Arquivo do mês: abril 2013

Batman: Através dos Tempos

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The New Scooby- Doo Movies – Hanna-Barbera, 1972

Foi a segunda encarnação da série de desenhos animados com o Scooby-Doo, exibida no programa da Hanna-Barbera  que ia ao ar nos sábados de manhã na TV americana. O anterior era Scooby-Doo, Cadê Você?. O desenho estreou em 9 de setembro de 1972  e continuou durante duas temporadas, exibido pela Rede CBS. Vinte e quatro episódios foram produzidos no total (dezesseis em 1972, e mais oito em 1973). No Brasil, a série foi reexibida pelo SBT em 2010.

Além dos personagens da turma do Scooby-Doo, em cada um dos episódios desta série aparecia convidados especiais, celebridades da TV ou do Cinema e os quais ajudavam a resolver o mistério da semana. Alguns destes convidados eram dublados por eles mesmos (Don Knotts, Jonathan Winters, Sandy Duncan, Tim Conway e a dupla Sonny & Cher, entre outros).

Outros que já haviam falecido ou estavam indisponíveis, tiveram a dublagem feita através de imitações das vozes originais (Os Três Patetas e O Gordo e o Magro). Muitos dos convidados eram futuras personagens de desenhos a serem produzidos pela dupla Hanna-Barbera: Batman e Robin (Superamigos), Harlem Globetrotters, Josie e as Gatinhas, Jeannie, Speedy Buggy e A Família Addams.

A Dupla Dinâmica apareceu no episódio The Caped Cruzader Caper em 1972 e em outro chamado The Dynamic Scooby-Doo Affair. 

Fonte: Wikipédia e Batman Magazine.

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Heróis Nipônicos

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Metalder, o Homem Máquina – 1990

Relembre comigo alguns heróis que foram apresentados pela Rede Bandeirantes há alguns anos atrás.

Produzido pela Toei Company foi exibido na Terra do Sol Nascente pela TV Asahi de 1987 até 1988, totalizando 39 episódios.

Choujinki Metalder pode ser traduzido como Super Humano Máquina Metalder, o tokusatsu pertence ao gênero Metal Heroes. No qual temos Jaspion, Gavan, Sharivan, Jiraya entre vários outros.

Dizem as lendas que Metalder surgiu inspirado em outro personagem Kikaider. O herói é bastante cultuado no Japão, mas acho que nunca foi trazido pro Brasil.

Kikaider foi criado por Shotaro Ishinomori que também conta em seu currículo: Cyborg 009, Kamen Rider e Himitsu Sentai Gorenger.

O herói robô com sentimentos humanos surgiu primeiro num tokusatsu devido ao seu sucesso migrou pors mangás na revista Shōnen Sunday e teve versões animadas.

Na trama, durante a Segunda Guerra Mundial, o especialista em robótica Doutor Koga desenvolveu o andróide Metalder, uma arma secreta do exército japonês (pra ser usado na Guerra do Pacífico contra os Estados Unidos).

Hideki Kondo (Ryuusei Tsurugi) é o herói robótico, mas dizem as lendas que Tatsuo Koga (segundo tenente da Marinha Imperial), filho falecido do Doutor Koga foi usado como modelo pro herói.

Só que o projeto foi abandonado, no entanto em 1987, o Doutor descobre a existência do Império Neroz e reativa Metalder antes de morrer.

Na companhia do Metalder temos: Springer, um doberman cão-robô que protege a base Silver Kirks. Pode se comunicar com um ser humano (e quando preciso faz reparos no próprio Metalder).

Maya Aoki (Mai Oogi), uma fotógrafa que trabalha na revista semanal “Up”. É a primeira pessoa que Hideki conhece após o Dr. Koga. Sendo através dela que conhece o mundo. Depois, Maya ajuda o herói em suas missões e também descobre sua identidade secreta.

E Satoru Kita (Hakkou Kita), ex-líder de uma gangue de motoqueiros que se torna amigo de Hideki (é bastante atrapalhado). Era legal notar que rolava um tirângulo amoroso entre Hideki, Maya e Satoru.

Metalder precisa combater o Imperador Neroz, que se disfarça de Makoto Dolbara, um empresário muito influente. A organização utiliza um exército que pratica o terrorismo pra exterminar seus concorrentes quando necessário.

Os guerreiros que formam esse império são divididos em quatro tipos de exércitos: Tropa Blindada, Tropa Monster, Tropa Cibernética e Tropa Mekanol.

Não poderia esquecer do Top Gunder, atirador de Neroz da Tropa Cibernética que se revolta contra seu criador (ele sempre fica entre aquele estigma de amigo e inimigo).

A parte dramática fica com o último episódio no qual, Metalder consegue derrotar Neroz, mas durante a luta o Dispositivo Gravitacional, fonte de todo seu poder ameaça explodir como se fosse uma bomba atômica. Então, o herói pede a Satoru que finque a espada nele (e seu sacrifício final foi triste e impactante demais pra mim).

Sem sombra de dúvidas foi um dos melhores tokusatsus que já brilharam em nossa telinha.

Suas aventuras envolvendo drama e um pouco de melancolia a diferenciavam da maioria das outras séries.

Só pra constar, Metalder foi adaptado para o público norte-americano pela produtora Saban Entertainment como a série VR Troopers.

Essa versão foi exibida na telinha da Rede Globo e o herói tinha o nome de Ryan Steele (blarg!!!!).

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Machineman – 1990

Mais um tokusatsu produzido pela Toey Company e exibido pela NTV (Nippon TV), em 1984.

Machineman foi criado por Shotaro Ishinomori (já citado no texto anterior) e surgiu inspirado no Super-Homem (só que nem Shotaro nem a Toei confirmam essa informação).

Seu nome original é Seiun Kamen Machineman que traduzido ficaria Máscara Nebulosa Machineman.

Viajando na nave Space Colony, Nikku acompanhado por Ball Boy, um robozinho voador (que possui o formato de uma bola de beisebol).

Nikku é um estudante intergaláctico que veio da constelação da plêiades com a intenção de estudar o comportamente humano

Usando o nome de Ken Takase acaba salvando de um acidente a fotógrafa Maki Gunko  (Kiyomi Tsukada) por quem fica apaixonado. Ela estava tirando fotos de um prédio que havia desabado misteriosamente.

Depois, Ken e Gunko, descobrem que aquilo havia sido feito pela organização Tentáculo que era liderada pelo terrível Professor K (um velhindo que odeia crianças e faz tudo pra acabar com elas).

A grande diferença dos outros vilões é que o professor tinha alegia á crianças fazendo-o espirrar e por isso queria se livrar delas. Porém, Nikku resolve usar sua tecnologia avançada e seus poderes para proteger, Gunko e as crianças de nosso planeta transformando-se em Machineman.

Outro aspecto característico do herói era sua espada laser que marcava seus inimigos com uma letra “M” que lembrava demias a marca “Z”, do Zorro.

Em sua batalha contra as forças do mal, Machineman usava o automóvel Dolphin que também podia se transformar na aeronave, Dolphin-Jet.

Passando alguns episódios, o herói consegue desmantelar a organização do professor. Mais nem demorou pra surgir, Lady M, sobrinha do vilão (acompanhada por TonChinkan, seu braço direito).

A parte engraçada é que ela também odeia crianças ficando com seu nariz vermelho quando alguma se aproxima. Lady M funda a organização o Polvo, porém mesmo tentando inúmeras vezes não consegue vencer o herói.

No final da série, o professor K que estava desaparecido retorna, trazendo a pior ameaça que o herói já enfrentou Golden Monsu, uma versão mais fortalecida de seu primeiro oponente.

Decidido a enfrentá-lo, Machineman usa Dolphin como arma e assim consegue derrotar seu inimigo. E assim, fazendo com que o Professor K e Lady M fujam da Terra pra sempre.

Confesso que o clima deste seriado era mais infantil e bobão, mas eu adorava o momento de transformação do herói.

Como curiosidade, a atriz Kiyomi Tsukada já era uma conhecida nossa, pois trabalhou no seriado Jaspion, interpretando a andróide Anri.

Machineman teve uma temporada, com apresentação de 25 minutos de aventura e um total de apenas 36 episódios.

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Gigantes Guerreiros Goggle Five – 1990

O nome deste seriado é Dai Sentai Goggle V que traduzindo fica Grande Esquadrão Goggle Five foi outro seriado super sentai produzido pela Toey Company.

E veiculado pela TV Asahi sendo apresentado entre 6 de fevereiro de 1982 e 29 de janeiro de 1983, no Japão (foi trazida pro nosso país pela produtora Oro Films).

Na trama, nos últimos 20 anos o professor Hongo investigou secretamente e descobriu que no Castelo Wolf (Wolfgang), situado na Alemanha, reuniam-se grupos misteriosos de cientistas de diversas partes do mundo.

Tais cientistas, considerados perversos, se concentram no Império da Ciência Maligna Desdark (Deathdark), liderado pelo chefe Taboo, que é um exército que semeia a destruição e a discórdia no universo através de sua Ciência Maligna.

Querendo enfrentar essa ciência maligna, Hongo cria o Laboratório de Ciências do Futuro e também convoca cinco jovens que formarão o Goggle Five. Durante suas missões eles são auxiliados pelos Computer Boys e Girls (que representam a ciência do futuro).

O Goggle Five é formado por: Kenichi Akama (Goggle Red) O líder do grupo. Adora escalar montanhas e é explorador. Descobriu o perigo que o mundo corria depois de o Doutor Hongo ser atacado. Sua pedra é o rubi, que representa a civilização da Atlântida (suas armas são o Red Ruby Whip e o Red Rope).

Kanpei Kuroda (Goggle Black), segundo em comando do grupo. Sua pedra é a esmeralda, que representa a civilização asiática, especificamente Angkor Wat (suas armas são o Black Cubs e o Black Esmerald Nunchucks).

Saburou Aoyama (Goggle Blue), é um inventor e jogador de hóquei no gelo. Sua pedra é a safira, que representa a civilização egípcia (suas armas são o Blue Ring e o Blue Sapphire Jet Ring).

Futoshi Kijima (Goggle Yellow) – O mais forte integrante da equipe, trabalha em um zoológico local. Sua pedra é a opala, que representa a civilização lemuriana (muçulmana na dublagem brasileira). Suas armas são o Yellow Hammer, Yellow Ball e o Opal Megaton Ball.

Miki Momozomo (Goggle Pink), é a única integrante feminina da equipe. Ginasta que trabalha no estacionamento do estádio Korakuen. Sua pedra é o diamante, que representa a civilização inca (suas armas são o Pink Diamond Baton, Pink Mirror e Pink Ribbon).

A equipe possuia uma grande diversidade de equipamentos tipo: Goggle Bracelete, dispositivo de transformação dos Goggle Five modelado como um relógio de pulso. A frase de transformação usada era “Goggle Five!” (pra cada integrante dizendo sua referida cor).

Goggle Sabre, arma usada por todos os Goggle Five. Ao ser lançado no inimigo pode explodir.

Goggle Victory Flash, esse era o ataque mais poderoso. A equipe se reunia numa posição junto com seus sabres formando o símbolo V (cinco em romano) e energizavam cada sabre com a respectiva energia da pedra protetora. E assim disparando quando todas as energias estivessem acumuladas. Entre outros armamentos.

A equipe ainda tinha: Goggle Nave, uma enorme espaçonave que servia como base para cada um dos veículos que formavam o Goggle Robô. Goggle Black e Goggle Pink ficavam na Goggle Nave para prestar suporte caso necessário. Possuía a habilidade de disparar mísseis e de teleportar os Goggle Five para seu interior.

Tanque Container, um grande veículo metálico onde ficavam estacionados cada um dos veículos que formavam o Goggle Robô. Todos os tanque containers se separam livremente da Goggle Nave e podem abrir sua parte frontal para permitir a saída dos veículos.

E também o Goggle Robô que era a combinação dos veículos Goggle Jato, Goggle Tank e Goggle Dump. O Mecha possuía várias armas, entre elas míssil, uma âncora, raios lasers disparados de sua testa e uma espada com a qual desferia seu golpe final : Espada Relâmpago Universal (Chikyu Ken Denshi Ginga Giri).

A série apresentou algumas mudanças como naquela pedreira que todos pulavam (situações com ângulos diferentes). Tinha muita ação e coreografias que lembravam ginástica olímpica, mas conseguiu conquistar um público fiel em nosso país.

Goggle Five teve uma temporada com 50 episódios no total.

Esses foram os tokusatsus que marcaram época na Rede Bandeirantes e foram muito importantes pra nós que tivemos oportunidade de assisti-los.

 

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Imagens

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Musas Digitais

Quando viajo  pelo Deviantart geralmente para pesquisar sobre algum personagem acabo encontrando muitos trabalhos de artistas conceituados e vários aspirantes também.

As vezes há alguns desenhos toscos que não sei porque teimam em mostrar algo ruim e de baixa qualidade.

Mais não é raro nos depararmos com Art Digital com uma extrema competência  aonde podemos contemplar mundos de fantasia conhecidos ou totalmente novos.

Esta primeira pin-up acima  é baseada nas feições da linda atriz Jessica Alba e fico sem palavras para elogiar este magnífico trabalho gráfico. 

É muito difícil saber  qual o nome verdadeiro de cada artista, pois em sua grande maioria trabalham com pseudônimos, porém apreciem com moderação esta galeria com  algumas obras impressionantes em CGI que consegui garimpar.

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Wallpapers

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Marvel Girls

Guarde no seu computador algumas das mais belas gatas da Casa de Ideias que consegui encontrar na web.

Na galeria abaixo temos wallpapers da: Elektra, Emma Frost, Gata Negra, Jean Grey, Mary Jane, Sonja entre diversas outras

 elektra 1 Elektra 2

Black Widow Ms. Marvel and Wasp

Emma Emma_Frost 1 Emma-Frost 2 Encantor firestar gata negra 0 gata negra 1 gata negra 2 gata negra 3 Gwen and MJ Gwen Stacy j. scott campbell jean and emma 2 jean and emma jean grey jean kitty marvel girls 2 Marvel Girls Mary-Jane ms marvel Punisher girl rachel summers 1 rachel summers 2 red sonja1 red sonja2 red sonja3 red sonja4 red sonja5 red sonja6 red sonja7 Rogue Sage scarlet scarlett1 scarlett2 Shanna she-hulk she-hulk1 she-hulk3 shunya yamashita spider woman 1 spider woman 2 spider woman 3 spider woman 4 Spider-Girl sue storm 1 sue storm 2 sue storm 3 wallpaper  1 Wallpaper 2 wallpaper 3 wallpaper 4 wasp wasp2 women -marvel-comics women Women_of_Marvel women2 women3 X-23 X-232 X-women 1 X-Women1 X-Women2 X-Women3

 

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Artista

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Joe Jusko

É um mestre naquilo que faz, pois sua arte demonstra um realismo fantástico ao contemplarmos seu trabalho. Esta bela pin-up da Mulher Maravilha acima é um bom exemplo disso.

Joe Jusko já teve o grande prazer de trabalhar em todas as editoras conhecidas: Marvel, DC, Malibu, Crusade, Wildstorm, Top Cow, Harris entre outras. Suas ilustrações mais famosas se encontram nas capas de Conan e Tarzan.

Mais podemos encontrar suas características marcantes e detalhadas em diversos outros heróis, heroínas e monstros.

Podemos perceber que cada cena de suas ilustrações  revelam algo fascinante para nós apreciarmos.

Confira na excelente  galeria abaixo sobre o que estou falando

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Cosplay Girl

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Supergirl

A Última Filha de Krypton é na verdade mais velha que seu primo, pois ela ainda o viu quando era bebê. Mais o foguete que trouxe a adolescente para a Terra manteve ela em animação suspensa.

E ao chegar aqui os papéis se inverteram, porque Kal-El tornou-se nesse meio tempo um adulto (deixando-a muito confusa).

Geralmente retratam a Supergirl  como uma menina que precisa encontrar seu lugar num mundo aonde não conhece nada, pois são  costumes diferentes, uma nova língua e novas pessoas. Mais aos poucos Kara consegue aprender, se adaptar e vamos acompanhado esta sua caminhada numa tentativa de obter uma vida normal.

Infelizmente esta fórmula já foi utilizada dezenas de vezes e eu não entendo porque não conseguem fazer um rumo melhor e diferente para ela.

Podemos notar que ao longo das décadas a heroína teve várias versões umas interessantes enquanto outras foram uma verdadeira porcaria. Eu torço para que desta vez tenhamos algo digno da Moça de A

Confira na galeria algumas modelos cosplayers que homenageiam nossa heroína.

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Musas de Tinta

4.3

Supergirl

Foi criada para ser simplesmente uma versão feminina do kriptoniano, mas acabou ganhando o coração dos leitores e tornou-se uma das personagens femininas mais importantes da Distinta Concorrente.

Na história original surgiu como um totem místico que ganhava vida por intermédio de Jimmy Olsen e morreu salvando o Homem de Aço de um meteoro de kriptonita.

Logo depois houve a versão oficial aonde foi recriada por Otto Binder e Al Plastino sendo uma das poucas sobreviventes da destruição de Krypton. A cidade Argo City consegui sobreviver a hecatombe sendo protegida por uma  redoma, mas houve uma chuva de meteoros que estava destruindo tudo. E como não havia jeito Zor-El e Allura (pai e mãe) a enviaram para a Terra como Jor-El havia feito antes.

A Supergirl deste período mora num orfanato em Midvale adotando o nome de Linda Lee e disfarçada com uma peruca morena e de tranças. Algum tempo depois é adotada pelo casal Danvers. Passando a ser conhecida como Linda Lee Danvers.

É famoso seu namoro com Brainiac 5 da Legião dos Super-Heróis, mas em versões alternativas já se casou com o Superman.

Durante a década de 80 a heroína era conhecida como Super-Moça e pra mim foi um choque enorme quando a heroína morreu durante a Crise nas Infinitas Terras para salvar seu primo Kal-El de ser morto pelo Anti-Monitor. Foi uma cena marcante que ainda roda pela internet o Superman segurando o corpo desfalecido de sua prima e em seu rosto vemos toda sua dor.

Uma coisa que eu não sabia é que há várias versões da Moça de Aço e a DC costuma nomeá-las com: I, II, III  para cada uma delas. Por exemplo Supergirl I, Supergirl II e assim por diante. E isto acontece com vários outros heróis da editora.

“Supergirl Os Últimos Dias” é uma HQ que conta com a arte do brasileiro Ed Benes e roteiro de Peter David que retrata as variadas versões da Garota de Aço desde a original até a daquele tempo aonde temos uma equipe formada por várias Supergirls de Terras diferentes.

Como curiosidade tanto o Superman quanto o Superboy também têm equipes como esta. Suponho que seja algo que existia durante a Era de Prata da DC Comics.

Só pra constar ainda temos nesta edição uma participação do Espectro que naquela época era o Hal Jordan. É uma viajem interessante pela mitologia da heroína e pelo confuso período que atravessou naquele momento.

Quando John Byrne assumiu as revistas do Homem de Aço no período Pós- Crise tanto o Superboy quanto a Moça de Aço deixaram de existir. Mais o artista ressuscitou a Super Moça na revista Super Powers n° 17 num universo compacto: “Vidas Paralelas se encontram no Infinito” aonde Lana Lang é recriada e vira uma transmorfa de protomatéria a Supergirl/Matriz.

Esta edição é mais lembrada por causa do efeito que causou na mente do Homem de Aço que virou Júri, Juiz e Executor, pois infelizmente teve que matar três criminosos kriptonianos. Eles friamente  exterminaram 5 bilhões de seres humanos somente para destruí-lo. Sobrando somente a Supergirl este acontecimento perturbou nosso herói por um longo tempo.

Logo depois a Supergirl/Matriz veio para a nossa Terra. E durante esta época acabou sendo manipulada por um clone cabeludo do Lex Luthor mais absurdo que isso ficou depois. Quando a heroína amargou uma fase ruim virando um anjo vingador com asas de fogo em histórias que lutava contra uma seita demoníaca, blargh!!!

Bom, lembrando que durante o auge do sucesso da adaptação cinematográfica do Homem de Aço tivemos uma versão da Supergirl interpretada pela atriz Helen Slater que ficou bem caracterizada.

Nesta história Kara Zor-El vive na cidade de Argo City e acidentalmente perde o Omegaheadrom, a fonte de energia do local. Esse dispositivo cai nas mãos da bruxa Selena (Faye Dunaway) que pretende usá-lo para dominar o mundo.

Apesar de Jimmy Olsen aparecer neste longa querendo conectá-lo ao do Super-Homem que estava em missão no espaço quando a heroína surge. A única coisa que vale a pena nesse filme é a beleza de Helen Slater, pois o filme é muito ruim e quase não lembro nada sobre ele.

Em Smallville que homenageia toda a mitologia do kriptoniano temos uma homenagem a Helen Slater que interpreta a mãe de Kal-El no episódio Lara. E temos também uma  versão da Supergirl vivida pela atriz Laura Vandervoort.

A heroína vem participando ao longo dos anos de várias animações da editora desde Superman: A Série Animada até a Liga da Justiça e teve longa animado direto para DVD Superman/Batman: Apocalypse baseada na HQ desenhada pelo falecido artista Michael Turner. Supergirl chega na Terra causando muita confusão caindo  em Gotham City e logo Batman segue em seu encalço.

Superman surge para ajudar e acabam descobrindo que a moça é uma kriptoniana. Mais o que ninguém sabia era que Darkseid tinha outros planos para a menina. O DVD é um dos melhores da extensa lista dos que já foram lançados. Aqui no Brasil esta história saiu originalmente na HQ Superman  & Batman e se não me falha a memória a partir da edição n° 8.

A parte boa da animação é a participação da Grande Barda e das Fúrias da Vovó Bondade (que de bondade não tem nada). Ao final temos a reapresentação da heroína a comunidade heroica para ajuda-los a salvar o mundo. O mais importante nesta animação é tornar a Supergirl parte do universo animado da editora e inserindo também Kripto que aparece de forma bem rápida.

Neste  universo renovado da DC estão tentando estabelecer uma nova mitologia para a Garota de Aço com o inimigo Sr. Tycho e “talvez”com a Banshee Prateada como amiga. Eu particularmente não gostei muito das primeiras histórias, porque ficaram parecendo iguais as de Kal-El.

Mas espero que pro futuro consigam melhorar e nos surpreender consideravelmente, pois Kara merece algo memorável.

Confesso que sou um fã fiel da Moça de Aço (que morreu na Crise), mas mesmo assim continuo a ler suas histórias.

Veja nesta galeria algumas imagens da Supergirl que consegui garimpar na web

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