Superman: Através dos Tempos


reeves

O Estigma do Superman

Mais rápido que uma bala!

Mais forte que uma locomotiva!

Capaz de saltar sobre os prédios mais altos com um simples pulo.

Olhem! Lá no céu!

É um pássaro! É um avião!

Não! É o Super-Homem!

Sim, é o Super-Homem – estranho visitante de outro planeta, que veio á Terra, com poderes e habilidades superiores ás de qualquer mortal.

Super-Homem- pode mudar o curso do rio mais caudaloso, dobrar o aço com as mãos, ele que na vida real é Clark Kent, um discreto repórter de um grande jornal de Metrópolis, trava uma batalha sem fim pela Verdade, pela Justiça e pela América.

Esta era a abertura da clássica série do primeiro Superman da TV. Se eu não estiver enganado na época do programa de rádio e também do cinema com Kirk Alyn também usaram esta abertura.

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Superman – George Reeves

Em 1951 , foi exibido nos cinemas o filme Superman and The Mole-Man, com George Reeves. O filme na verdade era um piloto para a série de TV “As Aventuras do Super-Homem”, que só iria estrear dois anos depois. Originalmente em preto e branco, a série começou a ser exibida em cores em 1954. Boa parte das tramas tinha início nas investigações jornalísticas de Lois e Clark.

Quando a série era rodada em preto e branco, as cores do uniforme do Super não davam o contraste necessário na tela. Por isso, o azul e o vermelho foi substituído pelo cinza e marrom. Quando finalmente chegou a fase colorida, os produtores trataram de arranjar um novo uniforme para George, desta vez com as características fidedignas do personagem das histórias em quadrinhos.

O programa durou seis temporadas. Houve duas Lois Lane neste seriado: Philis Coates e a partir da segunda temporada Noel Neill, que apenas voltava ao papel que havia protagonizado nas produções estreladas por Kirk Alyn.

Muitos profissionais que na época trabalhavam nos quadrinhos do herói também foram responsáveis pelos roteiros da série, capitaneados por Mort Weisinger. Foram 104 episódios produzidos dos quais 26 em preto e branco.

George Reeves foi encontrado morto em 16 de maio de 1959. Até hoje as circunstâncias de sua morte não foram esclarecidas. O ator foi encontrado baleado e logo se levantou a suspeita de suicídio para mais tarde ser levada em consideração a hipótese de assassinato motivado por ciúmes.

O filme Hollywoodland-Bastidores da Fama, dirigido por Allen Cutler e estrelado por Ben Affleck trata sobre este assunto resgatando a carreira de Reeves.

George Reeves foi o mais perfeito Super-Homem até então. Ele conseguia convencer tanto como o tímido Clark Kent quanto seu alter ego de capa vermelha. De todos os homens que interpretaram o kriptoniano ele é lembrado como um dos mais favoritos pelos fãs.

Mais do que qualquer outro ator até então, Reeves se viu profundamente identificado com o personagem no inconsciente coletivo. Embora isso tenha feito sua estrela ascender, com o tempo, mostrou ser um veneno para a sua carreira. Isso porque ele passou a não ser mais bem aceito em produções, digamos assim, sérias, já que o público reagia invariavelmente com risadas estridentes toda vez que ele dava as caras nas telas.

Sua única cena em A Um Passo da Eternidade (1953), em que aparecia ao lado do astro Burt Lancaster, por exemplo, teve de ser eliminada porque a plateia presente á exibição-teste do filme começou a gargalhar no mesmo instante em que o avistou.

Reeves ainda interpretou o Super em outro programa, num episódio da série cômica I Love Lucy.

A história de George Reeves tem pontos, quase em comum com a de Christopher Reeve, que além de terem interpretado o mesmo super-herói, tem sobrenome parecido, e também, cada um a sua maneira, um fim trágico.

Em 1958, curiosamente, foi filmado o bizarro episódio piloto de um seriado chamado “As Aventuras de Superpup”, onde pessoas usando fantasias de cachorro interpretavam personagens semelhantes ao de Superman. Era interpretado por Billy Curtis, ainda bem que somente o episódio-piloto foi ao ar.

As Novas Aventuras do Super-Homem – Filmation – 1966

O nome original era The New Adventures of Superman detalhe sinistro é que a introdução  era uma cópia mal feita daquela dos irmãos Fleischer.

A produção era bem pobre, pois usavam cenas de fundo repetidas e também havia pouca movimentação do Azulão. O desenho foi transmitido pela Rede NBC durando de 1966 a 1970.

Além de aparecer em sua identidade secreta de Clark Kent essa versão contava com a presença do pessoal da redação do Planeta Diário: Lois Lane, Perry White e também o chatinho do Jimmy Olsen.

Super-Homem/Clark Kent era dublado por Bud Collyer, o ator da icônica versão radiofônica dos anos 40.

Infelizmente era um desenho muito fraquinho, mas teve a presença de alguns vilões dos gibis como: Lex Luthor, Sr. Mxypltk, Homem-Brinquedo entre outros.

O principal atrativo são as frases clássicas tipo: “para o alto e avante” e “Este é um trabalho para o Super-Homem!”, bordões ditos em todos os episódios.

A primeira mudança aconteceu quando estenderam o desenho pra duração de 30 minutos. Quando tivemos a inclusão de aventuras do Superboy ao lado de Krypto, o supercão e depois terminava com outra sequência do Homem de Aço.

Depois em 1967 o kriptoniano dividiu o programa com Aquaman, mudando o nome para The Superman/ Aquaman Hour. E por último o programa seria novamente mudado, para The Batman/ Superman Hour durando até 1978.

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