Arquivo do mês: dezembro 2012

HQ

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Jennifer Blood

A série Jennifer Blood foi lançada originalmente nos Estados Unidos, pela Dynamite Entertainment. Desde o ano passado, a personagem já teve 18 edições publicadas, além de uma edição anual.

Jennifer Blood é uma versão feminina do Justiceiro (Marvel Comics), mas  essa comparação não tira todo o mérito da personagem.

A história gira em torno de uma vingança, pois o pai de Jen Fellows foi assassinado por seus irmãos os Blute uma família mafiosa de matadores frios e cruéis.

Se você tiver estômago fraco é melhor não ler esta HQ, porque o sangue jorra, tripas escorrem do corpo humano e cabeças são decepadas entre outras cenas pesadíssimas.

Vemos Garth Ennis no seu melhor momento mostrando tudo que já veio trabalhando em outras edições como Preacher, Hitman, Justiceiro Max, The Boys,  Juiz Dread entre outros. Ele nos premia com uma história violenta mais com elementos que acabam cativando nossa atenção pela jornada de Jennifer Blood.

Garth Ennis não nos poupa de mostrar um mundo complexo e sombrio. Repleto de corrupção, ambição, sexo e violência muita violência.

Por incrível que pareça por mais que se compadeça pela história triste de Jen Fellows nota-se que sua vida familiar é deveras comum e entediante.

Pode-se afirmar que trata-se de uma família normal como qualquer outra seria se não fosse pela vida dupla da personagem. Um fato curioso é que Jen mora no Queens, o mesmo bairro de um tal de Peter Parker. Será que foi um mero acaso?

Jen Fellows é uma bela dona de casa totalmente dedicada ao marido e seus filhos.

Mas Jennifer Blood é uma justiceira sensual e mortal ao extremo. Confesso que as imagens de violência não me incomodaram, mas quando Jen após a cena de banho está deitada dormindo e seu marido Andrew aproxima-se cheio de amor pra dar chama a si mesmo de “Ursinho Carinhoso”.

Me desculpem os fãs mais será que alguém se lembra de desenho mais chato do que Os Ursinhos Carinhosos? E isso lá é nome para se dar a área de lazer.

Repito as palavras de Jen: “Acho que nunca me senti tão exausta. Tudo que eu queria era dormir. Mas, por um lado, não foi ruim.

É bom fazer algo um pouco entediante pra baixar toda aquela adrenalina.”

Alguém pode me explicar em que planeta sexo é uma coisa entediante? Se houver algum lugar assim eu nunca pisarei lá. Acho que somente a rotina de anos de casamento torna tudo parecido e sem novidade, no entanto a psique de Jen Fellows é perturbadoramente conflitante.

Porque ao mesmo tempo que é uma esposa dedicada, prestativa e prendada. Há um aspecto assustador sobre toda aquela fachada de bondade.

Na verdade Jen é fria, calculista e determinada, pois mesmo exausta de sua jornada como Jennifer Blood ainda encontra tempo para uma vida cotidiana normal.

O que mais me impressionou é que já vimos inúmeras cenas de violência nas HQs, mas feitas por personagens masculinos, pois as mulheres mesmo as bad girls não haviam chegado a este patamar e Jennifer Blood consegue ser uma excelente exceção.

E convenhamos este seu marido Andrew é um dos maiores imbecis que já vi na minha vida. Ursinho Carinhoso é o caramba! Vai tomar tendência de homem e vergonha na cara.

Jennifer Blood é uma HQ impressionante com altas doses de carnificina e cenas de nudez. Tudo inserido no contexto, mas você não consegue deixar de ler até chegar ao fim.

Esta edição da Panini é tão boa que ainda podemos ver todas as capas das 6 edições desse primeiro arco de histórias. Além de esboços, e até uma crítica visceral de Garth Ennis para o atual mercado dos quadrinhos.

Estou esperando ansioso pelo segundo volume de Jennifer Blood.

HQ: Jennifer Blood

Roteiro: Garth Ennis

Artistas: Adriano Batista, Marcos Marz e Kewber Baal

Editora: Panini Comics

Ano: 2012.

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Meu Texto

supermen

Superman – O Homem de Aço

Bom, 2012 felizmente está dando adeus e agora está na hora de olharmos o que 2013 nos revela.

Confesso que não estava levando muita fé neste próximo longa, principalmente por conta do diretor Zack Snyder, pois eu achei Watchmen um fiasco indescritível e fiquei  receoso por conta disso.

Apesar de gostar demais do kriptoniano fiquei muito decepcionado com a versão de 2006, mas devemos esquecer o que se foi e  continuar seguindo em frente.

Mas depois de assistir ao 2° trailer comecei a mudar minha opinião drasticamente.

Estamos notando que Christopher Nolan está como produtor nesta nova franquia e pelo que foi visto no Batman podemos esperar uma abordagem mais real no Homem do Amanhã.

Pelo que pude ver até agora o filme abordará a infância, juventude e transição para a fase adulta de Clark. Suas descobertas e indagações serão o que veremos em O Homem de Aço.

É justamente esta visão intimista que pode ser o grande momento para o herói ter uma abordagem que faça-o voltar ao topo nos cinemas.

Numa cena Kal-El aparece acorrentado lembrando uma passagem recente na HQ Action Comics com arte de Rags Morales e Brent Anderson, aonde foi preso pelo exército e é duramente torturado até o limite de suas forças. Algo sinistro de ser pensado.

Bom, como fã já disse inúmeras vezes que quero assistir um filme de qualidade do Super e me parece que este longa caminha para isso.

Por enquanto sem assistir ao filme não dá para afirmar que esta abordagem levará este Superman para a Liga, mas eu duvido que será assim.

Aposto que o Super que será mostrado no futuro longa da Liga da Justiça será diferente deste que veremos logo, logo.

Não poderia deixar de falar que o trailer te faz uma pergunta e aí está um grande trunfo “o que você pensaria se existisse um homem no mundo inteiro que possa realmente voar?”

Que comece 2013 o mais rápido possível.

Veja o trailer aqui.

Superman – O Homem de Aço

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Batman: Através dos Tempos

robinson

Jerry Robinson

Robinson trouxe para as páginas de Batman um estilo de arte limpo e suave.

Em outubro de 1939, o adolescente de 17 anos, Jerry Robinson, aluno de redação criativa na Columbia University, tornou-se assistente de Bob Kane.

As primeiras aventuras do Homem Morcego exibiam o lápis, a diagramação e a composição de Kane. Mas,  em 1942, um realismo e fluidez sem precedentes passaram a ser vistos com mais frequência em Batman, graças ao aumento dos trabalhos individuais de Robinson.

Sem as figuras mais rígidas e poses repetitivas de Kane sob o nanquim, o estilo de ilustração mais realista de Robinson tinha florescido totalmente no final de 1942.

Ele estava até desenhando, finalizando e colorindo algumas histórias e capas para Batman e Detective Comics.

A premissa e a criação do Coringa por Robinson e suas contribuições para o visual de Robin foram eventos significativos da história do Batman.

Ele também ilustrou The Adventures of Alfred, uma série de 13 histórias solo, apresentando o famoso mordomo publicadas em Batman 22-36.

Os créditos de Robinson são longos e variados. Incluem arte para Vigilante, Johnny Quick, The Fighting Yank, The Black Terror, Rock and Bullwinkls, Lassie e Bat Masterson, além de ficção científica, crime, guerra, faroeste e outros temas.

Robinson escreveu diversos livros, inclusive The Comics, e uma biografia, Percy Crosby and Skippy, e ilustrou mais de 30 outros.

Foi co-roteirista e diretor de arte do filme Stereotypes em Moscou e co-autor das letras do musical Astra. Robinson também deu demonstrações de técnica de cartuns pela Europa, América Latina e Ásia.

Jerry Robinson teve como principal característica ser um homem inovador com uma visão á frente de seu tempo. Foi presidente e diretor editor do CWS (Cartoonist & Writers Syndicate). O CWS representa criadores de diversos países e distribui tiras e cartuns para jornais do mundo todo.

Robinson fez parte do conselho de diretores do International Museum of Cartoon Art em Boca Raton, Flórida, e também fez parte do conselho editorial do INKS: Cartoon and Comic Arts Studies, o jornal da Cartoon Research Library na Ohio State University. Também foi curador de importantes exposições de arte de cartuns em museus e galerias nos EUA, Europa e Extremo Oriente.

Infelizmente 0 artista faleceu aos 89 anos, em Nova York, no dia 08 de dezembro de 2011, mas seu legado ficará na memória de todos aqueles que puderam compartilhar sua luta para o reconhecimento de artistas e criadores.

Confira alguma imagens da arte deste grande mestre

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Fonte: Batman Magazine.

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Cospaly Girl

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Mulher Gato

Além de ser linda e inacreditavelmente sexy a Mulher Gato consegue não apenas retirar as riquezas dos cofres dos poderosos de Gotham City, mas também deixar louco um tal de Homem-Morcego.

Selina Kyle age de maneira sensual roubando nossa atenção e trancafia-nos como se fossemos um de seus troféus numa estante escondida  aonde só ela sabe a localização.

E apesar de tudo isso prossegue  atiçando não somente a nossa grande imaginação, mas tomando conta de nossos corações eternamente.

Confira nesta galeria modelos cosplayer vestidas de Mulher Gato e ainda temos de quebra Hera Venenosa, Arlequina, Gata Negra, Batman e Batgirl.

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Musas de Tinta

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Mulher-Gato

Selina Kyle é uma linda mulher, sensual e sexy. Além disso tudo é uma ladra extremamente  habilidosa.

Catwoman foi criada pelos mestres Bob Kane e Bill Finger surgindo pela primeira vez na edição Batman # 1, em 1940.

Na distante Era de Ouro, Selina Kyle tinha uma personalidade bastante introvertida, pois era uma aeromoça que após sobreviver a um acidente de avião sofreu de amnésia. Sendo exatamente isso que despertou seu lado mais sexy e fazendo surgir The Cat, uma mulher sensual, praticamente “sem inibições”.

Só pra constar nessa época a vilã era conhecida dessa forma e algum tempo depois mudaram pra Mulher-Gato.

Essa versão com dupla personalidade de nossa ladra preferida foi abordada durante esse período várias vezes.

Então, a Mulher-Gato sempre agia manipulando a todos os homens que ousam passar pelo seu caminho, principalmente, um certo Homem-Morcego.

Enquanto o herói ás vezes mandava-a pra cadeia e outras pensava apenas em reabilita-la.

Na famosa edição Batman: Ano Um, de Frank Miller. Tivemos aquela versão muito discutida, porque mostrava, Selina retratada como uma garota de programa.

Sua origem havia sido recontada como uma prostituta que após ter sido abusada por um cafetão foi parar num hospital. E o herói Pantera lhe treinou para se defender, lutar e depois ela assume seu codinome de Mulher-Gato como criminosa.

Ainda bem que depois da complicada saga Zero Hora esse passado de nossa vilã foi jogado ralo abaixo.

Atualmente a relação entre eles é como uma enorme montanha russa que fica variando entre amor e ódio.

Durante a Saga Silêncio eles ficaram muito próximos fato que culminou na revelação da identidade secreta do Morcegão, mas a diferença entre os dois acabou rapidamente com o relacionamento.

Neste reboot da DC Selina e Bruce tiveram tórridas cenas de sexo mostradas nos quadrinhos demonstrando que esse sobe e desce dos dois perdurará por um longo tempo.

Um fato curioso é que eles foram casados na Terra 2 (uma Terra Paralela, do Universo DC Pré-Crise) e tiveram até uma filha Helena Wayne, que foi a heroína Caçadora.

No passado várias atrizes brilharam e conquistaram vários fãs ao interpretar a nossa ladra.

A primeira foi a atriz Julie Newmar no seriado dos anos 60 que demonstrava sensualidade de uma forma tão encantadora que era impossível não gostar dela.

A segunda foi a ex-Miss América Lee Meriwether que atuou no longa metragem do Homem-Morcego.

A cantora Eartha Kitt também nos presenteou ao mostrar-se como a vilã, mas sua interpretação na época não tinha agradado aos fãs (eu gostei bastante!).

Depois esperamos algumas décadas para que a Mulher-Gato retornasse para nos seduzir e tivemos a ótima atuação de Michelle Pfeiffer. Apesar de sua origem ter sido modificada. Ela conseguia misturar perversão com sensualidade de uma maneira arrebatadora, cruel e também inesquecível.

No início da década de 90 tivemos o inesquecível desenho Batman: A Série Animada comandada por Bruce Timm e Paul Dini. A série animada surgiu logo após o longa Batman – O Retorno e tivemos uma ladra muito sedutora e loira como no filme.

Eu não poderia esquecer de minha querida e belíssima Halle Berry que apesar de demonstrar ser bastante sexy (infelizmente sua versão foi uma porcaria terrível).

No péssimo seriado Birds of Prey, Selina foi interpretada pela atriz Maggie Baird e nossa musa surge apenas em flashbacks. Nessa versão mostraram a Mulher-Gato como uma meta-humana que infelizmente foi assassinada por ordem do Coringa.

A atriz Ashley Scott interpreta Helena Kyle, ela é filha da Selina com Bruce tornando-se a heroína Caçadora.

E por último temos Anne Hathaway interpretando muito bem a personagem, porém o mais interessante em Batman: O Cavaleiro das Trevas Ressurge é que em nenhum momento Selina é chamada de Mulher Gato.

Nolan demonstrou que os vilões não se autodenominam, pois são as pessoas que põe os nomes neles.

Independente disso Selina Kyle é uma das personagens mais fascinantes do mundo dos quadrinhos, porque ela pode até agir como bad girl mais sua personalidade dúbia á torna muito interessante para mim.

Confira nesta galeria alguma imagens da nossa musa

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Artista

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Darwyn Cooke

É um dos artistas com um estilo rebuscado mais impressionante que já vi, pois nos leva justamente para o início de tudo durante a longínqua Era de Prata.

Período aonde todos os personagens clássicos surgiram e se tornaram lendas.

Sua mistura de diversas cores e tonalidades nos fazem vislumbrar uma arte simplesmente maravilhosa. Darwyn Cooke é atualmente um dos meus artistas preferidos.

Confira algumas imagens deste quadrinhista canadense na galeria abaixo

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Batman: Através dos Tempos

lewis wilson souglas croft

The Batman – Lewis  Wilson e Douglas Croft – 1943

Historicamente essa foi a primeira adaptação do Morcegão feita no estilo live action (e também o primeiro herói da DC a ser mostrado).

O próprio Bob Kane gostou muito do ator Lewis Wilson elogiando por ser parecidíssimo com o Bruce Wayne que havia idealizado.

The Batman (O Morcego, aqui no Brasil), foi um serial produzido pela Columbia Pictures, contendo 15 capítulos.

Na época, Bruce Wayne era interpretado por Lewis Wilson e por sua vez Robin por Douglas Croft. Como curiosidade, Croft foi o ator mais jovem a interpretar o Menino-Prodígio.

Durante as aventuras víamos, Batman um agente americano que procurava derrotar o Dr. Daka (J. Carrol Naish), um agente inimigo japonês. O cientista havia criado uma arma que transformava as pessoas em zumbis e várias vezes tentou derrotar a Dupla Dinâmica.

Infelizmente como o seriado havia sido lançado durante a Segunda Guerra Mundial continha muitos insultos anti-japoneses (ao término da guerra nos relançamentos posteriores foram apagos tais comentários pejorativos).

A parte interessante é que havia a presença de outros personagens da mitologia do herói.

A famosa namorada dos gibis, Linda Paige (Shirley Patterson) e também seu fiel mordomo Alfred (William Austin). Devido a aparência de Austin com aquele famoso bigodinho, Alfred também ficou assim nos quadrinhos.

Além disso a parte legal é que o seriado foi influenciado pelo Cruzado de Capa dos gibis. Sendo a primeira vez que surgiu a misteriosa Batcaverna (que depois migrou pras revistas).

E também o famoso Batmóvel, mas a grande diferença é que devido ao baixo orçamento foi utilizado um Cadillac.

Apesar das terríveis críticas sofridas quanto ao uniforme do Morcegão usado no serial (e também quanto a interpretação amigável do herói feita por Wilson). Popularmente teve um relativo sucesso fazendo surgir sua sequência Batman e Robin, em 1949.

Em 1965, o seriado foi relançado no cinema com o nome de An Evening with Batman and Robin, devido ao sucesso influenciou ao lançamento do cultuadíssimo seriado dos anos 60 (Batman, com Adam West e Burt Ward).

Só pra fechar, os cliffhangers e a narração do locutor mostrados no seriado dos anos 60 foram influenciados pelo serial da década de 40.

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