente descobrimos  que num plano arquitetado por Lex Luthor o canhão de fusão binária é ativado destruindo o complexo do Cadmus (no Novo México).

Lembrando que o canhão foi colocado no Satélite após a invasão thanagariana a fim de proteger a Terra de outras invasões alienígenas. O Questão havia sido sequestrado, pois anteriormente havia descoberto arquivos secretos com o assassinato de LL na Casa Branca.

E para evitar que tal futuro sombrio pudesse acontecer ele decide com suas próprias mãos executar o vilão careca, mas fracassa sendo preso e torturado no Cadmus.

O herói sem rosto parece maluco, mas antes de ser sequestrado diz que há uma sociedade secreta que enriquece  controlando o mundo inteiro. Num quadro mostra um ex-presidente que foi ator (alusão a Ronald Reagan e até boys band tipo Backstreet Boys) que desviam a atenção da população. Algo surpreendente, pois foi uma fonte de inspiração para o título do texto.

Enquanto Superman e Caçadora foram salvar o herói sem rosto temos o Capitão Átomo sendo recrutado pelo General Eiling. Já na intenção de coloca-lo pra enfrentar o kritoninano onde vemos uma batalha histórica entre ambos, pois mesmo o Capitão usando energia do sol vermelho de Krypton.

Podemos notar então que  Kal estava apenas se “contendo” para dar tempo da Caçadora auxiliar o Questão a fugir.

No final da luta quando os agentes de segurança vem socorrer o Capitão o Homem de Aço diz: “não toquem nele é da Liga da Justiça”. Pergunto quem iria desobedecer ao Super enfurecido? (Eu estou fora).

Pra piorar a situação da Liga surge uma histeria da população quanto ao uso do canhão, pois a destruição é tão impactante que a cena parece ser uma reconstituição real de uma explosão nuclear.

As implicações não são poucas, porque o presidente ameaça  o Caçador de Marte duramente. E na Sala de Reunião  em votação secreta a equipe decide se entregar para “limpar” sua imagem e aliviar a tenção (menos o Batman que diz ser um membro esporádico).

Fato que particularmente pra mim está ligado com os acontecimentos de sua lavagem cerebral mostrados em Crise Infinita.

Aqui também temos a melhor adaptação da Poderosa que nos gibis é a prima do Superman original que vivia na Terra 2. Ficamos sabendo que ela é um clone geneticamente melhorado da Supergirl. Dando muita dor de cabeça para a Moça de Aço, pois estavam dividindo as mesmas recordações (Tenebrosa Simetria).

Amanda Waller respondendo a “provocação” mandou Galateia invadir e destruir o QG da Liga. Ela utilizou um exército de Ultimen controlados telepaticamente, mas na verdade foram criados para serem uma resposta a possíveis excessos da Liga da Justiça (caso futuramente algo parecido aos Lordes da Justiça viesse  acontecer). Os Ultimen são versões de heróis do desenho dos Super Amigos: Grande Sombra (Chefe Apache), Juice (Vulcão Negro),  Wind Dragon (Samurai), Downpour (Zan) e Shifter (Jayna) infelizmente faltou El-Dourado.

Na invasão e batalha no Satélite vemos um desfile de heróis conhecidos e de outros de segundo escalão como Rastejante, Cigana, Astek, Soviete Supremo além de muitos socos, raios e explosões no melhor estilo dos quadrinhos.

Quando Amanda estava comandando a invasão ao lado do General, Batman invade questionando que há somente três pessoas com níveis de inteligência fora do comum no UDC (sendo que dois deles estavam no Satélite no momento do disparo).

Eu suponho que sejam o Senhor Incrível 2 (Michael Holt) e Eléktron (Ray Palmer) ou será que ele estava na Torre  na hora do acidente? Em momento algum vemos o Homem-Morcego no Satélite, pois então partindo deste ponto de vista. Devo concluir que o nível de inteligência de Bruce está abaixo de Lex Luthor (eu não gostei disto).

O pior de tudo foi descobrir que o careca estava dividindo seu corpo com um implante do DNA de Brainiac (já que o vilão espacial havia morrido). Isto havia acontecido na versão animada do Superman dos anos 90 episódio em que Brainiac faz Luthor de refém para construir um novo corpo cibernético. Não me recordo do nome em que aconteceu tal história, mas lembro que Lex quase morre de fome e cansaço ficando bastante debilitado e justamente o Super o salva (não é atoa que chamam ele de escoteiro azul).

Após Brainiac revelar tudo que havia tramado Amanda Waller dá tiros  em seu corpo e quase automaticamente os buracos se fecham lembrando o T-1000 do Exterminador do Futuro. Na sequência o Super soca Brainiac com extrema raiva, mas quando vilão transforma o prédio da LexCorp vemos uma versão da nave que era usada durante os anos 1980 nos quadrinhos.

Enquanto a nave era destruída o vilão estava a quilômetros dali, pois sua intenção era encontrar o Coração Negro uma tecnologia alienígena capaz de converter qualquer matéria-prima para utiliza-la. Temos então a conexão                                                                                                                     direta com Um Mundo Melhor, pois os 7 grandes enfrentam um poderoso Brainiac. Luthor está aonde sempre almejou chegar ao unir-se ao alienígena tendo poder, conhecimento e imortalidade sendo praticamente um “deus”.

androides

É no confronto que Brainiac/Luthor recria androides com aparência da Liga fascista só que o Flash estava morto nesta realidade.  E o uniforme que vemos é igual ao de Eobard Thwane, vulgo Professor Zoom ou Flash Reverso (o pior inimigo de Barry Allen).

Os heróis lutam contra versões de si mesmos que dizem todos os seu temores mais íntimos. O adversário do Flash diz que não há lugar para ele entre os maiores heróis da Terra, mas esta frase também é usada para definir Os Vingadores. Todos trocam de oponente demonstrando, porque realmente são os melhores do mundo.

Quando a Liga estava aparentemente derrotada Brainiac/Luthor tenta assassinar Wally mais o Velocista Escarlate corre ao redor do mundo. Atingindo uma velocidade que nunca havia alcançado conseguindo assim arrancar a armadura de Lex e morrendo devido á exaustão, pois estava dentro da força de aceleração.

Ela é a fonte de poder de todos os velocistas e quando morrem sua energia se une a fonte fazendo parte dela para sempre. Lembrando que fato semelhante  havia ocorrido com a morte de Barry Allen em Crise nas Infinitas e também em Superalmanaque DC (“O Mistério do Raio Humano”). Wally estava praticamente sumindo seus amigos se uniram para trazê-lo de volta. É emocionante mostrando que a Liga é mais do que uma simples super equipe, pois agem como se fossem uma família.

Depois de tudo quando Superman fala pra população de sua intenção de desfazer a Liga. O Arqueiro dá um sermão mostrando a importância de Kal-El e da Liga da Justiça seguida de uma aclamação da população. Batman diz pro Arqueiro em latim: “quem guarda os guardiões?” algo que se não me engano é visto em Watchmen, de Alan Moore e Dave Gibbons onde há esta inscrição na parede.

As referências dos roteiristas nos levam há vários assuntos pertinentes ao mundo dos quadrinhos e Liga da Justiça é a melhor animação de todas com a equipe feita pela DC Comics e um prato cheio para nós fãs do assunto.

Comentários sobre os episódios Um Mundo Melhor, Disputa de Poder, Hora H, Pânico nos Céus e Divididos Caímos.

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Capitães

Engana-se quem pensa que Steve Rogers foi o único a envergar o manto, pois dizem as lendas que houveram outros homens usando tal alcunha. Conheça alguns personagens que também ajudaram a eternizar o mito.

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O Primeiro Capitão da História

Antes do soro ter êxito com Steve  saiba que o Serviço de Saúde Pública dos Estados Unidos  fazia teste com homens negros de 1932 a 1972. A desculpa era para descobrir uma cura para sífilis, mas geralmente  o soro afetava de maneira grave quem era inoculado por ele.

Esse procedimento aconteceu no estado do Alabama e esta experiência ocorreu em 400 homens. Infelizmente vários deles morreram devido a este processo, porém Isaiah Bradley foi o primeiro homem a ser considerado como Capitão América.

Ele é considerado como uma lenda entre a comunidade negra americana. Sinceramente foi uma das histórias mais interessantes que fizeram sobre o Capitão recriar um mito através de outro.

Só que pra mim é bastante difícil acreditar que algo tão cruel e desumano quanto isso tenha acontecido de verdade. Mais infelizmente alguns homens sofreram em Tuskegee por causa da falta de escrúpulos de certas pessoas.

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Capitão América II

William Nasland era o herói conhecido como O Espírito de 76 foi inspirado pela atuação do Capitão América.

Atuou em 1940 agindo contra a espionagem nazista durante a Segunda Guerra então em 1945 pouco antes do final da guerra. Steve e Bucky sumiram e o presidente Truman convocou Nasland para ser o novo herói acompanhado de Fred Davis que se tornaria o novo Bucky.

Eles lutaram na equipe All-Squadron Winners a equipe que veio a suceder os Invasores. Em 1946 o robô Adam II criado por Phineas T. Horton (o mesmo do Tocha Humana original) planejou um ataque matar John F.Kennedy.

Ao impedir este plano  durante uma feroz batalha  Nasland foi morto enquanto Bucky enquanto estava desacordado. Quando o restante do Esquadrão chegou já era tarde demais.

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Capitão América III

O repórter Jeff Mace era o herói Patriota um combatente do crime agindo com um uniforme baseado na bandeira americana (inspirado após ter visto Capitão América em ação). O Patriota era um dos vários heróis que combatiam o crime e a ameaça nazista durante a Segunda Guerra.

Quando terminou a guerra o herói participava do All Winner Squad e salvou o jovem senador John Kennedy . só que o salvamento custou a vida do segundo Capitão e Mace foi convocado para substitui-lo. Casou-se com a heroína Golden Girl que tem o nome de Betty Ross. Então a famosa esposa de Bruce Banner não foi a única personagem com este nome. Atualmente Jeff morreu de câncer numa idade avançada.

anos 50

Capitão América dos anos 50

Durante os anos 70 a Marvel arranjou uma crise na sua continuidade ao dizer que o Capitão agiu exatamente durante no período que esteve congelado. A solução foi criar um “impostor” .

Após o final da Segunda Guerra Steve Rogers havia desaparecido e dado como “morto” (ficamos sabendo que estava congelado). E durante os anos 50 houve outra pessoa usando seu escudo.  O professor de história William Burnside  era um grande fã do bandeiroso tanto que fez plástica para ficar com o rosto parecido com o dele. O fato é que Burnside  descobriu documentos que localizavam o soro do supersolado.

Só que o governo interveio dizendo não as suas intenções. Quando voltou a lecionar descobriu que seu aluno Jack Monroe era outro fã do Capitas, então decidiram de comum acordo aplicarem o soro neles mesmos.

As aventuras que acontecem durante a década de 1950 eram destes  heróis, mas algo deu errado e a fórmula acabou deixando-os loucos. O governo resolveu deixa-los em animação suspensa até ser encontrada uma cura (já vi isso em algum lugar).

john walker

Capitão América V

John Walker era o herói Super Patriota que confrontou o Capitão América dizendo que ele representada os “verdadeiros ideais” da América. E assim começou a difamar publicamente o bandeiroso (eles chegaram a lutar por causa disto).

Quando a Comissão das Atividades Superhumanas chefiada por Valerie Cooper retirou de Steve o direito de usar seu uniforme e escudo.

Walker recebeu de presente de Tony Stark um uniforme e escudo parecidos passando a se denominar de Capitão.

Ao enfrentar diversos vilões teve sua identidade revelada por dois “ex-amigos”: Esquerdista e Direitista (que estavam revoltados por não terem sido aproveitados pela comissão).

A exposição resultou na morte de seus pais pelos Cães da Guarda. Tomado pela fúria Walker assassinou os vilões perdendo o posto de Capitão América (e pedindo para Steve retornar). Ao lado do Capitão descobriram que o comitê fora manipulado pelo Caveira Vermelha e depois assumiu o nome de Agente Americano.

 bucky

Capitão América VI

Bucky foi o assistente de Steve durante a Segunda Guerra. Ele era uma mascote do campo naquele período. Só que  “por um acaso” descobriu a identidade do bandeiroso e passou a ajuda-lo sempre que precisava.

Bucky tornou-se um dos personagens mais importantes da mitologia do herói (assim como Robin é para Batman) e o momento de sua morte é uma das situações mais reprisadas que já pude constatar. Quando todos achavam que estava realmente morto descobrimos o Soldado Invernal.

Desta vez  Bucky sofreu lavagem cerebral tornado-se um assassino eficiente que de tempos em tempos era mantido em animação suspensa.

O Capitão ao saber disto resgatou seu velho amigo e devido aos acontecimentos da infame Guerra Civil. Ele assume o lugar de Steve quando morreu ao final desta saga.

Então Bucky novamente “morre” após um ataque do Caveira Vermelha  só que tudo não passou de um plano de Tony Stark. Na verdade a intenção era deixar Bucky fora de problemas com a lei e agir livremente para combater o crime na surdina.

Neste meio tempo Steve retornou, mas não assumiu o manto estrelado agindo como diretor da S.H.I.EL.D.

ultimate

Capitão Ultimate

Só para constar resolvi comentar sobre  sua melhor versão. No final do ano 2000 a Casa de Ideias renovou seus personagens com o Universo Ulttimate. O primeiro é claro não poderia deixar de ser o Cabeça de Teia, mas aos poucos o universo foi se expandindo (X-Men e Quarteto Fantástico).

Com elementos bastante diversos da Terra-616 tivemos vários personagens renovados (e uma inveja da DC Comics que criou 10 anos depois algo semelhante: Novos 52).

O Capitão desta linha temporal  tem seu histórico de vida parecido com o tradicional, mas no futuro foi encontrado pela Shield e participa da primeira formação dos Supremos (a versão Ultimate dos Vingadores).

Os Supremos surgiram com a intenção de combater super ameaças aos Estados Unidos

Os Supremos fez tanto sucesso que ganhou duas animações pra DVD. Na primeira começa logo com Nick Fury numa expedição para encontrar o corpo do Capitão.

Bruce Banner revela ser um fã do herói e pesquisa uma cura para sua transformação.

Quando Banner se descontrola  transforma-se no Hulk atacando a cidade de Nova York causando um rastro de destruição e matando várias pessoas. Esta tragédia faz com que  o Capitão junto ao Thor, Vespa, Homem-Gigante e Viúva Negra se unam para deter o monstro. Diferente dos gibis aonde fica com a Vespa nesta animação Steve dá uns amassos na Viúva.

Gostei demais do Thor que ficou parecendo mais um hippie do que deus nórdico.

Na segunda animação temos o grupo numa missão de impedir o ataque dos alienígenas Chitauris (os skrulls) que querem encontrar os segredos de Wakanda.

O problema fica no dilema em que se encontra o Pantera Negra em ir contra as leis de sua tribo para se unir aos heróis de fora.  As duas animações são fiéis aos conceitos das HQs mostrando mais violência e tramas adultas.

A empresa deu bola fora em 1999 na animação The Avengers: United They Stand.

Baseada na versão dos Vingadores da Costa Oeste de 1984 esta série infelizmente mostrava os heróis usando armaduras hi-tech toda vez que partiam pra ação.

A equipe era liderada pelo Homem-Formiga e composta pela Vespa, Tigresa, Gavião Arqueiro Visão, Feiticeira Escarlate, Falcão e Magnum. De tão ruim teve somente 13 episódios. O Capitão participa de Decisão de Comando no qual ajuda seus amigos a combater Zemo e os Mestres do Mal.

Além de participar dos Vingadores o Capitão atuou durante a Segunda Guerra na equipe Os Invasores composta por Bucky, Tocha Humana (original), seu parceiro Centelha e Namor para combater o nazismo.

Com o tempo a equipe tornou-se maior com a inclusão de Union Jack, Spitfire, Miss America, Whizzer entre outros. Há pouco tempo atrás houve um crossover entre Invasores e Vingadores com algumas ilustrações de Alex Ross.

Na história os Invasores viajam para a atualidade e na tentativa de envia-los de volta. Só que tantos os Vingadores quanto os Novos Vingadores encontram um passado alterado pelo Cubo Cósmico sendo usado pelo Caveira Vermelha.

Fonte de Pesquisa: Wikipédia, Guia dos Quadrinhos e Mundo dos Super-Heróis.

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Filmes da Liga

Na web estamos cansados de ver comentários e suposições sobre o futuro filme da LJA. Talvez tenhamos algo para 2015 (sendo pouco provável ainda).

Como fã gostaria que o roteiro fosse bem planejado, pois estão situando o UDC num mundo “praticamente” real. E além de que David S. Goyer (que provou ter um bom conhecimento sobre os melhores do mundo). Ainda Temos Paul Dini, Mark Waid e Brad Meltzer que também poderiam trabalhar neste possível roteiro.

Então como o futuro é bastante improvável vamos olhar para o passado não tão recente. Estou falando sobre os dois desastres que a Distinta Concorrente fez em live- action.

Bom, Legends of the Superheroes feito em 1979 pela rede americana NBC em parceria com a Hanna-Barbera.  Foi um especial de TV em duas partes com alguns personagens da editora (inspirado no grande sucesso dos Super Amigos).

Na equipe temos o Capitão Marvel, Caçadora, Batman e Robin, Canário Negro, Flash Lanterna Verde e Gavião Negro. Enquanto nos vilões tínhamos Solomon Grundy, Mordru, Dr. Silvana, Giganta, Charada, Mago do Clima e Sinestro.

A única parte boa era rever Adam West, Burt Ward e Frank Gorshin interpretando os personagens que os consagraram, pois além do baixo orçamento (os cenários eram piores ainda).

Numa das histórias os heróis foram recrutados por Ciclone Escarlate (herói aposentado criado para o filme) que queria impedir o vilão Dr. Silvana explodisse uma bomba que acabaria com o mundo.

Mais bizarro ainda era Mordru que inventou uma poção que retiraria os poderes da Liga, mas sei lá por qual motivo os vilões também a tomam (situação bastante bizarra).

Fora outras cenas lisérgicas como o Capitão Marvel ver um consultório se materializar na sua frente (e deitar no divã) onde o Charada é o psiquiatra disfarçado. E o Lanterna Verde se consultar com uma cigana ( Sinestro também disfarçado).

Sinceramente não vale a pena comentar o segundo episódio é ruim de dar dó.

Liga-da-Justiça-Filme-TV

Outra bola fora foi o infame filme da LJA (em 1997) que surgiu inicialmente como um piloto para série de TV.  Algo que já foi mostrado diversas vezes pelo SBT (e o pior como se fosse alguma novidade).

Nesta versão temos Ajax, Lanterna Verde (Guy Gardner), Fogo, Gelo,  Flash (Barry Allen), mas que se parece com Wally West e Átomo (Ray Palmer).

O filme é muito ruim e destoa muito do que conhecemos, mas foi baseado na fase cômica (Liga da Justiça Internacional).  Desta vez temos a heroína brasileira Fogo (Michelle Hurd) sendo uma atriz que tenta sorte vestindo umas roupas ridículas, a Gelo (Kimberly Oja) que é uma meteorologista, o Flash (Ken Johnston) que não tem nenhuma autoconfiança, Lanterna Verde ( Matthew Settle) sendo o Guy, mas que transformou-se  numa mistura de Hal Jordan e Kyle Rayner (tudo junto e misturado).

Átomo (Jon Kassir) é o cientista inteligente da turma que na verdade é mais conhecido como Eléktron. Eis aqui um fato curioso o Átomo (Al Pratt) é o herói da Sociedade da Justiça da América.

E quem vemos é Ray Palmer que foi sua segunda versão que nos gibis nós conhecemos como Eléktron.

O personagem foi traduzido como Átomo aqui no Brasil ou foi uma falta de atenção dos tradutores ou alguém que conhecia o herói apenas por este nome.

E ainda temos  Ajax (David Ogden Stiers) o herói telepata e transmorfo que reúne a equipe para combater o vilão Dr. Eno (Miguel Ferrer) que mais parece uma versão do Mago do Clima.

Infelizmente os uniformes são ruins, os efeitos especiais são piores ainda e não veja de maneira nenhuma, porque vai ser uma decepção do início ao fim. A DC depois do estrondoso sucesso do longa dos Vingadores está querendo a todo custo lançar a sua versão pras telonas da LJA, mas o grande problema do meu ponto de vista é o planejamento para tal projeto.

Estamos cansados de saber que a Casa de Ideias trabalhou meticulosamente para que Vingadores desse certo e tenho medo que a Distinta Concorrente ponha os pés pelas mãos fazendo uma adaptação que deixará um hiato de mais alguns anos sem nada nas telonas.

Eu gostaria mesmo que isso não aconteça, pois Superman: O Homem de Aço provou que este novo caminho pode ser consolidado. Na verdade inicialmente o filme será o ponta pé inicial para que haja uma futura Liga e veremos como vai ser o novo capítulo desta novela enrolada.

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